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Q3592457 Fisioterapia
Na avaliação do paciente com Doença de Parkinson, o Fisioterapeuta não pode deixar de utilizar a Escala Unificada de Avaliação da Doença de Parkinson MDS (MDS-UPDRS), além de outros instrumentos específicos, direcionados as queixas do paciente. Sobre o assunto, marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3592456 Fisioterapia
A análise de sinais da variabilidade da frequência cardíaca é uma importante ferramenta para o estudo do Sistema Nervoso Autônomo podendo ser um indicador prognóstico de algumas doenças cardíacas e sistêmicas uma vez que possibilita a avaliação do equilíbrio entre as influências autonômicas no ritmo cardíaco e também uma ferramenta para investigação do Sistema Nervoso Autônomo (SNA). Em relação a variabilidade da frequência cardíaca e o SNA, analise as afirmativas a seguir:
I- a manutenção de variáveis como a pressão arterial e frequência cardíaca, batimento a batimento, dentro de valores estreitos, é controlada através do sistema nervoso autônomo simpático e parassimpático.
II- a inervação parassimpática é presente em todo o coração, enquanto a inervação simpática concentra-se nos nodos sinusal e atrioventricular e átrio, com pouca inervação ventricular.
III- o aumento da frequência cardíaca através do ramo simpático se deve a diminuição da permeabilidade ao potássio que ocasiona um aumento na velocidade de despolarização da membrana das células do nodo sinusal.
Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas.
Alternativas
Q3592455 Fisioterapia
A habilidade para caminhar é uma atividade de vida diária que proporciona uma vida independente e, requer atenção especial do Fisioterapeuta que atua com a população idosa. Com base nos conhecimentos sobre as fases da marcha, marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3592454 Fisioterapia
No processo de reabilitação, a abordagem compensatória pode ser uma alternativa extremamente válida para a atuação do Fisioterapeuta.
Assinale a alternativa correta em relação à abordagem compensatória em reabilitação.
Alternativas
Q3592453 Fisioterapia
Os reflexos primitivos são respostas automáticas e estereotipadas a um determinado estímulo externo. Estão presentes ao nascimento mas devem ser inibidos ao longo dos primeiros meses, quando surgem os reflexos posturais. Em uma clínica pediátrica, aparece uma mãe com um lactente de 18 meses com dificuldade para manter-se em sedestação sem apoio e que ainda não iniciou a marcha. Durante a avaliação, o fisioterapeuta percebeu que o Sinal de Babinsk estava positivo, diante disto ele suspeitou que a criança pudesse ter uma lesão:
Alternativas
Q3592452 Fisioterapia
A Resolução n.º 465, de 20 de maio de 2016, "Disciplina a Especialidade Profissional de Fisioterapia do Trabalho e dá outras providencias". De acordo com essa resolução, analise as afirmativas que correspondem às atribuições do fisioterapeuta especialista no Trabalho.
I- Auxiliar e participar na elaboração e atividades do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais).
II- No âmbito da gestão ergonômica, realizar a análise e adequação dos fluxos e processos de trabalho e das condições de trabalho.
III- O Fisioterapeuta do trabalho precisa dominar o conhecimento sobre órteses, próteses e tecnologia assistiva.
Assinale a alternativa que apresente as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3592447 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Com base na Lei n. 3.173/98, e suas alterações, analise  a questão seguinte e marque a alternativa correta:
Os cargos de provimento efetivo compõem o quadro de carreira e, seguindo a correlação de afinidade, a natureza dos trabalhos e/ou o nível de conhecimento aplicado, serão alocados nos Grupos Ocupacionais seguintes:
I- Administrativo;
II- Fiscal;
III- Operacional;
IV- Saúde;
V- Superior;
VI- Técnico.
Estão corretos apenas os itens: 
Alternativas
Q3592432 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país. 

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.
A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.
Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.
A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.
Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.
O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.
Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.
A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

A relação coesiva entre termos falhou na identificação em: 
Alternativas
Q3592423 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país. 

