Questões de Concurso Comentadas para if-sp

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Q772617 Pedagogia

Considerando-se o panorama atual das tendências educativas que mostram as linhas de força do pensamento e/ou da prática educativa, Martins (2006) estruturam-nas em dois blocos: o de contextos e o de respostas.

Sobre as tendências de contexto e de respostas, é INCORRETO afirmar que

Alternativas
Q772615 Pedagogia

A Lei nº 9.394/ 96 estabelece a organização da educação básica em: pré-escola; ensino fundamental e ensino médio.


Analise as seguintes afirmativas sobre a educação básica e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas


( ) É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 6 (seis) anos de idade.

( ) É direito público subjetivo o acesso à educação básica obrigatória, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída e, ainda, o Ministério Público, acionar o poder público para exigi-lo.

( ) Cabe aos Estados oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas, e, com prioridade, o ensino fundamental.

( ) A educação básica é obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA

Alternativas
Q772569 Português

Vale A Pena Morrer Por Isso?


      Por pouco, uma onda de 20 metros de altura não matou a surfista carioca Maya Gabeira. Foi no mar de Portugal, em Nazaré, há coisa de duas semanas. A imprensa noticiou tudo em profusão, aos borbotões. Num dos sólidos solavancos líquidos do oceano bravio, Maya quebrou o tornozelo, caiu n' água, perdeu o fôlego, perdeu o ar dos pulmões, perdeu a consciência e quase perdeu a vida. Só sobreviveu porque o amigo Carlos Burle saltou do jet ski, conseguiu puxá-la para fora da espuma e levou-a até a praia, onde fez com que ela respirasse de novo graças a uma massagem cardíaca. Logo depois do susto, a maior estrela dos sete mares em matéria de ondas gigantes sorria: "Morri ... mas voltei".

      Que bom. Que ótimo. Ufa! Maya, na crista de seus 26 anos, só espera o tornozelo ficar em forma para retomar sua rotina de "viver a vida sobre as ondas", como na velha canção de Lulu Santos e Nelson Motta. Aí, voltará a deslizar sobre riscos tão altos quanto os vagalhões que desafia.

      A pergunta é: vale a pena?

      A resposta é: mas é lógico que sim.

      Mas dizer isso é dizer pouco. Vamos mais fundo: vale a pena por quê? Sabemos, até aqui, que parece existir mais plenitude numa aventura emocionante e incerta do que numa existência segura e modorrenta.

      Mas por quê? Por que as emoções sublimes podem valer mais que a vida?

      Se pensarmos sobre quem são e o que fazem os heróis da nossa era, talvez possamos começar a entender um pouco mais sobre isso. Os heróis de agora parecem querer morrer de overdose de adrenalina. Não precisam de drogas artificiais. Comem frutas e fazem meditação. Não falam mais de revoluções armadas. Estão dispostos a sacrificar a própria vida, é claro, mas não por uma causa política, não por uma palavra de ordem ou por uma bandeira universal ‒ basta-lhes uma intensa carga de prazer.

      Além dos surfistas, os alpinistas, os velejadores e os pilotos de Fórmula 1 são nossos heróis. São caçadores de fortes emoções. Enfrentam dragões invencíveis, como furiosas ondas gigantescas ou montanhas hostis, geladas e íngremes. Cavalgam automóveis que zunem sobre o asfalto ou pranchas que trepidam a 80 quilômetros por hora sobre uma pedreira de água salgada. Não querem salvar princesa alguma. A princesa, eles deixam de gorjeta para o dragão nocauteado. O fragor da batalha vale mais que a administração da vitória.

      Os heróis de agora não fazem longos discursos. São protagonistas de guerras sem conteúdo, guerras belas simplesmente porque são belas, muito embora sejam perfeitamente vazias. Qual o significado de uma onda gigante? Nenhum. Ela simplesmente é uma onda gigante, e esse é seu significado. Qual o sentido político de morrer com o crânio espatifado dentro de um carro de corrida? Nenhum, mas ali está a marca de alguém que se superou e que merece ser idolatrado. Os heróis de agora não são portadores de ideias. São apenas exemplos de destemor e determinação. São heróis da atitude, não da finalidade.

