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O verbo empregado nos mesmos tempo e modo que o grifado acima está em:
Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:
O segmento em destaque na frase acima exerce a mesma função sintática que o elemento grifado em:
I. Qualquer aplicação pode ser armazenada nos computadores ou no disco compartilhado, mas os dados devem ser armazenados no disco compartilhado.
II. Se a aplicação falhar e não puder ser reiniciada ou se o computador inteiro falhar, o acesso exclusivo do nó aos dados da aplicação será encerrado e concedido a outro nó do cluster. A aplicação será reiniciada neste novo nó.
III. Se a aplicação falhar e for reiniciada perderá as informações de estado que se encontravam na memória do sistema que falhou, mas poderá continuar a funcionar com base no estado que gravou pela última vez no disco compartilhado.
Está correto o que se afirma em
Em defesa da dúvida
Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo. Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.
A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.
(Cássio da Silveira, inédito)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
I. Daemon.
II. Overhead.
III. Quantum.
IV. Interrupção.
Com os conceitos:
a. Evento gerado por hardware que interrompe o fluxo de execução de uma aplicação e possibilita a multitarefa.
b. Fração de tempo em que uma aplicação permanece em execução, em um sistema operacional multitarefa.
c. Trabalho de autogerenciamento realizado pelo sistema operacional.
d. Processo que pode ser carregado durante o startup do sistema operacional, responsável pela inicialização e execução de diversos serviços; é executado em background e caracterizado por não apresentar interação com os usuários.
As associações corretas são:
Considere que os comandos foram executados na sequência da numeração indicada:
[1] CREATE TABLE Tab_InfJuv (ID integer UNIQUE, Unidade varchar (50), Defensor varchar (50), Tipo integer);
[2] INSERT INTO Tab_InfJuv VALUES ( 11, 'Chacara Santo Antonio-Sao Paulo', 'Jorge da Silva', 1);
[3] INSERT INTO Tab_InfJuv VALUES ( 14, 'Parque Monteiro Soares- Sao Paulo', 'Maria Joana Santos', 2);
[4] INSERT INTO Tab_InfJuv VALUES ( 12, 'Centro-São Paulo', 'Jorge da Silva', 2);
[5] INSERT INTO Tab_InfJuv VALUES ( 32, 'Centro-Diadema', 'Ana Maria da Silva', 1);
O comando SQL correto é:
Considere que os comandos foram executados na sequência da numeração indicada:
[1] CREATE TABLE Tab_InfJuv (ID integer UNIQUE, Unidade varchar (50), Defensor varchar (50), Tipo integer);
[2] INSERT INTO Tab_InfJuv VALUES ( 11, 'Chacara Santo Antonio-Sao Paulo', 'Jorge da Silva', 1);
[3] INSERT INTO Tab_InfJuv VALUES ( 14, 'Parque Monteiro Soares- Sao Paulo', 'Maria Joana Santos', 2);
[4] INSERT INTO Tab_InfJuv VALUES ( 12, 'Centro-São Paulo', 'Jorge da Silva', 2);
[5] INSERT INTO Tab_InfJuv VALUES ( 32, 'Centro-Diadema', 'Ana Maria da Silva', 1);
O comando SQL
Nada me alegra mais do que deparar com uma obra de arte que, além de suas qualidades artísticas, seja inovadora. Não poderia ser de outro modo, pois costumo dizer que a arte existe porque a vida não basta. E quando digo vida, nela incluo, claro, também a arte que já existe. Daí porque o surgimento do novo é inerente à própria criação artística. Nenhum artista quer fazer o que já fizeram ou o que ele próprio já fez. Por isso, fazer arte é fazer o novo.
Só que o novo, autenticamente novo, não é uma criação a partir de nada, mas, sim, uma manifestação inusitada que surge do trabalho do artista, do processo expressivo em que está mergulhado. Esse processo não tem a lógica comum ao trabalho habitual, já que o trabalho criador é, essencialmente, a busca do espanto.
A história da arte mostra que houve momentos em que a necessidade do novo levou a um salto qualitativo. Exemplo disso foi quando Claude Monet pintou a célebre tela que determinou o surgimento do Impressionismo.
Este foi um caso especial, já que para ele concorreram fatores diversos, que vão desde a implantação das estradas de ferro, que facilitaram a ida das pessoas ao campo, até a nova teoria das cores. O pintor, então, sai do ateliê, vai pintar ao ar livre e a pintura se torna também o registro da mudança cromática da paisagem com o passar das horas. Mas isso é a explicação teórica; na prática, a pintura impressionista revela uma nova beleza, um novo encantamento. Até que o pintor Paul Cézanne provoca uma nova ruptura nessa linguagem.
É a partir de então que a busca do novo se acelera, talvez até em consequência do dinamismo da vida moderna. A própria sociedade - a economia, a produção industrial, as descobertas científicas - muda a cada dia. E assim, de certo modo, o novo, que era consequência natural da criatividade artística, tornou-se o objetivo do artista. Mais do que fazer arte, ele deseja agora fazer o novo, que passou a ser um valor em si mesmo.
Sucede que a busca do novo pode conduzir à desintegração da linguagem artística, o que ocorreu com as artes plásticas durante o século 20. Não tendo mais linguagem, os que tomaram esse rumo passaram a usar objetos do cotidiano como meio de expressão, bastando, para isso, deslocá-los de sua situação usual e pô-los numa galeria de arte.
(Adaptado de Ferreira Gullar. Folha de S. Paulo, 6/1/13)
já que o trabalho criador é, essencialmente, a busca do espanto.
Considerando-se o contexto, o elemento grifado pode ser corretamente substituído por:
O equívoco, contudo, não anula o fato de que, após 2014, o Brasil terá uma rede de estádios com padrões inéditos de acolhimento de público. O clima da Copa motivou alguns clubes a investir, por iniciativa própria, em novas arenas – caso do Grêmio, em Porto Alegre, e do Palmeiras, em São Paulo.
Esses palcos modernos e confortáveis podem desfazer a imagem do estádio como um lugar inóspito, com violência entre torcedores.
Tal mudança, se ocorrer, poderá vitaminar a bilheteria dos jogos – um calcanhar de aquiles das finanças dos clubes. As arenas também propiciarão ganhos com shows.
(Trecho de editorial da Folha de S. Paulo, 16 de dezembro de 2012, A2)
É possível identificar corretamente, no texto,
I. Um servidor proxy pode ser utilizado para compartilhar uma conexão com a Internet, melhorar o desempenho do acesso através de um cache de páginas e bloquear acesso a determinadas páginas; sempre há a necessidade de um computador dedicado para a execução deste serviço.
II. Os serviços de multiplexação/demultiplexação, transferência de dados (confiável ou não), controle de fluxo e controle de congestionamento, são implementados pela camada de transporte, considerando a pilha de protocolos TCP/IP.
III. Cabo par trançado, para tráfego de voz e dados e interligar computadores com switchs/hubs deve ser crimpado, a partir do pino 1, na seguinte sequência de cores: branco+laranja, laranja, branco+verde, azul, branco+azul, verde, branco+marrom, marrom.
IV. Os sistemas de IDS (Intrusion Detection System)/ IPS (Intrusion Prevention System) são conjuntos de ferramentas que, aplicados ao firewall, proporcionam o monitoramento de tráfego tanto de entrada como de saída, local ou em rede, permitindo saber qual a origem do ataque e tomar medidas, como bloqueio do endereço IP atacante.
Está correto o que se afirma em
Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama simbólico.
Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas, sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos.
Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, distinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá, segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar muito exercitado seria perceptível o sinal.
(Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
Há no texto a sugestão de que