Questões de Concurso
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Para ministrar a dose correta, o auxiliar de enfermagem deve proceder da seguinte forma:
1. Colocar as meias no período matutino, antes de o paciente sair do leito.
2. Realizar massagem nas pernas antes da colocação das meias.
3. Higienizar os membros inferiores do paciente se necessário.
4. Ajudar o paciente a ficar na posição de prona e orientar para manter essa posição durante pelo menos 15 minutos antes de colocar as meias.
5. Manter a meia sem dobras.
Estão corretas as ações descritas nos itens:
( ) Deitar o paciente em decúbito dorsal.
( ) Verificar as condições de acessos venosos e infusões, as fixações das sondas e drenos e as condições de drenagem e mantê-los em condições de acompanhamento do paciente durante o deslocamento.
( ) Descer em leque o cobertor e o lençol que cobrem o paciente.
( ) Retirar as bordas do lençol que estão presas debaixo do colchão do paciente.
( ) Enrolar o lençol que está sob o paciente e segurar nas pontas, mantendo-o afastado do corpo do paciente para facilitar o repasse do paciente do leito para a maca.
( ) Evitar colocar a maca em posição paralela ao leito do paciente.
( ) Posicionar dois profissionais do lado do leito e dois do lado da maca, todos os quatro segurando o lençol sob o paciente e com movimento sincronizado passar o paciente do leito para a maca.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
1. Montar o umidificador, colocando água destilada até o nível indicado no recipiente.
2. Conectar o umidificador à rede de oxigênio, através do fluxômetro.
3. Utilizar luvas de procedimentos para a inserção do cateter nasal na narina escolhida.
4. Abrir o fluxômetro, regulando a quantidade de oxigênio em litros por segundo, de acordo com a prescrição médica.
5. Checar a prescrição médica e anotar o procedimento realizado na folha de evolução de enfermagem do prontuário do paciente.
Está/estão correto(s) o(s) item(ns):
1. Higienizar os olhos do canto externo para o interno, usando gazes, luva de banho ou tecido de algodão específico para o procedimento.
2. Lavar o rosto com água sem sabão, pescoço e orelhas com sabão e retirar todo o sabão em seguida, secando com toalha logo após.
3. Interagir com o paciente durante a realização do banho de leito, evitando conversas paralelas.
4. Friccionar a pele e hidratá-la, pois ela é mais ressecada no paciente idoso, devido à falta de oleosidade natural.
5. Checar na prescrição de enfermagem e anotar o procedimento realizado, registrando na folha de anotação de enfermagem do prontuário do paciente.
São procedimentos adequados os descritos nos itens:
( ) Comunicar ao COREN e aos órgãos competentes fatos que infrinjam dispositivos legais e que possam prejudicar o exercício profissional.
( ) Requerer em tempo hábil informações acerca de normas e convocações.
( ) Recusar-se a executar atividades que não sejam de sua competência técnica, científica, ética e legal ou que não ofereçam segurança ao profissional, à pessoa, à família e à coletividade.
( ) Recusar-se a executar prescrição medicamentosa e terapêutica em que não conste a assinatura e o número de registro do profissional, exceto em situações de urgência e emergência.
( ) Requerer ao Conselho Regional de Enfermagem medidas cabíveis para obtenção de desagravo público em decorrência de ofensa sofrida no exercício profissional.
( ) Garantir a continuidade da Assistência de Enfermagem em condições que ofereçam segurança, mesmo em caso de suspensão das atividades profissionais decorrentes de movimentos reivindicatórios da categoria.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
1. Participar da programação da assistência de enfermagem.
2. Observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas.
3. Executar ações de tratamento simples.
4. Prestar cuidados de higiene e conforto ao paciente.
5. Participar da orientação e supervisão do trabalho de enfermagem em grau auxiliar.
6. Participar da equipe de saúde.
Correspondem ao estabelecido na mencionada lei as ações descritas nos itens:
( ) Comete peculato o funcionário público que se apropria de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou o desvia, em proveito próprio ou alheio.
( ) Se o funcionário público solicita ou recebe, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceita promessa de tal vantagem, comete o crime de corrupção passiva.
( ) Abandonar cargo público fora dos casos permitidos em lei é tipificado como crime, nos termos do Código Penal.
( ) Desobedecer ordem de superior hierárquico, mesmo que a ordem seja ilegal, é tipificado como crime de excesso de exação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
1. a quitação com as obrigações militares e eleitorais.
2. a idade mínima de dezesseis anos.
3. a aptidão física e mental.
4. não estar respondendo a processo criminal.
Estão corretos os requisitos apresentados nos itens:
Caso você precise arrumar as pastas desses funcionários em ordem alfabética, que ordem deverá usar?

