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Texto VI, para responder às questões de 33 a 35.
Paulo, 20 anos de idade, procurou o pronto-socorro com relato de que há 3 semanas passou a apresentar dispneia aos grandes esforços, que evoluiu para pequenos esforços e associou-se à dispneia paroxística noturna e à ortopneia. Nega quaisquer doenças prévias, relata que há 8 meses fez vários exames para admissão em serviço público (incluindo eletrocardiograma), que foram normais, nega uso de medicações e de drogas ilícitas, informa que teve quadro gripal, cerca de 6 dias antes do início dos sintomas atuais. Ao exame físico, apresentava pressão arterial e 100 mmHg × 60 mmHg, frequência cardíaca de 120 bpm, frequência respiratória de 25 incursões respiratórias/min; icuts cordis localizado na linha axilar anterior e 7.º espaço intercostal esquerdo, globoso, ritmo cardíaco regular em três tempos (à custa da 3.ª bulha), bulhas hipofonéticas, com sopro holossistólico, suave, grau 3 (de Levine), mais bem audível no foco mitral, irradiado para linha axilar posterior, presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax; abdome livre e sem megalias; extremidades sem edemas. Exames laboratoriais gerais: velocidade de hemossedimentação acelerada, leucocitose moderada com linfocitose e eosinofilia, níveis persistentemente elevados de troponina cardíaca I (cTnI). O eletrocardiograma mostrou: taquicardia sinusal, eixo elétrico médio do complexo QRS = -10º; duração do complexo QRS = 0,13 s; ausência de onda “q” em D1, aVL, V5 e V6; presença de ondas R alargadas e com entalhes medioterminais em D1, aVL, V5 e V6; de ondas S alargadas em V1 e V2; raras e isoladas extrassístoles ventriculares monomórficas, alterações difusas e inespecíficas da repolarização ventricular. A radiografia de tórax mostrou cardiomegalia moderada, com padrão de inversão da trama vascular e discreto derrame pleural à direita. O ecocardiograma transtorácico mostrou: fração de ejeção de 30%; dilatação d
Segundo as melhores evidências científicas, assinale a alternativa correta que representa a terapêutica mais útil para Paulo.
Texto VI, para responder às questões de 33 a 35.
Paulo, 20 anos de idade, procurou o pronto-socorro com relato de que há 3 semanas passou a apresentar dispneia aos grandes esforços, que evoluiu para pequenos esforços e associou-se à dispneia paroxística noturna e à ortopneia. Nega quaisquer doenças prévias, relata que há 8 meses fez vários exames para admissão em serviço público (incluindo eletrocardiograma), que foram normais, nega uso de medicações e de drogas ilícitas, informa que teve quadro gripal, cerca de 6 dias antes do início dos sintomas atuais. Ao exame físico, apresentava pressão arterial e 100 mmHg × 60 mmHg, frequência cardíaca de 120 bpm, frequência respiratória de 25 incursões respiratórias/min; icuts cordis localizado na linha axilar anterior e 7.º espaço intercostal esquerdo, globoso, ritmo cardíaco regular em três tempos (à custa da 3.ª bulha), bulhas hipofonéticas, com sopro holossistólico, suave, grau 3 (de Levine), mais bem audível no foco mitral, irradiado para linha axilar posterior, presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax; abdome livre e sem megalias; extremidades sem edemas. Exames laboratoriais gerais: velocidade de hemossedimentação acelerada, leucocitose moderada com linfocitose e eosinofilia, níveis persistentemente elevados de troponina cardíaca I (cTnI). O eletrocardiograma mostrou: taquicardia sinusal, eixo elétrico médio do complexo QRS = -10º; duração do complexo QRS = 0,13 s; ausência de onda “q” em D1, aVL, V5 e V6; presença de ondas R alargadas e com entalhes medioterminais em D1, aVL, V5 e V6; de ondas S alargadas em V1 e V2; raras e isoladas extrassístoles ventriculares monomórficas, alterações difusas e inespecíficas da repolarização ventricular. A radiografia de tórax mostrou cardiomegalia moderada, com padrão de inversão da trama vascular e discreto derrame pleural à direita. O ecocardiograma transtorácico mostrou: fração de ejeção de 30%; dilatação d
Considerando que o eletrocardiograma de Paulo apresenta uma alteração associada a elevadas taxas de mortalidade, ao analisar as alterações eletrocardiográficas informadas, pode-se, entre outros, fazer o diagnóstico eletrocardiográfico de
Texto VI, para responder às questões de 33 a 35.
