Questões de Concurso Comentadas para sesacre

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Q495942 Direito Sanitário
Um ativo movimento de Reforma Sanitária emergiu no Brasil durante a Primeira República, sob a liderança da nova geração de médicos higienistas, alcançando importantes resultados. Entre as conquistas alcançadas por esse movimento, destaca-se a criação do:
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Q495941 Direito Sanitário
ALei nº 8.142/1990 estabelece que a participação da comunidade na gestão do SUS dar-se-á através das Conferências e Conselhos de Saúde. A respeito da atuação desses órgãos,marque a opção correta.
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Q495940 Enfermagem
As ações e serviços de atenção primária fazem parte dos requisitos estabelecidos para que seja instituída um(a):
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Q495939 Saúde Pública
O conceito de seguridade social constitui uma das mais importantes inovações incorporadas à Constituição Federal de 1988. A esse respeito, analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta.

I. O novo conceito impôs uma transformação radical no sistema de saúde brasileiro reconhecendo a saúde como direito social.
II. Esse marco referencial define um novo paradigma para a ação do Estado, apontando-o como provedor das ações e dos serviços de saúde.
III. Os recursos da seguridade social passam a ser a principal forma de financiamento do SUS.

Assinale:
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Q495938 Saúde Pública
A legislação prevê que o SUS deve ser financiado com recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes. São considerados recursos provenientes de outras fontes, EXCETO:
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Q495937 Saúde Pública
Ao ser atendido em uma unidade pública de saúde, um paciente é informado de que o procedimento solicitado pelo médico está indisponível na rede assistencial, pois o único aparelho existente está quebrado e sem previsão de reparos, sendo aconselhado a procurar o setor privado por conta própria. O atendimento descrito fere o seguinte princípio do SUS:
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Q495936 Saúde Pública
O SUS é uma grande conquista social que nasceu com a Constituição Federal de 1988 e representa a materialização de uma nova concepção a respeito da saúde no Brasil. Considerando o que dispõe a Carta Magna a respeito das atribuições desse sistema, analise:

I. Compete ao SUS fiscalizar e inspecionar alimentos, água e bebidas para consumo humano.
II. Participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico não é uma das atribuições do SUS.
III. Ordenar a formação de recursos humanos na área da saúde não integra o campo de atuação do SUS.

Assinale:
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Q495935 História e Geografia de Estados e Municípios
O setor agrícola possui importância significativa na estrutura socioeconômica do Estado do Acre. Entre as lavouras permanentes a seguir, a que possuiu a maior área colhida em 2012 no Acre segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi:
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Q495934 História e Geografia de Estados e Municípios
“[...]Os anos 1970 e 1980 desenharam outro contexto para o Acre com a vinda dos chamados “paulistas”. Essa identidade foi atribuída de forma genérica a grandes empresários sulistas e migrantes rurais que vieram para o Acre com objetivo de especular com a compra de grandes seringais.” (Zoneamento-Ecológico Econômico do Acre – Fase II – Documento Síntese – 2003-2006 Governo doAcre)

A chegada dos “paulistas” no Acre, em meados da década de 1970 do século XX, gerou, principalmente:
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Q495933 História e Geografia de Estados e Municípios
O zoneamento ecológico-econômico promovido no Acre (ZEE – Fase II) permitiu avançar nos estudos sobre omeio biótico acreano e contribuiu paramelhor conhecimento da biodiversidade no Estado.
A despeito da exuberante biodiversidade local, os domínios fitoecológicos estão divididos principalmente em duas grandes regiões, predominantes e nas quais coexiste grande diversidade de formações vegetais.
Entre os domínios fitoecológicos a seguir, o que predomina territorialmente no estado do Acre é:
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Q495932 História e Geografia de Estados e Municípios
Entre os municípios a seguir, o que possui limites com o município de Rio Branco é:
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Q495931 História e Geografia de Estados e Municípios
“[...] A negociação que se abriu [...] entre o Brasil e a Bolívia permitiu a solução consagrada pelo Tratado de Petrópolis, que dispunha a incorporação ao Brasil de 190.000 km² de territórios de população brasileira, a cessão à Bolívia de pouco mais de 3.000 km², o pagamento de 2 mi lhões de l ibras (hoje correspondentes a quase 180 milhões de dólares) a título de compensação pela permuta desigual [...]”