      O sentido do heroísmo não foi sempre assim, vazio. Há poucas décadas, as coisas eram diferentes. Antes, os heróis não eram famosos pelas proezas físicas, mas pelas causas que defendiam. Che Guevara, por exemplo. É certo que ele gostava de viajar de motocicleta e tinha predileção por enveredar-se nas matas e dar tiro de espingarda, mas sua aura vinha da mística revolucionária. Ele era bom porque, aos olhos dos pais dos que hoje são jovens, dera a vida pelos pobres, mais ou menos como Jesus Cristo ‒ o suprassumo do modelo do herói que dá a vida pelo irmão.

      Sabemos que Che é idolatrado ainda hoje, mas é bem possível que as novas gerações vejam nele um herói por outros motivos. Che não é um ídolo por ter professado o credo socialista, mas pela trilha aventurosa que seguiu. Aos olhos da juventude presente, a guerrilha não é bem uma tática, mas um esporte radical. O que faz de Che Guevara um ídolo contemporâneo, portanto, é menos a teoria da luta de classes e mais, muito mais, o gosto por embrenhar-se nas montanhas e fazer trekking, a boina surrada, o cabelo comprido, a aversão ao escritório, aos fichários e à gravata.

      Nos anos 1970, os pais dos jovens de hoje idolatraram Che pelo que viam nele de conteúdo marxista. Hoje, os filhos dos jovens dos anos 1970 idolatram o mesmo personagem pelo que veem nele de performático (o socialismo não passou de um pretexto para a aventura). Num tempo em que as ideias foram esquecidas, o gesto radical sobrevive.

      Maya Gabeira continuará no vigor do gesto. E nós continuaremos a amá-la por isso, porque nossa vida sem ideias ficou chata demais.

      BUCCI, Eugênio. Vale a pena morrer por isso? Época. São Paulo, Globo, nº 807, 11 nov. 2013, p. 18,

Segundo o autor, Che Guevara continuaria sendo idolatrado pelos jovens de hoje porque
Alternativas
Q772565 Português

Vale A Pena Morrer Por Isso?


      Por pouco, uma onda de 20 metros de altura não matou a surfista carioca Maya Gabeira. Foi no mar de Portugal, em Nazaré, há coisa de duas semanas. A imprensa noticiou tudo em profusão, aos borbotões. Num dos sólidos solavancos líquidos do oceano bravio, Maya quebrou o tornozelo, caiu n' água, perdeu o fôlego, perdeu o ar dos pulmões, perdeu a consciência e quase perdeu a vida. Só sobreviveu porque o amigo Carlos Burle saltou do jet ski, conseguiu puxá-la para fora da espuma e levou-a até a praia, onde fez com que ela respirasse de novo graças a uma massagem cardíaca. Logo depois do susto, a maior estrela dos sete mares em matéria de ondas gigantes sorria: "Morri ... mas voltei".

      Que bom. Que ótimo. Ufa! Maya, na crista de seus 26 anos, só espera o tornozelo ficar em forma para retomar sua rotina de "viver a vida sobre as ondas", como na velha canção de Lulu Santos e Nelson Motta. Aí, voltará a deslizar sobre riscos tão altos quanto os vagalhões que desafia.

      A pergunta é: vale a pena?

      A resposta é: mas é lógico que sim.

      Mas dizer isso é dizer pouco. Vamos mais fundo: vale a pena por quê? Sabemos, até aqui, que parece existir mais plenitude numa aventura emocionante e incerta do que numa existência segura e modorrenta.

      Mas por quê? Por que as emoções sublimes podem valer mais que a vida?

      Se pensarmos sobre quem são e o que fazem os heróis da nossa era, talvez possamos começar a entender um pouco mais sobre isso. Os heróis de agora parecem querer morrer de overdose de adrenalina. Não precisam de drogas artificiais. Comem frutas e fazem meditação. Não falam mais de revoluções armadas. Estão dispostos a sacrificar a própria vida, é claro, mas não por uma causa política, não por uma palavra de ordem ou por uma bandeira universal ‒ basta-lhes uma intensa carga de prazer.

      Além dos surfistas, os alpinistas, os velejadores e os pilotos de Fórmula 1 são nossos heróis. São caçadores de fortes emoções. Enfrentam dragões invencíveis, como furiosas ondas gigantescas ou montanhas hostis, geladas e íngremes. Cavalgam automóveis que zunem sobre o asfalto ou pranchas que trepidam a 80 quilômetros por hora sobre uma pedreira de água salgada. Não querem salvar princesa alguma. A princesa, eles deixam de gorjeta para o dragão nocauteado. O fragor da batalha vale mais que a administração da vitória.

