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Q1039674 Direito Constitucional
Segundo as normas da Constituição Federal, via de regra é proibida a acumulação remunerada de cargos públicos. Porém, existem exceções, quando houver compatibilidade de horários, observado o teto remuneratório constitucional. Uma dessas exceções trata da possibilidade de cumulação de:
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Q1039673 Ética na Administração Pública
Considerando o Código de Ética Profissional em nível federal (Decreto 1.171/1994), em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público. Nesse contexto, é correto afirmar que a pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de:
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Q1039670 Legislação dos Municípios do Estado do Espírito Santo
O Regime Disciplinar previsto para o servidor público municipal em seu estatuto (Lei municipal n° 079/1990) dispõe que, pelo exercício irregular de suas atribuições, o servidor responde civil, penal e administrativamente . Nesse passo , a responsabilidade administrativa:
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Q1039663 Português

Eu, Mwanito, o afinador de silêncios

(Excerto)

A família, a escola, os outros, todos elegem em nós uma centelha promissora, um território em que poderemos brilhar. Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez.

Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado. Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados: tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude. Eu era um afinador de silêncios.

— Venha, meu filho, venha ajudar-me a ficar calado.

Ao fim do dia, o velho se recostava na cadeira da varanda. E era assim todas as noites: me sentava a seus pés, olhando as estrelas no alto do escuro. Meu pai fechava os olhos, a cabeça meneando para cá e para lá, como se um compasso guiasse aquele sossego. Depois, ele inspirava fundo e dizia:

— Este é o silêncio mais bonito que escutei até hoje. Lhe agradeço, Mwanito.

Ficar devidamente calado requer anos de prática. Em mim, era um dom natural, herança de algum antepassado. Talvez fosse legado de minha mãe, Dona Dordalma, quem podia ter a certeza? De tão calada, ela deixara de existir e nem se notara que já não vivia entre nós, os vigentes viventes.

— Você sabe, filho: há a calmaria dos cemitérios. Mas o sossego desta varanda é diferente .

Meu pai. A voz dele era tão discreta que parecia apenas uma outra variedade de silêncio. Tossicava e a tosse rouca dele, essa, era uma oculta fala, sem palavras nem gramática.

Mia Couto, excerto do capítulo "Eu, Mwanito, o afinador de silêncios" | Livro Um - Humanidade, no livro "Antes de Nascer o Mundo", (romance). São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2009,

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Se compararmos a personagem Mwanito do Mia Couto com a Mafalda do Quino, podemos afirmar que:
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Q1039661 Português

Eu, Mwanito, o afinador de silêncios

(Excerto)

A família, a escola, os outros, todos elegem em nós uma centelha promissora, um território em que poderemos brilhar. Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez.

Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado. Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados: tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude. Eu era um afinador de silêncios.

— Venha, meu filho, venha ajudar-me a ficar calado.

Ao fim do dia, o velho se recostava na cadeira da varanda. E era assim todas as noites: me sentava a seus pés, olhando as estrelas no alto do escuro. Meu pai fechava os olhos, a cabeça meneando para cá e para lá, como se um compasso guiasse aquele sossego. Depois, ele inspirava fundo e dizia:

— Este é o silêncio mais bonito que escutei até hoje. Lhe agradeço, Mwanito.

Ficar devidamente calado requer anos de prática. Em mim, era um dom natural, herança de algum antepassado. Talvez fosse legado de minha mãe, Dona Dordalma, quem podia ter a certeza? De tão calada, ela deixara de existir e nem se notara que já não vivia entre nós, os vigentes viventes.

— Você sabe, filho: há a calmaria dos cemitérios. Mas o sossego desta varanda é diferente .

Meu pai. A voz dele era tão discreta que parecia apenas uma outra variedade de silêncio. Tossicava e a tosse rouca dele, essa, era uma oculta fala, sem palavras nem gramática.

Mia Couto, excerto do capítulo "Eu, Mwanito, o afinador de silêncios" | Livro Um - Humanidade, no livro "Antes de Nascer o Mundo", (romance). São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2009,

“...tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude.”

“— Venha, meu filho, venha ajudar-me a ficar calado."