(RICUPERO, Rubens. Rio Branco:o Brasil no mundo . Rio de Janeiro:Contraponto – Petrobrás, 2000, p. 31).

Com o Tratado de Petrópolis, além das negociações a que o texto se refere, o Brasil assumiu coma Bolívia o compromisso de:
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Q495930 Direito Penal
Se um funcionário público apropria-se de um computador que é bem público e que tinha sob sua posse em razão de seu cargo, comete o crime de:
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Q495929 Legislação Federal
Conforme a Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação), os procedimentos nela previstos devem ser executados em conformidade com as seguintes diretrizes:
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Q495922 Direito Constitucional
São exemplos de ações constitucionais, também denominados remédios constitucionais:
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Q495921 Direito Constitucional
Conforme a vigente Constituição Federal, são direitos sociais:
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Q495920 Português
                        Por uma medicina sem futilidades

            Futilidade, segundo o dicionário, significa frivolidade, inutilidade, motivo vão. Em medicina, o termo se aplica aos procedimentos cujos benefícios para o paciente são nulos, insignificantes ou altamente improváveis. Frequentemente, é usado para definir atos e intervenções destinados a prolongar a vida de pacientes terminais com prognósticos considerados irreversíveis.
            Tambémdenominada obstinação terapêutica, a questão está enraizada na discussão da ética médica, segundo a qual a morte deve ser evitada a qualquer custo. O desenvolvimento tecnológico reforçou essa conduta ao oferecer medicamentos e equipamentos que possibilitam o prolongamento da vida dentro das unidades de tratamento intensivo.
            Estabelecer os limites entre a utilidade e a futilidade é um dos maiores dilemas da medicina. A luta em favor da vida é justa, legítima e faz parte da natureza humana. No entanto, levado a extremos nos casos irreversíveis, esse esforço pode prejudicar os doentes em vez de trazer benefício, além de impor grande sofrimento aos familiares.
            O Código de Ética Médica adotado no Brasil reforça o caráter antiético da eutanásia. Mas também classifica como não indicado o prolongamento artificial da vida, com sofrimento para o doente sem perspectiva de cura ou melhora. Ele orienta que nas situações clínicas irreversíveis e terminais o médico evite procedimentos diagnósticos e terapêuticos desnecessários.
            Na revisão do Código feita em 2010, foi incluída pela primeira vez a ortotanásia como alternativa a ser considerada em casos terminais. Trata-se da promoção de cuidados paliativos, como controle da dor e de outros sintomas, para dar ao paciente conforto e bem-estar físico e emocional em seu final de vida.
            Assim como há rígidos critérios técnicos para definir que o estado do paciente é irreversível, também existem normas para a aplicação da ortotanásia. A principal delas é que a decisão somente pode ser tomada com o consentimento do próprio doente ou dos familiares.
            Para isso, é fundamental que toda a equipe envolvida esteja alinhada e partilhe a tarefa de dar ao paciente e/ou aos familiares todas as informações de forma detalhada e transparente. O diálogo sincero e aberto permite que a decisão seja mais serena e consciente, facilitando a aceitação da realidade e garantindo a dignidade daqueles cuja vida vai chegando ao fim.

