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Ano: 2019 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Uberlândia - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Assistente Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Engenheiro Químico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Geógrafo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Engenheiro Mecânico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Engenheiro Eletricista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Engenheiro Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Arquiteto | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Zootecnista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Psicólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Programador Visual | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Profissional de Educação Física | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Nutricionista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Engenheiro de Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Engenheiro Ambiental | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Inspetor Escolar | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Professor - Libras | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Analista Pedagógico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Médico Veterinário | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Professor - Ensino Religioso | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Professor - Educação Infantil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Professor - Matemática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Professor - Inglês | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Professor - Geografia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Professor - História | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Professor - Ciências da Natureza | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Intérprete Educacional | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Regente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Auditor Fiscal Tributário | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Professor - Educação Física | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Conservador - Restaurador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Biólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Bibliotecário | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Arquivista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Professor - Língua Portuguesa | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Farmacêutico - Bioquímico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Professor - Arte | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fisioterapeuta | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Analista Cultural - Teatro | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Contador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Economista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Engenheiro Agrônomo |
Q1102783 Português

                      O sintomático desprezo pela ciência


Em março de 2018, António Guterres, secretário-geral da ONU, declarou: “As manchetes são naturalmente dominadas pela escalada das tensões, de conflitos ou de eventos políticos de alto nível, mas a verdade é que as mudanças climáticas permanecem a mais sistêmica ameaça à humanidade. Informações divulgadas recentemente pela Organização Meteorológica Mundial, pelo Banco Mundial e pela Agência Internacional de Energia mostram sua evolução implacável”. Meses antes, um discurso proferido em Riad por Christine Lagarde, diretora do Fundo Monetário Internacional, exibia um teor similar: “Se não fizermos nada a respeito das mudanças climáticas, seremos tostados, assados e grelhados num horizonte de tempo de 50 anos”. Ambas as advertências reconhecem a extrema gravidade de nossa situação, a respeito da qual o Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC)é categórico:“O aquecimento do sistema climático é inequívoco. A influência humana sobre o sistema climático é clara. Limitar a mudança climática requer reduções substanciais e contínuas de emissões de gases de efeito estufa” (2007).

[...]

Malgrado esse acúmulo de saber e essa virtual unanimidade, a ciência do clima pode estar equivocada? Em princípio, sim. Ciência não é dogma, é diminuição da incerteza. Contestar um consenso científico, mesmo o mais sólido, não pode ser objeto de anátema. Mas quem o põe em dúvida deve apresentar argumentos convergentes e convincentes em sentido contrário. Na ausência destes, contestação torna-se simples denegação irracional, enfraquece o poder persuasivo da evidência, milita em favor da perda da autoridade da ciência na formação de uma visão minimamente racional do mundo e turbina a virulência das redes sociais, dos “fatos alternativos”, da pós-verdade, do fanatismo religioso e das crenças mais estapafúrdias e até há pouco inimagináveis. O negacionismo climático é apenas mais uma dessas crenças [...], e seu repertório esgrime as mesmas surradas inverdades, mil vezes refutadas: os cientistas estão divididos sobre a ciência do clima, os modelos climáticos são falhos, maiores concentrações atmosféricas de CO2 são efeito e não causa do aquecimento global e são benéficas para a fotossíntese, o próximo mínimo solar anulará o aquecimento global, não se deve temer esse aquecimento, mas a recaída numa nova glaciação etc. Esse palavreado resulta de esforços deliberados de denegação das evidências. Diretamente ou através, por exemplo, da Donors Trust e da Donors Capital Fund, as corporações injetam milhões de dólares em lobbies disseminadores de desinformação sobre as mudanças climáticas.

[...]

