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Q2766839 Pedagogia

A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.

Os símbolos de multiplicação, subtração e fatorial estão representados, respectivamente, pelos pontos

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Q2766837 Braille

A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.

Os símbolos, representados pelos pontos (4,5-1,2,6-2); (4,5,6- 3,4,5); (1,3,5) representam, respectivamente:

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Q2766834 Pedagogia

A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.

Observando as três celas a seguir com os pontos: (1); (2,5,6); (1,2), lê-se:

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Q2766827 Pedagogia

A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.

O símbolo, representado pelos pontos 4,5,6-2,4,5, corresponde no sistema comum ao símbolo

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Q2766821 Pedagogia

A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.

O símbolo “pertence a“ é representado no Sistema Braille pelos pontos

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Q2766819 Braille

A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.

Alguns sinais podem utilizar mais de uma cela braille, como é o caso do sinal de radical. Esse sinal é representado pelos pontos

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Q2766816 Pedagogia

A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.

Faça a associação das colunas tendo em vista os seguintes sinais de agrupamentos.


COLUNA I

( 1 ) abre colchetes

( 2 ) abre chaves

( 3 ) abre barras

( 4 ) abre parênteses

( 5 ) abre parênteses auxiliares



COLUNA I

( ) pontos 1,2,6

( ) pontos 1,2,3,5,6

( ) pontos 2,6

( ) pontos 4,5,6

( ) pontos 5-1,2,3


A sequência correta é

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Q2766812 Braille

A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.

Dentre os símbolos de operações matemáticas fundamentais e as relações numéricas elementares, descritos abaixo, a representação correta é:

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Q2766809 Pedagogia

A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.

Para utilização e para aplicação do presente Código Matemático, NÃO se considera:

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Q2766788 Pedagogia

A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.

Consta nesse código que

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Q2766740 Edificações

Em um ensaio granulométrico de um solo feito com peneiras, a fração dos materiais, que passam na peneira 200, é

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Q2766735 Arquitetura

Um dos prédios do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais - Campus Juiz de Fora, MG, possui um comprimento de 40 metros, representado em um desenho arquitetônico por 20 cm.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Google Earth (2016).


A escala desta representação é

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Q2766734 Edificações

Em relação à sinalização tátil e visual, utilizadas na norma NBR 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, tem-se que

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Q2766733 Arquitetura

Atualmente, no mercado de engenharia civil, existem modelos de janelas com variados tipos de abertura, conforme figura abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


A correlação correta dos modelos de A a J com as afirmativas é:

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Q2766732 Edificações

Dentre as formas de estruturas, temos a alvenaria estrutural. Em relação aos elementos de alvenaria estrutural, as

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Q2766730 Edificações

Correlacione cada tipo de pré-lajes ou lajes mistas com as afirmativas, segundo algumas constatações inerentes ao processo construtivo e de uso.


1- tijolos furados

2- mistas

3- tipo treliças

4- nervuradas

5- concreto protendido


( ) Existe uma grande aplicação quando se tem a necessidade no projeto arquitetônico do chamado “teto liso”, constituído por lajes de grandes vãos sem vigas ou nervuras salientes.

( ) Utiliza tijolos de oito furos e resulta em espessura muito grande (25 cm), o que, às vezes, a torna inconveniente.

( ) São constituídos de painéis vazados de concreto com armação de aço em uma só direção, com peças que podem variar de 1 m de largura até 15 m de comprimento.

( ) Existe uma melhor aderência das vigotas ao concreto, utilizado no capeamento das lajes.

( ) Tem-se que o painel constituído de vigas de pequeno porte (vigotas), onde são apoiados os blocos, que podem ser de cerâmica ou de concreto.


A sequência correta é

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Q2766652 Português

INSTRUÇÃO: Considere o texto 3, a seguir, para responder às questões 11 a 15.


Texto 3

Ciência e o sentido da vida

Marcelo Gleiser

[1º§]Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez "aquela" pergunta: professor, por que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa, que considerava um privilégio poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa. Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.

[2º§]A ciência oferece uma oportunidade para que possamos nos engajar com o "mistério", como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: "A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou".

[3º§]Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana. Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.

[4º§]A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos. Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.

[5º§]É claro que um telescópio do século 19 não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver. Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.

[6º§]Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século 17, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos. Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.

[7º§]Esta é uma lição importante, que elaboro no livro "Ilha do Conhecimento": o conhecimento não evolui linearmente; cresce de forma imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor. Portanto, o mistério que nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por completo. Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.

[8º§]O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista. Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.

[9º§]A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 12/10/2014. Texto adaptado.

Dentre os pronomes grifados nas sentenças a seguir, houve uma ocorrência de O ou A como equivalente a um pronome demonstrativo em:

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Q2766651 Português

INSTRUÇÃO: Considere o texto 3, a seguir, para responder às questões 11 a 15.


Texto 3

Ciência e o sentido da vida

Marcelo Gleiser

[1º§]Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez "aquela" pergunta: professor, por que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa, que considerava um privilégio poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa. Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.

[2º§]A ciência oferece uma oportunidade para que possamos nos engajar com o "mistério", como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: "A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou".

[3º§]Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana. Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.

[4º§]A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos. Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.

[5º§]É claro que um telescópio do século 19 não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver. Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.

[6º§]Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século 17, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos. Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.

[7º§]Esta é uma lição importante, que elaboro no livro "Ilha do Conhecimento": o conhecimento não evolui linearmente; cresce de forma imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor. Portanto, o mistério que nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por completo. Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.

[8º§]O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista. Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.

[9º§]A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 12/10/2014. Texto adaptado.

NÃO é uma estratégia argumentativa utilizada no texto 3 o uso de

Alternativas
Q2766644 Português

INSTRUÇÃO: Considere o texto 3, a seguir, para responder às questões 11 a 15.


Texto 3

Ciência e o sentido da vida

Marcelo Gleiser

[1º§]Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez "aquela" pergunta: professor, por que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa, que considerava um privilégio poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa. Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.

[2º§]A ciência oferece uma oportunidade para que possamos nos engajar com o "mistério", como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: "A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou".

[3º§]Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana. Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.

[4º§]A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos. Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.

[5º§]É claro que um telescópio do século 19 não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver. Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.

[6º§]Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século 17, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos. Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.

[7º§]Esta é uma lição importante, que elaboro no livro "Ilha do Conhecimento": o conhecimento não evolui linearmente; cresce de forma imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor. Portanto, o mistério que nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por completo. Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.

[8º§]O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista. Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.

[9º§]A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 12/10/2014. Texto adaptado.

De acordo com o texto 3, a ciência

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Q2764574 Direito Administrativo

Considerando os princípios expressos, discutidos por Carvalho-Filho (2015), acerca do tema princípios administrativos do ponto de vista da legalidade e da eficiência, eles expressam, respectivamente, que

Alternativas
Respostas
101: A
102: D
103: B
104: E
105: A
106: E
107: B
108: E
109: E
110: A
111: A
112: C
113: A
114: E
115: E
116: B
117: E
118: D
119: D
120: E