Com base nos gráficos, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) O português e o espanhol preservam, no twitter, a mesma relação que apresentam em relação ao número de falantes.
( ) Os dois gráficos contribuem igualmente para sabermos o tamanho dos países envolvidos.
( ) Os percentuais do segundo quadro se alteram também em função do desenvolvimento tecnológico de cada povo.
( ) O primeiro quadro está relacionado diretamente à população dos países envolvidos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Um dia desses, em um desses blogs que sigo, vi uma foto que quase não precisou de texto para expressar a opinião dessa mãe. Duas garotas, com menos de oito anos, riam para a câmera exibindo com alegria as fantasias que vestiam. De Batman e Robin. Uma única frase acompanhou a foto: "Para meninas com personalidade". Estava claro. Essa mãe questionava o que convencionamos separar como brinquedos e brincadeiras de meninos e de meninas. É sobre essa questão a nossa conversa.
Até a primeira metade do século 20, os estereótipos a respeito do que era adequado para meninas e para meninos era quase consenso social. Azul para meninos, rosa para meninas; carrinhos para meninos, bonecas para meninas; certas profissões para homens, outras para mulheres e assim por diante. A partir dos anos 1960 tudo passou a mudar. Desconstruímos os rígidos papéis de homem e mulher e passamos a reconstruir novos, processo esse que ainda está em curso. Foram as crianças que mais ganharam com isso.
O colorido das fantasias, inclusive de bailarina, dos adereços femininos, da maquiagem, das vestimentas e dos calçados de salto etc. passou também a habitar a vida dos meninos; carros, ferramentas, espadas, bolas etc. se transformaram também em coisas de menina. Não foi - e ainda não é - sem temor por parte dos adultos que isso aconteceu. Meninas jogando futebol? Meninos brincando de casinha? Um estranhamento tomou conta de muitos pais, que manifestam resistência a esse novo estilo de vida. Os motivos? O principal, além da quebra de uma tradição, diz respeito à sexualidade, é claro.
Professoras e coordenadoras de escolas de educação infantil ainda costumam ouvir reclamações de mães sobre brincadeiras na escola que os filhos relatam e que escapam aos estereótipos em vigor, um pouco mais fracos, mas que ainda valem para muita gente. A maioria das reclamações vem da parte de mães e pais de meninos. Não é interessante esse fato?
Sabemos que preconceitos e estereótipos solidamente colocados na sociedade demoram a ser transformados e substituídos. É responsabilidade das organizações colaborar nesse processo. Muitas escolas, principalmente de educação infantil, têm dado valiosa contribuição para que esses estereótipos e preconceitos de que falamos enfraqueçam. Mas elas podem melhorar.
Aí, em pleno século 21, empresas oferecem produtos em embalagens diferentes para meninas e para meninos! Exemplo? Chocolate rosa para elas e azul para eles, com brindes considerados femininos e outros masculinos. E ainda justificam que esse é um anseio do seu grupo consumidor. Ora, se o consumidor sempre tivesse razão, o mundo estaria muito mais atrasado. Talvez não tivéssemos carros e aviões, e sim carroças de boi sofisticadas.
Muito se fala a respeito da responsabilidade social. Empresas exploram esse conceito principalmente para transformá-lo em marketing. A decisão de comercializar produtos dirigidos para meninas e para meninos é uma ação que expressa uma total irresponsabilidade social, não é verdade?
(Rosely Sayão, psicóloga e consultora em educação. Folha de S. Paulo, 28 maio 2013.)
Um dia desses, em um desses blogs que sigo, vi uma foto que quase não precisou de texto para expressar a opinião dessa mãe. Duas garotas, com menos de oito anos, riam para a câmera exibindo com alegria as fantasias que vestiam. De Batman e Robin. Uma única frase acompanhou a foto: "Para meninas com personalidade". Estava claro. Essa mãe questionava o que convencionamos separar como brinquedos e brincadeiras de meninos e de meninas. É sobre essa questão a nossa conversa.
Até a primeira metade do século 20, os estereótipos a respeito do que era adequado para meninas e para meninos era quase consenso social. Azul para meninos, rosa para meninas; carrinhos para meninos, bonecas para meninas; certas profissões para homens, outras para mulheres e assim por diante. A partir dos anos 1960 tudo passou a mudar. Desconstruímos os rígidos papéis de homem e mulher e passamos a reconstruir novos, processo esse que ainda está em curso. Foram as crianças que mais ganharam com isso.
