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I- Benzodiazepínicos. II- Medicamentos tricíclicos e tetracíclicos. III- Citrato de sildenafila.
Assinale a opção CORRETA:
Reportagem retirada do jornal de notícias espanhol El País, publicada no dia 05 de outubro de 2017 sob o link: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/27/ciencia/1506522721 _155894.html
Referente a Transtornos relacionados à cafeína assinale a opção INCORRETA.
Reportagem retirada do jornal de notícias alemão Deutsche Welle, publicada no dia 11 de novembro de 2018 sob o link
https://www.dw.com/pt-br/como-a-toxoplasmoseage-no-c%C3%A9rebro/a-46235773
Alguns dos critérios diagnósticos do DSM-5 para esquizofrenia são:
I- Se há história de transtorno do espectro autista ou de um transtorno da comunicação iniciado na infância, o diagnóstico adicional de esquizofrenia é realizado somente se delírios ou alucinações proeminentes, além dos demais sintomas exigidos de esquizofrenia, estão também presentes por pelo menos um mês (ou menos, se tratados com sucesso).
II- A perturbação não pode ser atribuída aos efeitos fisiológicos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou a outra condição médica.
III- Por período significativo de tempo desde o aparecimento da perturbação, o nível de funcionamento em uma ou mais áreas importantes do funcionamento, como trabalho, relações interpessoais ou autocuidado, está acentuadamente abaixo do nível alcançado antes do início (ou, quando o início se dá na infância ou na adolescência, incapacidade de atingir o nível esperado de funcionamento interpessoal, acadêmico ou profissional).
Assinale a opção CORRETA:
Fundamentado no CID10, assinale a opção CORRETA sobre a síndrome de Asperger.
I- Segundo o DSM-IV-TR, a incidência anual de esquizofrenia fica entre de 0,5 a 5 por 10 mil, com algumas variações geográficas nos Estados Unidos.
II- A esquizofrenia é prevalente mais em homens do que em mulheres.
III- O início da esquizofrenia antes dos 10 anos ou após os 60 anos é extremamente raro.
Analisadas as assertivas, assinale a opção CORRETA:
I- Formulação de uma questão clínica.
II- Reunir evidências para responder à pergunta.
III- Criar procedimentos padrões aplicáveis a qualquer tipo de paciente e em qualquer lugar.
IV- Avaliação da qualidade e validade das evidências.
V- Decidir como aplicar as evidências ao tratamento de um paciente específico.
Estão CORRETOS:
I- O abdome agudo (AA) descreve uma dor abdominal aguda, de intensidade severa, iniciada de forma súbita ou progressiva, com duração inferior a sete dias (usualmente menor do que 48 horas). A persistência do quadro por 6 horas ou mais é forte indicativo de patologia com significância cirúrgica.
II- As causas são, exclusivamente, patologias potencialmente graves e fatais, tais como úlcera perfurada, gravidez ectópica rota ou isquemia mesentérica.
III- Devido a dificuldades de se realizar um diagnóstico no primeiro atendimento e a grande quantidade de manifestações, é importante que na avaliação inicial sejam excluídas doenças graves como a dissecção aguda de aorta e também afecções com perspectiva de abordagem cirúrgica de natureza inflamatória (apendicite e colecistite), perfurativa (doença péptica e neoplasias), vascular (embolia e trombose mesentérica) e obstrutiva (bridas, hérnias de parede e neoplasias).
IV- O exame do abdome constitui etapa fundamental da observação de um doente com suspeita de abdome agudo, e deve incluir a inspeção, ausculta, palpação e percussão. Além disso, é preciso se investigar a presença de sinais clássicos, como sinal de Blumberg, teste de tosse, sinal de Carnett, sinal de Murphy, sinal de Psoas, sinal do obturador e sinal de Rovsing.
Estão corretos:
(__) Várias alterações na fisiologia anorretal podem causar incontinência, sendo comum a ocorrência de mais de uma deficiência associada. Como exemplo de distúrbios que podem levar à incontinência, destacamos os defeitos da musculatura do períneo causados pelo parto vaginal, os traumas, ou as condições associadas a cirurgias anorretais.
(__) Alterações neurológicas também podem causar incontinência, mesmo com a musculatura intacta. É o caso da degeneração do nervo pudendo ou de alterações sistêmicas como o diabetes, que podem influenciar de forma negativa a continência ou controle da função anal.
(__) Não é certo que a velocidade e consistência das fezes que chegam ao reto sejam suficientes para contribuir com a dificuldade de continência. Proctites (inflamação da mucosa retal) causadas por inflamação ou radioterapia alteram a sensibilidade retal diminuindo a capacidade de acomodação do reto, causando sensação de urgência e aumento na frequência das evacuações.
(__) Em pacientes portadores de retocele volumosa ou megarreto as fezes endurecidas em grande quantidade se acumulam no reto causando um tipo de incontinência dita por transbordamento. Pacientes com prolapso retal também podem apresentar incontinência.
(__) A consistência das fezes tem grande importância no desenvolvimento de incontinência fecal, principalmente em pacientes que apresentam algum tipo de déficit muscular, neurológico ou anatômico. Fezes líquidas ou pastosas não são adequadas e a causa desta condição deve ser investigada. Outras causas estão associadas ao aumento de gorduras ou açúcares na dieta, a síndrome do intestino irritável, as alterações metabólicas como hipertireoidismo ou diabetes, as cirurgias que diminuem o comprimento intestinal ou do reto ou, ainda, as cirurgias que aceleram o trânsito intestinal, como a extração da vesícula biliar.
Respondidos os itens, a sequência correta é:
Os sinais iniciais são: fragilidade da pele, erosão e às vezes, bolhas. As lesões causam prurido leve a grave. Quando em crianças, pode ser confundido com abuso sexual. Com o tempo, o tecido envolvido se torna atrófico, fino, hipopigmentado (pode haver manchas por hiperpigmentação secundária), fissuras e descamação. Há formas hiperqueratóticas e fibróticas.
O enunciado descreve:
É o mais profundo, estendendo-se ao longo do esfíncter até abaixo do levantador do ânus; pode penetrar no lado contralateral, formando um abscesso em “ferradura”. Abscessos acima do levantador do ânus são bastante profundos e podem se estender ao peritônio ou órgãos abdominais; esse abscesso frequentemente resulta de diverticulite ou doença inflamatória pélvica.
O enunciado descreve: