Questões de Concurso
Comentadas para dpe-ba
Foram encontradas 469 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Fonte: Google Imagens (2018).
O exercício do direito e do dever de votar, ou seja, de participar da vida política é uma questão relacionada à ______________.
A alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do trecho acima é
A Defensoria pública foi criada pela [...] lei nº 4.658, em 26 de dezembro de 1985, com o “[...] objetivo de atender à população carente da Bahia [...]”. Para melhor atender à população do estado, há unidades regionais da Defensoria Pública.
A Unidade da Defensoria de Vitória da Conquista está localizada na Região ____________________ da
Bahia.
A alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do trecho acima é
A escassez de água é um problema ambiental que afeta de forma severa diversos países. O Brasil detém 12% da água doce do mundo, porém a sua distribuição é desigual. A região ____________ é a que possui a maior disponibilidade de água por habitante, devido à bacia do rio __________________, maior rio em volume de água do mundo.
A alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima é
O Território Brasileiro é dividido em cinco regiões. A Região Nordeste é a maior delas, composta por _______ estados.
A alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do trecho acima é
“Cada tipo de resíduo tem um processo próprio de reciclagem. Na medida em que vários tipos de resíduos sólidos são misturados, sua reciclagem se torna mais cara ou mesmo inviável, pela dificuldade de separá-los de acordo com sua constituição ou composição” (BRASIL, 2017). Assim, é necessário realizar a coleta seletiva de resíduos.
Considerando o padrão internacional que é adotado pelo Brasil para sinalização dos recipientes de coleta seletiva de acordo com os tipos de resíduos, papeis e papelões devem ser descartados no recipiente de cor

Disponível em:<https://www.google.com.br/search?q=quadrinhos&source=lnms&tbm=isch&sa= X&ved=0ahUKEwjI3MeKwYraAhVGIpAKHV6KC7QQ_AUICigB&biw=1600&bih=745#imgrc=lLYhSMG5fr4L-M . Acesso em: 26 mar. 2018.
Sobre o termo “agora” apresentado no quadro 1, é correto afirmar que é um advérbio de
Decidimos fazer uma _______________ extra para deliberarmos como será o novo testamento, pois a __________________ do capital foi autorizada pelo doador.
A alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima é
O cargo e a experiência de defensor ___________________ davam-lhe a parcimônia com que
solucionava as questões que lhe__________________________.
A alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima é
Já _______ anos, ______ nesta cidade lampiões. Hoje, só _______ postes de luz.
A alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima é
Na era na informação, os brasileiros ainda _________ pouco, parece um ___________, mas precisamos já de _________________ na forma de como lidamos com o ato de ler.
De acordo ortográfico, a alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima é
Considere o texto a seguir:
“(...) a especialização do escravo é determinada segundo as necessidades do mercado ou a boa vontade de seu senhor. Esta imensa possibilidade de transferência tem uma influência reguladora sobre o mercado, onde a demanda varia de acordo com a conjuntura e a concorrência. O escravo é, às vezes, simplesmente alugado (...). É possível alugá-lo ao dia, à semana, ao mês, ao ano ou por mais tempo.”
(MATTOSO, Kátia de Queirós. Ser escravo no Brasil. Trad. São Paulo: Brasiliense, 3.ed, 1990, p. 141)
A descrição acima sinaliza uma forma de trabalho escravo
Considere o trecho a seguir:
“(...) logo após tomar todas as medidas necessárias para a extinção definitiva do tráfico, a Bahia passou da posição de importador à condição de exportador de escravos. Dessa forma, negros a todo preço seriam deslocados do norte para o sul já nos primeiros anos da década de 1850, num movimento contínuo, e que, apesar de altos e baixos, só se encerraria na década de 1880”.
(SILVA, Ricardo Tadeu Caires. A participação da Bahia no tráfico interprovincial de escravos (1851-1881). p. 2. In: 3o Encontro Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional. Universidade Federal de Santa Catarina,2007.Disponívelem:http://www.escravidaoeliberdade.com.br/site/images/Textos3/ricardo%20tadeu.pdf. Acesso em: 10 de julho de 2016)Para compreensão histórica do fenômeno descrito acima, devem ser considerados os seguintes fatores:
I. A alta do preço do café, no mercado mundial, que impulsionou sua produção no sudeste e a demanda por mão de obra escrava, de difícil aquisição via tráfico internacional a partir de 1850.
II. O impacto da Guerra de Secessão norte-americana, que prejudicou as exportações do algodão produzido no nordeste e obrigou os proprietários a se desfazerem de parte de seus contingentes de escravos.
III. A importância da Bahia no tráfico atlântico, província onde os traficantes resistiram mesmo após a extinção do tráfico, com certo apoio das autoridades locais.
IV. A pujança econômica da produção canavieira, que atraiu investimentos na modernização dos engenhos, processo que resultou na dispensa de mão de obra.
Está correto APENAS o que se afirma em:
Considere o texto a seguir, publicado em um jornal baiano em 1905:
“Estamos na Costa da África? É o que se torna necessário ser averiguado pela polícia, porquanto se lá não estamos também de lá não nos separam grande distância os nossos costumes negreiros. E a prova é que, fechando ouvidos a repetidas queixas da imprensa e de particulares, a polícia consente que dentro da cidade, porque é no outeiro que o vulgo denominou de ‘Cucuí’, descendentes vadios de negros selvagens façam candomblés, todos os dias, à noite principalmente, incomodando com um batebate dos pecados o sono tranqüilo da população. Já lá se foram os tempos dos ‘feitiço’ e dos ‘candomblés’, e porque atravessamos um século de largo progresso e ampla civilização, apelamos para a energia e a boa vontade, ainda não desmentidas, do sr.(...) sub-comissário de polícia, certos de que s.s. porá ponto final na folia macabra dos negros desocupados do ‘Cucuí’.”
(Jornal A ORDEM. 21 out. 1905. p. 1, Apud SANTOS, Edmar Ferreira. O poder dos candomblés: perseguição e resistência no Recôncavo da Bahia. Salvador: EDUFBA, 2009. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ufba/179/1/O%20poder%20dos%20candombles.pdf. Acesso em: 11 de julho de 2016
A partir da leitura do texto acima, é correto afirmar que o autor desse texto