O colorido das fantasias, inclusive de bailarina, dos adereços femininos, da maquiagem, das vestimentas e dos calçados de salto etc. passou também a habitar a vida dos meninos; carros, ferramentas, espadas, bolas etc. se transformaram também em coisas de menina. Não foi - e ainda não é - sem temor por parte dos adultos que isso aconteceu. Meninas jogando futebol? Meninos brincando de casinha? Um estranhamento tomou conta de muitos pais, que manifestam resistência a esse novo estilo de vida. Os motivos? O principal, além da quebra de uma tradição, diz respeito à sexualidade, é claro.
Professoras e coordenadoras de escolas de educação infantil ainda costumam ouvir reclamações de mães sobre brincadeiras na escola que os filhos relatam e que escapam aos estereótipos em vigor, um pouco mais fracos, mas que ainda valem para muita gente. A maioria das reclamações vem da parte de mães e pais de meninos. Não é interessante esse fato?
Sabemos que preconceitos e estereótipos solidamente colocados na sociedade demoram a ser transformados e substituídos. É responsabilidade das organizações colaborar nesse processo. Muitas escolas, principalmente de educação infantil, têm dado valiosa contribuição para que esses estereótipos e preconceitos de que falamos enfraqueçam. Mas elas podem melhorar.
Aí, em pleno século 21, empresas oferecem produtos em embalagens diferentes para meninas e para meninos! Exemplo? Chocolate rosa para elas e azul para eles, com brindes considerados femininos e outros masculinos. E ainda justificam que esse é um anseio do seu grupo consumidor. Ora, se o consumidor sempre tivesse razão, o mundo estaria muito mais atrasado. Talvez não tivéssemos carros e aviões, e sim carroças de boi sofisticadas.
Muito se fala a respeito da responsabilidade social. Empresas exploram esse conceito principalmente para transformá-lo em marketing. A decisão de comercializar produtos dirigidos para meninas e para meninos é uma ação que expressa uma total irresponsabilidade social, não é verdade?
(Rosely Sayão, psicóloga e consultora em educação. Folha de S. Paulo, 28 maio 2013.)
Um dia desses, em um desses blogs que sigo, vi uma foto que quase não precisou de texto para expressar a opinião dessa mãe. Duas garotas, com menos de oito anos, riam para a câmera exibindo com alegria as fantasias que vestiam. De Batman e Robin. Uma única frase acompanhou a foto: "Para meninas com personalidade". Estava claro. Essa mãe questionava o que convencionamos separar como brinquedos e brincadeiras de meninos e de meninas. É sobre essa questão a nossa conversa.
Até a primeira metade do século 20, os estereótipos a respeito do que era adequado para meninas e para meninos era quase consenso social. Azul para meninos, rosa para meninas; carrinhos para meninos, bonecas para meninas; certas profissões para homens, outras para mulheres e assim por diante. A partir dos anos 1960 tudo passou a mudar. Desconstruímos os rígidos papéis de homem e mulher e passamos a reconstruir novos, processo esse que ainda está em curso. Foram as crianças que mais ganharam com isso.
O colorido das fantasias, inclusive de bailarina, dos adereços femininos, da maquiagem, das vestimentas e dos calçados de salto etc. passou também a habitar a vida dos meninos; carros, ferramentas, espadas, bolas etc. se transformaram também em coisas de menina. Não foi - e ainda não é - sem temor por parte dos adultos que isso aconteceu. Meninas jogando futebol? Meninos brincando de casinha? Um estranhamento tomou conta de muitos pais, que manifestam resistência a esse novo estilo de vida. Os motivos? O principal, além da quebra de uma tradição, diz respeito à sexualidade, é claro.
Professoras e coordenadoras de escolas de educação infantil ainda costumam ouvir reclamações de mães sobre brincadeiras na escola que os filhos relatam e que escapam aos estereótipos em vigor, um pouco mais fracos, mas que ainda valem para muita gente. A maioria das reclamações vem da parte de mães e pais de meninos. Não é interessante esse fato?
Sabemos que preconceitos e estereótipos solidamente colocados na sociedade demoram a ser transformados e substituídos. É responsabilidade das organizações colaborar nesse processo. Muitas escolas, principalmente de educação infantil, têm dado valiosa contribuição para que esses estereótipos e preconceitos de que falamos enfraqueçam. Mas elas podem melhorar.
Aí, em pleno século 21, empresas oferecem produtos em embalagens diferentes para meninas e para meninos! Exemplo? Chocolate rosa para elas e azul para eles, com brindes considerados femininos e outros masculinos. E ainda justificam que esse é um anseio do seu grupo consumidor. Ora, se o consumidor sempre tivesse razão, o mundo estaria muito mais atrasado. Talvez não tivéssemos carros e aviões, e sim carroças de boi sofisticadas.
