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Q2688917 Pedagogia
A avaliação é uma ação inerente a toda prática pedagógica. No que se refere ao ensino da música, há particularidades que marcam seu processo de avaliação. Sobre as particularidades da avaliação em Educação Musical, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2688916 Pedagogia
A primeira metade do século XX foi marcada por um grupo de educadores musicais que modificou a forma como se entende a relação entre criança e música. Um desses pedagogos da música foi o alemão Carl Orff. Sobre a “educação musical elementar” proposta por Orff, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2688915 Pedagogia
Zoltán Kodály foi um compositor e educador musical húngaro que influenciou o ensino da música em boa parte do mundo ocidental. Sobre a proposta pedagógica de Kodály assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2688914 Educação Artística
A abordagem triangular foi elaborada a partir de uma adaptação à realidade brasileira de propostas vanguardistas de ensino da Arte. Sobre essa abordagem, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2688912 Educação Artística
A música popular brasileira é um conceito amplo, que reúne as mais diversas expressões musicais espalhadas em um território de dimensões continentais. Uma das manifestações musicais que se caracteriza como tradição popular é o Fandango Paranaense. Sobre o Fandango Paranaense, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2688911 Pedagogia
O alemão Hans Joachim Koellreutter chegou ao Brasil na época em que a pedagogia musical de Villa-Lobos estava em plena florescência. Suas propostas pedagógicas influenciaram toda uma geração de educadores musicais. Sobre as propostas de Educação Musical propostas por Koellreutter, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2688908 Educação Artística

O ensino da arte no Brasil passou por diversas denominações, tendências e concepções. As propostas que estão hoje presentes na escola são fruto de um longo amadurecimento, que experimentou muitas formas de integrar a arte ao currículo. Sobre as diversas concepções pedagógicas do ensino da arte, considere as seguintes afirmativas:

1. A pedagogia tradicional no ensino da Arte valoriza a construção do saber artístico a partir da imitação da natureza e de modelos.

2. A livre expressão é a característica principal do ensino da Arte influenciado pelo movimento da Escola Nova e pela arte modernista.

3. Um ensino da Arte com ênfase no uso de recursos tecnológicos e no domínio de métodos caracterizou a pedagogia tecnicista.

4. A perspectiva contemporânea para o ensino da Arte retoma os modelos clássicos da antiguidade, valorizando o equilíbrio estético e a construção de um repertório de qualidade.

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2688907 Educação Artística
Sobre os princípios metodológicos que fundamentam a Arte-educação, Elliot Eisner destaca duas categorias de ensino da arte: a contextualista e a essencialista. Sobre essas categorias é correto afirmar:
Alternativas
Q2688828 História

Durante a revolução de 1932. O que foi dinamitado e destruído no município de Queluz?

Alternativas
Q2688824 Geografia

Segundo estimativa do IBGE, qual a população atual da cidade de Queluz?

Alternativas
Q2688821 Atualidades

Em que data é comemorada, festa tradicional em Queluz, em homenagem ao padroeiro da cidade?

Alternativas
Q2688814 História

Líder guerrilheiro morto em 1969 que voltou a ser notícia com o filme biográfico de Wagner Moura:

Alternativas
Q2688453 Português

Considere o seguinte início de um texto adaptado da Folha de S. Paulo (03/2019):

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.

Alternativas
Q2688060 Matemática

Aponte qual o valor de x para que a seguinte expressão seja verdadeira:


32x-2 . 3 -4x+1 =

Alternativas
Q2688057 Matemática

No sistema abaixo, os valores de “x” e “y” correspondem ao cateto adjacente e ao cateto oposto, respectivamente, de um triângulo retângulo. Assinale a alternativa que contém os valores do cateto adjacente, do cateto oposto e da hipotenusa, nessa ordem.