                                                                  (Einstein Saúde. Responsável técnico: Dr. Miguel Cendorogio Neto. Revista Veja, 23/10/13)


Apenas uma das frases abaixo pode ser preenchida com o mesmo pronome relativo que aparece em “[...] garantindo a dignidade daqueles cuja vida vai chegando ao fim.” (parágrafo 7) Aponte-a.
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Q495919 Português
                        Por uma medicina sem futilidades

            Futilidade, segundo o dicionário, significa frivolidade, inutilidade, motivo vão. Em medicina, o termo se aplica aos procedimentos cujos benefícios para o paciente são nulos, insignificantes ou altamente improváveis. Frequentemente, é usado para definir atos e intervenções destinados a prolongar a vida de pacientes terminais com prognósticos considerados irreversíveis.
            Tambémdenominada obstinação terapêutica, a questão está enraizada na discussão da ética médica, segundo a qual a morte deve ser evitada a qualquer custo. O desenvolvimento tecnológico reforçou essa conduta ao oferecer medicamentos e equipamentos que possibilitam o prolongamento da vida dentro das unidades de tratamento intensivo.
            Estabelecer os limites entre a utilidade e a futilidade é um dos maiores dilemas da medicina. A luta em favor da vida é justa, legítima e faz parte da natureza humana. No entanto, levado a extremos nos casos irreversíveis, esse esforço pode prejudicar os doentes em vez de trazer benefício, além de impor grande sofrimento aos familiares.
            O Código de Ética Médica adotado no Brasil reforça o caráter antiético da eutanásia. Mas também classifica como não indicado o prolongamento artificial da vida, com sofrimento para o doente sem perspectiva de cura ou melhora. Ele orienta que nas situações clínicas irreversíveis e terminais o médico evite procedimentos diagnósticos e terapêuticos desnecessários.
            Na revisão do Código feita em 2010, foi incluída pela primeira vez a ortotanásia como alternativa a ser considerada em casos terminais. Trata-se da promoção de cuidados paliativos, como controle da dor e de outros sintomas, para dar ao paciente conforto e bem-estar físico e emocional em seu final de vida.
            Assim como há rígidos critérios técnicos para definir que o estado do paciente é irreversível, também existem normas para a aplicação da ortotanásia. A principal delas é que a decisão somente pode ser tomada com o consentimento do próprio doente ou dos familiares.
            Para isso, é fundamental que toda a equipe envolvida esteja alinhada e partilhe a tarefa de dar ao paciente e/ou aos familiares todas as informações de forma detalhada e transparente. O diálogo sincero e aberto permite que a decisão seja mais serena e consciente, facilitando a aceitação da realidade e garantindo a dignidade daqueles cuja vida vai chegando ao fim.

                                                                  (Einstein Saúde. Responsável técnico: Dr. Miguel Cendorogio Neto. Revista Veja, 23/10/13)


Assinale a opção em que, ao fazer a modificação no fragmento do texto, o acento indicativo de crase foi corretamente colocado.
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Q495918 Português
                        Por uma medicina sem futilidades

            Futilidade, segundo o dicionário, significa frivolidade, inutilidade, motivo vão. Em medicina, o termo se aplica aos procedimentos cujos benefícios para o paciente são nulos, insignificantes ou altamente improváveis. Frequentemente, é usado para definir atos e intervenções destinados a prolongar a vida de pacientes terminais com prognósticos considerados irreversíveis.
            Tambémdenominada obstinação terapêutica, a questão está enraizada na discussão da ética médica, segundo a qual a morte deve ser evitada a qualquer custo. O desenvolvimento tecnológico reforçou essa conduta ao oferecer medicamentos e equipamentos que possibilitam o prolongamento da vida dentro das unidades de tratamento intensivo.
            Estabelecer os limites entre a utilidade e a futilidade é um dos maiores dilemas da medicina. A luta em favor da vida é justa, legítima e faz parte da natureza humana. No entanto, levado a extremos nos casos irreversíveis, esse esforço pode prejudicar os doentes em vez de trazer benefício, além de impor grande sofrimento aos familiares.
            O Código de Ética Médica adotado no Brasil reforça o caráter antiético da eutanásia. Mas também classifica como não indicado o prolongamento artificial da vida, com sofrimento para o doente sem perspectiva de cura ou melhora. Ele orienta que nas situações clínicas irreversíveis e terminais o médico evite procedimentos diagnósticos e terapêuticos desnecessários.
            Na revisão do Código feita em 2010, foi incluída pela primeira vez a ortotanásia como alternativa a ser considerada em casos terminais. Trata-se da promoção de cuidados paliativos, como controle da dor e de outros sintomas, para dar ao paciente conforto e bem-estar físico e emocional em seu final de vida.
            Assim como há rígidos critérios técnicos para definir que o estado do paciente é irreversível, também existem normas para a aplicação da ortotanásia. A principal delas é que a decisão somente pode ser tomada com o consentimento do próprio doente ou dos familiares.
            Para isso, é fundamental que toda a equipe envolvida esteja alinhada e partilhe a tarefa de dar ao paciente e/ou aos familiares todas as informações de forma detalhada e transparente. O diálogo sincero e aberto permite que a decisão seja mais serena e consciente, facilitando a aceitação da realidade e garantindo a dignidade daqueles cuja vida vai chegando ao fim.