Muito se fala a respeito da responsabilidade social. Empresas exploram esse conceito principalmente para transformá-lo em marketing. A decisão de comercializar produtos dirigidos para meninas e para meninos é uma ação que expressa uma total irresponsabilidade social, não é verdade?
(Rosely Sayão, psicóloga e consultora em educação. Folha de S. Paulo, 28 maio 2013.)
1. Breve histórico da contestação dos estereótipos relativos a masculino e feminino.
2. Notícia sobre campanhas de marketing que oferecem embalagens diferenciadas para meninos e meninas.
3. Defesa da postura de educadoras na contestação dos estereótipos.
4. Comentário sobre os blogs que a autora acompanha e sobre a foto que desencadeou o tema do artigo.
5. Crítica à irresponsabilidade social das empresas que reforçam estereótipos.
Assinale a alternativa que corresponde à sequência das ideias na organização do texto.
Diabruras etimológicas
De forma marota, enfatizou um sentido há muito esquecido da palavra para suavizar o estrago “demoníaco” decorrente do uso leviano do termo. Segundo o etimologista Mário Eduardo Viaro, “satanás” é uma latinização do hebraico satan, que passou ao grego e, de lá, ao latim. No Velho Testamento significa, de fato, apenas “o contrário, o adversário, o opositor, o contendente, o competidor, o antagonista, o rival, o inimigo”. A questão é que a acepção não persiste hoje, dado o contexto religioso. Como pastor, Feliciano sabe disso.
- Para o evangélico, Satanás é o diabo, entendido como a entidade maligna da visão dualista e maniqueísta assumida pelo cristianismo, além do seu significado etimológico, que ninguém usa hoje em dia - explica Viaro.
(Edgard Murano, Língua Portuguesa, no 91, 2013.)
* Etimologia: Estudo da origem e formação das palavras de determinada língua.
1. usuário, sanguínea, distância.
2. ângulo, próximo, médico.
3. deverá, distância, após.
4. razoável, pés, ângulo.
Em que grupos as palavras são acentuadas com base na mesma regra ortográfica?
Diabruras etimológicas
De forma marota, enfatizou um sentido há muito esquecido da palavra para suavizar o estrago “demoníaco” decorrente do uso leviano do termo. Segundo o etimologista Mário Eduardo Viaro, “satanás” é uma latinização do hebraico satan, que passou ao grego e, de lá, ao latim. No Velho Testamento significa, de fato, apenas “o contrário, o adversário, o opositor, o contendente, o competidor, o antagonista, o rival, o inimigo”. A questão é que a acepção não persiste hoje, dado o contexto religioso. Como pastor, Feliciano sabe disso.
- Para o evangélico, Satanás é o diabo, entendido como a entidade maligna da visão dualista e maniqueísta assumida pelo cristianismo, além do seu significado etimológico, que ninguém usa hoje em dia - explica Viaro.
(Edgard Murano, Língua Portuguesa, no 91, 2013.)
* Etimologia: Estudo da origem e formação das palavras de determinada língua.
1. Diabruras etimológicas. (maldades)
2. A questão é que a acepção não persiste hoje. (significação)
3. Discurso religioso fundamentalista. (intransigente)
4. Alegou que usara satanás como sinônimo de “adversário”. (Admitiu)
Em que casos a palavra entre parênteses pode substituir a palavra grifada sem prejuízo de significado?
Diabruras etimológicas
De forma marota, enfatizou um sentido há muito esquecido da palavra para suavizar o estrago “demoníaco” decorrente do uso leviano do termo. Segundo o etimologista Mário Eduardo Viaro, “satanás” é uma latinização do hebraico satan, que passou ao grego e, de lá, ao latim. No Velho Testamento significa, de fato, apenas “o contrário, o adversário, o opositor, o contendente, o competidor, o antagonista, o rival, o inimigo”. A questão é que a acepção não persiste hoje, dado o contexto religioso. Como pastor, Feliciano sabe disso.
- Para o evangélico, Satanás é o diabo, entendido como a entidade maligna da visão dualista e maniqueísta assumida pelo cristianismo, além do seu significado etimológico, que ninguém usa hoje em dia - explica Viaro.
(Edgard Murano, Língua Portuguesa, no 91, 2013.)
* Etimologia: Estudo da origem e formação das palavras de determinada língua.
( ) Terraços interceptam a enxurrada formada na lavoura, resultante da água da chuva que não infiltrou no solo.
( ) Terraços diminuem a velocidade da enxurrada, mas não seu volume de água.
( ) A água acumulada no canal de um terraço deve sair preferencialmente por evaporação.
( ) Solo manejado em plantio direto não necessita de terraço.
( ) Terraços contribuem para a regularização da vazão das nascentes e dos cursos de água.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.