Malgrado alguma tangência ideológica entre certa esquerda e a extrema-direita, o negacionismo climático e a negação da ciência em geral são fundamentalmente uma bandeira da extrema-direita e é preciso pôr em evidência uma razão maior dessa estreita afinidade. Ela se encontra, a meu ver, numa mutação histórica fundamental do teor do discurso científico. Das revoluções científicas do século XVII a meados do século XX, a ciência galgou posição de hegemonia, destronando discursos de outra natureza, como o religioso e o artístico, porque foi capaz de oferecer às sociedades vitoriosas mais energia, mais mobilidade, mais bens em geral, mais capacidade de sobrevivência, em suma, mais segurança. Seus benefícios eram indiscutíveis e apenas confirmavam suas promessas, que pareciam ilimitadas. A partir de 1962, se quisermos uma data, o livro de Rachel Carson, “Primavera Silenciosa” punha a nu pela primeira vez o lado sombrio dessas conquistas da ciência: agrotóxicos como o DDT aumentavam, de fato, a produtividade agrícola, mas ao preço de danos tremendos à saúde e à biodiversidade. Essa primeira dissonância tornou-se muito maior nos anos 1980, quando o aquecimento global resultante das emissões de CO2 pela queima de combustíveis fósseis – justamente esses combustíveis aos quais devíamos o essencial de nosso progresso – tornou-se pela primeira vez inequívoco. A ciência começa, então, a mudar seu discurso. Ela passa a anunciar que havíamos passado da idade das promessas à idade das escolhas, de modo a evitar a idade das consequências. [...] Uma brecha começava a se abrir na imagem social da ciência. Enquanto os cientistas diziam o que queríamos ouvir, tudo era defesa e apologia da ciência. A partir do momento em que seu discurso converteu-se em alertas e advertências sobre os riscos crescentes a que começávamos a nos expor, esse entusiasmo arrefeceu.

[...]

Em nosso século, esse novo mal-estar na civilização não cessou de crescer. Ele toma hoje a forma de uma espécie de divisão esquizofrênica da autoimagem de uma sociedade moldada pela ciência. Quando entramos num avião, atravessamos uma ponte ou tomamos um remédio, somos gratos às tentativas da ciência de compreender o mundo e traduzi-lo em tecnologia. Mas quando dessa mesma ciência vem o aviso que é preciso mudar o modo de funcionamento de nossa economia, conter nossa voracidade, diminuir o consumo de carne, restaurar as florestas e redefinir nossa relação com a natureza, sob pena de nos precipitarmos num colapso de insondáveis proporções, a gratidão cede lugar à indiferença, ao descrédito e mesmo à hostilidade.

[...]

Disponível em:<https://adunicamp.org.br/artigo-o-sintomatico-desprezo-pela-ciencia/> . Acesso em: 2 ago. 2019.

Releia este trecho.


Malgrado alguma tangência ideológica entre certa esquerda e a extrema-direita, o negacionismo climático e a negação da ciência em geral são fundamentalmente uma bandeira da extrema-direita e é preciso pôr em evidência uma razão maior dessa estreita afinidade.”


A conjunção em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:

Alternativas
Q1092145 Pedagogia
Segundo os PCNs, os alunos do terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental devem ser capazes de
I. expressar, representar ideias, emoções, sensações por meio da articulação de poéticas pessoais, desenvolvendo trabalhos individuais e grupais. II. interagir com variedade de materiais naturais e fabricados, multimídia (computador, vídeo, holografia, cinema, fotografia), percebendo, analisando e produzindo trabalhos de arte. III. frequentar e saber utilizar as fontes de documentação de arte, valorizando os modos de preservação, conservação e restauração dos acervos dos acervos presentes em variados meios culturais, físicos e virtuais. IV. conhecer e situar profissões e os profissionais de Artes Visuais, observando o momento presente, as transformações históricas já ocorridas, e pensar sobre o cenário profissional do futuro.
Para os PCNs, são objetivos gerais do ensino de artes visuais,
Alternativas
Q1092144 Educação Artística
A respeito da Proposta Triangular, sistematizada por Ana Mae Barbosa, relacione as dimensões dessa nova prática pedagógica às suas respectivas descrições.
1. Produção artística 2. História da arte 3. Apreciação estética 4. Avaliação crítica ( ) Uso de meios materiais, pelos alunos, para transmitir ideias, imagens e sentimentos. ( ) Reflexão sobre a qualidade das obras de arte e do mundo visual, bem como sobre as diversas filosofias da arte. ( ) Compreensão das relações entre arte e conceitos estéticos de diferentes épocas e culturas. ( ) Julgamento sobre a expressão artística, por meio do ato de ver e descrever o mundo visual.
Assinale a opção que apresenta a relação correta, segundo a ordem apresentada.
Alternativas
Q1092143 Educação Artística
Quanto à importância do aspecto lúdico no ensino de Arte, leia o trecho a seguir.
Quando brinca, a criança assimila o mundo à sua maneira, sem compromisso com a realidade, pois sua interação com o objeto não depende da natureza do objeto, mas da função que a criança lhe atribui. PIAGET, J. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Rio de Janeiro: Zahar, 1971.

