Questões de Concurso Comentadas para saae de indaiatuba - sp

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Q3988734 Noções de Informática
No SAAE, relatórios técnicos e administrativos frequentemente passam por revisões sucessivas antes de sua publicação oficial, envolvendo contribuições de diferentes setores, como engenharia, operação e gestão. Para garantir rastreabilidade das alterações, transparência no processo de revisão e possibilidade de auditoria interna, é necessário utilizar um recurso específico do Microsoft Word. Considerando o uso do Microsoft Word para Windows (Configuração Padrão – Idioma Português- -Brasil), o recurso mais adequado para esse contexto é: 
Alternativas
Q3988733 Noções de Informática
Um analista do SAAE utiliza planilhas do Microsoft Excel (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil) para analisar dados operacionais e administrativos, realizando cálculos, validações lógicas e ajustes de apresentação textual em relatórios internos. Para isso, ele emprega o uso conjunto de funções do Excel em uma mesma fórmula. Sobre a combinação de funções matemáticas, lógicas e de formatação de texto no Microsoft Excel, é INCORRETO afirmar que as funções: 
Alternativas
Q3988726 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática 

        A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

        Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

        A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

        Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

        Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

        Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.

(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Analise o seguinte excerto: “Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, [...]” (5º§). Em relação aos termos destacados, assinale a alternativa que apresenta a análise morfossintática correta.
Alternativas
Q3988725 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática 

        A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

        Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

        A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

        Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

        Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

        Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.

(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
No trecho “[...] mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis.” (4º§), a preposição em destaque estabelece uma relação semântica de: 
Alternativas
Q3988724 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática 

        A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

        Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

        A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

        Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

        Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

        Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.

(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Sobre os termos destacados em: “Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.” (6º§), assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3988723 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática 

        A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

        Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

        A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

        Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

        Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

        Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.

(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Analise o emprego do sinal indicativo de crase nos seguintes trechos do texto:
I. “[...] 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável [...]” (1º§).
II. “Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, [...]” (2º§).
Quanto ao uso do acento grave nos trechos anteriores, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3988722 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática 

        A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

        Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

        A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

        Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

        Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

        Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.

(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Assinale a alternativa cujo emprego das vírgulas justifica-se devido ao adjunto adverbial deslocado e de longa extensão. 
Alternativas
Q3988721 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática 

        A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

        Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

        A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

        Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

        Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

        Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.

(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Analise o trecho: “A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.” (4º§). No contexto em que é empregado, o termo “inação” exprime a ideia de:
Alternativas
Q3988720 Administração Pública
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática 

        A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

        Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

        A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

        Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

        Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

        Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.

(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
De acordo com as informações e a argumentação apresentadas no texto, a principal causa da ineficiência no enfrentamento das crises hídricas e climáticas reside no(a): 
Alternativas
Q3988719 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática 

        A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

        Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

        A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

        Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

        Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

        Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.

(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Em relação à concordância dos termos destacados nos trechos a seguir, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3988717 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática 

        A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

        Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

        A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

        Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

        Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

        Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.

(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Analise sintaticamente o trecho “Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos.” (5º§) e assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3964132 Engenharia de Software
Considerando que o processo de mensuração de software envolve coletar dados de produtos e processos para gerar métricas, visando melhorar a qualidade do software e a produtividade, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3964131 Gerência de Projetos
Tendo como base a Gerência de projetos de software (PMBoK), analise as afirmativas a seguir, que caracterizam um projeto.

I. Migração do banco de dados para novo servidor.
II. Monitoramento de performance do banco de dados.
III. Apresentação de um painel Power BI dos dados coletados.
IV. Desenvolvimento de software para análise dos dados coletados.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3964130 Noções de Informática
Big Data é um conceito que descreve conjuntos de dados complexos que os métodos e as ferramentas tradicionais de processamento de dados não conseguem lidar de forma eficaz. Com base no conceito clássico, caracterizam o “Vs” do Big Data:
Alternativas
Q3964129 Arquitetura de Software
Diante da vasta quantidade de dados e a necessidade de baixa latência em certas operações no SAAE de Indaiatuba, foi solicitada a implementação de um sistema, utilizando a Internet das Coisas (IoT), visando ao processamento mais próximo da fonte de dados, buscando ações em tempo real e redução da largura da banda necessária para o envio dos dados para a nuvem. Nesse contexto, qual a IoT deverá ser utilizada no caso hipotético apresentado? 
Alternativas
Q3964128 Banco de Dados
Considere, hipoteticamente, que o SAAE de Indaiatuba implantou uma solução de BI para acompanhar indicadores como consumo médio por região, inadimplência, perdas na distribuição de água e eficiência operacional. Para isso, foi planejada a criação de Datamarts alimentados periodicamente a partir dos sistemas transacionais existentes. Sobre os conceitos de Datamarts e processos ETL, no contexto de soluções de BI, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3964127 Arquitetura de Software
Durante a integração entre o sistema de arrecadação do SAAE de Indaiatuba e uma plataforma estadual de controle financeiro, optou-se pela utilização de Web Services baseados em SOAP, em razão de requisitos de interoperabilidade, padronização formal e suporte a transações complexas. Considerando as características do protocolo SOAP e seus padrões associados, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3964126 Sistemas Operacionais
O SAAE de Indaiatuba iniciou um projeto de modernização de sua infraestrutura, substituindo servidores físicos dedicados por uma plataforma de virtualização para hospedar sistemas de faturamento, atendimento ao consumidor e integração com aplicativos móveis. Sobre os conceitos e tecnologias de virtualização, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3964125 Redes de Computadores
O sistema de telemetria do SAAE de Indaiatuba coleta dados de consumo em tempo quase real e os transmite pela rede corporativa utilizando protocolos baseados na arquitetura TCP/IP. Considerando o modelo OSI e o conjunto de protocolos TCP/IP, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3964123 Banco de Dados
A correta modelagem de dados é essencial para garantir integridade, desempenho e manutenção dos sistemas corporativos. Em autarquias como o SAAE de Indaiatuba, bancos de dados mal modelados podem gerar inconsistências em cadastros de consumidores, medições de consumo e faturamento. Considerando os princípios de normalização de dados, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Respostas
21: D
22: D
23: A
24: B
25: A
26: C
27: C
28: B
29: D
30: D
31: C
32: B
33: D
34: B
35: B
36: D
37: C
38: C
39: D
40: B