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Q3784050 Português

Texto para responder a questão.



João Paulo Bem‑te‑vi


    Eis um personagem que você ainda não conhece no folclore brasileiro. Reza a lenda que, no primeiro dia de dezembro, a primeira criança que subir num pé de goiaba ou de manga às 06:00h da manhã em ponto vira um bem-te-vi e sai voando e cantando livremente, feito passarinho.


    O que acontece depois, bem… As versões variam. Uns dizem que o bem-te-vi acorda de um sonho atrasado para a escola. Outros, que o João Paulo Bem‑te‑vi pode ser qualquer um de nós, que já foi passarinho e apenas não se lembra de mais nada… Seja como for, um novo dezembro sempre vem...


Internet: (com adaptações).

Considerando a estrutura e o conteúdo do texto, é correto afirmar que ele pertence ao gênero
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1237563 Engenharia de Software
"Ferramenta de decomposição do trabalho do Projeto em partes manejáveis". Identifique a alternativa abaixo que melhor corresponda a essa definição.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1230111 Legislação Federal
Considere a Lei Complementar 123 de 14/12/2006 para responder a questão.
Das afirmações abaixo: 
I. Microempresa: pessoa jurídica que aufere, em cada ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ 2.400.000,00. 
II. Empresa de Pequeno Porte: pessoa jurídica que aufere, em cada ano-calendário, receita bruta superior a R$ 2.400.000,00 e igual ou inferior a R$ 8.400.000,00. 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1224609 Gerência de Projetos
O PMBOK é uma das grandes referências no Gerenciamento de Projetos. Destaque a área de conhecimento abaixo que NÃO pertence às nove áreas do PMBOK. 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1224504 Arquitetura de Software
A maior parte das implementações de SOA se utiliza dos seguintes Web Services, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1224290 Programação
Quanto às duas frases abaixo, pode-se afirmar que: 
- Tabela dinâmica é um dos recursos mais poderosos do MS Excel 2007, pois serve para criação de resumos e relatórios rápidos a partir de dados contidos em uma planilha. 
- O Visual Basic for Applications (VBA) do MS Excel 2007 é uma linguagem de programação baseada no Visual Basic que adiciona a capacidade de automatizar tarefas do Excel.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1211791 Administração Geral
A renda dos Conselhos Regionais de Administração é constituída pelas seguintes fontes, exceto:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1206443 Programação
Quanto às duas frases abaixo, a respeito do Adobe Dreamweaver, pode-se afirmar que: 
- O painel de comportamentos não permite a criação de JavaScript básico pois existe a necessidade de conhecimento de codificação. 
- Permite ter uma arquitetura expansível, pois suas extensões, que são pequenos programas geralmente em HTML e JavaScript, proporcionam funcionalidades adicionais ao software. 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1200061 Noções de Informática
As teclas de atalho Ctrl+D no CorelDRAW, tem a função de:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1197579 Português
Assinale a alternativa que indica a função sintática pelo termo destacado na oração abaixo. 
A casa ficou cercada de policiais.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1186428 Português
O passado é um lugar seguro 
Maria Rita Kehl 
