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Q3046108 Pedagogia
Em certa escola do ensino fundamental, o professor Carlos percebe que seus alunos estão tendo dificuldades em se comportar adequadamente durante as aulas de matemática. Para melhorar o comportamento e aumentar o engajamento dos alunos, ele decide implementar um sistema de recompensas. Toda vez que um aluno responde corretamente a uma pergunta ou se comporta de maneira exemplar, ele recebe um adesivo dourado. Ao acumular cinco adesivos, o aluno pode trocar por um pequeno prêmio, como um lápis colorido ou um marcador de livros. Essa estratégia adotada pelo professor Carlos se baseia na teoria
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Q3046107 Pedagogia
Nas investigações sobre a história da educação de determinado país, é importante o regime político nele vigente, já que isso determina o modo de organização da educação. Assim, o país unificado, regido por um Estado Nacional, seja ele uma República ou uma Monarquia, tenderá a organizar a sua educação também de forma unificada em um sistema nacional. Diferentemente, um país organizado na forma de uma federação poderá unificar sua educação num sistema nacional, admitir a coexistência de sistemas locais, regionais e federal ou abrir mão do sistema nacional admitindo apenas a organização dos sistemas locais e regionais. Assim, considerando-se que sistema é unidade da variedade, e não unidade da identidade, portanto, um todo que articula uma variedade de elementos que, ao se integrarem ao todo, nem por isso perdem a própria identidade; mas ao contrário, participam do todo, integram o sistema na forma de suas perspectivas especificidades, a construção de um sistema nacional nada tem de incompatível com o regime federativo. Considerando que uma federação como a brasileira, com seu arcabouço jurídico encabeçado, não por acaso, pela Constituição Federal, a forma plena de organização no campo nacional é traduzida pelo sistema nacional de educação, analise as afirmativas a seguir.

I. Sua construção flui dos dispositivos constitucionais regulamentados pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de competência exclusiva da União, e especifica-se na legislação complementar.
II. O sistema nacional de educação é um sistema de educação pleno, obviamente público, autônomo com normas próprias que obrigam a todos os seus integrantes em todo o território nacional, inclusive as instituições particulares.
III. No âmbito dos estados, preserva-se um grau próprio de autonomia que lhes permite baixar normas de funcionamento do ensino, mas sem a plenitude de que goza a União, uma vez que devem se subordinar às diretrizes e bases traçadas pela União, esfera que escapa à sua atribuição.
IV. No nível municipal, a autonomia se torna mais restrita, porque sequer a Constituição lhes faculta estabelecer normas próprias, o que é admitido apenas em caráter complementar pela LDB.

Está correto o que se afirma em
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Q3046100 Português
Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil

      O ano de 2023 foi marcado por um número alarmante de denúncias de trabalho análogo à escravidão no Brasil, com um total de 3.422 registros em apenas 12 meses, representando um aumento de 61% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania. Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.
     A publicação mais recente da Lista Suja, documento que divulga pessoas físicas e empresas que submetem trabalhadores a mão de obra forçada, jornadas exaustivas, condições degradantes ou restrição de locomoção, adicionou 248 empregadores
em 2024, totalizando 654 e representando o maior número desde sua criação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 2003. Esse cenário evidencia uma realidade desafiadora e inaceitável vivenciada no Brasil e, neste sentido, a questão requer uma resposta coordenada e vigorosa da sociedade civil, do governo e do setor privado.
     No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas. Por isso, a criação de concursos públicos e o investimento na estrutura de fiscalização são essenciais para garantir inspeções regulares e uma resposta eficaz às violações trabalhistas.
     Diante desse cenário, é crucial que a pressão da sociedade civil continue a crescer, engajando cada vez mais pessoas nesta causa. A recente exposição de trabalhadores em condições análogas à escravidão em um festival que ocorreu em 2023 reforça a importância de ações nesse sentido, que podem não apenas dissuadir os empregadores de recorrerem a essa mão de obra, mas também evitar reincidências. É importante engajar a conscientização dos direitos, além de denunciar por meio dos canais disque 100 e o Sistema Ipê, possibilitando a investigação e a fiscalização nos estabelecimentos suspeitos.
       Para finalizar, é importante que exista uma consciência coletiva de que, entre as várias razões pelas quais o trabalho escravo persiste nos dias de hoje, está a desigualdade socioeconômica. Em áreas onde a pobreza é generalizada, as pessoas podem se encontrar em situações de vulnerabilidade que as tornem suscetíveis à exploração. Exatamente por isso, a erradicação do trabalho análogo à escravidão exige uma abordagem multifacetada e colaborativa, que envolva todas as frentes de poder público e privado, além das organizações sociais. Não há dúvidas de que toda ação é importante, desde o compartilhamento de informações até o desenvolvimento de estratégias integradas para enfrentar essa violação grave dos direitos humanos.

