Questões de Concurso Comentadas para al-mt

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Q2919738 Segurança e Saúde no Trabalho

Para a utilização de máquinas e equipamentos em um ambiente de trabalho devem ser adotadas medidas de proteção que garantam a segurança do trabalhador.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de aplicação das medidas de controle.

Alternativas
Q2919737 Segurança e Saúde no Trabalho

As atividades desenvolvidas em uma instalação elétrica devem obedecer a critérios que garantam a segurança e a saúde dos trabalhadores que nela atuam. Relacione os elementos de segurança para o trabalhador em instalações elétricas com os exemplos apresentados:


Elementos de Segurança:

1. Medidas de controle.

2. Segurança em projetos.

3. Medida de proteção coletiva.

4. Medida de segurança individual.


Exemplos:

( ) Itens de segurança previstos no memorial descritvos.

( ) Diagramas unifilares atualizados.

( ) Desenergização elétrica.


Assinale a alternativa que mostra a relação correta, de cima para baixo

Alternativas
Q2919735 Segurança e Saúde no Trabalho

O controle dos riscos, de acordo com a segurança e a higiene do trabalho, estabelece a necessidade de contemplar ações que visem eliminar, reduzir, neutralizar ou controlar o agente nocivo que existe no ambiente de trabalho.

Esse controle deve seguir, prioritariamente, ações sobre

Alternativas
Q2919733 Segurança e Saúde no Trabalho

Os equipamentos elétricos possuem um grau de proteção inerente à sua aplicação. Esse grau de proteção tem por objetivo proteger o próprio equipamento e também o operador. Sob o ponto de vista do operador, o grau de proteção configura‐se como

Alternativas
Q2919732 Segurança e Saúde no Trabalho

Ergonomia é o estudo da adaptação do trabalho às características fisiológicas e psicológicas do ser humano. A respeito da ergonomia, analise as afirmativas a seguir.


I. A implantação da ergonomia envolve um acompanhamento dos indicadores e melhoria contínua dos processos de trabalho.

II. A norma relativa à ergonomia visa estabelecer os parâmetros que minimizam os custos dos processos produtivos de uma empresa, por meio da melhor adequação dos trabalhadores.

III. A ergonomia visa diminuir a incidência de doenças relativas ao trabalho.


Assinale

Alternativas
Q2919731 Segurança e Saúde no Trabalho

O Ato Inseguro é aquele que decorre da execução de tarefas de forma contrária às normas de segurança, podendo o ato ser motivado por

Alternativas
Q2919725 Segurança e Saúde no Trabalho

Em relação aos aspectos psicológicos da segurança do trabalho, analise as afirmativas a seguir.


I. Para se ter uma progressão na segurança em um ambiente de trabalho, é fundamental descartar as ações erradas e valorizar as ações certas.

II. Em um ambiente de trabalho, as atividades que implicam uma exposição a estímulos de forma contínua e de longa duração diminuem a incidência de acidentes.

III. Na seleção de um candidato devem ser consideradas as características psicológicas que podem potencializar os riscos das atividades envolvidas.


Assinale:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Engenheiro Eletricista |
Q2915693 Arquitetura de Software

Considere as afirmativas a respeito das arquiteturas dos processadores RISC (Reduced Instruction Set Computer) e CISC (Complex Instruction Set Computer). Assinale 1 para as afirmativas referentes ao processador RISC e 2 para as referentes ao processador CISC:


( ) Execução sem micro‐código.

( ) Facilidade na detecção e na correção de erros.

( ) Poucos modos de endereçamento.

( ) Redução das dificuldades de escrita de compiladores.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q2915678 Geografia

Imagem associada para resolução da questão


(http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=53065)


Com base no mapa acima, assinale a alternativa que identifica corretamente as motivações dos fluxos migratórios, no território brasileiro, na segunda metade do século XX.

Alternativas
Q2915675 Atualidades

Imagem associada para resolução da questão


A imagem acima retrata um ato de protesto contra as alterações do Código Florestal realizado por estudantes, em 2011, nas ruas de Cuiabá. Em um dos cartazes dos manifestantes, lê-se: "Novo Código? Vôte!", indicando o desgosto dos cuiabanos com a votação das alterações do Código Florestal. A expressão "vôte" é uma gíria local, que significa algo como "cruzes!" ou "nossa!".


