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( ) Homographs are words that are spelled the same but may have different meanings and, in some cases, different pronunciations.
( ) Homophones are words that sound the same but may differ in spelling and meaning.
( ) The word “can” is an example of a homograph.
( ) “Peace” and “piece” are examples of homophones.
( ) The word “bark” is an example of a homophone.
“An emphasis on the development of literacy as a fluid concept (Knobel and Lankshear (2014) is one of the most recent advances in twenty-first-century education. To conceptualize literacy, the ability of the learner to make use of language takes precedence in typical Western educational systems. However, as Kern highlights, “literacy is more than a set of academic skills” (2000, 23). It varies depending on the social context and is embedded in cultural practice (Paesani et al. 2016).”
I. Usa-se o hífen nas formações prefixais em que o prefixo termina com a mesma vogal com que se inicia o segundo elemento, como em: “anti-ibérico”, “auto-observação”, “micro-onda”, “semi-interno”.
II. O prefixo “co-” aglutina-se, em geral, ao segundo elemento, mesmo quando este se inicia com a vogal “o”, como em: “coobrigação”, “coocupante”, entre outros.
III. Deve-se usar acento circunflexo em “pôde”, forma da terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do modo indicativo do verbo “poder”, para distingui-la de “pode”, que é a forma da terceira pessoa do singular do presente do modo indicativo.
IV. Emprega-se o hífen nas palavras compostas que designam espécies botânicas e zoológicas, estejam ou não ligadas por preposição ou qualquer outro elemento, como em: “abóbora-menina”, “couve-flor”, “erva-doce”.
V. Palavras como “eletrótica” e “suprauricular” perderam o hífen por serem compostas por prefixos técnicos.
I. O hipertexto é o texto construído eletronicamente, produto linguístico das novas tecnologias de escritura, que materializam elementos próprios da oralidade e/ou da escrita.
II. O ponto fundamental de uma boa organização hipertextual está nos chamados links ou nexos, que devem ser suficientemente significativos e organizados para promover liberdade ao leitor, sem gerar desorientação.
III. O hipertexto tem como característica principal a linearidade, visando novas formas de expressão para as quais são necessários leitores especialmente passivos.
IV. No hipertexto, há uma justaposição de três sistemas: o alfabético da escrita une-se ao pictórico e ao auditivo, criando a possibilidade de conversão para um mesmo espaço, o ciberespaço.
V. Uma característica importante do hipertexto é a iteratividade, que diz respeito à polifonia e à intertextualidade, isto é, às várias formas de recursividade a notas, citações e consultas a outros textos.
I. A intertextualidade ocorre quando, em um texto, está inserido outro texto (intertexto) anteriormente produzido, que faz parte da memória social de uma coletividade ou da memória discursiva.
II. A intertextualidade explícita ocorre, por exemplo, por meio de citações, referências, menções, resumos, resenhas e traduções.
III. O plágio é um tipo particular de intertextualidade explícita, com valor de captação, no qual o produtor do texto espera (ou deseja) que o interlocutor não tenha na memória o intertexto e sua fonte.
IV. Nos casos de intertextualidade implícita, o produtor do texto espera que o leitor/ouvinte seja capaz de reconhecer a presença do intertexto, pela ativação do texto-fonte em sua memória discursiva, visto que, se tal não ocorrer, estará prejudicada a construção do sentido, particularmente no caso da subversão.
V. A canção Sabiá, de Chico Buarque e Tom Jobim, estabelece uma intertextualidade explícita com o poema Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, ao evocar, em novo contexto histórico e poético, o desejo de retorno e pertencimento à terra natal.
“Sei que o amor existe Eu não sou mais triste E que a nova vida Já vai chegar”
I. Por apresentarem uma linguagem predominantemente informal e temática cotidiana, as tirinhas não exigem do leitor habilidades de análise textual ou inferência de sentidos, sendo apropriadas, por isso, apenas para o ensino em níveis iniciais de escolarização.
II. A presença do humor nas tirinhas pode funcionar como estratégia discursiva para provocar reflexão sobre questões sociais e culturais.
III. As tirinhas podem ser utilizadas como ferramenta pedagógica para desenvolver competências linguísticas e interpretativas, por sua capacidade de integrar diferentes linguagens e aproximar-se da realidade dos estudantes/interlocutores.
IV. A relação dialógica presente nas tirinhas, conforme propõe Bakhtin, permite que esse gênero seja trabalhado como instrumento de reflexão sobre linguagem, ideologia e interação social.
V. O gênero tirinha pode ser considerado multimodal, uma vez que integra, de forma articulada, elementos verbais (como diálogos e demais textos escritos) e não verbais (como imagens e expressões faciais dos personagens), exigindo do leitor a mobilização de diferentes habilidades interpretativas para a construção do sentido.
I. No trecho “Por isso, muitos autores definem língua como ‘um conjunto de variedades’ e substituem a noção da língua como um sistema pela noção da língua como um polissistema, formado por essas múltiplas variedades: grandes regiões, estados, regiões dentro dos estados, classes sociais, faixas etárias [...]”, o uso dos dois-pontos está adequado à norma-padrão, pois introduz uma enumeração que exemplifica o conceito anterior.
II. Em “Foi nessa época (século III a.C.) que surgiu a disciplina chamada gramática, dedicada explicitamente a criar um modelo de língua que se elevasse acima da variação e servisse de instrumento de controle social por meio de um instrumento linguístico.”, o termo “século III a.C.” é um aposto e sua pontuação entre parênteses poderia ser substituída por travessões, sem prejuízo de sentido ou de correção gramatical.
III. Em “Eles, no entanto, fizeram uma avaliação negativa da variação [...]”, a concordância verbal está adequada à norma-padrão, mesmo com a intercalação do termo “no entanto” entre o sujeito “eles” e o verbo “fizeram”.
IV. O excerto “Por isso, muitos autores definem língua como ‘um conjunto de variedades’ [...]” contém o pronome demonstrativo “isso”, que funciona como um elemento de coesão referencial catafórico, por antecipar no enunciado a justificativa que será dada a seguir.
V. Em “Eles, no entanto, fizeram uma avaliação negativa da variação, que viram como um obstáculo para a unificação territorial e para a difusão da língua.”, o termo “Eles” funciona como um elemento de coesão referencial anafórica, ao retomar o termo “os estudiosos” apresentado anteriormente no texto.
“Entre esses dois níveis extremos, a variação é observada em diversos outros níveis: grandes regiões, estados, regiões dentro dos estados, classes sociais, faixas etárias, níveis de renda, graus de escolarização, profissões, acesso às tecnologias de informação, usos escritos e usos falados.”.
Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.