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Deuno Globo, 21/10/2000:
Acordo climático
NYT. Copenhague rumo ao fracasso
“Reportagem de John Broder, do New York Times, republicada pelo GLOBO (página 32) nesta quarta-feira, mostra que pode não haver mais tempo suficiente para um acordo climático em Copenhague, em dezembro. Os países tendem a anunciar uma série de medidas interinas e dar prosseguimento à discussão no próximo ano. A reportagem lembra declarações do diplomata holandês que chefia as negociações sobre clima nas Nações Unidas, Yvo De Boer, que alerta dos riscos de um fracasso no acordo: 'Não há tempo suficiente para fazer tudo.
Disponível em: http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2009/10/21/nyt-copenhague-rumo-ao-fracasso-234156.asp
Acesso em: 21/10/2009
Analisando a hipótese levantada, caso confirmada, haverá um retrocesso nas negociações internacionais para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa. No entanto, já existe um instrumento internacional, ratificado em 15 de março de 1998 e até hoje em vigor.
Baseado em seus conhecimentos e no texto, a opção que identifica tal instrumento é o:
“Desenvolvimento Sustentável é o que busca compatibilizar o atendimento das necessidades sociais e econômicas do ser humano com as necessidades de preservação do ambiente e dos recursos naturais, de modo que assegure a sustentabilidade da vida na Terra (...)” (Dias, Genebaldo Freire. Iniciação à Temática Ambiental, São Paulo: Gaia, 2002, p.64)
Este conceito enfatiza que para alcançarmos tal tipo de desenvolvimento, é necessário, principalmente:
A função COVAR pertence a qual categoria de funções do Excel 2003?
Qual é a orientação de página padrão (default) usada pela função Configurar página do Word 2003?
Ao se pressionar a combinação de teclas Ctrl+J, qual função do Word 2003 será executada?
Qual componente do Painel de controle do Windows XP permite alterar o formato de horário e de data?
A figura a seguir apresenta a caixa de diálogo Opções de Internet, pertencente ao Windows Internet Explorer.
A partir de qual aba desta caixa de diálogo é possível ativar ou desativar o recurso de preenchimento automático de nomes de usuários e senhas em formulários?
Determine a taxa efetiva mensal equivalente à taxa de 12% ao trimestre, capitalizados mensalmente.
Determine o montante obtido na aplicação de um capital de R$ 8.000,00, com uma taxa de 12,8% ao ano, durante 720 dias. Utilize para os cálculos o ano comercial.
Determine o valor do montante de um investimento de R$ 5.000,00, aplicado durante 15 dias, com taxa de juros de 5% ao mês, no regime de juros simples. Considere que um mês possui 30 dias.
Ao descontar uma nota promissória de R$ 10.000,00, com vencimento em 2 meses, Maria, obteve um desconto de R$ 199,00. Determine a taxa mensal de desconto comercial composto aplicada pelo banco nesta operação.
João foi ao banco descontar uma nota promissória com valor nominal de R$ 48.000,00, com vencimento em 10 meses. Determine o desconto que João receberá, uma vez que o banco cobra uma taxa de desconto racional simples de 2% ao mês.
Em um financiamento de R$ 1.000,00, se for utilizado o sistema de amortização francês (Price), o valor da prestação 2 é R$ 277,41, porém, se for utilizado o sistema de amortização constante (SAC), o valor da prestação 2 é R$ 296,00. Determine o valor da prestação 2, deste mesmo financiamento, se for utilizado o sistema de amortização mista (SAM).
Determine o valor da prestação 3 de um financiamento de R$ 1.000,00, com prazo de 5 meses, e uma taxa de juros de 12% ao mês, utilizando o sistema de amortização constante (SAC).
Determine o valor da amortização na prestação 3 de um financiamento de R$ 1.000,00, com prazo de 5 meses, uma taxa de juros de 12% ao mês, e prestações de R$ 277,41 utilizando o sistema de amortização francês (Price).
Determine os juros obtidos em um investimento de R$ 100.000,00, aplicados durante 270 dias, à taxa de 8% ao ano, no regime de juros simples. Utilize como referência o ano comercial.
Assinale a opção que completa, correta e respectivamente, os espaços das frases abaixo.
Esse era um problema _____ a família precisava lidar.
Esse era o problema ___ eles aludiam.
Essa era a atenção ___ ela necessitava.