No contexto do ensino de Arte, o jogo simbólico ao qual o autor se refere
Alternativas
Q1092140 Artes Plásticas
A respeito dos objetivos que orientam as atividades educativas sobre o tema transversal da pluralidade cultural, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a verdadeira e F para a falsa.
( ) Valorizar o conhecimento oriundo do cotidiano dos alunos, em seus contextos socioculturais particulares. ( ) Considerar a arte produzida pelos diferentes grupos culturais, em nível local, regional e global. ( ) Identificar os diferentes níveis e tipos culturais que ordenam as civilizações ao longo da história
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
Alternativas
Q1092139 Artes Plásticas
O trabalho de apreciação de arte, formulado por Thomas Munro, foi realizado no Museu de Cleveland por três décadas, onde ele desenvolveu e aplicou sua proposta de “morfologia estética”. Nesse programa, o aluno observava atentamente as obras, percebia como eram constituídas, fazia um esboço a ser desenvolvido no ateliê e conversava sobre as obras a partir de formulações críticas.
Para Thomas Munro, o ensino de arte em museu é um processo que
Alternativas
Q1092138 Artes Plásticas
Atribuir ao museu a função de agente educativo ocasionou uma redefinição e um alargamento social de suas práticas, bem como uma abertura para repensar o seu papel na sociedade contemporânea.
As afirmativas a seguir descrevem corretamente funções socioeducativas dos museus de arte na atualidade, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q1092136 Artes Plásticas
Toda política de preservação decorre da definição do conceito de patrimônio que, no Brasil, tem sofrido importantes mudanças. A esse respeito, leia os dois textos a seguir.
I - O Decreto-lei no 25 de 1937 estabelece como patrimônio “o conjunto de bens móveis e imóveis existentes no País e cuja conservação seja de interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico”.
II - O Art. 216 da Constituição Federal de 1988 conceitua patrimônio cultural como sendo os bens “de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira”.
Assinale a afirmativa que interpreta corretamente aspectos da política patrimonial brasileira referidos nos textos.
Alternativas
Q1092135 Artes Plásticas
Ao dizermos ‘Artes das Áfricas’ (no plural), em vez de ‘arte africana’, podemos estar enfatizando: a África tem Arte. Isso de certa forma minimiza o modo como tem sido tratada a produção estética dos africanos até nossos dias: como objeto científico. Sob o lema ‘conhecer para melhor dominar’, dizia-se que ela servia a ‘rituais e sacrifícios selvagens’ e que era feita apenas de ‘ídolos toscos e disformes’ — de ‘fetiches’. Mas, se todas as sociedades — antigas ou atuais — têm sua arte, então por que a necessidade dessa ênfase?          SALUM, Marta Heloísa Leuba, “Por dentro e ao redor da arte africana”, 2004 in http://www.arteafricana.usp.br.
A autora problematiza o uso da expressão "arte africana", argumentando que
Alternativas
Q1092132 Artes Plásticas
A Semana de Arte Moderna (1922) é um evento que marcou a reflexão e a produção sobre a identidade e os rumos da nação brasileira.
As afirmativas a seguir identificam corretamente características da Semana de 22, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q1092129 Artes Plásticas
Trata-se de um parâmetro de classificação relacionado à percepção da cor. Quanto mais pura, a cor é mais definida e perceptível. Para alterar esse grau de pureza, acrescenta-se o branco, clareando-a, por exemplo. Assinale a opção que identifica corretamente o parâmetro descrito no texto.