Alternativas
Q2688046 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Cuidar dos pais


01 A minha mãe é a minha filha. Preciso dizer-lhe que chega de bolo de chocolate, chega de

02 café ou de andar às pressas. Vai engordar, vai ficar elétrica, vai começar a doer-lhe a perna

03 esquerda. Cuido dos seus mimos. Gosto de lhe oferecer uma carteira nova e presto muita

04 atenção aos lenços bonitos que ela deita ao pescoço e lhe dão um ar floral, vivo, uma espécie

05 de elemento líquido que lhe refresca a idade. Escolho apenas cores claras, vivas. Zango-me

06 com as moças das lojas que discursam acerca do adequado para a idade. Recuso essas

07 convenções que enlutam os mais velhos.

08 A minha mãe, que é a minha filha, fica bem de branco, vermelho, gosto de vê-la de

09 amarelo-torrado, um azul de céu ou verde. Algumas lojas conhecem-me. Mostram-me as

10 novidades. Encontro pessoas que sentem uma alegria bonita em me ajudar. Aniversários ou

11 Natal, a Primavera ou só um fim de semana fora, servem para que me lembre de trazer-lhe um

12 presente. Pais e filhos são perfeitos para presentes. Eu daria todos os melhores presentes à

13 minha mãe.

14 Rabujo igual aos que amam. Quando amamos, temos urgência em proteger, por isso somos

15 mais do que sinaleiros, apontando, assobiando, mais do que árbitros, fiscalizando para que tudo

16 seja certo, seguro. E rabujamos porque as pessoas amadas erram, têm caprichos, gostam de si

17 com desconfiança, como creio que é normal gostarmos todos de nós mesmos. Aos pais e aos

18 filhos tendemos a amar incondicionalmente, mas com medo. Um amigo dizia que entendeu o

19 pânico depois de nascer o seu primeiro filho. Temia pelo azedo do leite, pelas correntes de ar,

20 pelo carreiro das formigas, temia muito que houvesse um órgão interno, discreto, que

21 desfuncionasse e fizesse o seu filho apagar.

22 Quem ama pensa em todos os perigos e desconta o tempo com martelo pesado. Os que

23 amam sem esta fatura não amam ainda. Passeiam nos afetos. É outra coisa.

24 Ficar para tio parece obrigar-nos a uma inversão destes papéis a dada altura. Quase ouço as

25 minhas irmãs dizerem: “Não casaste, agora tomas conta da mãe e mais destas coisas”. Se a luz

26 está paga, a água, refilar porque está tudo caro, há uma porta que fecha mal, estiveram uns

27 homens esquisitos à porta, a senhora da mercearia não deu o troco certo, o cão ladra mais do

28 que devia, era preciso irmos à aldeia ver assuntos e as pessoas. Quem não casa deixa de ter

29 irmãos, logo, só tem patrões. Viramos uma central de atendimento ao público. Porque nos

30 ligam para saber se está tudo bem, que é o mesmo que perguntar acerca da nossa competência

31 e responsabilizar-nos mais ainda. Como se o amor tivesse agentes. Cupidos que, ao invés de

32 flechas, usam telefones. E, depois, espantam-se: ah, eu pensei que isso já tinha passado,

33 pensei que estava arranjado, naquele dia achei que a doutora já anunciara a cura, eu até fiz

34 uma sopa, no mês passado, até fomos de carro ao Porto, jantamos em modo fino e tudo.

35 Quando passamos a ser pais das nossas mães, tornamo-nos exigentes e cansamo-nos por

36 tudo. Ao contrário de quem é pai de filhas, nós corremos absolutamente contra o tempo, o

37 corpo, os preconceitos, as cores adequadas para a idade. Somos centrais telefônicas aflitas.

38 Queremos sempre que chegue a Primavera, o Verão, que haja sol e aquecem os dias, para

39 descermos à marginal a ver as pessoas que também se arrastam por cães pequenos. Só

40 gostamos de quem tem cães pequenos. Odiamos bicharocos grotescos tratados como seres

41 delicados. O nosso Crisóstomo, que é lingrinhas, corre sempre perigo com cães musculados que

42 as pessoas insistem em garantir que não fazem mal a uma mosca. Deitam-nos as patas ao

43 peito e atiram-nos ao chão, as filhas que são mães podem cair e partir os ossos da bacia.