Assinale a opção em que, segundo a norma culta da língua, houve ERRO em relação à concordância verbal.
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Crimes na Floresta
(...) Para comemorar os seus 12 anos, a menina Hakani pediu a sua mãe adotiva, Márcia Suzuki, que decorasse a mesa do bolo com figuras do desenho animado Happy Feet. O presente de que ela mais gostou foi um boneco de Mano, protagonista do filme. Mano é um pinguim que não sabe cantar, ao contrário de seus companheiros. Em vez de cantar, dança. Por isso, é rejeitado por seus pais. A história de Hakani também traz as marcas de uma rejeição. Nascida em 1995, natribo dos índios suruuarrás, que vivem semi-isolados no sul do Amazonas, Hakani foi condenada à morte quando completou 2 anos, porque não se desenvolvia no mesmo ritmo das outras crianças. Escalados para ser os carrascos, seus pais prepararam o timbó, um veneno obtido a partir da maceração de um cipó. Mas, em vez de cumprirem a sentença, ingeriram eles mesmos a substância.
O duplo suicídio enfureceu a tribo, que pressionou o irmão mais velho de Hakani, Aruaiji, então com 15 anos, a cumprir a tarefa. Ele atacou-a com um porrete. Quando a estava enterrando, ouviu-a chorar. Aruaji abriu a cova e retirou a irmã. Ao ver a cena, Kimaru, um dos avôs, pegou seu arco e flechou a menina entre o ombro e o peito. Tomado de remorso, o velho suruuarrás também se suicidou com timbó. A flechada, no entanto, não foi suficiente para matar a menina. Seus ferimentos foram tratados às escondidas pelo casal de missionários protestantes Márcia e Edson Suzuki, que tentavam evangelizar os suruuarrás. Eles apelaram à tribo para que deixasse Hakani viver. A menina, então, passou a dormir ao relento e comer as sobras que encontrava no chão. “Era tratada como um bicho”, diz Márcia. Muito fraca, ela já contava 5 anos quando a tribo autorizou os missionários a levá-la para o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, em São Paulo. Com menos de 7 quilos e 69 centímetros, Hakanitinha a compleição de um bebê de 7 meses. Os médicos descobriram que o atraso no seu desenvolvimento se devia ao hipotireoidismo, um distúrbio contornável por meio de remédios.
Márcia e Edson Suzuki conseguiram adotar a indiazinha. Graças a seu empenho, o hipotireoidismo foi controlado, mas os maus-tratos e a desnutrição deixaram sequelas. Aos 12 anos, Hakani mede 1,20 metro, altura equivalente à de uma criança de 7 anos. Como os suruuarrás aignoravam, só viria a aprendera falar na convivência com os brancos. Ela pronunciou as primeiras palavras aos 8 anos. Hoje, tem problemas de dicção, que tenta superar com a ajuda de uma fonoaudióloga. Um psicólogo recomendou que ela não fosse matriculada na escola enquanto não estivesse emocionalmente apta a enfrentar outras crianças. Hakani foi alfabetizada em casa pela mãe adotiva. Neste ano, o psicólogo autorizou seu ingresso na 2a série do ensino fundamental.
A história da adoção é um capítulo à parte. (...) O processo ficou cinco anos emperrado na Justiça do Amazonas, porque o antropólogo Marcos Farias de Almeida, do Ministério Público, deu um parecer negativo à adoção. No seu laudo, o antropólogo acusou os missionários de ameaçar a cultura suruuarrá ao impediro assassinato de Hakani. Disse que semelhante barbaridade era uma prática cultural repleta de significados.
(...)
Entre os índios brasileiros, o infanticídio foi sendo abolido à medida que se aculturavam. Mas resiste, principalmente, em tribos remotas — e com o apoio de antropólogos e a tolerância da Funai. E praticado por, no mínimo, treze etnias nacionais.
(...)
Há três meses, o deputado Henrique Afonso apresentou um projeto de lei que prevê pena de um ano e seis meses para o “homem branco” que não intervier para salvar as crianças indígenas condenadas à morte. O projeto classifica a tolerância ao infanticídio como omissão de socorro e afirma que o argumento de “relativismo cultural” fere o direito à vida, garantido pela Constituição.
Leonardo Coutinho, in VEJA, 15 de agosto de 2007.
Marque a conjunção que substitui a palavra grifada, sem alteração de sentido.
