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O Ceará teve o início de sua história marcado pela subordinação e obediência a outra Capitania. Ligados institucionalmente pela Coroa Portuguesa, ambos ainda eram tratados como capitanias hereditárias. O Siará só teve a sua emancipação em 1799.
Marque a opção correta para a Província à qual o Ceará esteve subordinado até 1799:
“Um golpe civil-militar que apeou do poder o presidente João Goulart e colocou o Brasil em uma noite que durou 21 anos. A nova ordem militar cerceou liberdades de todas as formas possíveis e imagináveis, prendeu, exilou, torturou. E criou a figura fantasiosa de ditadores se substituindo no poder a cada temporada, naquilo que um dos generais presidentes chamou de “democracia relativa”. Essa é uma visão histórica e, parafraseando Vinicius de Moraes – aposentado compulsoriamente como diplomata por este mesmo regime –, a verdade é fundamental.” Jornal da USP, 25/03/2024 (Adaptado).
Sobre o Golpe de 1964, que instalou no Brasil o Regime Militar que em 2024 completam 60 anos, marque a opção correta:
“Conjugada com forças do exército, da Brigada Militar e elementos civis, a Revolução se estende por todo o Estado. Houve luta em vários pontos da cidade, tendo sido assaltados o Arsenal de Guerra e o Quartel General da 3ª Região Militar. Foram recolhidos à prisão, entre outros oficiais, cercados de máximas garantias, o general Gil de Almeida e o coronal Firmo Freire.” Jornal Correio do Povo. Porto Alegre; Sábado, 4 de outubro de 1930. (Adaptado).
Marque a opção correta para o Movimento de 1930 no Brasil:
“Os modernos fervem o Teatro Municipal de São Paulo durante rês ruidosas noites de verão. Recitais, encenações, música, literatura e exposições de artes plásticas movimentam a Pauliceia.” VIVIANE ZANDONADI freelance para a Folha de São Paulo online 13/02/2002. (Adaptado).
Marque a opção correta para a Semana de Arte Moderna de 1922:
“Privados da liberdade, e do direito de aplicar nossos rendimentos em próprio bem, obrigados a levar ao Rio de Janeiro quanto produzimos e a receber em troca mil diferentes espécies de males, espoliações, tiranias, perseguições e vilipêndios.” Extrato Jornal “O Censor”, número 3, novembro de 1837. O texto do jornal trata dos elementos em debate no movimento da Sabinada (1837-1838).
Acerca da Sabinada, marque a opção correta:
“D. Pedro transformou-se em seu ‘defensor perpétuo’, ao defendê-la do inimigo externo – o colonialismo português –, reforçando o caráter heroico do bom governante.” Schiavinatto, I. L. Questões de poder na fundação do Brasil: o governo dos homens e de si (c. 1780-1830).In Malerba, J. (org.) A independência brasileira – novas dimensões. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006. (Adpatado)
Marque a opção correta para as características da Constituição Brasileira de 1824, conhecida como a “Constituição Outorgada”:
Somente a partir do século XI é que se generalizou o grande comércio. Sua penetração combinou-se com o crescimento da produção local destinada ao mercado, com a progressiva substituição das oficinas confiadas aos servos na reserva senhorial para a fabricação de objetos de uso corrente pelas oficinas urbanas.” Vilar, Pierre. O renascimento das cidades: burguesias mercantis e corporações; in Santiago, Theo. Do feudalismo ao capitalismo: uma discussão histórica. São Paulo: Contexto, 2013; (Adaptado).
Marque a opção correta para os fatores da transição do feudalismo para o capitalismo:
“Os cristãos da época feudal, ao menos aqueles dos quais se podem conhecer as atitudes, mantém-se diante do poder divino nas posturas rituais de quem faz a consagração de si” Duby, G. Feudalidade e poder privado, in Duby, Georges (Organização): História da Vida Privada, 2: da Europa Feudal à Renascença.. São Paulo: Companhia das Letras, 2015; (Adaptado).
Sobre os processos de cristianização na Europa marque a opção correta:
“Os maias formavam uma civilização que foi desenvolvida na região conhecida como Mesoamérica e que ficava localizada na América Central, em sua maior parte, e América do Norte, apenas em parte do território em que hoje está localizado o México.” Portal História do Mundo (Adaptado). Sobre a religião tratada pela civilização Maia, marque a opção correta:
Text 6
The sociolinguistics of English as Lingua Franca (EFL) pronunciation.
As far as sociolinguistics is concerned, the first task is to problematise the notion of standard accent. Essentially there is no such thing as a ‘standard’ accent, merely prestige accents, primarily RP and General American English (GA), stigmatised accents both native and (more often) non-native (see Lippi-Green, 1997; Bonfiglio, 2002), and a range of variously tolerated regional and social accents between the two extremes. The so-called BritishEnglish standard accent (RP) is claimed nowadays to be used by a mere fraction of British Native Speakers (NSs), possibly only three per cent in its unmodified form (see Trudgill, 2002: 171). The vast majority of NSs of English speak with regionallyand/or socially-modified accents, whether tolerated or stigmatised. Clearly, then, the RP accent cannot be ‘standard’ in the sense of being a widely-used norm. Instead, ‘standard’ refers accent-wise to a level of pronunciation assumed by many to be better in some way than the others, and is thus standard only in the sense of a level of excellence to be aspired to. Excellence, however, is not something that can be measured linguistically: it is not intrinsic to an accent, but merely reflects the value judgements of the elitist group who habitually use it or would if they could.
It should be a matter for teachers and their learners to decide whether they wish to subscribe to the (linguistically-unsound) belief in the superiority of RP. In some communication contexts an RP accent will undoubtedly provide them with a social advantage. This is more likely to be the case if learners intend to use their English to communicate and blend in largely with NSs, especially if the communication will take place in NS countries. Even here, though, their awareness should be raised to the fact that the majority of NSs with whom they communicate will not have an RP accent. At the most, it will probably be regionallymodified RP. On the other hand, having been apprised of the facts of sociolinguistic variation, learners may prefer to project their own (L2) regional and social identity through their accent. In this case their goal is more likely to be an accent that retains a clear trace of their L1, provided that it does not threaten the intelligibility of their pronunciation in their target (probably ELF) communication contexts.
JENKINS, J. Teaching Pronunciation for English as a Lingua Franca: A Sociopolitical Perspective. In GNUTZMANN, C.; INTEMANN, F. (Org.) The Globalization of English and the English Language Classroom. Oxford: OUP, 2005. p. 145-158.