                                                                  (Einstein Saúde. Responsável técnico: Dr. Miguel Cendorogio Neto. Revista Veja, 23/10/13)


Na palavra destacada em “caráter ANTIÉTICO”. o prefixo significa:
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Q495917 Português
                        Por uma medicina sem futilidades

            Futilidade, segundo o dicionário, significa frivolidade, inutilidade, motivo vão. Em medicina, o termo se aplica aos procedimentos cujos benefícios para o paciente são nulos, insignificantes ou altamente improváveis. Frequentemente, é usado para definir atos e intervenções destinados a prolongar a vida de pacientes terminais com prognósticos considerados irreversíveis.
            Tambémdenominada obstinação terapêutica, a questão está enraizada na discussão da ética médica, segundo a qual a morte deve ser evitada a qualquer custo. O desenvolvimento tecnológico reforçou essa conduta ao oferecer medicamentos e equipamentos que possibilitam o prolongamento da vida dentro das unidades de tratamento intensivo.
            Estabelecer os limites entre a utilidade e a futilidade é um dos maiores dilemas da medicina. A luta em favor da vida é justa, legítima e faz parte da natureza humana. No entanto, levado a extremos nos casos irreversíveis, esse esforço pode prejudicar os doentes em vez de trazer benefício, além de impor grande sofrimento aos familiares.
            O Código de Ética Médica adotado no Brasil reforça o caráter antiético da eutanásia. Mas também classifica como não indicado o prolongamento artificial da vida, com sofrimento para o doente sem perspectiva de cura ou melhora. Ele orienta que nas situações clínicas irreversíveis e terminais o médico evite procedimentos diagnósticos e terapêuticos desnecessários.
            Na revisão do Código feita em 2010, foi incluída pela primeira vez a ortotanásia como alternativa a ser considerada em casos terminais. Trata-se da promoção de cuidados paliativos, como controle da dor e de outros sintomas, para dar ao paciente conforto e bem-estar físico e emocional em seu final de vida.
            Assim como há rígidos critérios técnicos para definir que o estado do paciente é irreversível, também existem normas para a aplicação da ortotanásia. A principal delas é que a decisão somente pode ser tomada com o consentimento do próprio doente ou dos familiares.
            Para isso, é fundamental que toda a equipe envolvida esteja alinhada e partilhe a tarefa de dar ao paciente e/ou aos familiares todas as informações de forma detalhada e transparente. O diálogo sincero e aberto permite que a decisão seja mais serena e consciente, facilitando a aceitação da realidade e garantindo a dignidade daqueles cuja vida vai chegando ao fim.

                                                                  (Einstein Saúde. Responsável técnico: Dr. Miguel Cendorogio Neto. Revista Veja, 23/10/13)


Em: “Trata-se da promoção de cuidados paliativos, como controle da dor e de outros sintomas, PARA DAR AO PACIENTE CONFORTO E BEM-ESTAR FÍSICO E EMOCIONAL EM SEU FINAL DE VIDA."(§5), o trecho destacado expressa,no contexto, ideia de:
Alternativas
Respostas
1021: A
1022: B
1023: C
1024: D
1025: E
1026: B
1027: A
1028: C
1029: E
1030: B
1031: B
1032: A
1033: B
1034: C
1035: D
1036: A
1037: C
1038: D
1039: B
1040: E