“A flechada, no entanto, não foi suficiente para matar a menina.”
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Crimes na Floresta
(...) Para comemorar os seus 12 anos, a menina Hakani pediu a sua mãe adotiva, Márcia Suzuki, que decorasse a mesa do bolo com figuras do desenho animado Happy Feet. O presente de que ela mais gostou foi um boneco de Mano, protagonista do filme. Mano é um pinguim que não sabe cantar, ao contrário de seus companheiros. Em vez de cantar, dança. Por isso, é rejeitado por seus pais. A história de Hakani também traz as marcas de uma rejeição. Nascida em 1995, natribo dos índios suruuarrás, que vivem semi-isolados no sul do Amazonas, Hakani foi condenada à morte quando completou 2 anos, porque não se desenvolvia no mesmo ritmo das outras crianças. Escalados para ser os carrascos, seus pais prepararam o timbó, um veneno obtido a partir da maceração de um cipó. Mas, em vez de cumprirem a sentença, ingeriram eles mesmos a substância.
O duplo suicídio enfureceu a tribo, que pressionou o irmão mais velho de Hakani, Aruaiji, então com 15 anos, a cumprir a tarefa. Ele atacou-a com um porrete. Quando a estava enterrando, ouviu-a chorar. Aruaji abriu a cova e retirou a irmã. Ao ver a cena, Kimaru, um dos avôs, pegou seu arco e flechou a menina entre o ombro e o peito. Tomado de remorso, o velho suruuarrás também se suicidou com timbó. A flechada, no entanto, não foi suficiente para matar a menina. Seus ferimentos foram tratados às escondidas pelo casal de missionários protestantes Márcia e Edson Suzuki, que tentavam evangelizar os suruuarrás. Eles apelaram à tribo para que deixasse Hakani viver. A menina, então, passou a dormir ao relento e comer as sobras que encontrava no chão. “Era tratada como um bicho”, diz Márcia. Muito fraca, ela já contava 5 anos quando a tribo autorizou os missionários a levá-la para o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, em São Paulo. Com menos de 7 quilos e 69 centímetros, Hakanitinha a compleição de um bebê de 7 meses. Os médicos descobriram que o atraso no seu desenvolvimento se devia ao hipotireoidismo, um distúrbio contornável por meio de remédios.
Márcia e Edson Suzuki conseguiram adotar a indiazinha. Graças a seu empenho, o hipotireoidismo foi controlado, mas os maus-tratos e a desnutrição deixaram sequelas. Aos 12 anos, Hakani mede 1,20 metro, altura equivalente à de uma criança de 7 anos. Como os suruuarrás aignoravam, só viria a aprendera falar na convivência com os brancos. Ela pronunciou as primeiras palavras aos 8 anos. Hoje, tem problemas de dicção, que tenta superar com a ajuda de uma fonoaudióloga. Um psicólogo recomendou que ela não fosse matriculada na escola enquanto não estivesse emocionalmente apta a enfrentar outras crianças. Hakani foi alfabetizada em casa pela mãe adotiva. Neste ano, o psicólogo autorizou seu ingresso na 2a série do ensino fundamental.
A história da adoção é um capítulo à parte. (...) O processo ficou cinco anos emperrado na Justiça do Amazonas, porque o antropólogo Marcos Farias de Almeida, do Ministério Público, deu um parecer negativo à adoção. No seu laudo, o antropólogo acusou os missionários de ameaçar a cultura suruuarrá ao impediro assassinato de Hakani. Disse que semelhante barbaridade era uma prática cultural repleta de significados.
(...)
Entre os índios brasileiros, o infanticídio foi sendo abolido à medida que se aculturavam. Mas resiste, principalmente, em tribos remotas — e com o apoio de antropólogos e a tolerância da Funai. E praticado por, no mínimo, treze etnias nacionais.
(...)
Há três meses, o deputado Henrique Afonso apresentou um projeto de lei que prevê pena de um ano e seis meses para o “homem branco” que não intervier para salvar as crianças indígenas condenadas à morte. O projeto classifica a tolerância ao infanticídio como omissão de socorro e afirma que o argumento de “relativismo cultural” fere o direito à vida, garantido pela Constituição.
Leonardo Coutinho, in VEJA, 15 de agosto de 2007.
Assinale a opção em que o termo grifado completa o verbo através de uma preposição.