Questões de Concurso Comentadas para ines

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Ano: 2012 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1189918 Arquivologia
Qual é o nome dado à exposição de documentos a vapor químicos, geralmente em câmaras especiais, a vácuo ou não, para destruição de insetos, fungos e outros micro-organismos? 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1189458 Serviço Social
Sobre as tendências históricas e teóricometodológicas do debate profissional do Serviço Social no anos 80, e assinale a alternativa que aponta as corretas. I. É sobretudo com Iamamoto (1982), no início dos anos 80, que a teoria social de Marx inicia sua efetiva interlocução com a profissão. II. A teoria social de Marx apreende o ser social a partir de suas funções na sociedade. III. A teoria social de Marx parte da posição de que a natureza relacional do ser social não é percebida em sua imediaticidade. IV. As relações sociais são sempre mediatizadas por situações, instituições etc, que ao mesmo tempo revelam/ocultam as relações sociais imediatas.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1189039 Conhecimentos Gerais
Em1857, o professor francês Hernest Huet (surdo e partidário de I’Epée, que usava o Método Combinado) veio para o Brasil, a convite de D. Pedro II, para fundar a primeira escola para meninos surdos de nosso país. Assinale a alternativa que apresenta o nome que essa escola recebeu na época de sua fundação. 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1185605 História
Em1857, o professor francês Hernest Huet (surdo e partidário de I’Epée, que usava o Método Combinado) veio para o Brasil, a convite de D. Pedro II, para fundar a primeira escola para meninos surdos de nosso país. Assinale a alternativa que apresenta o nome que essa escola recebeu na época de sua fundação. 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1181723 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito das vantagens da Videofluoroscopia.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1236190 Pedagogia
A formação integral do sujeito obtida através do processo globalizado que atende as necessidades do indivíduo é de competência da
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1234813 Português
Leia o texto para responder à questão
As marcas do amor O fim de um relacionamento e até a distância  temporária entre amados podem ter impacto direto sobre a saúde 
Adriana Prado e João Loes
São muitos os estudos que mostram os benefícios da vida conjugal. Pessoas casadas, por exemplo, adoecem menos, dormem e comem melhor do que as solteiras. Homens casados têm na companheira uma confidente com quem compartilham problemas que não seriam discutidos com ninguém. 
Estatisticamente, as mulheres casadas vivem em bairros melhores, têm planos de saúde mais completos e uma vida mais tranquila do que as solteiras. Mas o que acontece quando os apaixonados são obrigados a se afastar? Dois novos estudos mostram que os efeitos de um amor frustrado ou distante marcam, fisicamente - e às vezes permanentemente -, os que sofrem com essas situações. 
Tomemos o divórcio como exemplo. Mesmo quando o fim do casamento é consensual, discutir a guarda dos filhos, dividir bens e encerrar um projeto idealizado como infinito é terrivelmente desgastante emocionalmente. O sentimento de culpa e desencantamento com o amor são bastante comuns. "Quem passa por um divórcio é como um soldado que volta da guerra", explica Linda Waite, socióloga da Universidade de Chicago e coautora do estudo "Biografia Matrimonial e Saúde na Meia-idade". 
