Questões de Concurso Comentadas para professor - artes

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Q2337430 Pedagogia
As afirmativas a seguir descrevem corretamente aspectos da normativa que estabelece a inclusão escolar no Brasil, à exceção de uma. Assinale-a. 
Alternativas
Q2337429 Pedagogia
Assinale a opção que descreve corretamente a atuação da Constituição Federal de 1988 para a garantia da educação em território nacional. 
Alternativas
Q2337428 Pedagogia

A respeito do que é estabelecido pela Lei nº 11.645/08 (História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena), analise as afirmativas a seguir.



I. A lei prevê mudanças na abordagem de ensino, que deve reconhecer as agências dos grupos sociais e suas contribuições para a história e a cultura brasileiras, em detrimento de uma abordagem que os vincula aos eventos de violência como vítimas passivas.


II. As diretrizes da lei devem ser aplicadas obrigatoriamente na educação nacional, tanto nas instituições de ensino públicas quanto nas privadas.


III. Os conteúdos previstos na lei devem ser ensinados de maneira transversal em todo o currículo, não somente em datas comemorativas como o Dia da Consciência Negra ou Dia do Índio.



Está correto o que se afirma em 

Alternativas
Q2337427 Pedagogia
A respeito do Ensino Fundamental, segundo as determinações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q2337426 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Assinale a afirmativa que apresenta corretamente uma característica da Lei nº 13.146/15 - Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. 
Alternativas
Q2337425 Pedagogia

Sobre os motivos que devem levar os dirigentes do estabelecimento escolar a contatarem o Conselho Tutelar, analise as afirmativas a seguir.



I. Quando o aluno contesta critérios avaliativos que lhe são impostos por não concordar com suas efetividades.


II. Quando, após esgotados os recursos escolares, o aluno apresenta insistentes faltas injustificadas nas atividades da instituição educativa.


III. Quando o aluno manifesta desatenção em sala de aula, apresentando dificuldades de compreensão dos conteúdos programáticos e comportamento introspectivo.



Está correto o que se afirma em 

Alternativas
Q2337424 Pedagogia
Sobre aspectos do currículo escolar ou da proposta pedagógica, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular, assinale a afirmativa correta.  
Alternativas
Q2337423 Pedagogia

De acordo a Lei nº 9.394/96, que descreve deveres da União a serem realizados em conjunto com a iniciativa municipal, estadual e do Distrito Federal, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.



(  ) Desenvolver o Plano Nacional de Educação.


(  ) Estabelecer competências e diretrizes para todas as etapas da Educação Básica.


( ) Assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas.



As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,  

Alternativas
Q2337422 Pedagogia
Com base no Capitulo III – da Educação da Constituição Federal de 1988, assinale a opção que apresenta corretamente uma das suas determinações. 
Alternativas
Q2337421 Português
Assinale a opção que apresenta a frase em que o vocábulo mais tem valor de quantidade e não de intensidade. 
Alternativas
Q2337420 Português
Assinale a opção que apresenta a frase que mostra uma contradição interna. 
Alternativas
Q2337419 Português
Assinale a opção que apresenta a frase em que a preposição até indica limite posterior de tempo. 
Alternativas
Q2337418 Português
Uma receita tradicional de bolo é exemplo clássico de texto 
Alternativas
Q2337417 Português
Assinale a opção em que o vocábulo a exemplifica uma classe gramatical diferente das demais. 
Alternativas
Q2337416 Português
Nas opções a seguir são dadas duas frases com a preposição de; assinale a opção em que essa preposição mostra, respectivamente, valor semântico ou nocional e valor gramatical ou relacional. 
Alternativas
Q2337415 Português

Leia o fragmento a seguir.



Rubião fitava a enseada, — eram oito horas da manhã. Quem o visse, com os polegares metidos no cordão do chambre, à janela de uma grande casa de Botafogo, cuidaria que ele admirava aquele pedaço de água quieta; mas, em verdade, vos digo que pensava em outra coisa. Cotejava o passado com o presente. Que era, há um ano? Professor. Que é agora? Capitalista. Olha para si, para as chinelas (umas chinelas de Túnis, que lhe deu recente amigo, Cristiano Palha), para a casa, para o jardim, para a enseada, para os morros e para o céu; e tudo, desde as chinelas até o céu, tudo entra na mesma sensação de propriedade.


Machado de Assis. Quincas Borba. São Paulo. Ed. Ática. 1988. 



No primeiro parágrafo do romance Quincas Borba, de Machado de Assis, o narrador do romance, mostra-se como 

Alternativas
Q2337414 Português

Leia o trecho a seguir. 



A segunda edição deste livro acabou mais depressa que a primeira. Aqui sai ele em terceira, sem outra alteração além da emenda de alguns erros tipográficos, tais e tão poucos que, ainda conservados, não encobririam o sentido.


Um amigo e confrade ilustre tem teimado comigo para que dê a este livro o seguimento de outro. “Com as Memórias Póstumas de Brás Cubas, donde este proveio, fará você uma trilogia, e a Sofia de Quincas Borba ocupará exclusivamente a terceira parte.  Algum tempo cuidei que podia ser, mas relendo agora estas páginas concluo que não. A Sofia está aqui toda. Continuá-la seria repeti-la, e acaso repetir o mesmo seria pecado. Creio que foi assim que me tacharam este e alguns outros dos livros que vim compondo pelo tempo fora no silêncio da minha vida. Vozes houve, generosas e fortes, que então me defenderam; já lhes agradeci em particular; agora o faço cordial e publicamente.