      Os heróis de agora não fazem longos discursos. São protagonistas de guerras sem conteúdo, guerras belas simplesmente porque são belas, muito embora sejam perfeitamente vazias. Qual o significado de uma onda gigante? Nenhum. Ela simplesmente é uma onda gigante, e esse é seu significado. Qual o sentido político de morrer com o crânio espatifado dentro de um carro de corrida? Nenhum, mas ali está a marca de alguém que se superou e que merece ser idolatrado. Os heróis de agora não são portadores de ideias. São apenas exemplos de destemor e determinação. São heróis da atitude, não da finalidade.

      O sentido do heroísmo não foi sempre assim, vazio. Há poucas décadas, as coisas eram diferentes. Antes, os heróis não eram famosos pelas proezas físicas, mas pelas causas que defendiam. Che Guevara, por exemplo. É certo que ele gostava de viajar de motocicleta e tinha predileção por enveredar-se nas matas e dar tiro de espingarda, mas sua aura vinha da mística revolucionária. Ele era bom porque, aos olhos dos pais dos que hoje são jovens, dera a vida pelos pobres, mais ou menos como Jesus Cristo ‒ o suprassumo do modelo do herói que dá a vida pelo irmão.

      Sabemos que Che é idolatrado ainda hoje, mas é bem possível que as novas gerações vejam nele um herói por outros motivos. Che não é um ídolo por ter professado o credo socialista, mas pela trilha aventurosa que seguiu. Aos olhos da juventude presente, a guerrilha não é bem uma tática, mas um esporte radical. O que faz de Che Guevara um ídolo contemporâneo, portanto, é menos a teoria da luta de classes e mais, muito mais, o gosto por embrenhar-se nas montanhas e fazer trekking, a boina surrada, o cabelo comprido, a aversão ao escritório, aos fichários e à gravata.

      Nos anos 1970, os pais dos jovens de hoje idolatraram Che pelo que viam nele de conteúdo marxista. Hoje, os filhos dos jovens dos anos 1970 idolatram o mesmo personagem pelo que veem nele de performático (o socialismo não passou de um pretexto para a aventura). Num tempo em que as ideias foram esquecidas, o gesto radical sobrevive.

      Maya Gabeira continuará no vigor do gesto. E nós continuaremos a amá-la por isso, porque nossa vida sem ideias ficou chata demais.

      BUCCI, Eugênio. Vale a pena morrer por isso? Época. São Paulo, Globo, nº 807, 11 nov. 2013, p. 18,

Considerando o texto, o significado da palavra sublinhada foi traduzido INCORRETAMENTE em:
Alternativas
Q701090 Biologia
Leia o trecho que refere-se a um dos frequentes sintomas apresentados por pacientes em tratamento quimioterápico. "Em 1896, quatro meses após a descoberta dos raios X, por Rontgen, o médico J. Daniels, da Universidade de Venderbilt, notificou à comunidade científica o primeiro efeito biológico da radiação: a queda do cabelo de um de seus colegas, cuja radiografia de crânio havia sido tirada." Okuno, E. et al. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. 1982. É CORRETO afirmar que uma das possíveis causas dessa queda é o efeito da radiação
Alternativas
Q701082 Biologia
O vetor de uma doença é considerado domiciliado quando se verifica no domicílio
Alternativas
Q701081 Biologia
A atmosfera terrestre tem um grande reservatório de gás nitrogênio, mas ele não pode ser utilizado diretamente pela maioria dos seres vivos. A etapa que envolve a participação das plantas no ciclo do nitrogênio na biosfera é a
Alternativas
Q701080 Biologia
Durante um dia de verão, uma única árvore adulta de 15 metros de altura, pode perder para a atmosfera 220 litros de água por hora. No entanto, a árvore não murcha, porque o xilema transporta para todo o corpo da planta a água que ela necessita. São processos responsáveis pela subida da água das raízes até as folhas das árvores, EXCETO:
Alternativas
Q701079 Biologia
Enquanto nos animais o crescimento cessa quando o indivíduo alcança a idade adulta, algumas partes das plantas, como caules e raízes, podem ter crescimento indeterminado. Esse crescimento indeterminado é resultado da presença
Alternativas
Q701077 Biologia
Considerado como um hotspot mundial de biodiversidade, o cerrado apresenta extrema abundância de espécies endêmicas. Do ponto de vista da diversidade biológica, o cerrado brasileiro é reconhecido como a savana mais rica do mundo, abrigando 11.627 espécies de plantas nativas já catalogadas, sendo 44% endêmicas. O grande número de espécies vegetais endêmicas é explicado pela
Alternativas
Q701075 Biologia
Terapia gênica é um procedimento médico que envolve a modificação genética de células, como forma de tratar doenças. A terapia gênica idealmente visaria substituir um gene defeituoso por um gene normal. Algumas das formas de transferência utilizam vírus, dos quais os principais são os retrovírus, os adenovírus e os vírus adeno-associados. Esse procedimento é possível porque
Alternativas
Q701073 Biologia

Durante a germinação de sementes de milho, vários processos fisiológicos e bioquímicos permitem o desenvolvimento do embrião.