44 Porque temos bacias dentro do corpo. Somos todos estranhos. Passeamos estranhos com os

45 cães na marginal e o que nos aproveita mesmo é o sol. A minha mãe adora sol. Melhora de

46 tudo. Com os seus lenços como coisas líquidas e cristalinas ao pescoço, ela fica lindíssima! E

47 isso compensa. Recompensa. Comemos ao sol. Somos, sem grande segredo, seres que comem

48 ao sol. Por isso, entre as angústias, sorrimos.


Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/conheca-o-texto-que-o-escritor-valter-hugo-mae-escreveu-inspirado-nos-cuidados-que-dedica-a-sua-mae/. Acesso em 31 Jan 2019.

Na frase “Encontro pessoas que sentem uma alegria bonita em me ajudar”, retirada do texto, ocorre a próclise com o pronome oblíquo “me” por haver uma palavra capaz de atraí-lo para antes do verbo “ajudar”. Tal palavra corresponde a:

Alternativas
Q2688045 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Cuidar dos pais


01 A minha mãe é a minha filha. Preciso dizer-lhe que chega de bolo de chocolate, chega de

02 café ou de andar às pressas. Vai engordar, vai ficar elétrica, vai começar a doer-lhe a perna

03 esquerda. Cuido dos seus mimos. Gosto de lhe oferecer uma carteira nova e presto muita

04 atenção aos lenços bonitos que ela deita ao pescoço e lhe dão um ar floral, vivo, uma espécie

05 de elemento líquido que lhe refresca a idade. Escolho apenas cores claras, vivas. Zango-me

06 com as moças das lojas que discursam acerca do adequado para a idade. Recuso essas

07 convenções que enlutam os mais velhos.

08 A minha mãe, que é a minha filha, fica bem de branco, vermelho, gosto de vê-la de

09 amarelo-torrado, um azul de céu ou verde. Algumas lojas conhecem-me. Mostram-me as

10 novidades. Encontro pessoas que sentem uma alegria bonita em me ajudar. Aniversários ou

11 Natal, a Primavera ou só um fim de semana fora, servem para que me lembre de trazer-lhe um

12 presente. Pais e filhos são perfeitos para presentes. Eu daria todos os melhores presentes à

13 minha mãe.

14 Rabujo igual aos que amam. Quando amamos, temos urgência em proteger, por isso somos

15 mais do que sinaleiros, apontando, assobiando, mais do que árbitros, fiscalizando para que tudo

16 seja certo, seguro. E rabujamos porque as pessoas amadas erram, têm caprichos, gostam de si

17 com desconfiança, como creio que é normal gostarmos todos de nós mesmos. Aos pais e aos

18 filhos tendemos a amar incondicionalmente, mas com medo. Um amigo dizia que entendeu o

19 pânico depois de nascer o seu primeiro filho. Temia pelo azedo do leite, pelas correntes de ar,

20 pelo carreiro das formigas, temia muito que houvesse um órgão interno, discreto, que

21 desfuncionasse e fizesse o seu filho apagar.

22 Quem ama pensa em todos os perigos e desconta o tempo com martelo pesado. Os que

23 amam sem esta fatura não amam ainda. Passeiam nos afetos. É outra coisa.

24 Ficar para tio parece obrigar-nos a uma inversão destes papéis a dada altura. Quase ouço as

25 minhas irmãs dizerem: “Não casaste, agora tomas conta da mãe e mais destas coisas”. Se a luz

26 está paga, a água, refilar porque está tudo caro, há uma porta que fecha mal, estiveram uns

27 homens esquisitos à porta, a senhora da mercearia não deu o troco certo, o cão ladra mais do

28 que devia, era preciso irmos à aldeia ver assuntos e as pessoas. Quem não casa deixa de ter

29 irmãos, logo, só tem patrões. Viramos uma central de atendimento ao público. Porque nos

30 ligam para saber se está tudo bem, que é o mesmo que perguntar acerca da nossa competência

31 e responsabilizar-nos mais ainda. Como se o amor tivesse agentes. Cupidos que, ao invés de

32 flechas, usam telefones. E, depois, espantam-se: ah, eu pensei que isso já tinha passado,

33 pensei que estava arranjado, naquele dia achei que a doutora já anunciara a cura, eu até fiz

34 uma sopa, no mês passado, até fomos de carro ao Porto, jantamos em modo fino e tudo.

