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Em Hall (2005), ao tratar das alavancas, consideram-se três tipos:
I. Alavanca de terceira classe, cuja resistência está posicionada entre a força aplicada e o fulcro.
II. Alavanca de primeira classe, cuja força aplicada está posicionada entre a resistência e o fulcro.
III. Alavanca de segunda classe, cuja resistência está posicionada entre a força aplicada e o fulcro.
IV. Alavanca de terceira classe, cuja força aplicada está posicionada entre a resistência e o fulcro.
V. Alavanca de segunda classe, cujas resistência e força aplicadas estão posicionadas em lados opostos ao fulcro.
VI. Alavanca de primeira classe, cujas resistência e força aplicadas estão posicionadas em lados opostos ao fulcro.
Está correto apenas o que se afirma em
No que diz respeito à biomecânica do músculo esquelético, suas propriedades e sua organização estrutural, importa relacionar alguns conceitos contidos em Hall (2005).
1. Elasticidade
2. Irritabilidade
3. Extensibilidade
4. Fibra muscular
5. Fibra de contração rápida
6. Fibra de contração lenta
7. Capacidade de produzir tensão
( ) Capacidade de responder a um estímulo.
( ) Célula muscular cuja fadiga é mais rápida.
( ) Componente contrátil da função muscular.
( ) Suavidade na tensão muscular transmitida ao osso.
( ) Célula muscular isolada de formato alongado.
( ) Capacidade de alongamento ou aumento de tamanho.
A sequência correta é
Fonseca e Ramos (2017, p. 197) afirmam a necessidade de “[...] que o professor compreenda e valorize a pluralidade de manifestação da cultura corporal de movimento, posta em ação por meio dos jogos, esportes, ginásticas, danças e lutas”, em consonância com o preconizado pelo Coletivo de Autores (1992).
Nessa perspectiva, os autores ressaltam ainda a importância de “[...] entender que essas manifestações corporais identificam o movimento como mais que uma simples produção motora”, entendendo-o “[...] como possibilidade de expressão de sentimentos e comunicação, bem como de promoção de lazer e saúde [...]. Nessa perspectiva, não há como se pensar em um padrão motor correto, mas, sim, em uma variação de possibilidades.” Essa é a razão pela qual defendem a necessidade de ampliação “[...] no conceito de participação nas aulas por parte do professor para tornar o processo de inclusão possível em sua ação docente” e tomam como exemplo a questão da deficiência.
Suas análises permitem afirmar que é possível pensar e instituir práticas inclusivas que consideram as pessoas com deficiência,
Costa e Sousa (2004, p.39), abordando a educação física e o esporte adaptado, indagam o seguinte: “Será possível uma educação física inclusiva?” Os autores consideram que não existem respostas para muitas das questões, entretanto entendem “[...] que este é o momento de reflexões e quem sabe descobertas”. Afirmam ainda que “[...] conviver com a diferença e a diversidade humanas é possível, mas teremos que superar valores e princípios estigmatizantes ainda tão presentes nas relações sociais entre os homens”.
Considerando essas afirmações e as conclusões a que chegam os autores, é correto afirmar que os estudos e o conhecimento produzido pela área de educação física adaptada ou especial
Numa síntese d’a transformação didático-pedagógica dos esportes, Kunz (2001, p.125) apresenta “[...] os pontos mais contravertidos do esporte para uma prática educacional na formação educacional na formação da cidadania crítica e emancipada”.
Alguns deles podem ser identificados abaixo:
I. O esporte como é conhecido, hegemonicamente, em competições e por meio de mídias de comunicação, não se apresenta como conteúdo/elemento adequado de formação geral na constituição de uma realidade educacional.
II. O esporte, nas suas características de reforço do sucesso e do insucesso, tem grande contribuição para a formação geral ofertada nas escolas, uma vez consideradas e reforçadas suas características gerais de competição e rendimento.
III. O esporte, tal como na sua forma hegemônica e como cópia irrefletida da sua forma de competição e rendimento, não fomenta vivências de sucesso para a maioria de seus praticantes.
IV. O esporte, fomentado como prática de insucesso ou fracasso no contexto escolar, é de responsabilidade exclusiva do professor, constituindo-se em opção pedagógica comprometida com o correto desenvolvimento de crianças e jovens.