(Adaptado de: http://www.oeco.org.br/salada-verde/25167-culaba-val-as-ruas-contra-alteracoes-no-codigo-florestal)


Com relação ao conteúdo desses protestos, analise as afirmativas a seguir.


I. Os manifestantes criticam o projeto votado, que possibilita a redução da área de Reserva Legal, ou seja, da área de mata nativa que deve ser preservada dentro das propriedades.

II. Os manifestantes criticam a redução das Áreas de Preservação Permanente, como beira de rios, topo de morros e encostas.

III. Os manifestantes se opõem à conversão das multas por desmatamento ilegal em reflorestamento, inclusive para os grandes proprietários.


Assinale:

Alternativas
Q2915674 Atualidades

Dante de Oliveira (1952-2006) foi deputado federal, prefeito de Cuiabá, governador de Mato Grosso e ministro da Reforma Agrária. Apesar de sua intensa atuação política por Mato Grosso, teve seu nome nacionalmente associado à Emenda Constitucional Dante de Oliveira (1983), que propunha

Alternativas
Q2915673 Atualidades

Numa perspectiva antropológica, a cultura é um todo que abarca conhecimentos, crenças, artes, moral, leis, costumes e outras capacidades e hábitos que os homens produzem em sua interação social.


Partindo desta definição mais abrangente de cultura, podemos afirmar que as manifestações abaixo são exemplos da "cultura matogrossense", à exceção de uma. Assinale-a.

Alternativas
Q2915672 História

Imagem associada para resolução da questão


(Fonte: http://www.vgnoticias.eom.br/noticia.php?codigo=12789)


Na imagem acima, manifestantes apresentam faixas com os seguintes dizeres: "Não corte o coração do Brasil. Nós confiamos no Pres. Geisel" e "Mato Grosso inteiro chora: não queremos divisão!". Esta imagem é um testemunho de um momento importante na história recente do território matogrossense e se refere

Alternativas
Q2915671 Geografia

Imagem associada para resolução da questão


(http://www.lbge.gov.br/home/presidencia/noticias/21052004biomashtml.shtml)


Com relação aos biomas brasileiros representados no mapa acima, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.


( ) O Bioma Amazônia e o Bioma Pantanal ocupam, juntos, mais de metade do território brasileiro.

( ) O Bioma Pantanal é o de menor extensão territorial.

( ) O Bioma Cerrado constitui a maior superfície inundável interiorana do mundo.


As afirmativas são, respectivamente,

Alternativas
Q2915670 Atualidades

Do ponto de vista socioambiental, a proteção das terras Indígenas e de sua riqueza cultural e étnica implica o enfrentamento de uma série de pressões que a prejudicam, direta e indiretamente. As alternativas abaixo listam algumas dessas pressões diretas e indiretas a serem combatidas, à exceção de uma. Assinale-a.

Alternativas
Q2915668 História

Analise o mapa a seguir.


Tratados de Limites


Imagem associada para resolução da questão


RESENDE, Maria Efigênia Lage: MORAES, Ana Maria.

Atlas Histórico do Brasil. Belo Horizonte: Vigília, 1987, p. 35 (Adaptado)


Assinale a alternativa que descreve corretamente a consolidação do território português na América, de acordo com os tratados assinalados no mapa acima.

Alternativas
Q2915651 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

Nas alternativas abaixo foram colocadas algumas palavras do texto acompanhadas de definições do dicionário. Assinale a alternativa em que a definição dada não corresponde ao termo selecionado.

Alternativas
Q2915650 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

“Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias...” ; o outro segmento do texto em que o vocábulo se apresenta o mesmo valor que no caso destacado é

Alternativas
Q2915648 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

O texto lido é, quanto ao gênero textual, classificado como

Alternativas
Q2915647 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

Assinale a alternativa que indica a palavra que só pode ser empregada com acento gráfico.

Alternativas
Respostas
41: A
42: C
43: B
44: A
45: E
46: E
47: C
48: A
49: C
50: E
51: A
52: A
53: E
54: D
55: D
56: B
57: C
58: E
59: D
60: D