35 Quando passamos a ser pais das nossas mães, tornamo-nos exigentes e cansamo-nos por

36 tudo. Ao contrário de quem é pai de filhas, nós corremos absolutamente contra o tempo, o

37 corpo, os preconceitos, as cores adequadas para a idade. Somos centrais telefônicas aflitas.

38 Queremos sempre que chegue a Primavera, o Verão, que haja sol e aquecem os dias, para

39 descermos à marginal a ver as pessoas que também se arrastam por cães pequenos. Só

40 gostamos de quem tem cães pequenos. Odiamos bicharocos grotescos tratados como seres

41 delicados. O nosso Crisóstomo, que é lingrinhas, corre sempre perigo com cães musculados que

42 as pessoas insistem em garantir que não fazem mal a uma mosca. Deitam-nos as patas ao

43 peito e atiram-nos ao chão, as filhas que são mães podem cair e partir os ossos da bacia.

44 Porque temos bacias dentro do corpo. Somos todos estranhos. Passeamos estranhos com os

45 cães na marginal e o que nos aproveita mesmo é o sol. A minha mãe adora sol. Melhora de

46 tudo. Com os seus lenços como coisas líquidas e cristalinas ao pescoço, ela fica lindíssima! E

47 isso compensa. Recompensa. Comemos ao sol. Somos, sem grande segredo, seres que comem

48 ao sol. Por isso, entre as angústias, sorrimos.


Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/conheca-o-texto-que-o-escritor-valter-hugo-mae-escreveu-inspirado-nos-cuidados-que-dedica-a-sua-mae/. Acesso em 31 Jan 2019.

O vocábulo “desfuncionasse” (l. 21) é formado pelo prefixo de origem latina “des”, que, por sua vez, é indicativo de:

Alternativas
Q2688044 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Cuidar dos pais


01 A minha mãe é a minha filha. Preciso dizer-lhe que chega de bolo de chocolate, chega de

02 café ou de andar às pressas. Vai engordar, vai ficar elétrica, vai começar a doer-lhe a perna

03 esquerda. Cuido dos seus mimos. Gosto de lhe oferecer uma carteira nova e presto muita

04 atenção aos lenços bonitos que ela deita ao pescoço e lhe dão um ar floral, vivo, uma espécie

05 de elemento líquido que lhe refresca a idade. Escolho apenas cores claras, vivas. Zango-me

06 com as moças das lojas que discursam acerca do adequado para a idade. Recuso essas

07 convenções que enlutam os mais velhos.

08 A minha mãe, que é a minha filha, fica bem de branco, vermelho, gosto de vê-la de

09 amarelo-torrado, um azul de céu ou verde. Algumas lojas conhecem-me. Mostram-me as

10 novidades. Encontro pessoas que sentem uma alegria bonita em me ajudar. Aniversários ou

11 Natal, a Primavera ou só um fim de semana fora, servem para que me lembre de trazer-lhe um

12 presente. Pais e filhos são perfeitos para presentes. Eu daria todos os melhores presentes à

13 minha mãe.

14 Rabujo igual aos que amam. Quando amamos, temos urgência em proteger, por isso somos

15 mais do que sinaleiros, apontando, assobiando, mais do que árbitros, fiscalizando para que tudo

16 seja certo, seguro. E rabujamos porque as pessoas amadas erram, têm caprichos, gostam de si

17 com desconfiança, como creio que é normal gostarmos todos de nós mesmos. Aos pais e aos

18 filhos tendemos a amar incondicionalmente, mas com medo. Um amigo dizia que entendeu o

19 pânico depois de nascer o seu primeiro filho. Temia pelo azedo do leite, pelas correntes de ar,

20 pelo carreiro das formigas, temia muito que houvesse um órgão interno, discreto, que

21 desfuncionasse e fizesse o seu filho apagar.