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.
A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.
Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.
A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.
Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.
O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.
Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.
A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

Não há relação sinonímica em:
Alternativas
Q3592421 Pedagogia
A Educação Especial é uma modalidade de educação escolar oferecida, preferencialmente, na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Com base nessa classificação, analise as afirmativas seguintes e marque a alternativa correta correspondente ao grupo dos transtornos globais do desenvolvimento.
Alternativas
Q3592420 Educação Física
Soares et al (2012) apontam que um dos aspectos essenciais do projeto pedagógico é a questão da avaliação do processo ensino-aprendizagem e que a Educação Física não pode ser reduzida aos aspectos meramente técnicos e esportivos. Tendo como base os autores referenciados, assinale a alternativa correta que corresponde à condução metodológica para a avaliação na Educação Física Escolar.
(SOARES et al (2012). Metodologia do Ensino da Educação Física. 2 ed. Campinas: Autores Associados, 2012. p. 71/75.)
Alternativas
Q3592419 Pedagogia
No Brasil, a Educação Física, historicamente, contribuiu com a manutenção do status quo e dominação hegemônica da sociedade brasileira. As instituições militar, médica e esportiva influenciavam a Educação Física dentro desse processo de reprodução do modelo social hegemônico, em uma visão mecanicista. (CAPARROZ, 2007). Durante a década de 1980, a sociedade brasileira viveu um momento de questionamentos dos padrões e paradigmas, que refletiam a luta pela redemocratização do país. Nesse contexto, a Educação Física sofreu influência do pensamento crítico adotado pela educação brasileira.
O Professor Elenor Kunz, pedagogo, especialista em pedagogia do esporte, realizou seus estudos na Alemanha e publicou duas obras importantes: "Educação Física: Ensino e Mudanças" e "Transformação didático pedagógica do esporte", obra que norteou a sua teoria pedagógica cunhada de Crítico-Emancipatória. Em sua teoria pedagógica, Kunz apresenta três competências que fundamentam o agir comunicativo para a emancipação, exceto:
Alternativas
Q3592418 Pedagogia
No livro Metodologia do Ensino da Educação Física, publicado em 1992, completou recentemente 30 anos do lançamento, idealizado por um Coletivo de Autores que submeteu ao processo de crítica a realidade complexa e contraditória da Educação Física brasileira no contexto escolar. O Coletivo de Autores propõe a organização por ciclos de escolarização. Sobre este assunto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3592417 Educação Física
Para Nahas (2017), a atividade física e aptidão física têm sido associadas ao bem-estar, à saúde e à qualidade de vida das pessoas, em todas as faixas etárias, inclusive em idades escolares, quando os riscos potenciais da inatividade se materializam, levando à perda precoce de vidas. Analise as afirmativas seguintes e marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3592416 Educação Física
O basquetebol enquanto conteúdo tratado na Educação Física escolar, atualmente classifica-se na categoria de um:
Alternativas
Q3592415 Educação Física
Define-se técnica como todo gesto ou movimento realizado pelo atleta que lhe permita dar continuidade e desenvolvimento ao jogo. É descrita, também, como uma série infindável de movimentos realizados durante uma partida, tendo como base os fundamentos do esporte. No futsal, as técnicas individuais empregadas durante a prática são:
Alternativas
Q3592414 Pedagogia
A Educação Física Escolar brasileira, a partir da década de 1980, foi marcada por um movimento de renovação que propunha romper/superar com o modelo mecanicista, esportivista e biologicista que orientava sua prática pedagógica. Aparecem, a partir de então, diferentes propostas pedagógicas, algumas das quais encontram-se destacadas a seguir, na Coluna 01. Associe cada abordagem às características que estão listadas na Coluna 02 e assinale a alternativa com a sequência correta.

Coluna 01
I. Abordagem Desenvolvimentista (Go Tani). II. Abordagem Crítico-superadora (Coletivo de Autores). III. Abordagem Crítico-emancipatória (Elenor Kunz). IV. Abordagem Construtivista (João Batista Freire).

Coluna 02
(__) Para compreender essa abordagem, o jogo tem papel privilegiado, considerado o seu principal conteúdo. O autor identifica o protagonismo do jogo a partir da finalidade de promover a participação, igualdade e a necessidade do comprometimento e consolidação de uma Educação de Corpo Inteiro.