Alternativas
Q1092125 Artes Plásticas
A performance é uma expressão artística contemporânea que indica novas orientações, ao articular diferentes modalidades de arte, como dança, música, teatro, escultura, entre outras, desafiando as classificações habituais. A respeito da modalidade performance, analise as afirmativas a seguir.
I. O ato performático é uma coprodução entre artista e público, em lugar e tempo definidos. II. A performance é uma experiência efêmera de um evento que utiliza recursos das artes visuais e do espetáculo. III. O performer utiliza o próprio corpo como meio expressivo de comunicação artística.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q1092121 Artes Plásticas
46 Relacione os elementos de ornamentação presentes no barroco brasileiro às suas respectivas definições.
1. Talha 2. Dossel 3. Voluta 4. Concha
( ) Trabalho ornamental, em alto ou baixo-relevo, feito na madeira, podendo designar, por extensão, o conjunto desse tipo de obra em uma igreja, região ou autor. ( ) Ornato enrolado em forma de espiral, talhado em madeira ou esculpido em pedra, usado na decoração das igrejas. ( ) Armação saliente, trabalhada em madeira, com bordas franjadas, que se coloca como enfeite, encimando um altar ou retábulo. ( ) Elemento ornamental de portadas, arcos-cruzeiros, retábulos, painéis de pinturas, de igrejas, geralmente composto de forma assimétrica.
Assinale a opção que mostra a relação correta, segundo a ordem apresentada.
Alternativas
Q1092118 Artes Plásticas
Obedecendo às linhas gerais do estilo, a arquitetura religiosa barroca em Minas Gerais se caracterizou
Alternativas
Q1092117 Artes Plásticas
Em relação à função dos grafismos rupestres, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a verdadeira e F para a falsa.
( ) Possuem uma função mágico-religiosa, na medida em que registram o mundo simbólico e os ritos das populações que as produziram. ( ) Possuem uma função estética, uma vez que são expressões da imaginação humana e de sua capacidade criativa. ( ) Possuem uma função comunicativa, pois têm a propriedade de transmitir mensagens e narrar histórias.
afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
Alternativas
Q1089304 Educação Artística
Nome dado à técnica que os pintores egípcios utilizavam, para retratar o corpo humano em diferentes ângulos, em uma mesma figura:
Alternativas
Q1089303 Pedagogia
Assinale a alternativa que não contempla uma competência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Alternativas
Q1089302 Artes Plásticas
Assinale a alternativa que apresenta os gêneros descritos abaixo, respectivamente:
Gênero teatral, onde todo o texto é cantado com acompanhamento de instrumentos musicais, coro de cantores, atores, bailarinos e figurantes. Conjunto de movimentos instrumentais dispostos com algum elemento de unidade para serem tocados sem interrupções. Estilo de música com aspecto instrumental, utilizando quase sempre o piano, que prezava mais pela parte musical, no qual o músico era chamado Solista.
Alternativas
Q1089301 Educação Artística
Ao abordar os motivos para aprender “Arte” na escola, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1085550 Pedagogia
Leia as alternativas que se referem ao papel do professor na construção do conhecimento e assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Respostas
16401: D
16402: E
16403: A
16404: A
16405: B
16406: D
16407: B
16408: C
16409: A
16410: B
16411: A
16412: E
16413: A
16414: A
16415: D
16416: B
16417: E
16418: A
16419: D
16420: B