As palavras "quietude”, “filho" e "calado", retiradas dos trechos em destaque, têm, respectivamente, as seguintes funções sintáticas:

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Q1039660 Português

Eu, Mwanito, o afinador de silêncios

(Excerto)

A família, a escola, os outros, todos elegem em nós uma centelha promissora, um território em que poderemos brilhar. Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez.

Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado. Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados: tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude. Eu era um afinador de silêncios.

— Venha, meu filho, venha ajudar-me a ficar calado.

Ao fim do dia, o velho se recostava na cadeira da varanda. E era assim todas as noites: me sentava a seus pés, olhando as estrelas no alto do escuro. Meu pai fechava os olhos, a cabeça meneando para cá e para lá, como se um compasso guiasse aquele sossego. Depois, ele inspirava fundo e dizia:

— Este é o silêncio mais bonito que escutei até hoje. Lhe agradeço, Mwanito.

Ficar devidamente calado requer anos de prática. Em mim, era um dom natural, herança de algum antepassado. Talvez fosse legado de minha mãe, Dona Dordalma, quem podia ter a certeza? De tão calada, ela deixara de existir e nem se notara que já não vivia entre nós, os vigentes viventes.

— Você sabe, filho: há a calmaria dos cemitérios. Mas o sossego desta varanda é diferente .

Meu pai. A voz dele era tão discreta que parecia apenas uma outra variedade de silêncio. Tossicava e a tosse rouca dele, essa, era uma oculta fala, sem palavras nem gramática.

Mia Couto, excerto do capítulo "Eu, Mwanito, o afinador de silêncios" | Livro Um - Humanidade, no livro "Antes de Nascer o Mundo", (romance). São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2009,

“Depois, ele inspirava fundo e dizia:


— Este é o silêncio mais bonito que escutei até hoje. Lhe agradeço, Mwanito.”


O elemento gramatical do texto destacado que nos revela ter o pai declarado esse mesmo sentimento mais de uma vez é:

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Q1039658 Português

Eu, Mwanito, o afinador de silêncios

(Excerto)

A família, a escola, os outros, todos elegem em nós uma centelha promissora, um território em que poderemos brilhar. Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez.

Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado. Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados: tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude. Eu era um afinador de silêncios.

— Venha, meu filho, venha ajudar-me a ficar calado.

Ao fim do dia, o velho se recostava na cadeira da varanda. E era assim todas as noites: me sentava a seus pés, olhando as estrelas no alto do escuro. Meu pai fechava os olhos, a cabeça meneando para cá e para lá, como se um compasso guiasse aquele sossego. Depois, ele inspirava fundo e dizia:

— Este é o silêncio mais bonito que escutei até hoje. Lhe agradeço, Mwanito.

Ficar devidamente calado requer anos de prática. Em mim, era um dom natural, herança de algum antepassado. Talvez fosse legado de minha mãe, Dona Dordalma, quem podia ter a certeza? De tão calada, ela deixara de existir e nem se notara que já não vivia entre nós, os vigentes viventes.

— Você sabe, filho: há a calmaria dos cemitérios. Mas o sossego desta varanda é diferente .

Meu pai. A voz dele era tão discreta que parecia apenas uma outra variedade de silêncio. Tossicava e a tosse rouca dele, essa, era uma oculta fala, sem palavras nem gramática.

Mia Couto, excerto do capítulo "Eu, Mwanito, o afinador de silêncios" | Livro Um - Humanidade, no livro "Antes de Nascer o Mundo", (romance). São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2009,

O melhor sinônimo para “centelha promissora”, como ocorre no texto, é:
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Q1039656 Português

Eu, Mwanito, o afinador de silêncios

(Excerto)

A família, a escola, os outros, todos elegem em nós uma centelha promissora, um território em que poderemos brilhar. Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez.

Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado. Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados: tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude. Eu era um afinador de silêncios.

— Venha, meu filho, venha ajudar-me a ficar calado.

Ao fim do dia, o velho se recostava na cadeira da varanda. E era assim todas as noites: me sentava a seus pés, olhando as estrelas no alto do escuro. Meu pai fechava os olhos, a cabeça meneando para cá e para lá, como se um compasso guiasse aquele sossego. Depois, ele inspirava fundo e dizia:

— Este é o silêncio mais bonito que escutei até hoje. Lhe agradeço, Mwanito.