(__) Essa proposta é diagnóstica, teleológica e judicativa no trato com os dados da realidade, interpretá-los e emitir juízo de valor. Sendo a Educação Física um componente curricular que trata, pedagogicamente, na escola, do conhecimento da cultura corporal.

(__) Direcionada inicialmente para os anos iniciais do ensino fundamental, objetivando oferecer à criança oportunidades de experiências de movimento adequadas às faixas etárias, de modo a garantir o seu desenvolvimento motor.

(__) Essa teoria pedagógica adota o movimento com a função comunicativa, expressiva, exploratória e criativa, aliada a didática comunicativa. A cultura de movimento como objeto a ser ensinado por meio de sequência didática, quais sejam: arranjo de materiais, transcendência de limites pela experimentação, transcendência de limites pelo aprendizado e transcendência de limites pela criando e inventando.
Alternativas
Q3592413 Pedagogia
Na escola, a Educação Física não pode ser considerada como uma simples distração para os alunos. João Batista Freire (1989) entende o jogo com grande importância na formação e educação escolar. De acordo com o autor, a Educação Física deve:
Alternativas
Q3592412 Educação Física
Os princípios táticos de ataque e defesa são essenciais para a organização e desenvolvimentos dos esportes coletivos. No handebol, o principal objetivo é marcar o maior número de gol contra a equipe adversária (tática ofensiva), impedindo também que os adversários marquem gols (tática defensiva). Para que um sistema tático obtenha êxito é necessário que os jogadores adotem procedimentos em busca de estratégias a serem alcançadas pelo coletivo. Com base no exposto, faça a correlação entre os procedimentos técnico-tático ofensivos e os seus conceitos correspondentes. Em seguida, marque a alternativa que equivale à sequência correta.

I. Finta. II. Cruzamento. III. Cortina. IV. Mudanças de Direção. V. Contra Ataque
(__) É o procedimento realizado pelos atacantes com a intenção de impedir o deslocamento de um defensor e favorecer um companheiro de ataque.

(__) É considerado uma das fases que constituem o momento do jogo, mais voltada para a obtenção de gols.

(__) É o procedimento executado por um jogador atacante com a posse de bola frente a um defensor, com o intuito de ultrapassá-lo e obter êxito em seu arremesso e/ou passe a um companheiro melhor posicionado para executar a finalização.

(__) É um procedimento desenvolvido pelos jogadores atacantes dentro das circunferências do jogo ofensivo.

(__) É o procedimento de ocupação de espaços ofensivos, consistindo na troca de posições em que o jogador com a posse de bola realizará um passe entre os atacantes em prol da obtenção de vantagem numérica para a penetração e arremesso de um companheiro.
Alternativas
Q3592296 Inglês
11 minutes of daily exercise could have a positive impact on your health, large study shows

By Kristen Rogers, CNN

Updated 1145 GMT (1945 HKT) March 1, 2023


(CNN)When you can't fit your entire workout into a busy day, do you think there's no point in doing anything at all? You should rethink that mindset. Just 11 minutes of moderate-to-vigorous intensity aerobic activity per day could lower your risk of cancer, cardiovascular disease or premature death, a large new study has found.

Aerobic activities include walking, dancing, running, jogging, cycling and swimming. You can gauge the intensity level of an activity by your heart rate and how hard you're breathing as you move. Generally, being able to talk but not sing during an activity would make it moderate intensity. Vigorous intensity is marked by the inability to carry on a conversation.

Higher levels of physical activity have been associated with lower rates of premature death and chronic disease, according to past research. But how the risk levels for these outcomes are affected by the amount of exercise someone gets has been more difficult to determine. To explore this impact, scientists largely from the University of Cambridge in the United Kingdom looked at data from 196 studies, amounting to more than 30 million adult participants who were followed for 10 years on average. The results of this latest study were published Tuesday in the British Journal of Sports Medicine.

The study mainly focused on participants who had done the minimum recommended amount of 150 minutes of exercise per week, or 22 minutes per day. Compared with inactive participants, adults who had done 150 minutes of moderate-to-vigorous aerobic physical activity per week had a 31% lower risk of dying from any cause, a 29% lower risk of dying from cardiovascular disease and a 15% lower risk of dying from cancer.