(Laís Leite. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/Acesso em: junho de 2024.)
O uso de expressão cujo sentido indica o emprego da conotação pode ser observado por meio de:
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Q3046099 Português
Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil

      O ano de 2023 foi marcado por um número alarmante de denúncias de trabalho análogo à escravidão no Brasil, com um total de 3.422 registros em apenas 12 meses, representando um aumento de 61% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania. Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.
     A publicação mais recente da Lista Suja, documento que divulga pessoas físicas e empresas que submetem trabalhadores a mão de obra forçada, jornadas exaustivas, condições degradantes ou restrição de locomoção, adicionou 248 empregadores
em 2024, totalizando 654 e representando o maior número desde sua criação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 2003. Esse cenário evidencia uma realidade desafiadora e inaceitável vivenciada no Brasil e, neste sentido, a questão requer uma resposta coordenada e vigorosa da sociedade civil, do governo e do setor privado.
     No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas. Por isso, a criação de concursos públicos e o investimento na estrutura de fiscalização são essenciais para garantir inspeções regulares e uma resposta eficaz às violações trabalhistas.
     Diante desse cenário, é crucial que a pressão da sociedade civil continue a crescer, engajando cada vez mais pessoas nesta causa. A recente exposição de trabalhadores em condições análogas à escravidão em um festival que ocorreu em 2023 reforça a importância de ações nesse sentido, que podem não apenas dissuadir os empregadores de recorrerem a essa mão de obra, mas também evitar reincidências. É importante engajar a conscientização dos direitos, além de denunciar por meio dos canais disque 100 e o Sistema Ipê, possibilitando a investigação e a fiscalização nos estabelecimentos suspeitos.
       Para finalizar, é importante que exista uma consciência coletiva de que, entre as várias razões pelas quais o trabalho escravo persiste nos dias de hoje, está a desigualdade socioeconômica. Em áreas onde a pobreza é generalizada, as pessoas podem se encontrar em situações de vulnerabilidade que as tornem suscetíveis à exploração. Exatamente por isso, a erradicação do trabalho análogo à escravidão exige uma abordagem multifacetada e colaborativa, que envolva todas as frentes de poder público e privado, além das organizações sociais. Não há dúvidas de que toda ação é importante, desde o compartilhamento de informações até o desenvolvimento de estratégias integradas para enfrentar essa violação grave dos direitos humanos.

(Laís Leite. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/Acesso em: junho de 2024.)
Dentre os trechos destacados a seguir, NÃO é possível identificar a expressão explícita de perspectiva particular do enunciador em: 
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Q3046098 Português
Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil

      O ano de 2023 foi marcado por um número alarmante de denúncias de trabalho análogo à escravidão no Brasil, com um total de 3.422 registros em apenas 12 meses, representando um aumento de 61% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania. Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.
     A publicação mais recente da Lista Suja, documento que divulga pessoas físicas e empresas que submetem trabalhadores a mão de obra forçada, jornadas exaustivas, condições degradantes ou restrição de locomoção, adicionou 248 empregadores
em 2024, totalizando 654 e representando o maior número desde sua criação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 2003. Esse cenário evidencia uma realidade desafiadora e inaceitável vivenciada no Brasil e, neste sentido, a questão requer uma resposta coordenada e vigorosa da sociedade civil, do governo e do setor privado.
     No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas. Por isso, a criação de concursos públicos e o investimento na estrutura de fiscalização são essenciais para garantir inspeções regulares e uma resposta eficaz às violações trabalhistas.
     Diante desse cenário, é crucial que a pressão da sociedade civil continue a crescer, engajando cada vez mais pessoas nesta causa. A recente exposição de trabalhadores em condições análogas à escravidão em um festival que ocorreu em 2023 reforça a importância de ações nesse sentido, que podem não apenas dissuadir os empregadores de recorrerem a essa mão de obra, mas também evitar reincidências. É importante engajar a conscientização dos direitos, além de denunciar por meio dos canais disque 100 e o Sistema Ipê, possibilitando a investigação e a fiscalização nos estabelecimentos suspeitos.
       Para finalizar, é importante que exista uma consciência coletiva de que, entre as várias razões pelas quais o trabalho escravo persiste nos dias de hoje, está a desigualdade socioeconômica. Em áreas onde a pobreza é generalizada, as pessoas podem se encontrar em situações de vulnerabilidade que as tornem suscetíveis à exploração. Exatamente por isso, a erradicação do trabalho análogo à escravidão exige uma abordagem multifacetada e colaborativa, que envolva todas as frentes de poder público e privado, além das organizações sociais. Não há dúvidas de que toda ação é importante, desde o compartilhamento de informações até o desenvolvimento de estratégias integradas para enfrentar essa violação grave dos direitos humanos.

