Questões de Concurso
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Em relação à alvenaria estrutural, é INCORRETO afirmar que
Analise as afirmativas que relacionam a série de vantagens da técnica de observação, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Possibilita meios diretos e satisfatórios para estudar uma ampla variedade de fenômenos.
( ) Exige mais empenho do observador do que outras técnicas.
( ) Permite a evidência de dados não constantes do roteiro de entrevistas ou de questionários.
( ) Depende menos da introspecção ou da reflexão.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
( ) As fôrmas para pilares são constituídas de quatro faces laterais, estribadas com cintas, para evitar seu abaulamento no ato da concretagem. ( ) As fôrmas para vigas são constituídas de quatro faces laterais, estribadas com cintas, para evitar seu abaulamento no ato da concretagem. ( ) As fôrmas para vigas devem ser escoradas a cada 0,80m, aproximadamente, por pontaletes verticais. ( ) Para pilares com seção curva, deve-se, de preferência, usar cintas cortadas de tal forma que acompanhem o desenho do pilar.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Em relação ao ENADE, é INCORRETO afirmar que
Assinale a alternativa que apresenta o conector MAIS ADEQUADO para se obter uma qualidade máxima de captação de áudio.
Em relação às medidas para aumentar a vida útil dessas portas e janelas sujeitas às ações do sol e da chuva, é INCORRETO afirmar que estão
Quanto às atividades da fase de utilização, assinale a alternativa em que é indicada uma atividade INCORRETA.
I. Imagem de marca pode ser entendida como o conjunto de percepções, crenças, ideias e associações cognitivas ou afetivas que uma pessoa tem sobre um produto.
II. Merchandising é o conjunto de atividades de comunicação impessoal e direta, sem intermediários, entre a empresa e o cliente via correio, internet ou outros meios diretos de comunicação, visando concretizar a venda do produto.
III. O processo de aprendizado (sequência aprendizado-percepção-ação), conhecido como modelo de alto envolvimento, tem maior probabilidade de ocorrer em decisões de compra de produtos complexos, de alto valor e risco, que exigem maior envolvimento e reflexão.
A partir dessa análise, estão CORRETAS as afirmativas
Analise as afirmativas seguintes, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O câmera e a equipe responsável pela fotografia devem observar sempre atentamente a luz em torno do set de filmagem, para se adaptar a qualquer mudança necessária.
( ) A luz é sempre a mesma, mudando apenas a intensidade. Por isso, o câmera deve sempre estar atento apenas à íris.
( ) A luz tem sempre uma direção. Deve-se preocupar com ela, pois essa direção pode interferir esteticamente na luz, assim como na continuidade da narrativa.
( ) A luz que ilumina o objeto de baixo para cima não é normal, por isso ela dá conotações antinaturais e é muitas vezes usada para sugerir o desconhecido.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
I. Em uma cena, vemos o automóvel mover-se da esquerda para direita e, na cena seguinte, vê-se tal automóvel mover-se da direita para esquerda.
II. Vemos um estudante apreciar uma obra de arte. Na primeira tomada, ele está olhando para a direita. Na tomada seguinte, ele aparece olhando para esquerda.
Nas duas situações, há a quebra de uma convenção que causa confusão na cabeça do espectador. A essa quebra denominamos de
Clarice Lispector
Eu sei, mas não devia. Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo, porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo de viagem. A comer sanduíches porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz [...].
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “Hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que se paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar muito mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente se senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só o pé e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre o sono atrasado.
A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde de si mesma.
“A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta e que, de tanto se acostumar, se perde de si mesma.” De acordo com o exposto acima, NÃO podemos afirmar que