The same amount of exercise was linked with a 27% lower risk of developing cardiovascular disease and 12% lower risk when it came to cancer.

"This is a compelling systematic review of existing research," said CNN Medical Analyst Dr. Leana Wen, an emergency physician and public health professor at George Washington University, who wasn't involved in the research. "We already knew that there was a strong correlation between increased physical activity and reduced risk for cardiovascular disease, cancer and premature death. This research confirms it, and furthermore states that a smaller amount than the 150 minutes of recommended exercise a week can help."

Even people who got just half the minimum recommended amount of physical activity benefited. Accumulating 75 minutes of moderate-intensity activity per week - about 11 minutes of activity per day - was associated with a 23% lower risk of early death. Getting active for 75 minutes on a weekly basis was also enough to reduce the risk of developing cardiovascular disease by 17% and cancer by 7%.

Beyond 150 minutes per week, any additional benefits were smaller.

"If you are someone who finds the idea of 150 minutes of moderate-intensity physical activity a week a bit daunting, then our findings should be good news," said study author Dr. Soren Brage, group leader of the Physical Activity Epidemiology group in the Medical Research Council Epidemiology Unit at the University of Cambridge, in a news release. "This is also a good starting position - if you find that 75 minutes a week is manageable, then you could try stepping it up gradually to the full recommended amount."

The authors' findings affirm the World Health Organization's position that doing some physical activity is better than doing none, even if you don't get the recommended amounts of exercise.

"One in 10 premature deaths could have been prevented if everyone achieved even half the recommended level of physical activity," the authors wrote in the study. Additionally, "10.9% and 5.2% of all incident cases of CVD (cardiovascular disease) and cancer would have been prevented."

Important note: If you experience pain while exercising, stop immediately. Check with your doctor before beginning any new exercise program.

A little exercise every day.

The authors didn't have details on the specific types of physical activity the participants did. But some experts do have thoughts on how physical activity could reduce risk for chronic diseases and premature death.

"There are many potential mechanisms including the improvement and maintenance of body composition, insulin resistance and physical function because of a wide variety of favorable influences of aerobic activity," said Haruki Momma, an associate professor of medicine and science in sports and exercise at Tohoku University in Japan. Momma wasn't involved in the research.

Benefits could also include improvement to immune function, lung and heart health, inflammation levels, hypertension, cholesterol, and amount of body fat, said Eleanor Watts, a postdoctoral fellow in the division of cancer epidemiology and genetics at the National Cancer Institute. Watts wasn't involved in the research.

"These translate into lower risk of getting chronic diseases," said Peter Katzmarzyk, associate executive director for population and public health sciences at Pennington Biomedical Research Center in Baton Rouge, Louisiana. Katzmarzyk wasn't involved in the research.

The fact that participants who did only half the minimum recommended amount of exercise still experienced benefits doesn't mean people shouldn't aim for more exercise, but rather that "perfect shouldn't be the enemy of the good," Wen said. "Some is better than none."

To get up to 150 minutes of physical activity per week, find activities you enjoy, Wen said. "You are far more likely to engage in something you love doing than something you have to make yourself do."

And when it comes to how you fit in your exercise, you can think outside the box.

"Moderate activity doesn't have to involve what we normally think of (as) exercise, such as sports or running," said study coauthor Leandro Garcia, a lecturer in the school of medicine, dentistry and biomedical sciences at Queen's University Belfast, in a news release. "Sometimes, replacing some habits is all that is needed.

"For example, try to walk or cycle to your work or study place instead of using a car, or engage in active play with your kids or grand kids. Doing activities that you enjoy and that are easy to include in your weekly routine is an excellent way to become more active."



ncee-ddeeahh-rskkwwelnessindex.html health/moderate-physical-activity-cancer-death-risk-wellness/index.html
Baseado na leitura do texto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
321: D
322: A
323: D
324: D
325: D
326: B
327: C
328: D
329: D
330: D
331: A
332: D
333: D
334: D
335: B
336: A
337: D
338: D
339: B
340: D