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Q3259100 Pedagogia
O Relatório “Educação: um tesouro a descobrir”, coordenado por Jacques Delors para a Unesco em 1996, aponta o aprender a conhecer como um dos quatro pilares para a educação do século XXI. De acordo com o autor, aprender a conhecer significa, em outras palavras: 
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Q3259099 História e Geografia de Estados e Municípios
Uma significativa quantidade de municípios brasileiros é beneficiada por mais de um setor econômico. Normalmente, um setor se destaca com uma arrecadação mais robusta para os cofres públicos. No caso de Presidente Kennedy vem a ser:
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Q3259098 História e Geografia de Estados e Municípios
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divide os estados brasileiros por microrregiões e mesorregiões entre outras divisões como região de influência. O município de Presidente Kennedy está localizado, segundo o IBGE, na mesorregião denominada:
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Q3259097 História e Geografia de Estados e Municípios
A formação administrativa de Presidente Kennedy resultou do desmembramento territorial de um município existente à época. O nome do distrito que se desmembrou de Itapemirim para constituir o atual município de Presidente Kennedy era até então denominado:
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Q3259096 História e Geografia de Estados e Municípios
Um importante marco histórico e arquitetônico de Presidente Kennedy é a igreja de Nossa Senhora das Neves, que foi idealizada por padres jesuítas. A atual estrutura foi construída com materiais como pedra, barro e óleo de baleia e foi inaugurada no século: 
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Q3259095 História e Geografia de Estados e Municípios
Criado na primeira década do século XXI, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é um indicador que serve de base para a implementação de políticas públicas. O índice é construído a partir de uma avaliação aplicada para alunos do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental, bem como são designadas metas que as redes de ensino devem atingir. O IDEB da rede pública do município de Presidente Kennedy em 2023 para os anos iniciais do ensino fundamental foi de:
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Q3259093 Noções de Informática
Uma empresa vai adquirir um equipamento para uma rede local cabeada, que seja capaz de permitir que redes que usem protocolos e arquiteturas diferentes possam se comunicar entre si. Esse tipo de equipamento é o:
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Q3259092 Noções de Informática
Um consultor de uma empresa, utilizando o MS Excel 2013 BR, precisa construir uma planilha para controlar as chamadas de trabalho dos colaboradores de campo. Um dos objetivos que a planilha tem que contemplar é calcular o número de dias entre duas datas de chamada de trabalho. Para a planilha poder fornecer esse dado de forma correta, é necessário o uso de uma função, que é:
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Q3259091 Noções de Informática
Um usuário de um computador com MS Windows BR 10, usando o navegador Google Chrome, com seu mecanismo de busca, precisa utilizar, em uma busca, o operador de pesquisa que encontre resultados da pesquisa de um determinado domínio, URL ou prefixo de URL. Esse operador é o:
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Q3259090 Noções de Informática
Um administrador de uma rede baseada em TCP/IP, com servidor Linux, precisa acessar o utilitário do TCP/IP que serve para mostrar por onde um pacote IP trafega quando é enviado, de modo a verificar em qual ponto a rede está congestionada. Ele acessa esse utilitário através do comando:
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Q3259088 Português
O país dos não leitores


    São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

    Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

    Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

    O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância?

     Não sei. Só sei que fracassamos.

Ruy Castro

(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
A palavra acentuada por ser uma paroxítona terminada em ditongo decrescente é:
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Q3259087 Português
O país dos não leitores


    São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

    Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

    Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

    O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância?

     Não sei. Só sei que fracassamos.

Ruy Castro

(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
Com base na frase abaixo, responda à questão:

“Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro” (2º parágrafo).

A expressão “o livro inteiro” encontra-se corretamente substituída por um pronome em:
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Q3259086 Português
O país dos não leitores


    São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

    Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

    Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

    O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância?

     Não sei. Só sei que fracassamos.

Ruy Castro

(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)

Com base na frase abaixo, responda à questão:


“Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro” (2º parágrafo).



No trecho, a palavra “se” introduz oração com a função de:



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Q3259081 Português
O país dos não leitores


    São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

    Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

    Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

    O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância?

     Não sei. Só sei que fracassamos.

Ruy Castro

(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
No primeiro parágrafo, o uso do travessão contribui com a argumentação, com o objetivo de:
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Q3242586 Educação Física
Com base nas regras de toque da bola no voleibol, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3242585 Educação Física
A coluna vertebral tem curvas tanto na direção anterior quanto posterior, entretanto uma curva na direção lateral é considerada anormal. A escoliose é essa curvatura lateral da coluna vertebral, que envolve tanto a flexão lateral quanto a rotação. Sobre um programa de exercícios específicos para escoliose, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3242584 Educação Física
Jogos e atividades lúdicas são ferramentas pedagógicas importantes na educação física escolar, contribuindo para o desenvolvimento integral dos alunos. A respeito do uso de jogos e atividades lúdicas no contexto da educação física escolar, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3242583 Educação Física

Aprender a organizar a administrar uma aula de educação física efetivamente é uma habilidade essencial para professores que querem promover máxima aprendizagem e grandes quantidades de envolvimento. Sobre esse assunto, marcar (C) para práticas adequadas, e (E) para inadequadas na organização e gerenciamento de aulas de educação física, e assinalar a sequência correspondente.


( ) Pensar com antecedência sobre como irá escolher equipes ou realizar agrupamentos em atividades que requeiram isso, maximizará o tempo de aula.


( ) O professor deve assumir toda a responsabilidade pela distribuição e coleta de equipamentos utilizados em aula, pois os alunos não devem assumir tarefas que são específicas do professor.


( ) A mudança de uma atividade para outra é uma forma de administrar a aula e, por isso, a redução do tempo de transição entre uma atividade e outra é uma forma de otimizar o tempo da aula.


( ) Sempre que ocorrer uma lesão ou um acidente durante a aula, independente da gravidade, toda e qualquer atividade deve ser encerrada, bem como a aula em geral. Essa medida é considerada adequada, pois permite que o atendimento aos alunos envolvidos possa ser mais assertivo.


( ) Permitir que frequentemente os alunos repitam seus parceiros de grupo facilita o entrosamento entre a turma toda e contribui para um melhor desempenho durante as tarefas.

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Q3242582 Educação Física
A entorse de tornozelo é um dos acidentes/lesões mais comuns nas aulas de educação física. Sobre os primeiros-socorros para esse tipo de situação, em entorse com grau 1, onde a dor para movimentar a articulação lesionada é leve, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de procedimentos a serem realizados.
Alternativas
Q3242578 Pedagogia

Na BNCC, as habilidades de Educação Física para o Ensino Fundamental – Anos Finais estão organizadas em dois blocos. Sobre o bloco dos 8º e 9º anos, analisar os itens.



I. Esportes de rede/parede e invasão e combate, apenas.


II. Ginástica de condicionamento físico e de conscientização corporal.


III. Danças de salão e lutas do mundo.


IV. Práticas corporais de aventura na natureza.



Está CORRETO o que se afirma:

Alternativas
Respostas
6181: D
6182: C
6183: B
6184: B
6185: A
6186: C
6187: C
6188: A
6189: B
6190: D
6191: C
6192: A
6193: B
6194: B
6195: B
6196: C
6197: B
6198: D
6199: B
6200: D