A família de minha mãe, no passado, teve uma pequena fazenda vendida quando eu tinha sete anos. Ali passei as férias da primeira infância. Ali minha mãe passou todas as férias da vida dela. Ao deixar de ser nossa, a fazenda do Tatu virou mito. Durante muitos anos minha mãe me contava as aventuras da infância dela. Imaginada através de la neblina delajer a infância de minha mãe incorporou-se à minha própria memória em um escaninho paradisíaco, tanto mais meu quanto mais perdido para ela. Até hoje, diante de paisagens de terra vermelha ou do cheiro do capim-gordura na beira da estrada sou tomada pela inquietante nostalgia de um passado que não me pertence: sinto saudades da infância de minha mãe. A qual por sua vez terá chegado a mim atravessada por vagas lembranças da infância da mãe dela, nascida em uma fazenda ainda mais remota em um interior perdido de Minas Gerais. Só muito recentemente eu me dei conta de que a doce vidinha de meus bisavôs na lendária Pacau, matéria da nostalgia rural acalentada por minha família materna, teria sido sustentada à custa de trabalho escravo. Não que eu não soubesse nada disso. Achávamos muita graça no episódio em que alguns escravos de estimação de minha bisavó viúva vieram uma tarde lhe contar, candidamente: “sinhá, o feitor não vai mais trabalhar por aqui porque nóis matemo ele”. Complacente ou indolente, sinhá contratou outro feitor e manteve os escravos a que estava habituada. A violência cotidiana da escravidão que culminou no justiçamento de um feitor anônimo e certamente cruel não impediu que a geração de minha mãe nos transmitisse uma saudade imensa dos “bons tempos” da vida no Pacau. 
Bons tempos é o nome que damos ao passado – qualquer passado. São os bons tempos, é o nosso tempo. Passei a adolescência e parte da juventude sob a ditadura militar, e isto não impede que me pegue com frequência a acalentar uma estranha utopia em retrospecto, de que “no meu tempo” a vida tinha mais graça. De todas as formas de escapismo inventadas pelos homens para suportar o osso duro da vida real, talvez o mais inconsciente seja a idealização do passado. Direita e esquerda, conservadores e progressistas cultivam, cada um à sua maneira, o mito de seus bons tempos. Isto é mais grave para a esquerda, que se arrisca a cultivar as utopias que já (não) foram. Mas não é de hoje que tudo fica cada vez pior aos olhos das gerações presentes. “Esse mundo tá perdido, sinhá!” – era o bordão da ex-escrava “tia Anastácia” nos livros infantis de Monteiro Lobato. 
O mundo globalizado volta-se todo para o futuro. A vida imita a urgência das apostas antecipadas que cria as tais bolhas de não-riqueza do capital financeiro. A tecnologia aponta para a superação de todas as descobertas, que já nascem com os dias contados, fadadas à obsolescência. Chamamos de progresso a essa forma de vida breve das coisas, fruto do trabalho humano que envelhece tão rapidamente quanto elas. 
O presente é uma partícula mínima de tempo, cada vez mais comprimida entre o que já foi e o que será. A rigor, pensem bem: o presente não existe. O futuro é um lugar gelado onde não vive ninguém, de onde só nos acenam promessas de velocidade. A depender das tecnociências hoje, no futuro nos deslocaremos ainda mais depressa, nos comunicaremos mais depressa, ganharemos e perderemos dinheiro mais depressa – e tentaremos envelhecer mais devagar. 
O passado tornou-se o único terreno seguro onde a imaginação pode armar sua tenda e contemplar o mundo em relativa tranquilidade. Na vida em retrospecto, todas as nossas escolhas teriam sido corretas. Teríamos sido abolicionistas no século XIX, modernistas nos anos 1920, resistentes antifascistas em 1930-40, opositores firmes contra as duas ditaduras brasileiras. O passado nos poupa da dimensão trágica da escolha. 
Mas é no presente que o corpo está vivo. No presente é que se jogam os lances de dados do destino. Ele é tudo o que temos – e nos escapa.  
 Considere as afirmações que seguem. 
I. A autora afirma que as pessoas não devem planejar o futuro, pois ele é incerto, apenas o passado é seguro. 
II. De acordo com o texto, a idealização do passado é uma forma que as pessoas encontram para suportar os problemas que enfrentam. 
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1186327 Português
O passado é um lugar seguro 
Maria Rita Kehl 
