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José Carlos Libâneo, João Ferreira de Oliveira e Mirza Toschi sugerem seis áreas de atuação da organização e da gestão escolar para melhor aprendizagem dos alunos: 1) o planejamento e o projeto pedagógico-curricular; 2) a organização e o desenvolvimento do currículo; 3) a organização e o desenvolvimento do ensino; 4) as práticas de gestão técnico-administrativas e pedagógico-curriculares; 5) o desenvolvimento profissional; 6) a avaliação institucional e da aprendizagem.
Assinale a alternativa que, na visão dos autores, contém a área de atuação para a qual são relevantes os recursos físicos, materiais, didáticos e financeiros, que envolvem, entre outros, o edifício escolar, as instalações, os laboratórios e a biblioteca.
José Contreras define três dimensões da profissionalidade docente, a saber: a obrigação moral, o compromisso com a comunidade e a competência profissional.
Assinale a alternativa que apresenta uma asserção coerente com a perspectiva do referido autor.
Qualidade é um termo que tem uma multiplicidade de sentidos. Na década de 1980, instalou-se, no Brasil, o Programa de Qualidade Total em diversas instituições, entre elas a escola. Terezinha Rios promove importante discussão sobre o que significa adjetivar de total a qualidade.
Segundo o pensamento da autora,
Leia o texto para responder à questão.
Agora o filho começava a andar, brincava com barcos que o velho Francisco fazia. Abandonados num canto, sem um olhar do garoto sequer, um trem de ferro que Rodolfo trouxera, o ursinho barato que Lívia comprara, o palhaço que era presente dos tios de Lívia. O barco feito de um pedaço de mastro que o velho dera valia por tudo. Na bacia onde Lívia lavava roupa o filho navegava. O menino falava na sua língua que lembrava o árabe: — Vovô, fá petá.
O velho Francisco sabia que ele queria que a tempestade desencadeasse sobre a bacia. Como Iemanjá que fazia o vento cair sobre o mar, o velho Francisco inchava as bochechas e desencadeava o nordeste sobre a bacia. O pobre barco rodava sobre si mesmo, andava ao léu do vento rapidamente, o garoto batia palmas com as mãozinhas sujas. O velho Francisco inchava mais as bochechas, fazia o vento mais forte. As águas da bacia, calmas como as de um lago, se agitavam, ondas varriam o barco que terminava por se encher de água e afundar lentamente. O garoto batia palmas, o velho Francisco via sempre com tristeza o barco ir ao fundo.
Lívia olhava com medo o urso, o palhaço, o trem abandonados. Nunca o garoto fizera o trem descarrilar no passeio da casa. Nunca fizera o urso matar o palhaço. Os destinos da terra não interessavam ao filho. Seus olhos vivos seguiam o pequeno barco na sua luta contra a tempestade que saía das bochechas do velho Francisco.
(Jorge Amado. Mar morto. Companhia das Letras, 2008. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Sidarta Ribeiro tem um sonho: convencer educadores de que o sono é decisivo para o aprendizado. O neurocientista do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) trabalha há anos nessa vertente e agora traz novos dados para tornar esse sonho realidade. Durante seis semanas seu grupo testou a hipótese em 24 alunos de 5° ano do ensino fundamental, com resultados animadores.
Todas as “cobaias” assistiram às mesmas aulas de ciência e história, abrangendo temas curriculares. Na sequência, alguns alunos puderam tirar uma soneca, enquanto outros tiveram outra preleção sobre assunto diverso; outros, ainda, fizeram uma pausa do tipo recreio.
A oportunidade de dormir surgia às 8h15, logo após a primeira aula do dia. O artigo explica que o nascer do sol em Natal ocorre por volta das 5h e que os meninos acordam em geral ali pelas 5h30, chegando à escola bem zonzos, sem dificuldade para cair no sono.
O experimento comprovou que sonecas de 30 a 60 minutos de duração aumentaram em cerca de 10% a retenção do conteúdo. Por outro lado, não se observaram melhoras significativas nos casos em que os alunos dormiam menos de 30 minutos.
Para os autores do estudo, a melhora deve ter sido propiciada pelo estágio 2 de sono, benéfico para a memória declarativa, de curto prazo. Sonecas matutinas também envolvem sono com sonhos, o chamado estágio REM, mais associado com criatividade.