Ficar devidamente calado requer anos de prática. Em mim, era um dom natural, herança de algum antepassado. Talvez fosse legado de minha mãe, Dona Dordalma, quem podia ter a certeza? De tão calada, ela deixara de existir e nem se notara que já não vivia entre nós, os vigentes viventes.

— Você sabe, filho: há a calmaria dos cemitérios. Mas o sossego desta varanda é diferente .

Meu pai. A voz dele era tão discreta que parecia apenas uma outra variedade de silêncio. Tossicava e a tosse rouca dele, essa, era uma oculta fala, sem palavras nem gramática.

Mia Couto, excerto do capítulo "Eu, Mwanito, o afinador de silêncios" | Livro Um - Humanidade, no livro "Antes de Nascer o Mundo", (romance). São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2009,

Observe a frase destacada:


“E todo o silêncio é música em estado de gravidez.”


Uma outra referência à música do silêncio está presente em:

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Q1039655 Português

Eu, Mwanito, o afinador de silêncios

(Excerto)

A família, a escola, os outros, todos elegem em nós uma centelha promissora, um território em que poderemos brilhar. Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez.

Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado. Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados: tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude. Eu era um afinador de silêncios.

— Venha, meu filho, venha ajudar-me a ficar calado.

Ao fim do dia, o velho se recostava na cadeira da varanda. E era assim todas as noites: me sentava a seus pés, olhando as estrelas no alto do escuro. Meu pai fechava os olhos, a cabeça meneando para cá e para lá, como se um compasso guiasse aquele sossego. Depois, ele inspirava fundo e dizia:

— Este é o silêncio mais bonito que escutei até hoje. Lhe agradeço, Mwanito.

Ficar devidamente calado requer anos de prática. Em mim, era um dom natural, herança de algum antepassado. Talvez fosse legado de minha mãe, Dona Dordalma, quem podia ter a certeza? De tão calada, ela deixara de existir e nem se notara que já não vivia entre nós, os vigentes viventes.

— Você sabe, filho: há a calmaria dos cemitérios. Mas o sossego desta varanda é diferente .

Meu pai. A voz dele era tão discreta que parecia apenas uma outra variedade de silêncio. Tossicava e a tosse rouca dele, essa, era uma oculta fala, sem palavras nem gramática.

Mia Couto, excerto do capítulo "Eu, Mwanito, o afinador de silêncios" | Livro Um - Humanidade, no livro "Antes de Nascer o Mundo", (romance). São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2009,