A família de minha mãe, no passado, teve uma pequena fazenda vendida quando eu tinha sete anos. Ali passei as férias da primeira infância. Ali minha mãe passou todas as férias da vida dela. Ao deixar de ser nossa, a fazenda do Tatu virou mito. Durante muitos anos minha mãe me contava as aventuras da infância dela. Imaginada através de la neblina delajer a infância de minha mãe incorporou-se à minha própria memória em um escaninho paradisíaco, tanto mais meu quanto mais perdido para ela. Até hoje, diante de paisagens de terra vermelha ou do cheiro do capim-gordura na beira da estrada sou tomada pela inquietante nostalgia de um passado que não me pertence: sinto saudades da infância de minha mãe. A qual por sua vez terá chegado a mim atravessada por vagas lembranças da infância da mãe dela, nascida em uma fazenda ainda mais remota em um interior perdido de Minas Gerais. Só muito recentemente eu me dei conta de que a doce vidinha de meus bisavôs na lendária Pacau, matéria da nostalgia rural acalentada por minha família materna, teria sido sustentada à custa de trabalho escravo. Não que eu não soubesse nada disso. Achávamos muita graça no episódio em que alguns escravos de estimação de minha bisavó viúva vieram uma tarde lhe contar, candidamente: “sinhá, o feitor não vai mais trabalhar por aqui porque nóis matemo ele”. Complacente ou indolente, sinhá contratou outro feitor e manteve os escravos a que estava habituada. A violência cotidiana da escravidão que culminou no justiçamento de um feitor anônimo e certamente cruel não impediu que a geração de minha mãe nos transmitisse uma saudade imensa dos “bons tempos” da vida no Pacau. 
Bons tempos é o nome que damos ao passado – qualquer passado. São os bons tempos, é o nosso tempo. Passei a adolescência e parte da juventude sob a ditadura militar, e isto não impede que me pegue com frequência a acalentar uma estranha utopia em retrospecto, de que “no meu tempo” a vida tinha mais graça. De todas as formas de escapismo inventadas pelos homens para suportar o osso duro da vida real, talvez o mais inconsciente seja a idealização do passado. Direita e esquerda, conservadores e progressistas cultivam, cada um à sua maneira, o mito de seus bons tempos. Isto é mais grave para a esquerda, que se arrisca a cultivar as utopias que já (não) foram. Mas não é de hoje que tudo fica cada vez pior aos olhos das gerações presentes. “Esse mundo tá perdido, sinhá!” – era o bordão da ex-escrava “tia Anastácia” nos livros infantis de Monteiro Lobato. 
O mundo globalizado volta-se todo para o futuro. A vida imita a urgência das apostas antecipadas que cria as tais bolhas de não-riqueza do capital financeiro. A tecnologia aponta para a superação de todas as descobertas, que já nascem com os dias contados, fadadas à obsolescência. Chamamos de progresso a essa forma de vida breve das coisas, fruto do trabalho humano que envelhece tão rapidamente quanto elas. 
O presente é uma partícula mínima de tempo, cada vez mais comprimida entre o que já foi e o que será. A rigor, pensem bem: o presente não existe. O futuro é um lugar gelado onde não vive ninguém, de onde só nos acenam promessas de velocidade. A depender das tecnociências hoje, no futuro nos deslocaremos ainda mais depressa, nos comunicaremos mais depressa, ganharemos e perderemos dinheiro mais depressa – e tentaremos envelhecer mais devagar. 
Considere as afirmações que seguem. 
I. A autora defende os regimes autoritários, pois considera que o período da ditadura militar, no qual passou a sua infância, foi bom. 
II. A tendência a idealizar o passado faz com que as pessoas, muitas vezes, não reparem no que de mau havia na época. 
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1183804 Legislação Federal
Os Conselhos Regionais de Administração serão constituídos: 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: CRA-SP
Q1183610 Administração Geral
São dados constantes da Carteira de Identidade Funcional do Administrador, exceto:
Alternativas
Respostas
225: B
226: A
227: B
228: B
229: B
230: A
231: D
232: C
233: D
234: C
235: B
236: B
237: A
238: D