“Estou cada vez mais convencido de que a revolução educacional que o Brasil precisa fazer começa pelo aumento dos salários do magistério e passa em seguida pela otimização da fisiologia (sono, alimentação, exercício) e pela avaliação contínua personalizada via computador”, diz Ribeiro.
(Marcelo Leite. Sonecas de 30 minutos ou mais melhoram aprendizado na escola. www1.folha.uol.com.br, 02.09.2018. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Sidarta Ribeiro tem um sonho: convencer educadores de que o sono é decisivo para o aprendizado. O neurocientista do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) trabalha há anos nessa vertente e agora traz novos dados para tornar esse sonho realidade. Durante seis semanas seu grupo testou a hipótese em 24 alunos de 5° ano do ensino fundamental, com resultados animadores.
Todas as “cobaias” assistiram às mesmas aulas de ciência e história, abrangendo temas curriculares. Na sequência, alguns alunos puderam tirar uma soneca, enquanto outros tiveram outra preleção sobre assunto diverso; outros, ainda, fizeram uma pausa do tipo recreio.
A oportunidade de dormir surgia às 8h15, logo após a primeira aula do dia. O artigo explica que o nascer do sol em Natal ocorre por volta das 5h e que os meninos acordam em geral ali pelas 5h30, chegando à escola bem zonzos, sem dificuldade para cair no sono.
O experimento comprovou que sonecas de 30 a 60 minutos de duração aumentaram em cerca de 10% a retenção do conteúdo. Por outro lado, não se observaram melhoras significativas nos casos em que os alunos dormiam menos de 30 minutos.
Para os autores do estudo, a melhora deve ter sido propiciada pelo estágio 2 de sono, benéfico para a memória declarativa, de curto prazo. Sonecas matutinas também envolvem sono com sonhos, o chamado estágio REM, mais associado com criatividade.
“Estou cada vez mais convencido de que a revolução educacional que o Brasil precisa fazer começa pelo aumento dos salários do magistério e passa em seguida pela otimização da fisiologia (sono, alimentação, exercício) e pela avaliação contínua personalizada via computador”, diz Ribeiro.
(Marcelo Leite. Sonecas de 30 minutos ou mais melhoram aprendizado na escola. www1.folha.uol.com.br, 02.09.2018. Adaptado)
A proposta triangular surge da necessidade de uma prática de ensino pós-moderno de arte e da procura de uma alternativa para prática de livre expressão do ensino moderno de arte.
Essa proposta procura englobar vários pontos de ensino/aprendizagem ao mesmo tempo, entre os principais estão:
Leia o texto.
“A arte é importante na escola, principalmente porque é importante fora dela. Por ser um conhecimento construído pelo homem através dos tempos, a arte é um patrimônio cultural da humanidade e todo ser humano tem direito ao acesso a esse saber. São as linguagens da arte que nos permitem vivenciar na sala de aula a emoção, a sensibilidade, o pensamento e a criação, através das obras dos mais diversos autores e artistas”. (CELESTE, 1998)
Essa concepção se traduz essencialmente na concepção de:
A arte dá e encontra forma e significado como instrumento de vida na busca do entendimento de quem somos, onde estamos e o que fazemos no mundo.
Para existir a arte são precisos três elementos:
A função da arte e o seu valor está na:
Analise a informação abaixo:
Caracteriza a relação que existe entre a obra de arte e a corrente cultural dentro da qual foi criada, sendo que para tanto passa pela análise dos elementos que a compõe.
A informação acima caracteriza o:
A linguagem visual transmite ideias e sensações através de símbolos que causam um grande impacto e efeito no observador.
Fazem parte dos elementos estruturantes da linguagem visual:
Analise as características e responda à questão.
“Possui um alcance abrangente; é de rápida visualização e de fácil acesso; é produzida por uma minoria cultural para entretenimento e apreciação de muitos; pode utilizar-se de todas as manifestações artísticas; acompanha tendências e mudanças contemporâneas que influenciam a sua criação; é comercializada fazendo parte de um grande mercado consumidor”.
As características acima se referem a:
Leia o texto e responda à questão.
Entre as inúmeras definições de leitura e releitura de imagens, duas caracterizações podem ser citadas: leitura como decodificação da imagem e leitura como um processo de compreensão.
A partir de que ano esta prática começou no Brasil?