Questões de Concurso
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Segundo a Convenção para a Proteção do Patrimônio Cultural e Natural Mundial da UNESCO (1972), são considerados parte do patrimônio cultural ou natural mundial: conjuntos urbanos que exibem uma unidade arquitetônica significativa ou uma harmoniosa integração paisagística; monumentos naturais de valor universal excepcional, seja por sua estética ou importância científica; e grutas que ostentam inscrições e pinturas com valor excepcional sob a ótica histórica ou científica.
Com a proclamação da Constituição Federal de 1988, intensificou‑se o debate técnico sobre o patrimônio cultural em suas dimensões material e imaterial, no sentido da implementação de uma política federal. Um dos marcos desse processo é a Carta de Fortaleza, de 1997, resultado do Seminário Patrimônio Imaterial: estratégias e formas de proteção.
O patrimônio nacional de ciência e tecnologia engloba todo o conhecimento científico e tecnológico produzido pelo homem, bem como objetos, coleções e construções arquitetônicas que testemunham esses processos.
O patrimônio nacional de ciência e tecnologia abrange, exclusivamente, a produção de conhecimento no campo da matemática e da física.
O patrimônio nacional de ciência e tecnologia inclui apenas objetos físicos, como documentos em suporte papel, coleções arqueológicas e construções arquitetônicas.
A Lei Federal n.o 11.904/2009, que instituiu o Estatuto de Museus, assim como a definição de museu de 2007, não menciona a sustentabilidade ambiental como princípio fundamental dos museus.
A proposta de definição de museu oferecida pelo ICOM possui caráter obrigatório sob a ótica jurídica, o que significa que sua adoção é compulsória, não obstante a existência de legislações nacionais específicas para museus em diversos países.
A assembleia geral extraordinária do ICOM aprovou a nova definição de museu com ampla maioria de 487 votos favoráveis (92,4%) e 23 contrários (4,36%), durante a Conferência Geral em Praga, culminando um esforço de dezoito meses envolvendo profissionais de museus de 126 comitês nacionais, com destaque para a participação significativa da América Latina.
A nova definição retira a ênfase na exibição do patrimônio material e imaterial.
A atualização reflete os desafios contemporâneos enfrentados pela sociedade, como a necessidade de promover a diversidade e a sustentabilidade, bem como operar de forma ética e inclusiva.
A mudança ocorreu após as manifestações de muitos trabalhadores do setor museal, que entendiam que a definição de 2007 não refletia adequadamente a forma e o funcionamento dos museus.
Atendendo às demandas do setor, o secretariado‑geral do ICOM elaborou a versão preliminar da definição que veio a ser aprovada em Praga, no ano de 2022.
Ambas as definições contemplam a expansão do significado de patrimônio como tangível ou intangível, adicionado à definição em 2007.
A mudança de definições entre 2007 e 2022 indica uma alteração no entendimento e na percepção do papel das comunidades nas instituições museais.
Um sistema computacional consiste na parte abstrata do sistema (hardware), que é capaz de processar as partes eletrônicas e mecânicas (software).
Bruce (2013) define as sete faces da information literacy: tecnologia da informação; fontes de informação; processo de informação; controle da informação; construção do conhecimento; extensão do conhecimento; e inteligência.
Historicamente, o uso do termo arquitetura da informação surgiu com os trabalhos de Richard Saul Wurman, na década de 60. Por ser arquiteto, Wurman percebeu que coletar, armazenar e disponibilizar informações para atender a uma comunidade específica era semelhante a planejar espaços arquitetônicos, pois essas atividades podem, para ele, ter o objetivo comum de organizar os espaços para seus clientes (WURMAN, 1997).
A arquitetura da informação surgiu como um modelo de gestão de unidades informacionais, com base na distribuição do espaço físico nas organizações.
A rede de serviços de preservação digital Cariniana, do IBICT, é uma alternativa para organizações que desejam colecionar, armazenar, preservar e oferecer acesso a seus acervos mais importantes em cópias digitais autorizadas no Brasil.
O portal Oasis‑Br de publicações científicas de acesso aberto, criado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), integra os sistemas de informação de teses e de dissertações existentes nas instituições de ensino e pesquisa do Brasil.