"A pessoa traz algumas cicatrizes que a acompanharão por toda a vida, mesmo que ela se case de novo", afirmou Linda à ISTOÉ. E por cicatrizes ela se refere a um aumento, entre os divorciados, de até 20% na chance de desenvolver doenças crônicas como diabetes, cardiopatias e câncer a partir da meia-idade, se comparados aos casados. 
"Não é uma sentença de morte, mas quem viveu um divórcio sofreu com maiores cargas de stress e isso pesa quando o assunto é saúde", diz. O advogado paulistano Roberto Britto de Lima conhece bem o desgaste físico de uma separação. Hoje com 52 anos, ele é sobrevivente de um processo de divórcio litigioso - onde não há acordo amigável entre marido e mulher - que durou sete anos. "Foi uma experiência traumática", revela. 
Os prejuízos, segundo ele, foram tanto emocionais quanto físicos. Pouco mais de dois meses depois do início do processo, Lima já tinha engordado 40 quilos. Ele dormia mal, comia mal e vivia em estado de alerta. Como sua ex-mulher reteve a guarda das duas filhas do casal, sofreu com o afastamento das meninas. "Não tem como não haver sequelas", diz. 
Quando a pendenga judicial acabou, Lima tinha 47 anos de idade e estava exaurido. "Fui buscar ajuda médica", lembra. A variação de peso lhe rendeu uma diabetes e o obrigou a adotar um regime de exercícios frequentes e alimentação regulada. Segundo o estudo de Linda, o advogado tem 19% mais chances de manifestar algum tipo de problema motor, mesmo tendo refeito a vida sentimental - Lima casou-se novamente. 
Às vezes a separação é breve e involuntária. Mas nem por isso dói menos. Um estudo conduzido pela Universidade de Utah, nos Estados Unidos, mostrou que o vínculo de um casal pode ser tão forte que, em alguns casos, a distância entre as partes, mesmo que temporária, dispara sintomas semelhantes aos das crises de abstinência comuns aos dependentes de drogas. 
"A premissa básica é a de que, naturalmente, queremos permanecer fisicamente próximos daqueles que nos dão segurança emocional", explica Lisa Diamond, a psicóloga responsável pela pesquisa. "Na infância, essas figuras são nossos pais", diz ela. "Quando crescemos, atribuímos essa função aos nossos parceiros românticos." Foi assim com a funcionária pública Fabiolla Moraes, 34 anos, casada há 17 e mãe de dois filhos. 
Quando seu marido, Alex Vander Moraes, 42, viajou por 18 dias à Europa, ela sentiu muito mais do que saudade. "Perdi o chão. Chorava muito, não tinha sono, fome, nem vontade de sair", lembra ela, que diz ter emagrecido seis quilos. Quando Moraes retornou, tudo voltou ao normal.
"É provável que esses efeitos sejam mais pronunciados se estudarmos separações mais longas", reconhece Lisa, fazendo eco aos resultados da pesquisa de Linda. Então para ser feliz só escolhendo certo e grudando no amado para sempre, custe o que custar? "Não", afirma, Edna Kahhale, psicóloga e professora especializada em psicossomática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). 
"Não dá para estabelecer uma regra para ser aplicada em todos os casos", argumenta. Muitas vezes, um casamento que se arrasta aos trancos e barrancos por meses ou anos deixa um rastro de destruição maior do que o que um divórcio deixaria. "O fim pode ser uma  forma saudável de encerrar um relacionamento que já não existe mais", explica. Cabe a cada um decidir os rumos que dará a sua vida amorosa. Mas fica o alerta: se o amor nem sempre é eterno, as marcas que ele deixa podem muito bem ser. 
Disponível em <http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2075/artigo148029- 1.htm>. Acesso em 22 ag 2009.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao conteúdo do texto.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1232191 Português
Leia o texto para responder à questão
A reabilitação do orgulho Nem pecado nem falha de caráter. Pesquisas mostram que o sentimento de altivez só faz bem  
Verônica Mambrini 

