Questões de Concurso
Comentadas para trt - 23ª região (mt)
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Projeto é a unidade elementar do processo de planejamento, constituindo-se em um conjunto de ações e recursos para a consecução de objetivos concretos, perfeitamente especificados e destinados a gerar benefícios. Entre as etapas de elaboração de projetos em unidades de informação, a de planejamento de recursos permite definir
No planejamento de espaços físicos para unidades de informação, principalmente no caso de construção de um novo edifício, deve-se ter a preservação dos materiais como um dos critérios a ser considerado desde o início do processo. Assim, devem ser evitadas as chamadas zonas de risco, tais como aquelas
A definição de Maria Christina Barbosa de Almeida refere-se
Em unidades de informação, o processo de escolha de indicadores de desempenho se inicia pela definição dos aspectos que se deseja avaliar ou pela elaboração de perguntas avaliativas. Assim, um dos indicadores que ajudaria a responder à pergunta "Em que medida o programa de divulgação da biblioteca × está contribuindo para o aumento do uso da biblioteca?" é
Como estratégia competitiva formal e reconhecida, ele surge durante a década de 1980, a partir da iniciativa da Xerox Reprographics de se contrapor a seus competidores e recuperar sua fatia do mercado nos Estados Unidos, dizendo respeito à melhoria de desempenho e podendo ser visto como um processo formal que visa medir e comparar um processo, produto ou serviço existentes com aqueles reconhecidos como os melhores do mercado, tanto dentro como fora da organização. Trata-se do
No Brasil a primeira proposta formal de qualidade para o setor público, criada em 1990, denomina-se Sub- Programa da Qualidade e Produtividade na Administração Pública, enfatizando a gestão de processos. A ele seguiram o Programa da Qualidade e Participação na Administração Pública (QPAP - 1996), e o Programa de Qualidade no Serviço Público (PQSP - 2000). Finalmente, em 2005 o Governo Federal lançou o GESPÚBLICA, direcionado para gestão por resultados orientada para o cidadão. Esse programa também recebe o nome de
Uma forma de instituir o empreendedorismo em unidades de informação relaciona-se com a figura dos empreendedores internos. No entanto, para sua efetividade em unidades de informação ligadas à administração pública é importante, com o uso de ferramentas gerenciais, identificar os potenciais empreendedores internos. Pode-se destacar que tais indivíduos são orientados para
Recente na Ciência da Administração, o campo de estudos conhecido como empreendedorismo pode beneficiar as unidades de informação. Até o século XIX ele esteve associado ao lucro, mas mais modernamente é associado
Entre os fatores que dificultam ou impedem a implementação de programas de qualidade em unidades de informação, Barbêdo e Turrioni, em artigo de 2003, destacam o apoio dos órgãos gerenciadores do sistema público e institucional; a atualização contínua e treinamento; a autovalorização do bibliotecário e a burocracia. Outros fatores que podem também ser acrescentados aos citados são
Em uma economia cada vez mais baseada em serviços, o conhecimento é fator decisivo para a sobrevivência organizacional, sendo encarado como uma vantagem estratégica de alto valor presente em sistemas de informação, bases de dados, compartilhamento de idéias e na transmissão interpessoal. Nesse ambiente, a gestão das pessoas representa aspecto essencial à bem sucedida concretização dos objetivos e metas da instituição, constituindo- se em
Um usuário precisa consultar o texto completo da Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990, mais conhecida como Estatuto da Criança e do Adolescente, inclusive as alterações e dispositivos a ele acrescentados desde a sua publicação. Para auxiliar o usuário a obter a informação desejada, de maneira eficiente e rápida, o bibliotecário jurídico irá indicar uma busca
O uso de sistemas de classificação bibliográfica como a CDU em serviços de informação on line tem se mostrado eficiente, entre outras razões, porque a classificação
Da ação dos justos
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e combativa juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
omissão das pessoas justas e honestas diante das manifestações de violência e de corrupção que se multiplicam em
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
dignidade.
Como não concordar com a oportunidade da frase?
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
gera conseqüências
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX.
(Aristides Villamar)
Da ação dos justos
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e combativa juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
omissão das pessoas justas e honestas diante das manifestações de violência e de corrupção que se multiplicam em
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
dignidade.
Como não concordar com a oportunidade da frase?
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
gera conseqüências
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX.
(Aristides Villamar)