V. O esporte conhecido, hegemonicamente, por seus princípios básicos de “sobrepujança” e “comparações objetivas”, uma vez implementado nas práticas escolares, não contribui para a conquista da liberdade e do aprimoramento da sensibilidade em função do seu caráter técnico-instrumental nas sociedades industriais modernas.
Está correto apenas o que afirma em
Soares (2004) aborda a educação física no Brasil, considerando saúde, higiene, raça e moral como referenciais de abordagem e de análise, privilegiando as instituições médicas e o discurso higienista, considerando que é possível encontrar, elementos que auxiliam “[...] na compreensão de uma Educação Física como sinônimo de saúde física e mental, como promotora da saúde, como regeneradora da raça, das virtudes e da moral” (p.86).
As análises da autora indicam que:
No que se refere às desigualdades raciais, devemos acentuar o papel desempenhado pela ciência que, por meio de comparações e generalizações, absolutamente descontextualizadas, ‘comprovava’, a superioridade da raça branca em relação à negra, assim como do homem em relação à mulher (p.89).
É correto afirmar que, no Brasil,
Os elementos abordados por Bracht (2005, p. 112-114), na crítica ao esporte e suas instituições, constituem-se numa análise que
Ainda no que diz respeito à síntese das críticas que apresenta, Bracht (2005) analisa o esporte e as instituições. Em certa altura dessa análise indica que:
O esporte de alto rendimento ou espetáculo vai organizar-se a partir dos princípios econômicos vigentes na economia de mercado – situa-se no plano da transformação da cultura em mercadoria, é parte do que se chama de indústria de entretenimento e precisa ser estudado no plano da economia da cultura. Em princípio, poderia, regendo-se pelas leis de mercado, prescindir da intervenção generosa (ou subsidiária) do Estado, prescindir também da legitimação via contribuição educativa e para a saúde, mas, como aliás outros setores da economia – que fazem concomitantemente apologia da economia de mercado – parece não querer abrir mão desta ‘parceria (BRACHT, 2005, p.111).
Em consonância com as críticas tecidas pelo autor, pode-se afirmar que a organização esportiva,
Em Bracht (2005), o autor coloca como objetivos para o estudo que realiza, “a) oferecer à comunidade da Educação Física brasileira e de áreas afins, uma síntese das principais críticas de cunho sócio-filosófico do esporte, e b) contribuir para o avanço da avaliação e do entendimento críticos das funções sociais e do significado humano do fenômeno esportivo.”
Ao se propor essa tarefa, iniciam-se suas análises por meio de uma abordagem d’a gênese do esporte moderno e, nela, considera um esquema dual, em que pese a complexidade de uma abordagem do tipo.
O esquema dual de que se vale o autor é esporte
Ao pensar a educação do corpo na e para a escola, Taborda de Oliveira e Linhales (2011, p. 405) apontam que:
Mapeando e catalogando fontes, identificando novos acervos, ampliando o diálogo com a literatura e, sobretudo, ampliando a compreensão histórica da educação do corpo na escola para além dos limites de seu conteúdo sem, contudo, excluí-lo, podemos contribuir de forma bastante significativa para a compreensão do lento processo de afirmação da forma escolar como modo privilegiado de socialização, uma vez que podemos entender os vários dispositivos mobilizados para controle dos corpos por diferentes formas escolares em diferentes períodos da história da escolarização e em diferentes regiões do Brasil.
Sendo assim, pode-se considerar que
I. essa é uma perspectiva que deve promover maior abertura e ampliação do diálogo com outras áreas do saber na compreensão dos processos de formação e de educação dos corpos.
II. essa perspectiva não deve considerar a padronização de condutas, baseada na definição de tempos e espaços escolares como referência, sob pena de engessar e comprometer suas análises.
III. essa perspectiva encontra possibilidades de investigação pouco exploradas na história das disciplinas escolares e no estudo de práticas corporais institucionalizadas por meio das quais se privilegia a formação do espírito.
IV. nessa perspectiva, a interação e a inter-relação, com as diversas áreas do saber, proporcionam ao historiador da educação possibilidades fecundas de investigação dos mais diversos saberes e práticas escolares instituídos, que dão sustentação à educação corporal em determinado contexto.
V. nessa perspectiva, deve-se manter o estudo das diferentes culturas escolares relativamente afastado das transformações nos padrões de entendimento e no comportamento corporal, como forma de se obter mais clareza dos processos de desenvolvimento da forma escolar e de seus dispositivos.
