Questões de Concurso
Comentadas para câmara de caucaia - ce
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Com referência às relações interpessoais, marque a opção CORRETA.
O arquivista deve adotar algumas posturas que podem contribuir, de forma significativa, para a boa imagem da instituição e mesmo para que o público tenha uma boa impressão de seu atendimento. Analise as afirmativas a seguir.
I. Procurar conhecer o perfil do público a ser atendido.
II. Conscientizar-se do papel que exerce e contribuir para o alcance dos objetivos do órgão.
III. Ter forte conexão com o público-alvo da instituição.
IV. Obedecer rigorosamente às regras da instituição, sendo inflexível e, desse modo, demonstrando seriedade no trabalho.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
Existe uma disciplina que tem por objetivo o estudo da escrita e de suas variações através do tempo, a qual os centros de documentação e arquivos utilizam, entre outras áreas científicas, para auxiliar no melhor tratamento de seus acervos.
Entre outras vantagens da microfilmagem de documentos de arquivo, podemos dizer que a principal é ter
Arquivos de valor permanente, públicos e privados, acumulados no âmbito de um país, de um estado ou de um município. Chamamos este conjunto de arquivos de patrimônio
Em relação ao sistema de informação de gestão arquivística de documento, analise as afirmativas a seguir.
I. Audiovisuais.
II. Digitais.
III. Digitais e convencionais.
IV. Audiovisuais e textuais.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
Liberalli, em 2004, disse o seguinte: "Ordenação dos conjuntos documentais remanescentes das eliminações (na frase corrente e na intermediária, em obediência à Tabela de Temporalidade), obedecendo a critérios que respeitam o caráter orgânico dos conjuntos, interna e externamente”. Qual das alternativas a seguir corresponde corretamente a esse conceito.
É necessário e indispensável o controle da temperatura e da umidade relativa do ar para a preservação dos acervos bibliográficos, pois as variações provocam aceleração na deterioração dos documentos e proliferação de microrganismos. Portanto, cumpre-nos o controle desses índices aceitáveis de temperatura na área do arquivo, que deverão ser o mais próximo possível de
Numa instituição, em seu acervo de caráter permanente, constam documentos micrográficos, textuais e iconográficos. Considerando o tratamento e o acesso ao acervo, analise as afirmativas a seguir.
I. Diante da montagem e da organização de todos os documentos iconográficos, especificamente das fotografias, a organização deverá ser realizada do particular para o geral.
II. De acordo com as normas da ISAD(G), o DPF poderá considerar suas superintendências como seções do mesmo fundo arquivístico.
III. Por meio das informações do guia do arquivo, o pesquisador poderá identificar os conjuntos documentais de seu interesse e tomar ciência das condições de consulta.
IV. Os documentos fotográficos deverão constituir séries distintas das séries de documentos textuais, tendo em vista as especificidades de preservação dos diferentes suportes no quadro de arranjo.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
Analise as afirmativas a seguir sobre as funções arquivísticas e marque a opção CORRETA.
Em relação às vantagens e aos desafios sobre a utilização das novas tecnologias nos arquivos, analise as afirmativas a seguir.
I. Os sistemas eletrônicos de informação têm sido cada vez mais utilizados, para assegurarem a preservação e o acesso às informações a longo prazo considerando a sua capacidade de garantir a preservação e por ser o meio digital mais estável e eficiente para armazenamento e reparo mais rápido das informações.
II. Entende-se como gestão documental o conjunto de procedimentos que visam garantir mais eficiência e eficácia na produção, na tramitação, no uso, na avaliação e na destinação de documentos arquivísticos correntes e intermediários de uma instituição. A gestão diz respeito, contudo, apenas aos documentos convencionais, visto que, quando é concebida como um sistema informatizado que controla documentos eletrônicos e(ou) digitais, passa a ser chamada de sistema eletrônico de gerenciamento arquivístico.
III. Em um sistema eletrônico de gerenciamento arquivístico de documentos, metadados são estruturas padronizadas de informações sobre o documento (eletrônico ou não) que visam garantir sua documentabilidade e contribuir para a acessibilidade e preservação dos documentos.
IV. Nos processos de criação, transmissão e preservação de documentos em formato digital, deve-se definir claramente procedimentos e estratégias de gestão arquivística de documentos, a fim de se garantir a produção e a manutenção de documentos fidedignos, autênticos, acessíveis, compreensíveis e preserváveis.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
Sobre a construção ou adaptação de um espaço físico, com condições de atender e guardar acervos arquivísticos de caráter permanente que vise à representação e ao acesso, analise as alternativas a seguir e marque a CORRETA.
Os critérios de organização documental adotados estão indicados no instrumento chamado plano de classificação, estabelecido a partir do modelo do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ). Leia com atenção as afirmativas a seguir e marque a opção INCORRETA.
É necessário um ambiente próprio para conter os processos de deterioração e não propiciar um envelhecimento acelerado, pois é um material muito sensível. Estamos nos referindo a um material fotográfico.
Nesse sentido, marque a opção CORRETA que indica como manter o controle
Em relação às atividades de descrição arquivística, analise as afirmativas a seguir e marque a opção INCORRETA.
No Guia para a gestão arquivística de documentos eletrônicos (CIA, 1997), o Conselho Internacional de Arquivos relacionou algumas características para se distinguirem os documentos tradicionais dos documentos eletrônicos, dividindo-os em seis grandes áreas e indicando três áreas principais. Marque a alternativa que indica CORRETA e respectivamente as três áreas.
Marque a opção em que há um ditongo crescente oral.
Leia o texto para responder às questões 1 a 6.
A mulher do vizinho
Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.
O delegado resolveu passar uma chamada no homem e intimou-o a comparecer à delegacia.
O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo à ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
— O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
— Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
— Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?
Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
— Da ativa, minha senhora?
E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:
— Da ativa, Motinha! Sai dessa...
Fernando Sabino
“Foi então que a mulher do sueco interveio:” Sobre o verbo em destaque, marque a opção correta.
Leia o texto para responder às questões 1 a 6.
A mulher do vizinho
Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.
O delegado resolveu passar uma chamada no homem e intimou-o a comparecer à delegacia.
O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo à ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
— O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
— Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
— Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?
Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
— Da ativa, minha senhora?
E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:
— Da ativa, Motinha! Sai dessa...
Fernando Sabino
...compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. Sobre o termo destacado, indique a opção correta.
Leia o texto para responder às questões 1 a 6.
A mulher do vizinho
Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.
O delegado resolveu passar uma chamada no homem e intimou-o a comparecer à delegacia.
O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo à ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
— O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
— Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
— Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?
Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
— Da ativa, minha senhora?
E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:
— Da ativa, Motinha! Sai dessa...
Fernando Sabino
Em que parágrafo(s) se dá o clímax da história?