(Laís Leite. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/Acesso em: junho de 2024.)
Em “[...] talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância [...]” (1º§), a forma verbal “haja” demonstra o correto emprego do verbo haver de acordo com o contexto. O mesmo NÃO ocorre em:
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Q3046097 Português
Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil

      O ano de 2023 foi marcado por um número alarmante de denúncias de trabalho análogo à escravidão no Brasil, com um total de 3.422 registros em apenas 12 meses, representando um aumento de 61% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania. Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.
     A publicação mais recente da Lista Suja, documento que divulga pessoas físicas e empresas que submetem trabalhadores a mão de obra forçada, jornadas exaustivas, condições degradantes ou restrição de locomoção, adicionou 248 empregadores
em 2024, totalizando 654 e representando o maior número desde sua criação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 2003. Esse cenário evidencia uma realidade desafiadora e inaceitável vivenciada no Brasil e, neste sentido, a questão requer uma resposta coordenada e vigorosa da sociedade civil, do governo e do setor privado.
     No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas. Por isso, a criação de concursos públicos e o investimento na estrutura de fiscalização são essenciais para garantir inspeções regulares e uma resposta eficaz às violações trabalhistas.
     Diante desse cenário, é crucial que a pressão da sociedade civil continue a crescer, engajando cada vez mais pessoas nesta causa. A recente exposição de trabalhadores em condições análogas à escravidão em um festival que ocorreu em 2023 reforça a importância de ações nesse sentido, que podem não apenas dissuadir os empregadores de recorrerem a essa mão de obra, mas também evitar reincidências. É importante engajar a conscientização dos direitos, além de denunciar por meio dos canais disque 100 e o Sistema Ipê, possibilitando a investigação e a fiscalização nos estabelecimentos suspeitos.
       Para finalizar, é importante que exista uma consciência coletiva de que, entre as várias razões pelas quais o trabalho escravo persiste nos dias de hoje, está a desigualdade socioeconômica. Em áreas onde a pobreza é generalizada, as pessoas podem se encontrar em situações de vulnerabilidade que as tornem suscetíveis à exploração. Exatamente por isso, a erradicação do trabalho análogo à escravidão exige uma abordagem multifacetada e colaborativa, que envolva todas as frentes de poder público e privado, além das organizações sociais. Não há dúvidas de que toda ação é importante, desde o compartilhamento de informações até o desenvolvimento de estratégias integradas para enfrentar essa violação grave dos direitos humanos.

(Laís Leite. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/Acesso em: junho de 2024.)
“Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.” (1º§) Sobre a expressão “Assim como”, que introduz o parágrafo destacado anteriormente, pode-se afirmar que: 
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Q3046096 Português
Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil

      O ano de 2023 foi marcado por um número alarmante de denúncias de trabalho análogo à escravidão no Brasil, com um total de 3.422 registros em apenas 12 meses, representando um aumento de 61% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania. Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.
     A publicação mais recente da Lista Suja, documento que divulga pessoas físicas e empresas que submetem trabalhadores a mão de obra forçada, jornadas exaustivas, condições degradantes ou restrição de locomoção, adicionou 248 empregadores
em 2024, totalizando 654 e representando o maior número desde sua criação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 2003. Esse cenário evidencia uma realidade desafiadora e inaceitável vivenciada no Brasil e, neste sentido, a questão requer uma resposta coordenada e vigorosa da sociedade civil, do governo e do setor privado.
     No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas. Por isso, a criação de concursos públicos e o investimento na estrutura de fiscalização são essenciais para garantir inspeções regulares e uma resposta eficaz às violações trabalhistas.
     Diante desse cenário, é crucial que a pressão da sociedade civil continue a crescer, engajando cada vez mais pessoas nesta causa. A recente exposição de trabalhadores em condições análogas à escravidão em um festival que ocorreu em 2023 reforça a importância de ações nesse sentido, que podem não apenas dissuadir os empregadores de recorrerem a essa mão de obra, mas também evitar reincidências. É importante engajar a conscientização dos direitos, além de denunciar por meio dos canais disque 100 e o Sistema Ipê, possibilitando a investigação e a fiscalização nos estabelecimentos suspeitos.
       Para finalizar, é importante que exista uma consciência coletiva de que, entre as várias razões pelas quais o trabalho escravo persiste nos dias de hoje, está a desigualdade socioeconômica. Em áreas onde a pobreza é generalizada, as pessoas podem se encontrar em situações de vulnerabilidade que as tornem suscetíveis à exploração. Exatamente por isso, a erradicação do trabalho análogo à escravidão exige uma abordagem multifacetada e colaborativa, que envolva todas as frentes de poder público e privado, além das organizações sociais. Não há dúvidas de que toda ação é importante, desde o compartilhamento de informações até o desenvolvimento de estratégias integradas para enfrentar essa violação grave dos direitos humanos.

(Laís Leite. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/Acesso em: junho de 2024.)
“Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.” (1º§) Pode-se afirmar que o fragmento anterior defende a ideia de que:

I. O racismo e o trabalho análogo à escravidão possuem algo em comum.
II. O trabalho comparável à escravidão é uma questão superada para um grupo de pessoas.
III. O desconhecimento pode ser reconhecido como uma das causas para determinado ponto de vista acerca do trabalho análogo à escravidão.

Está correto o que se afirma em
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Q3046095 Português
Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil

      O ano de 2023 foi marcado por um número alarmante de denúncias de trabalho análogo à escravidão no Brasil, com um total de 3.422 registros em apenas 12 meses, representando um aumento de 61% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania. Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.
     A publicação mais recente da Lista Suja, documento que divulga pessoas físicas e empresas que submetem trabalhadores a mão de obra forçada, jornadas exaustivas, condições degradantes ou restrição de locomoção, adicionou 248 empregadores
em 2024, totalizando 654 e representando o maior número desde sua criação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 2003. Esse cenário evidencia uma realidade desafiadora e inaceitável vivenciada no Brasil e, neste sentido, a questão requer uma resposta coordenada e vigorosa da sociedade civil, do governo e do setor privado.
     No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas. Por isso, a criação de concursos públicos e o investimento na estrutura de fiscalização são essenciais para garantir inspeções regulares e uma resposta eficaz às violações trabalhistas.
     Diante desse cenário, é crucial que a pressão da sociedade civil continue a crescer, engajando cada vez mais pessoas nesta causa. A recente exposição de trabalhadores em condições análogas à escravidão em um festival que ocorreu em 2023 reforça a importância de ações nesse sentido, que podem não apenas dissuadir os empregadores de recorrerem a essa mão de obra, mas também evitar reincidências. É importante engajar a conscientização dos direitos, além de denunciar por meio dos canais disque 100 e o Sistema Ipê, possibilitando a investigação e a fiscalização nos estabelecimentos suspeitos.
       Para finalizar, é importante que exista uma consciência coletiva de que, entre as várias razões pelas quais o trabalho escravo persiste nos dias de hoje, está a desigualdade socioeconômica. Em áreas onde a pobreza é generalizada, as pessoas podem se encontrar em situações de vulnerabilidade que as tornem suscetíveis à exploração. Exatamente por isso, a erradicação do trabalho análogo à escravidão exige uma abordagem multifacetada e colaborativa, que envolva todas as frentes de poder público e privado, além das organizações sociais. Não há dúvidas de que toda ação é importante, desde o compartilhamento de informações até o desenvolvimento de estratégias integradas para enfrentar essa violação grave dos direitos humanos.

(Laís Leite. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/Acesso em: junho de 2024.)
Em, “No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas.” (3º§):
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Q3046092 Português
Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil

      O ano de 2023 foi marcado por um número alarmante de denúncias de trabalho análogo à escravidão no Brasil, com um total de 3.422 registros em apenas 12 meses, representando um aumento de 61% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania. Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.
     A publicação mais recente da Lista Suja, documento que divulga pessoas físicas e empresas que submetem trabalhadores a mão de obra forçada, jornadas exaustivas, condições degradantes ou restrição de locomoção, adicionou 248 empregadores
em 2024, totalizando 654 e representando o maior número desde sua criação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 2003. Esse cenário evidencia uma realidade desafiadora e inaceitável vivenciada no Brasil e, neste sentido, a questão requer uma resposta coordenada e vigorosa da sociedade civil, do governo e do setor privado.
     No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas. Por isso, a criação de concursos públicos e o investimento na estrutura de fiscalização são essenciais para garantir inspeções regulares e uma resposta eficaz às violações trabalhistas.
     Diante desse cenário, é crucial que a pressão da sociedade civil continue a crescer, engajando cada vez mais pessoas nesta causa. A recente exposição de trabalhadores em condições análogas à escravidão em um festival que ocorreu em 2023 reforça a importância de ações nesse sentido, que podem não apenas dissuadir os empregadores de recorrerem a essa mão de obra, mas também evitar reincidências. É importante engajar a conscientização dos direitos, além de denunciar por meio dos canais disque 100 e o Sistema Ipê, possibilitando a investigação e a fiscalização nos estabelecimentos suspeitos.
       Para finalizar, é importante que exista uma consciência coletiva de que, entre as várias razões pelas quais o trabalho escravo persiste nos dias de hoje, está a desigualdade socioeconômica. Em áreas onde a pobreza é generalizada, as pessoas podem se encontrar em situações de vulnerabilidade que as tornem suscetíveis à exploração. Exatamente por isso, a erradicação do trabalho análogo à escravidão exige uma abordagem multifacetada e colaborativa, que envolva todas as frentes de poder público e privado, além das organizações sociais. Não há dúvidas de que toda ação é importante, desde o compartilhamento de informações até o desenvolvimento de estratégias integradas para enfrentar essa violação grave dos direitos humanos.

(Laís Leite. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/Acesso em: junho de 2024.)
Pode-se compreender a partir do título atribuído ao texto, “Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil”, que: rapassado no Brasil”, que:
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Q3045339 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

O Estatuto da Criança e do Adolescente, estabelecido por Lei Federal, está pautado nos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral, assegurando-se-lhes, por Lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.


Lei Federal n° 8.069/1990. 

Deixar o médico, professor ou responsável por estabelecimento de atenção à saúde e de ensino fundamental, pré-escola ou creche, de comunicar à autoridade competente os casos de que tenha conhecimento, envolvendo suspeita ou confirmação de maus-tratos contra criança ou adolescente terá a penalidade de multa de R$ 1.000,00 (mil reais) a R$ 3.000,00 (três mil reais).
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Q3045334 Pedagogia

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio articulam-se com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica e contemplam os princípios e fundamentos definidos na legislação para orientar as políticas públicas educacionais da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na elaboração, planejamento, implementação e avaliação das propostas curriculares das instituições ou redes de ensino públicas e privadas que ofertam o ensino médio.


Resolução CNE/CEB n° 03/2018.

O currículo deve contemplar tratamento metodológico que evidencie a contextualização, a diversificação e a transdisciplinaridade ou outras formas de interação e articulação entre diferentes campos de saberes específicos, contemplando vivências práticas e vinculando a educação escolar ao mundo do trabalho e à prática social e possibilitando o aproveitamento de estudos e o reconhecimento de saberes adquiridos nas experiências pessoais, sociais e do trabalho.
Alternativas
Q3045316 Pedagogia

"A educação física inclusiva é um pilar fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) de 2015 e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência são marcos legais que reforçam o compromisso do Estado brasileiro com a inclusão de todas as pessoas no sistema educacional.Nas aulas de educação física, é essencial que todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, participem ativamente e sejam valorizados por suas contribuições únicas. A prática de utilizar alunos com deficiência como meros auxiliares é contrária aos princípios da educação inclusiva, que visa a participação efetiva e o envolvimento pleno de cada estudante.O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é uma estratégia importante para apoiar a inclusão, oferecendo suporte pedagógico especializado no contraturno escolar. Além disso, a formação continuada dos professores é crucial para garantir que eles estejam preparados para enfrentar os desafios da inclusão e promover um ambiente de aprendizagem acolhedor para todos."