Na referida etapa do ciclo de vida do milho, assinale a alternativa que apresenta o processo que é IMPOSSÍVEL de ser realizado.

Alternativas
Q701072 Biologia
Em um frasco limpo não esterilizado, foi colocado um tomate. Em seguida, esse frasco foi totalmente vedado com parafina e, depois, pesado. Após doze semanas do experimento, NÃO deve ter ocorrido
Alternativas
Q701071 Biologia
Quando colocadas em uma placa de cultura, as células tronco embrionárias diferenciam-se espontaneamente em uma grande variedade de tecidos. Entretanto, por meio de processos de biotecnologia adequados, consegue-se induzir que se transformem em um tipo específico de célula. Os tecidos produzidos a partir das células-tronco são diferentes em relação
Alternativas
Q701070 Biologia
A fenilcetonúria é uma doença autossômica recessiva, causada por um erro inato do metabolismo do aminoácido essencial fenilalanina, decorrente da deficiência da enzima hepática fenilalanina hidroxilase, que converte a fenilalanina em aminoácido tirosina. A probabilidade de uma mulher fenilcetonúrica, casada com um homem portador do gene, ter uma criança fenilcetonúrica é de
Alternativas
Q701068 Biologia
Uma cultura da alga verde Chorella foi exposta ao 14CO2 por 30 segundos, em um ambiente iluminado. Em seguida, as algas foram fixadas e alguns de seus constituintes químicos foram separados por meio de cromatografia. O mesmo experimento foi realizado com exposição da cultura por somente 3 segundos. Os resultados obtidos indicaram que, quando a exposição era de 30 segundos, aminoácidos e monossacarídeos possuiam 14C em sua composição. Na exposição de 3 segundos, o único composto com 14C encontrado era um açúcar de três carbonos denominado 3-fosfoglicerato. Os resultados do experimento demonstram
Alternativas
Q701067 Biologia
No processo de controle de patógenos intracelulares, o sistema imune celular conta com a célula TH para ativar o sistema imune humoral. As células TH transformam as células B em plasmócitos produtores de anticorpos por meio da comunicação mediada por importantes mensageiros químicos das células imunológicas. (TORTORA; FUNKE & CASE, 2012. Adaptado). Assinale a alternativa que apresenta exemplos dos referidos mensageiros.
Alternativas
Q701066 Biologia
“Os seres humanos contraem a infecção ingerindo taquizoítas e ou cistos de bradizoítas em carne mal cozida de um animal infectado [...]. O principal risco é a infecção congênita do feto, resultando em natimorto ou em uma criança com dano grave ao cérebro.” (TORTORA; FUNKE & CASE, 2012). Assinale a alternativa que apresenta a infecção parasitária a que o texto se refere.
Alternativas
Q701065 Biologia
O tétano é causado pela bactéria Clostridium tetani, um ser anaeróbico, que cresce em ferimentos profundos e sujos. Normalmente o uso de antibióticos é ineficiente para curar a doença. (Adaptado de TORTORA; FUNKE & CASE, 2012). Assinale a alternativa que apresenta a causa da ineficiência do uso de antibiótico para curar a doença.
Alternativas
Q701064 Biologia
“As fontes inorgânicas de energia desses organismos incluem sulfeto de hidrogênio; enxofre elementar; amônia; íons nitrito; gás hidrogênio; íons ferro; e monóxido de carbono. A energia derivada da oxidação destes compostos inorgânicos é finalmente armazenada como ATP, que é produzido por fosforilação oxidativa.” (TORTORA; FUNKE & CASE, 2012. Adaptado). Assinale a alternativa que apresenta o grupo de organismos capaz de realizar o referido processo de obtenção de energía.
Alternativas
Respostas
1521: A
1522: B
1523: C
1524: D
1525: B
1526: C
1527: D
1528: C
1529: A
1530: D
1531: B
1532: C
1533: A
1534: A
1535: A
1536: A
1537: D
1538: D
1539: D
1540: C