Questões de Concurso Comentadas para professor - educação infantil

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Q3626961 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Linguagem figurada e sentido. Na frase “o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar”, a figura de linguagem predominante e seu efeito são, respectivamente: 
Alternativas
Q3626960 Português
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Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
No segmento “A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos […] Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas…”, o pronome demonstrativo “Isso” retoma com mais precisão:
Alternativas
Q3626959 Português
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Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Estrutura da comunicação e função. Considerando elementos do processo comunicativo e marcas linguísticas do texto, identifique a alternativa mais adequada.
Alternativas
Q3626958 Pedagogia
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Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Marque a alternativa que aponta, de forma clara, o núcleo da crítica e a proposta correspondente apresentada no texto. 
Alternativas
Q3626957 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Assinale a alternativa que melhor sintetiza a tese e a organização do texto.
Alternativas
Q3620281 Pedagogia
O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que a proteção integral deve assegurar, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades para:
Alternativas
Q3620280 Pedagogia
A Lei Federal nº 9.424, de 24 de dezembro de 1996, dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF). Analise as afirmações a seguir sobre a composição do FUNDEF, com base no §1º do Art. 1º da lei:

I.O FUNDEF é composto por 15% da arrecadação de ICMS devida aos Estados, Municípios e Distrito Federal.
II.Os repasses do Fundo de Participação dos Estados e Municípios (FPE e FPM) também integram a composição do FUNDEF.
III.Os recursos do Fundo serão aplicados exclusivamente na valorização de seu Magistério.
IV.É instituído, no âmbito somente Distrito Federal, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério,

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3620279 Pedagogia
A formação do professor na sociedade contemporânea envolve não apenas a transmissão de conhecimentos, mas também a construção de valores éticos e o desenvolvimento de um compromisso social. A ética na formação docente, deve ser compreendida como:
Alternativas
Q3620278 Pedagogia
Considerando o papel do professor como facilitador da aprendizagem, observador atento e parceiro no processo de desenvolvimento infantil, julgue as afirmativas a seguir como Verdadeiras (V) ou Falsas (F), de acordo com os princípios que regem sua atuação no ensino e aprendizagem:

(__)O professor é apenas um transmissor de conhecimentos, não sendo necessário considerar aspectos sociais e afetivos no ensino.
(__)A mediação do professor deve considerar os conhecimentos prévios dos alunos.
(__)Garantir um ambiente de aprendizagem saudável e não discriminatório é uma função docente relevante.
(__)O papel do professor se restringe à organização do tempo e dos conteúdos.

Marque a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3620277 Pedagogia
Em relação ao papel do professor diante da importância da afetividade no processo de ensino aprendizagem, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3620276 Pedagogia
O planejamento é um instrumento fundamental da prática docente, pois organiza, orienta e dá intencionalidade à ação pedagógica. De acordo com o planejamento, associe corretamente os conceitos da Coluna A e suas respectivas definições na Coluna B:

Coluna A - Conceitos

1.Flexibilização curricular.
2.Intencionalidade pedagógica.
3.Priorização curricular.
4.Centralidade do aluno.

Coluna B - Definições

(__)Exige do educador uma atuação com base em objetivos claros, alinhados à BNCC e ao PPP.
(__)Coloca o estudante como protagonista do processo de aprendizagem.
(__)Possibilita o replanejamento dos conteúdos não trabalhados em determinado ano para o ano seguinte.
(__)Determina quais aprendizagens essenciais devem ser garantidas após perdas causadas pela pandemia.

Marque a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3620275 Pedagogia
Durante uma reunião pedagógica, a diretora de uma escola pública ressaltou que a função da educação vai além da transmissão de conteúdos, sendo um direito assegurado pela Constituição. Com base no Art. 205 da Constituição Federal, é correto afirmar que a educação deve:
Alternativas
Q3620274 Pedagogia
Com base nos estudos de Jean Piaget, que destacam a importância da análise das fases do desenvolvimento humano no aspecto biológico, assinale V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A aprendizagem é resultado apenas da maturação biológica do indivíduo.
(__)A adaptação é composta pelos processos de assimilação e acomodação.
(__)Os estágios de desenvolvimento cognitivo estão interligados e cada um serve de base para o próximo.
(__)As mudanças cognitivas não sofrem influência do ambiente, apenas da genética.