No que se refere aos aspectos da educação física inclusiva do fragmento de texto acima, julgue o item apresentado a seguir: 


Acesso em: Educação física nas escolas e a educação inclusiva (diversa.org.br)

A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) de 2015 não trouxe avanços significativos para os estudantes público-alvo da educação especial.
Alternativas
Q3045315 Pedagogia

"A educação física inclusiva é um pilar fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) de 2015 e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência são marcos legais que reforçam o compromisso do Estado brasileiro com a inclusão de todas as pessoas no sistema educacional.Nas aulas de educação física, é essencial que todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, participem ativamente e sejam valorizados por suas contribuições únicas. A prática de utilizar alunos com deficiência como meros auxiliares é contrária aos princípios da educação inclusiva, que visa a participação efetiva e o envolvimento pleno de cada estudante.O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é uma estratégia importante para apoiar a inclusão, oferecendo suporte pedagógico especializado no contraturno escolar. Além disso, a formação continuada dos professores é crucial para garantir que eles estejam preparados para enfrentar os desafios da inclusão e promover um ambiente de aprendizagem acolhedor para todos."


No que se refere aos aspectos da educação física inclusiva do fragmento de texto acima, julgue o item apresentado a seguir: 


Acesso em: Educação física nas escolas e a educação inclusiva (diversa.org.br)

A formação continuada para professores de Educação Física não é essencial para promover a inclusão nas escolas. 
Alternativas
Q3045314 Pedagogia

"A educação física inclusiva é um pilar fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) de 2015 e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência são marcos legais que reforçam o compromisso do Estado brasileiro com a inclusão de todas as pessoas no sistema educacional.Nas aulas de educação física, é essencial que todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, participem ativamente e sejam valorizados por suas contribuições únicas. A prática de utilizar alunos com deficiência como meros auxiliares é contrária aos princípios da educação inclusiva, que visa a participação efetiva e o envolvimento pleno de cada estudante.O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é uma estratégia importante para apoiar a inclusão, oferecendo suporte pedagógico especializado no contraturno escolar. Além disso, a formação continuada dos professores é crucial para garantir que eles estejam preparados para enfrentar os desafios da inclusão e promover um ambiente de aprendizagem acolhedor para todos."


No que se refere aos aspectos da educação física inclusiva do fragmento de texto acima, julgue o item apresentado a seguir: 


Acesso em: Educação física nas escolas e a educação inclusiva (diversa.org.br)

O Atendimento Educacional Especializado (AEE) deve ser implantado apenas durante o horário regular de aulas.
Alternativas
Q3045312 Pedagogia

"A educação física inclusiva é um pilar fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) de 2015 e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência são marcos legais que reforçam o compromisso do Estado brasileiro com a inclusão de todas as pessoas no sistema educacional.Nas aulas de educação física, é essencial que todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, participem ativamente e sejam valorizados por suas contribuições únicas. A prática de utilizar alunos com deficiência como meros auxiliares é contrária aos princípios da educação inclusiva, que visa a participação efetiva e o envolvimento pleno de cada estudante.O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é uma estratégia importante para apoiar a inclusão, oferecendo suporte pedagógico especializado no contraturno escolar. Além disso, a formação continuada dos professores é crucial para garantir que eles estejam preparados para enfrentar os desafios da inclusão e promover um ambiente de aprendizagem acolhedor para todos."


No que se refere aos aspectos da educação física inclusiva do fragmento de texto acima, julgue o item apresentado a seguir: 


Acesso em: Educação física nas escolas e a educação inclusiva (diversa.org.br)

Nas aulas de educação física inclusiva, é aceitável que alunos com deficiência sejam utilizados como auxiliares nas atividades, sem participação ativa.
Alternativas
Q3045311 Pedagogia

As danças, em suas múltiplas formas e estilos, são uma expressão cultural rica e diversificada que transcende fronteiras geográficas e temporais. Desde rituais tradicionais a performances contemporâneas, a dança serve não apenas como uma forma de arte, mas também como um meio de comunicação social e expressão pessoal. Ela incorpora elementos de música, teatro e narração, permitindo aos dançarinos contar histórias, expressar emoções e conectar-se com outros. Além de seus aspectos artísticos e culturais, a dança oferece benefícios físicos e mentais significativos, como melhoria da coordenação motora, aumento da força física e promoção do bem-estar emocional, fazendo dela uma prática valorizada em diversas comunidades ao redor do mundo.


No que se refere às danças na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Ensino Fundamental, julgue o próximo item:


Danças na BNCC Educação Física Ensino Fundamental (dicaseducacaofisica.info)

A BNCC de Educação Física não inclui danças do contexto comunitário e regional nos anos iniciais do Ensino Fundamental. 
Alternativas
Q3045310 Pedagogia

As danças, em suas múltiplas formas e estilos, são uma expressão cultural rica e diversificada que transcende fronteiras geográficas e temporais. Desde rituais tradicionais a performances contemporâneas, a dança serve não apenas como uma forma de arte, mas também como um meio de comunicação social e expressão pessoal. Ela incorpora elementos de música, teatro e narração, permitindo aos dançarinos contar histórias, expressar emoções e conectar-se com outros. Além de seus aspectos artísticos e culturais, a dança oferece benefícios físicos e mentais significativos, como melhoria da coordenação motora, aumento da força física e promoção do bem-estar emocional, fazendo dela uma prática valorizada em diversas comunidades ao redor do mundo.


No que se refere às danças na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Ensino Fundamental, julgue o próximo item:


Danças na BNCC Educação Física Ensino Fundamental (dicaseducacaofisica.info)

Segundo a BNCC, as danças podem ser realizadas apenas de forma individual.
Alternativas
Q3045309 Pedagogia

As danças, em suas múltiplas formas e estilos, são uma expressão cultural rica e diversificada que transcende fronteiras geográficas e temporais. Desde rituais tradicionais a performances contemporâneas, a dança serve não apenas como uma forma de arte, mas também como um meio de comunicação social e expressão pessoal. Ela incorpora elementos de música, teatro e narração, permitindo aos dançarinos contar histórias, expressar emoções e conectar-se com outros. Além de seus aspectos artísticos e culturais, a dança oferece benefícios físicos e mentais significativos, como melhoria da coordenação motora, aumento da força física e promoção do bem-estar emocional, fazendo dela uma prática valorizada em diversas comunidades ao redor do mundo.


No que se refere às danças na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Ensino Fundamental, julgue o próximo item:


Danças na BNCC Educação Física Ensino Fundamental (dicaseducacaofisica.info)

No 6º e 7º anos do Ensino Fundamental, a BNCC recomenda a inclusão de danças urbanas no currículo de Educação Física. 
Alternativas
Q3045308 Pedagogia

As danças, em suas múltiplas formas e estilos, são uma expressão cultural rica e diversificada que transcende fronteiras geográficas e temporais. Desde rituais tradicionais a performances contemporâneas, a dança serve não apenas como uma forma de arte, mas também como um meio de comunicação social e expressão pessoal. Ela incorpora elementos de música, teatro e narração, permitindo aos dançarinos contar histórias, expressar emoções e conectar-se com outros. Além de seus aspectos artísticos e culturais, a dança oferece benefícios físicos e mentais significativos, como melhoria da coordenação motora, aumento da força física e promoção do bem-estar emocional, fazendo dela uma prática valorizada em diversas comunidades ao redor do mundo.


No que se refere às danças na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Ensino Fundamental, julgue o próximo item:


Danças na BNCC Educação Física Ensino Fundamental (dicaseducacaofisica.info)

A BNCC sugere que as práticas corporais de danças para o 3º ao 5º anos do Ensino Fundamental devem incluir apenas danças tradicionais brasileiras. 
Alternativas
Q3045306 Educação Física

As práticas de dança e movimento, amplamente reconhecidas por seus benefícios terapêuticos e educacionais, têm sido incorporadas em diversos programas de saúde e educação ao redor do mundo. No Brasil, essas práticas foram formalmente reconhecidas e integradas ao SUS, refletindo uma tendência global de valorização do bem-estar físico e mental através de atividades integrativas e complementares.


Considere a importância da dança e do movimento no desenvolvimento humano e avalie a seguinte afirmacão:


Acesso em: SciELO - Brasil - Dança e movimento como processos terapêuticos

Todas as formas de terapia que envolvem movimento corporal são destinadas apenas ao tratamento de condições psicológicas, sem impactos no desenvolvimento físico. 
Alternativas
Respostas
10981: B
10982: A
10983: C
10984: D
10985: D
10986: D
10987: A
10988: B
10989: D
10990: E
10991: C
10992: E
10993: E
10994: E
10995: E
10996: E
10997: E
10998: C
10999: E
11000: E