Machado de Assis. Quincas Borba. São Paulo. Ed. Ática. 1988. 



A principal finalidade desta “introdução” é 

Alternativas
Q2337413 Português

Leia fragmento textual a seguir.



A administração Clinton decidiu ontem, o que parecem ser os preparativos finais para uma eventual invasão do Haiti e, em meio da crescente oposição popular e da oposição republicana, enviar às costas desse paupérrimo país caribenho dois porta-aviões.



A seguir estão quatro conselhos para quem deseja redigir bem; assinale a opção que apresenta o conselho inaplicável a esse segmento por não mostrar o problema apontado. 

Alternativas
Q2337412 Português
Leia o texto injuntivo a seguir.
Um medicamento é um produto que age sobre a sua saúde. Respeite rigorosamente as ordens de seu médico e o modo de emprego instruído na receita. Siga os conselhos do farmacêutico. Não interrompa o tratamento por sua própria vontade.
Entre as opções abaixo, assinale a que não é marca desse tipo de texto. 
Alternativas
Q2337241 Português
Por que tantas mulheres continuam em relacionamentos abusivos


Por Ana Prado

Atualizado em 02 de maio de 2018, 17h06 – Publicado em 02 de maio de 2018, 16h49.


      É muito provável que você conheça alguém que já esteve – ou que está – em um relacionamento abusivo. Relações em que há agressões físicas, verbais ou psicológicas são, infelizmente, algo muito comum.

      Apesar de o tema estar sendo discutido mais amplamente na mídia, e de aquele papo antigo de “não meter a colher” em briga de casal estar finalmente sendo deixado de lado, ainda é muito comum que se culpe a vítima pela situação. Afinal, pensam muitas pessoas, por que as mulheres ainda “deixam” que isso aconteça? Por que se “submetem” a isso em vez de simplesmente irem embora?

        Em um artigo publicado no site The Conversation, o professor e pesquisador Daniel G. Saunders, da Universidade de Michigan, fala sobre seus estudos a respeito desse assunto e traz alguma luz para que se entenda o que impede as mulheres de se livrarem de relacionamentos abusivos.

        A resposta, como se pode imaginar, está ligada a uma série de fatores. Um dos mais comuns é a falta de recursos – a mulher talvez não tenha um emprego, ou não ganhe o suficiente para se sustentar sozinha. Se ela tiver filhos, a situação fica ainda mais complicada.

         Outro motivo é a falta de apoio da família, amigos e colegas, que muitas vezes não acreditam ou até culpam a vítima pelo abuso; e há ainda o medo: afinal, as mulheres podem ter motivos reais para temer por sua vida caso deixem seu companheiro. Um estudo feito pelo próprio professor Saunders constatou que o risco de homicídio aumenta logo depois de a vítima deixar o abusador.

         Mas há outras razões, menos visíveis, que mantêm a vítima presa a essa relação:

         - O parceiro não é violento o tempo todo, mas também se mostra gentil e sensível;

         - O parceiro se mostra arrependido e a vítima fica com pena;

        - O parceiro diz que vai procurar tratamento e a vítima cria esperanças de que ele vá mudar.

      “Deixar o parceiro é frequentemente um processo complexo com vários estágios: minimizar o abuso e tentar ajudar o agressor; abrir os olhos ao fato de que o relacionamento é abusivo e perder a esperança de que vai melhorar; e, finalmente, focar nas próprias necessidades de segurança e sanidade e lutar para superar os obstáculos externos”, escreve o professor.

        Quando o abusador é um homem de status ou alguém querido na comunidade, a vítima tem ainda outros dois fortes motivos para ficar relutante: por um lado, o medo de destruir a carreira do parceiro; de outro, o de não acreditarem em sua palavra.

Descrença pública

         O medo da descrença de outras pessoas é bem fundamentado. “Em um estudo, o público via um ataque contra um parceiro íntimo como menos grave do que um ataque a um estranho, ainda que o mesmo nível de força fosse usado”, escreve Saunders.

        “Embora a aceitação pública do abuso doméstico tenha diminuído com o tempo, a culpabilização das vítimas está ligada a pontos de vista machistas, como a crença de que a discriminação contra a mulher não é mais um problema e homens e mulheres têm oportunidades iguais”, completa.

       Esse tipo de comportamento não está restrito a pessoas leigas: profissionais de saúde, terapeutas conjugais, juízes, policiais e outras autoridades que deveriam proteger as vítimas muitas vezes as ignoram, as desacreditam ou minimizam as agressões.

       Para ajudar a combater esse tipo de erro, o professor sugere que se envolvam meninos e homens no combate à violência doméstica, educando-os sobre o assunto e incentivando um comportamento mais cuidadoso e respeitoso para com as mulheres.

        E há ainda uma solução mais imediata: “É preciso pouco ou nenhum treinamento para que os profissionais, ou qualquer outra pessoa, deem crédito às experiências das vítimas e, assim, possam ajudá-las a cultivar a força interior para conseguir sair dessa relação”, escreve. Para isso, basta mostrar a essas mulheres que elas não estão sozinhas e que você acredita nelas. Isso já faz muita diferença. 


Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/como-pessoas-funcionam/por-que-tantas-mulheres-continuam-em-relacionamentos-abusivos/>. Acesso em: 21 nov. 2023.
A partir do Texto 2, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
11101: B
11102: A
11103: D
11104: A
11105: A
11106: B
11107: C
11108: B
11109: C
11110: B
11111: D
11112: C
11113: D
11114: C
11115: A
11116: A
11117: B
11118: D
11119: B
11120: B