Os dias de falsa modéstia estão contados. O orgulho está saindo do limbo reservado aos vícios de comportamento considerados pecado ou falha de caráter graças a uma série de estudos psicológicos que acabam de sair do forno. Eles mostram que, ao contrário do que sempre se pregou, é bom se orgulhar de si mesmo e de suas conquistas e expor aos outros com altivez. Encontraram também uma função social para ele. Tradicionalmente tido como uma emoção muito individualista, o orgulho tem sido avaliado como um sentimento de importante componente agregador e um protetor natural do amor próprio.  

Nas últimas semanas, o exemplo mais evidente é o do artista plástico Max, vencedor da nona edição do Big Brother Brasil, exibido pela Rede Globo. Um dos gestos característicos do novo milionário no reality show era bater o punho fechado no peito. "Desde adolescente digo que tenho orgulho de ser quem eu sou", diz. "Minha autoestima sempre foi muito grande." Um estudo de 2008, feito pelos pesquisadores Jessica L. Tracy, da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, e David Matsumo, da Universidade de São Francisco, nos EUA, demonstrou que os gestos associados ao orgulho são parecidos em praticamente todas as culturas. Os especialistas compararam as expressões faciais de atletas dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2004. Competidores de 37 países, incluindo cegos, exibiram feições muito semelhantes no momento da vitória.  

Outra descoberta da professora Jessica, junto com o psicólogo Richard W. Robins, da Universidade da Califórnia, é que há dois tipos de orgulho: um é a soberba, em que a pessoa se sente superior aos outros. O outro é o autêntico, que está ligado às realizações pessoais, motivado pela sensação de dever cumprido, de ser capaz de realizar bem as tarefas. A redatora Cíntia Costa usa esse sentimento a seu favor. Quando decidiu se casar, há pouco mais de um ano, começou o blog Planejando meu Casamento, com as dicas para fazer as núpcias desejadas sem se endividar. "Muitas noivas não queriam mais casar porque não tinham dinheiro para a festa", lembra. "Lendo o blog, elas recuperaram a confiança". Outra característica do orgulho bom, afirmam os estudos, é a capacidade de inspirar e motivar outras pessoas que estão à sua volta.  
O único lugar em que Cíntia é mais moderada é no trabalho. "Comemoro as vitórias em equipe e escolho com cuidado o que vou falar." As precauções de Cíntia no ambiente profissional fazem sentido - a psicóloga especializada em seleção e recrutamento Ana Carolina Maffra, da consultoria Equipe Certa, reforça que é preferível falar de resultados obtidos em um trabalho específico a desfilar qualidades que você acredita ter. "Mas é bom ter orgulho de fazer algo benfeito, da profissão, da empresa", reforça Ana Carolina. "Isso indica autoestima."  

Outra pesquisa da Universidade da Columbia Britânica, feita pela pesquisadora Jessica L. Tracy e pelo psicólogo Azim Shariff, mostrou que, nos testes, os participantes deram mais valor a um entregador de pizzas orgulhoso do que a um executivo abatido. As expressões de orgulho transmitem aos outros a impressão de sucesso, o que melhora o status social no grupo. O fotógrafo André de Menezes Trigueiro sabe do poder que exerce sobre as pessoas ao redor. "Ouço bastante que contagio os outros quando estou falando de um assunto que gosto", diz. "Não me inibo em ser o centro das atenções." André gosta de mostrar suas criações para os amigos e se considera feliz com seu trabalho. A professora de psicologia social da Universidade de São Paulo Sueli Damergian acredita que uma das coisas que diferenciam o orgulho positivo do negativo é a postura que se tem com o outro. "O orgulho positivo implicaria ser capaz de reconhecer o valor das coisas que se fez, sem se sentir superior ou com maiores direitos do que os outros", afirma Sueli.  

Em outro estudo, Lisa Williams e David DeSteno, psicólogos da Northeastern University, nos Estados Unidos, convidaram 62 estudantes para um teste de QI. Depois, cumprimentaram alguns como se tivessem obtido os resultados mais altos. Na sequência, todos foram convidados a realizar mais uma série de tarefas intelectuais. Os que foram elogiados, se mostraram mais orgulhosos e confiantes. A surpresa é que esse grupo foi também o mais gentil. Para os psicólogos, o resultado indica que as pessoas se sentem mais fortes quando superam problemas. A professora Sueli alerta, contudo, para as implicações éticas desse sentimento. "O orgulho é o oposto da vergonha, ele tem uma implicação moral", afirma. Em outras palavras: orgulho é bom e todo mundo gosta - só não vale deixá-lo virar arrogância.  