Marque a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3620273 Pedagogia
A concepção de criança, infância e educação infantil evoluiu significativamente ao longo da história, devendo ser vista como um espaço preparado, pois a criança:
Alternativas
Q3620272 Pedagogia
Em referência à metodologia do trabalho com projetos, associe os elementos da coluna A (aspectos do ensino por projetos) aos seus correspondentes na coluna B (características dessa abordagem):

Coluna A

1.Levantamento de situações problematizadoras.
2.Participação ativa do aluno.
3.Temática do projeto.
4.Mediação do professor. 

Coluna B

(__)Relação com os interesses e vivências dos educandos.
(__)Geração de debates e construção coletiva do conhecimento.
(__)Análise crítica da realidade e incentivo ao pensamento.
(__)Introdução de novos caminhos e orientações no processo.

A alternativa que apresenta a sequência correta é:
Alternativas
Q3620271 Pedagogia
A didática desempenha um papel central na formação do profissional da educação, pois ela fundamenta a prática docente, integrando teoria e prática para o desenvolvimento de habilidades e conhecimentos necessários à atuação em sala de aula. Conforme o contexto da didática na formação profissional, relacione os elementos, Coluna A e finalidades que são atribuídos, Coluna B:

Coluna A − Elementos.

1.Didática.
2.Base teórica.
3.Capacidade crítica.
4.Construção do saber.

Coluna B − Finalidades.

(__)Possibilita uma prática docente transformadora.
(__)Permite ao aluno se tornar protagonista de sua aprendizagem.
(__)Contribui para que o professor compreenda e reflita sobre a realidade do ensino.
(__)Instrumento fundamental para a formação do professor reflexivo.

Marque a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3620270 Pedagogia
A avaliação educacional é um processo sistemático para coletar, analisar e interpretar informações sobre o aprendizado do aluno, com o objetivo de melhorar o processo de ensino-aprendizagem. A Provinha Brasil é considerada um importante instrumento de avaliação educacional. Sua aplicação tem como finalidade principal:
Alternativas
Q3620269 Pedagogia
A educação e a didática são áreas interligadas, mas distintas. A educação abrange a formação integral do ser humano, enquanto a didática se concentra no processo de ensino e aprendizagem. Com base no contexto, analise as proposições a seguir, sobre didática e educação:

I.A didática é o principal ramo da pedagogia e investiga os fundamentos do ensino.
II.A didática atua de forma isolada, sem relação com os objetivos sociais.
III.O ensino deve estar articulado aos objetivos sociopolíticos e pedagógicos.
IV.A história da educação é irrelevante para a prática docente atual.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3620268 Pedagogia
Ensino e aprendizagem são processos interdependentes e dinâmicos, onde o ensino é a ação de transmitir conhecimento e a aprendizagem é a ação de adquirir esse conhecimento.
Relacione os elementos do processo de ensino aprendizagem Coluna A e B:

Coluna A − Conceitos

1Aprendizagem verdadeira.
2.Ensino significativo.
3.Conteúdos contextualizados.
4.Papel do professor.

Coluna B − Características

(A)Estimula mudanças críticas nas ações do aluno.
(B)Deve atuar como transmissor e mediador consciente.
(C)Devem dialogar com a realidade e alcance do estudante.
(D)Promove construção de conhecimento e não mera decoreba.

Marque a alternativa que apresenta sequência correta:
Alternativas
Q3620267 Pedagogia
Considerando que a linguagem, a arte, o brincar e o movimento são ferramentas essenciais no desenvolvimento integral da criança, atuando nos aspectos cognitivo, social, emocional e motor, associe corretamente os tipos de brincadeiras, Coluna A, mencionados no texto às habilidades que ajudam a desenvolver, Coluna B:

Coluna A

1.Dramatizações.
2.Jogos.
3.Faz de conta.
4.Brincadeiras com palavras.

Coluna B

(__)Estímulo da imaginação e da fantasia.
(__)Reprodução de situações do cotidiano e imitação do mundo adulto.
(__)Desenvolvimento da linguagem e da comunicação.
(__)Aquisição de habilidades sociais e cognitivas através de regras.

Assinale a sequência correta:
Alternativas
Respostas
3341: D
3342: B
3343: C
3344: B
3345: D
3346: A
3347: B
3348: D
3349: B
3350: D
3351: B
3352: A
3353: B
3354: D
3355: A
3356: D
3357: B
3358: D
3359: D
3360: A