22 Quem ama pensa em todos os perigos e desconta o tempo com martelo pesado. Os que

23 amam sem esta fatura não amam ainda. Passeiam nos afetos. É outra coisa.

24 Ficar para tio parece obrigar-nos a uma inversão destes papéis a dada altura. Quase ouço as

25 minhas irmãs dizerem: “Não casaste, agora tomas conta da mãe e mais destas coisas”. Se a luz

26 está paga, a água, refilar porque está tudo caro, há uma porta que fecha mal, estiveram uns

27 homens esquisitos à porta, a senhora da mercearia não deu o troco certo, o cão ladra mais do

28 que devia, era preciso irmos à aldeia ver assuntos e as pessoas. Quem não casa deixa de ter

29 irmãos, logo, só tem patrões. Viramos uma central de atendimento ao público. Porque nos

30 ligam para saber se está tudo bem, que é o mesmo que perguntar acerca da nossa competência

31 e responsabilizar-nos mais ainda. Como se o amor tivesse agentes. Cupidos que, ao invés de

32 flechas, usam telefones. E, depois, espantam-se: ah, eu pensei que isso já tinha passado,

33 pensei que estava arranjado, naquele dia achei que a doutora já anunciara a cura, eu até fiz

34 uma sopa, no mês passado, até fomos de carro ao Porto, jantamos em modo fino e tudo.

35 Quando passamos a ser pais das nossas mães, tornamo-nos exigentes e cansamo-nos por

36 tudo. Ao contrário de quem é pai de filhas, nós corremos absolutamente contra o tempo, o

37 corpo, os preconceitos, as cores adequadas para a idade. Somos centrais telefônicas aflitas.

38 Queremos sempre que chegue a Primavera, o Verão, que haja sol e aquecem os dias, para

39 descermos à marginal a ver as pessoas que também se arrastam por cães pequenos. Só

40 gostamos de quem tem cães pequenos. Odiamos bicharocos grotescos tratados como seres

41 delicados. O nosso Crisóstomo, que é lingrinhas, corre sempre perigo com cães musculados que

42 as pessoas insistem em garantir que não fazem mal a uma mosca. Deitam-nos as patas ao

43 peito e atiram-nos ao chão, as filhas que são mães podem cair e partir os ossos da bacia.

44 Porque temos bacias dentro do corpo. Somos todos estranhos. Passeamos estranhos com os

45 cães na marginal e o que nos aproveita mesmo é o sol. A minha mãe adora sol. Melhora de

46 tudo. Com os seus lenços como coisas líquidas e cristalinas ao pescoço, ela fica lindíssima! E

47 isso compensa. Recompensa. Comemos ao sol. Somos, sem grande segredo, seres que comem

48 ao sol. Por isso, entre as angústias, sorrimos.


Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/conheca-o-texto-que-o-escritor-valter-hugo-mae-escreveu-inspirado-nos-cuidados-que-dedica-a-sua-mae/. Acesso em 31 Jan 2019.

Sobre a acentuação de termos retirados do texto, analise as seguintes afirmações:


I. A palavra “céu” é acentuada por corresponder a um monossílabo tônico que encerra com ditongo aberto “éu”.

II. A palavra “urgência” é acentuada por representar uma proparoxítona.

III. A palavra “papéis” é acentuada por constituir uma paroxítona terminada em ditongo aberto “éi”.


Quais estão corretas?

Alternativas
Respostas
16921: B
16922: A
16923: A
16924: A
16925: B
16926: E
16927: D
16928: E
16929: A
16930: B
16931: A
16932: A
16933: C
16934: E
16935: A
16936: A
16937: D
16938: A
16939: B
16940: A