Revista IstoÉ, ano 32, n. 2058, de 22 de abril de 2009. p.60-61

“Ana Carolina Maffra, da consultoria Equipe Certa, reforça que é preferível falar de resultados obtidos em um trabalho específico a desfilar qualidades que você acredita ter.” 
Os dois elementos destacados no fragmento acima se classificam, respectivamente, em
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1230856 Pedagogia
Muitas são as ações que propiciam o estimulo das habilidades e o desenvolvimento do aluno dentro do ambiente escolar. Leia as afirmativas e considere a ação que NÃO gera uma aprendizagem proveniente dos estímulos dados pela escola.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1229606 Pedagogia
De acordo com o documento, Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC/BRASILIA: MEC/SEESP, 2008), pode-se afirmar que
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1229331 Pedagogia
As filosofias educacionais que se alternaram na educação dos surdos, pelo menos ao longo do séc. XX e nesse início de século foram
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1228770 Geografia
Cada região metropolitana possui um planejamento integrado de seu desenvolvimento urbano, que é elaborado por um conselho deliberativo nomeado pelo governo de cada estado e um conselho consultivo. Com essa medida procura-se
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1228656 Geografia
Considerando informações cartográficas, escala é uma relação definida entre. Assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1228490 Geografia
A revolução da informação repercutiu sobre a cartografia. Atualmente, são produzidos mapas em formato digital, adequados para o uso em computadores e redes informatizadas. A Base Cartográfica Digital do Brasil ao Milionésimo, elaborada pelo IBGE e concluída em 2004, apresenta em uma mesma base cartográfica, diversas informações. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1228225 Geografia
Considerando que o Brasil sofreu intensa transformação em seu espaço rural e urbano nas últimas décadas, principalmente a partir de 1960, denominado de processo de urbanização, é possível afirmar que esse processo ocorreu.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1226935 Geografia
A população de um país aumenta (ou eventualmente diminui) mediante dois processos: a diferença entre o número de pessoas que entraram (imigrantes) e o das que saíram (emigrantes); e a diferença entre os índices de natalidade e os de mortalidade, que é o crescimento natural ou vegetativo. No caso da população brasileira podemos afirmar: Assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1226829 Geografia
Além de passar a comandar o meio rural que lhe é vizinho (ou, às vezes, até aqueles bem distantes, como é o caso das metrópoles), sobre as cidades também é verdadeiro afirmar. Assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1226604 Português
Leia o texto para responder à questão   Pequisa aponta que mulheres solteiras sentem atração por parceiros das outras 90% da amostra feminina se interessou por "homem comprometido". Estudo foi publicado no "Journal of Experimental Social Psychology".
Pesquisadores debatem há anos se homens ou mulheres têm maior probabilidade de se envolver na "caça aos comprometidos". Algumas pesquisas indicaram que os homens têm uma tendência maior a perseguir as parceiras dos outros. Mas será que esse resultado se deu porque os homens têm mais tendência a admitir que agem dessa forma?   

Agora, existem evidências experimentais de que mulheres solteiras são particularmente atraídas pelos parceiros das outras, segundo um relatório publicado no "Journal of Experimental Social Psychology", por suas psicólogas sociais, Melissa Burkley e Jessica Parker of Oklahoma State University.   

Observando que as mulheres solteiras geralmente reclamam que "homem bom já tem dona", as psicólogas se perguntaram: "esta percepção é na verdade baseada no fato de que homens comprometidos são percebidos como bons?"   

Para investigar, os pesquisadores realizaram testes com homens e mulheres graduados – alguns envolvidos em relacionamentos, outros solteiros – sobre seu parceiro romântico ideal.   