Está correto apenas o que se afirma em
As Orientações Curriculares para o Ensino Médio, contidas em Brasil (2006), em determinado ponto do texto, trazem as seguintes considerações:
Apesar de anteriormente termos tratado o esporte como conteúdo, somos obrigados a reconhecer que, analisando o contexto e o cotidiano escolar [...], a forma como os conteúdos são tratados nas escolas nas últimas décadas acabam por torná-los formas esportivas/competitivas por excelência, deixando em segundo plano outros temas e perspectivas de formação próprios da Educação Física. Praticamente todos os conteúdos, dos jogos populares às danças de salão, foram transformados em práticas de disputas, com regras formalizadas e institucionalizadas, organização de torneios e premiação aos melhores. Nesse caso, os temas gerais da escola e os específicos da Educação Física ficaram à mercê do processo de esportivização da comunidade escolar. Essa forma esportiva de tratar os conteúdos acabou por transformar a competição como princípio das relações educativas. A competição ganha tal força como se essa fosse a única maneira de se promover a formação das pessoas, em especial dos nossos jovens (BRASIL, p. 230-231).
Com base nessas considerações, é correto afirmar que a
Silva, Silva e Molina Neto (2016), ao tratarem das Possibilidades da Educação Física no ensino médio técnico, avaliam que:
No Brasil, a educação profissional e tecnológica está em expansão, com a atribuição de contribuir com o desenvolvimento material da nação. Porém, é tarefa dos Institutos Federais de Educação avançar para além desse desenvolvimento material, cabendo-lhes proporcionar uma formação para o pensar. Essa formação, no entanto, só poderá acontecer se não se restringir à capacitação técnica exigida pelos interesses de um mercado de trabalho (SILVA; SILVA; MOLINA NETO, 2016, p. 326).
Em consonância com essas afirmações, é correto dizer que
Ainda no Coletivo de Autores (p. 30-33), ao se tratar da Educação Física Escolar no currículo escolar, são considerados alguns princípios curriculares, cuja referência no trato com o conhecimento articulam-se à ideia de currículo ampliado. Posto isso, relacione os princípios aos significados correspondentes.
Príncípios
1. Relevância social do conteúdo
2. Contemporaneidade do conteúdo
3. Adequação às possibilidades sociognoscitivas do aluno
4. Simultaneidade dos conteúdos enquanto dados da realidade
5. Provisoriedade do conhecimento
6. Espiralidade da incorporação das referências do pensamento
Significados
( ) Inclui o que também é considerado clássico.
( ) Confronta o etapismo na organização curricular conservadora.
( ) Vincula a explicação da realidade concreta.
( ) Compartilha significados construídos no pensamento do aluno.
( ) Compreende diferentes formas de organizar o pensamento.
A sequência correta é:
Em Darido (2012, p. 135), a autora considera a classificação de conteúdos de Zabala (1998) para “[...] discutir o que avaliar” nas dimensões conceitual, procedimental e atitudinal.
Sendo assim, no que diz respeito à dimensão conceitual, é correto propor questões cujas respostas
Soares et al. (1992, p. 26-27), no Coletivo de Autores, ao tratarem da concepção de currículo ampliado, tomam, inicialmente, duas aproximações conceituais em relação a currículo, cuja origem vem do latim curriculum e “[...] significa corrida, caminhada, percurso.”
Essas duas aproximações são:
I. O currículo escolar representa o projeto de escolarização do homem no processo de apreensão do conhecimento científico, apropriando-se desse conhecimento, que é confrontado com o saber que o aluno traz de seu cotidiano e de outras referências do pensamento humano.
II. O currículo escolar toma como objeto o conhecimento científico, a partir do qual o aluno desenvolve suas habilidades e capacidades intelectuais de forma a torná-lo instrumento para sua formação intelectual e profissional.
III. O currículo escolar incorpora um projeto de escolarização que considera determinado conhecimento científico, apropriado pela escola, como referência de um dado projeto de sociedade, considerado como único caminho a ser percorrido pelo aluno.
IV. O currículo escolar tem como objeto a reflexão do aluno, e o conhecimento científico é apropriado e tratado, metodologicamente, de modo a facilitar sua apreensão e o desenvolvimento da capacidade intelectual do aluno.