Neste belíssimo trecho do livro “Antes de nascer o mundo”, Mia Couto aproxima-nos, de modo muito poético e original, de uma atmosfera bem particular. A afirmativa que sintetiza a temática abordada no texto é:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1238710 História
“Que se destrua a criação da vila do Recife, para nunca mais haver. Que sejam desterrados e tidos e havidos por traidores à pátria Cristóvão de Barros e outros. Que todos os contratos serão arrematados na cidade de Olinda, como cabeça que é de Pernambuco. Que não se consentirá haver mais tributos, nem contratos dos que há. Que se conservará sempre um juiz do povo, feita a cada ano a sua eleição por vinte e quatros misteres (...). Que todos os governadores, ouvidores e juízes com seus oficiais de justiça morarão na cidade, e só dois ou três meses no Recife(...).”
O texto acima, extraído de um requerimento escrito em 1710, está relacionado ao seguinte conflito:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1238698 História
“Corvéia: trabalho forçado, realizado por servos nas reservas senhoriais, em geral três dias por semana. Além do cultivo da terra, os servos trabalhavam na construção e reparação de pontes, represas e canais.”
O texto refere-se à sociedade:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1238634 Geografia
Atualmente, os países desenvolvidos chegam a deter aproximadamente 80% dos fluxos comerciais de bens e de serviços mundiais. A hegemonia econômica e comercial desse grupo de países é incontestável e pode ser explicada a partir:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1238608 História e Geografia de Estados e Municípios
A história capixaba, relacionada aos portugueses, começou em 23 de maio de 1535, quando os colonizadores portugueses, chefiados pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho, chegaram na capitania do Espírito Santo, e desembarcaram na região da “Prainha”. Sobre esse assunto, pode-se afirmar que:
I . O primeiro núcleo populacional da capitania foi Vila Rica.
II . Uma outra vila, atual Vitória, foi fundada devido aos constantes ataques indígenas.
III . José de Anchieta foi uma figura influente na catequese dos índios da região.
IV. Durante um período o Espírito Santo foi anexado às Minas Gerais.
Dos itens acima mencionados, apenas:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1238558 História
 “A peste, essa anda perto, como espiando a gente. Oh! Grão de areia de Cromwell, que vales tu, ao pé do bacilo vírgula?”
Machado de Assis, em tom irônico, faz referência ao inglês Oliver Cromwell (1599-1658), que:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1238533 Conhecimentos Gerais
O avanço do processo industrial e da lógica de consumo faz com que haja uma maior dependência dos recursos naturais. Aliar desenvolvimento e conservação dos recursos constitui hoje o grande desafio para a humanidade. A lógica do desenvolvimento sustentável pode ser entendida como:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1238514 Geografia
Leia o texto.
“A globalização é, portanto, um conjunto de mudanças que estão ocorrendo na esfera econômica, financeira, comercial, social e cultural, intensificando a relação entre os países, os povos e os sistemas produtivos. Implica a uniformização global de padrões econômicos e culturais”
(COELHO, M.A. e TERRA, L. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Moderna, 2003).
O processo vigente de globalização é marcado por contradições. Uma dessas contradições, que se relaciona diretamente com a característica destacada no texto anterior, é percebida:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1238453 Geografia
Leia o texto.
Esse tipo climático é controlado pela atuação da Massa Tropical Atlântica e sofre bastante influência da Massa Polar Atlântica no inverno. Apresenta chuvas bem distribuídas ao longo do ano e as estações do ano bem definidas, com verões quentes e invernos rigorosos. Há a tendência de formação de geadas e de precipitação de neve nas áreas serranas.
O texto refere-se ao tipo climático brasileiro:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1238443 História
No século I a.C., era enorme a diferença entre a pequena cidade nascida às margens do rio Tibre e a Roma toda poderosa, agora senhora do Mediterrâneo. A economia, a política, a vida social e religiosa dos romanos passaram por profundas transformações. Uma dessas transformações foi o:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1238428 História
“A Revolução (Francesa), podemos afirmar, escreveu a palavra liberdade em sua bandeira, mas, na verdade, igualou-a à vontade arbitrária e licenciosa do indivíduo(...). Este ídolo de 1789, que se mostrou (de fato) o inimigo da liberdade e da individualidade, foi por nós destruído e substituído por um monumento à verdadeira liberdade(...). (A Revolução Alemã) tem efetuado uma mudança radical do conceito de “Eu” para o conceito de “Nós”, do indivíduo para o todo.”
Assim Otto Dietrich iniciou seu discurso de abertura do Terceiro Dia da Arte Alemã, celebrado em Munique, em 14 de julho de 1939. Nestas palavras do Chefe de Imprensa do governo alemão estava expresso o grande ideal do:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1238357 História
A tendência historiográfica, constituída no século XIX e relacionada ao historiador prussiano Leopold Von Ranke (1795-1886) está presente na seguinte afirmativa:
I. A produção historiográfica não pode ser centrada em ações individuais e no poder bélico.
II. A análise historiográfica deve partir da estrutura e da dinâmica das sociedades humanas.
III. Os historiadores devem realizar analises que articulem o conceito de classe social ao de cultura.
IV. Ao historiador cabe recolher, por intermédio de documentos, os fatos mais importantes, ordená-los cronologicamente e narrá-los.
V. A análise histórica só tem sentido quando vincula a micro-história com a macro-história.
O item correto é:
Alternativas
Respostas
421: B
422: B
423: B
424: C
425: A
426: C
427: B
428: B
429: A
430: C
431: D
432: E
433: C
434: B
435: E
436: C
437: D
438: A
439: D
440: D