Depois, foi dito a cada um dos participantes do experimento que ele ou ela foi "combinado" por um computador com um parceiro parecido. Foi mostrada a cada pessoa uma foto de uma pessoa atraente do sexo oposto (todas as mulheres viram a mesma foto, assim   
como todos os homens).
Foi dito à metade dos participantes que seu par já estava envolvido com outra pessoa, enquanto a outra metade soube que seu par estava solteiro. Depois, perguntou-se aos participantes sobre seu nível de interesse no par.   

Para os homens e mulheres que já estavam envolvidas em relacionamentos, não fez muita diferença se o par era solteiro ou comprometido. Porém, mulheres solteiras mostraram uma preferência clara pelo homem comprometido.   

Quando o homem foi descrito como solteiro, 59% das mulheres solteiras tiveram interesse nele. Quando o mesmo homem foi descrito como comprometido, 90% das mulheres ficaram interessadas.   

As pesquisadoras escrevem: "segundo uma pesquisa recente, a maioria das mulheres que saem à caça de homens comprometidos não acha que a solteirice ou comprometimento do alvo têm um papel importante na sua decisão de querer abordá-los, mas nosso estudo mostra que essa ideia é falsa. Mulheres deste estudo ficaram significativamente mais interessadas no alvo quando ele era comprometido. Pode ser que o homem comprometido demonstre uma capacidade de se envolver e, de alguma forma, suas qualidades já foram 'previamente atestadas' por outra mulher."   

Segundo Burkley, "há muitas explicações possíveis para nossos resultados. São necessárias mais pesquisas para identificar exatamente por que mulheres solteiras preferem homens comprometidos", disse.   
"Nosso laboratório atualmente está conduzindo estudos para tentar averiguar as diferentes explicações possíveis para nossas descobertas."
Texto adaptado de < http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1281489- 5603,00- PEQUISA+APONTA+QUE+MULHERES+SOLTEIRAS+SENTEM+ATRACAO+POR+PARCEIROS+DAS+OUTR.html>. Acesso em 23 ag 2009. 

Assinale a alternativa em que o elemento para NÃO foi analisado corretamente.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1224397 Ciências
Levando em consideração o breve histórico do ensino de Ciências Naturais apresentado pelos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino de Ciências, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). 
I. Até a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1961, ministravam-se aulas de Ciências Naturais apenas nas duas últimas séries do antigo curso ginasial. 
II. A partir de 1971, com a Lei no 5.692, Ciências passou a ter caráter obrigatório nas oito séries do primeiro grau. 
III. Especialmente a partir dos anos 80, o ensino das Ciências Naturais se aproxima das Ciências Humanas e Sociais, reforçando a percepção da Ciência como construção humana, e não como verdade natural, e nova importância é atribuída à História e à Filosofia da Ciência no processo educacional.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1223482 Pedagogia
Assinale a alternativa que associa corretamente os números do primeiro bloco de palavras à(s) letra(s) do segundo bloco. 
1. Pedagogia Tradicional. 2. Tecnicismo. 
3. Construtivismo.
A. Prática pedagógica altamente controlada e dirigida pelo professor, com atividades mecânicas inseridas numa proposta educacional rígida e passível de ser totalmente programada em detalhes. 
B. As idéias de descobrir, inventar, redescobrir, criar, sendo que aquilo que se faz é tão importante quanto o motivo e a maneira que se faz. 

C. Prática pedagógica altamente controlada e dirigida pelo professor; proposta educacional rígida, com atividades mecânicas. 

D. Prática pedagógica que se caracteriza pela sobrecarga de informações veiculadas ao aluno; processo de aquisição de conhecimento muitas vezes destituído de significação. 

E. O conhecimento já adquirido pelo aluno não é valorizado, sendo a cartilha sequencialmente seguida, a base do processo de alfabetização.
Alternativas
Respostas
301: B
302: A
303: A
304: E
305: C
306: D
307: B
308: E
309: E
310: B
311: C
312: C
313: C
314: E
315: E
316: B
317: D
318: B
319: E
320: C