V. O currículo escolar expressa os anseios da sociedade, com base nas necessidades de formação técnica e profissional dos alunos, nas condições materiais oferecidas pelas escolas e nas demandas de acesso ao conhecimento científico.
Está totalmente correto apenas o que se afirma em
Uma teoria é uma tentativa humana de sistematizar o conhecimento, um jeito particular de ver as coisas, de explicar e prever observações e de resolver problemas. É, então, uma construção humana para interpretar sistematicamente a área de conhecimento denominada “aprendizagem”. A teoria tenta explicar o que é aprendizagem, porque funciona e como funciona. Subjacentes às teorias de aprendizagem estão sistemas de valores, isto é, as correntes filosóficas, apesar de que nem sempre, é possível enquadrar claramente determinada teoria de aprendizagem em apenas uma corrente filosófica (MOREIRA, 2011).
Associe as colunas, da página seguinte, relacionando corretamente a corrente filosófica à sua definição / exemplificação.
Correntes Filosóficas
(1) Comportamentalista
(2) Humanista
(3) Cognitivista
Definições / Exemplificações
( ) Enfatiza a cognição, isto é, como se dá o ato de conhecer do ser humano.
( ) Sua visão de mundo está nos comportamentos observáveis e mensuráveis dos sujeitos, nas respostas que ele dá aos estímulos externos e em suas consequências.
( ) A ação docente consiste em apresentar estímulos e reforços para os alunos, na quantidade e no momento certo, com objetivo de aumentar ou diminuir a frequência de certos comportamentos.
( ) Valoriza a autorrealização da pessoa, isto é, seu crescimento pessoal, enfatiza sentimentos, pensamentos e ações.
( ) Trata principalmente dos processos mentais, ocupa-se de atribuição de significados, da compreensão, da transformação, do armazenamento e do uso da informação envolvida na cognição.
( ) O ato de aprender não se limita a um aumento de conhecimentos, pois acredita que o domínio afetivo, isto é, o sentimento do aprendiz deve ser considerado.
A sequência correta dessa associação é
A avaliação possui denominações que, epistemologicamente, expressam formas diversas do ato de avaliar ou possíveis formas de uso dos resultados da investigação avaliativa ou pontos de vista filosóficos.
Analise o contexto atribuído a uma avaliação.
Uma avaliação realizada no início do semestre letivo com objetivo de produzir uma leitura da realidade para tomar decisões a respeito do encaminhamento da ação de seu gestor / repetida várias vezes no decorrer do semestre para que sejam conhecidas as modificações em sua realidade / para que o gestor saiba se o aluno foi aprovado ou reprovado, do ponto de vista epistemológico.
Com base no momento, na dimensão do tempo e no uso de seus resultados, a avaliação descrita pode ser tipificada do ponto de vista epstemológico, respectivamente como
Avalie as asserções e a relação proposta entre elas.
I- Na Teoria Pedagógica Tradicional, o papel da escola é difundir a instrução, transmitir os conhecimentos acumulados pela humanidade e sistematizados logicamente, essa instituição se organiza, pois, como uma agência centrada no professor, o qual transmite, segundo uma gradação lógica, o acervo cultural aos alunos
PORQUE
II- quando surgiu, em meados do século passado, tinha o objetivo de superar a situação de opressão, própria do “Antigo Regime”, e ascender a um tipo de sociedade fundada no contrato social celebrado “livremente” entre os indivíduos, sendo assim, era necessário vencer a barreira da ignorância para transformar os súditos em cidadãos, isto é, em indivíduos livres e esclarecidos.
A respeito das asserções, é correto afirmar que
O deslocamento do eixo da questão pedagógica do intelecto para o sentimento; do aspecto lógico para o psicológico; dos conteúdos cognitivos para os métodos ou processos pedagógicos; do professor para o aluno; do esforço para o interesse; da disciplina para a espontaneidade; do diretivismo para o não diretivismo; da quantidade para a qualidade; de uma pedagogia de inspiração filosófica centrada na ciência da lógica para uma pedagogia de inspiração experimental baseada principalmente nas contribuições da biologia e da psicologia, fez emergir a Pedagogia
Freire (1996, p.34) afirma que “não há para mim, na diferença e na ‘distância’ entre a ingenuidade e a criticidade, entre o saber de pura experiência feito e o que resulta dos procedimentos metodicamente rigorosos, uma ruptura, mas uma superação.”
De acordo com o pensamento desse autor, a criticidade necessária à ação docente