Paulo, 20 anos de idade, procurou o pronto-socorro com relato de que há 3 semanas passou a apresentar dispneia aos grandes esforços, que evoluiu para pequenos esforços e associou-se à dispneia paroxística noturna e à ortopneia. Nega quaisquer doenças prévias, relata que há 8 meses fez vários exames para admissão em serviço público (incluindo eletrocardiograma), que foram normais, nega uso de medicações e de drogas ilícitas, informa que teve quadro gripal, cerca de 6 dias antes do início dos sintomas atuais. Ao exame físico, apresentava pressão arterial e 100 mmHg × 60 mmHg, frequência cardíaca de 120 bpm, frequência respiratória de 25 incursões respiratórias/min; icuts cordis localizado na linha axilar anterior e 7.º espaço intercostal esquerdo, globoso, ritmo cardíaco regular em três tempos (à custa da 3.ª bulha), bulhas hipofonéticas, com sopro holossistólico, suave, grau 3 (de Levine), mais bem audível no foco mitral, irradiado para linha axilar posterior, presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax; abdome livre e sem megalias; extremidades sem edemas. Exames laboratoriais gerais: velocidade de hemossedimentação acelerada, leucocitose moderada com linfocitose e eosinofilia, níveis persistentemente elevados de troponina cardíaca I (cTnI). O eletrocardiograma mostrou: taquicardia sinusal, eixo elétrico médio do complexo QRS = -10º; duração do complexo QRS = 0,13 s; ausência de onda “q” em D1, aVL, V5 e V6; presença de ondas R alargadas e com entalhes medioterminais em D1, aVL, V5 e V6; de ondas S alargadas em V1 e V2; raras e isoladas extrassístoles ventriculares monomórficas, alterações difusas e inespecíficas da repolarização ventricular. A radiografia de tórax mostrou cardiomegalia moderada, com padrão de inversão da trama vascular e discreto derrame pleural à direita. O ecocardiograma transtorácico mostrou: fração de ejeção de 30%; dilatação d
Com base na situação do texto, a principal hipótese diagnóstica é
O diabetes melito é um importante problema de saúde pública no Brasil. Acerca do envolvimento do coração nessa endocrinopatia, assinale a alternativa correta.
Texto V, para responder às questões 30 e 31.
O senhor Manoel, de 42 anos de idade, procurou atendimento médico no pronto-socorro de um hospital de nível terciário e relatou que, há 6 dias, tem apresentado episódios de febre diária, de até 39,5 ºC, associada a calafrios e sudorese. Informou ser acompanhado em ambulatório de cardiologia, com diagnóstico de doença congênita na valva aórtica. Seu exame físico mostrou pressão arterial de 138 mmHg × 50 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, temperatura axilar de 38,9 ºC, hipocorado, ritmo cardíaco regular; a ausculta da segunda bulha cardíaca permitiu verificar seu desdobramento apenas na fase de expiração; havia sopro sistólico ejetivo, grau 3 de Levine, mais bem audível em foco aórtico, irradiado para as artérias carótidas e sopro diastólico aspirativo, grau 3 de Levine, mais bem audível em foco aórtico acessório, irradiado para região paraesternal esquerda baixa. Os pulmões estavam limpos. O abdome estava livre e não apresentava visceromegalias. Nas palmas das mãos, foram observadas máculas eritematosas, indolores. Nas polpas digitais das mãos, foram vistos pequenos nódulos dolorosos e violáceos. O eletrocardiograma mostrou: taquicardia sinusal, eixo elétrico médio do QRS desviado para a esquerda, sinais sugestivos de sobrecarga ventricular esquerda. O ecocardiograma transtorácio e transesofágico evidenciou: diâmetro da aorta ascendente de 51 mm; valva aórtica bicúspide, com rafe entre os folhetos não coronariano e coronariano esquerdo, calcificada. Doppler mostrou gradiente transvalvar aórtico médio de 45 mmHg, insuficiência aórtica de grau acentuado. Nessa valva, foi visibilizada vegetação (na face aórtica) com área de 2 cm2, e também havia uma imagem livre de ecos, com bordas calcificadas deformando a raiz da aorta — sugestiva de abscesso perivalvar. Foram colhidas três amostras de hemoculturas e realizados exames laboratoriais gerais de sangue e urina. Ante a suspeita de endoc
Considerando a valvopatia aórtica congênita de base apresentada por Manoel — valva aórtica bicúspide —, assinale a alternativa correta.
Texto V, para responder às questões 30 e 31.
O senhor Manoel, de 42 anos de idade, procurou atendimento médico no pronto-socorro de um hospital de nível terciário e relatou que, há 6 dias, tem apresentado episódios de febre diária, de até 39,5 ºC, associada a calafrios e sudorese. Informou ser acompanhado em ambulatório de cardiologia, com diagnóstico de doença congênita na valva aórtica. Seu exame físico mostrou pressão arterial de 138 mmHg × 50 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, temperatura axilar de 38,9 ºC, hipocorado, ritmo cardíaco regular; a ausculta da segunda bulha cardíaca permitiu verificar seu desdobramento apenas na fase de expiração; havia sopro sistólico ejetivo, grau 3 de Levine, mais bem audível em foco aórtico, irradiado para as artérias carótidas e sopro diastólico aspirativo, grau 3 de Levine, mais bem audível em foco aórtico acessório, irradiado para região paraesternal esquerda baixa. Os pulmões estavam limpos. O abdome estava livre e não apresentava visceromegalias. Nas palmas das mãos, foram observadas máculas eritematosas, indolores. Nas polpas digitais das mãos, foram vistos pequenos nódulos dolorosos e violáceos. O eletrocardiograma mostrou: taquicardia sinusal, eixo elétrico médio do QRS desviado para a esquerda, sinais sugestivos de sobrecarga ventricular esquerda. O ecocardiograma transtorácio e transesofágico evidenciou: diâmetro da aorta ascendente de 51 mm; valva aórtica bicúspide, com rafe entre os folhetos não coronariano e coronariano esquerdo, calcificada. Doppler mostrou gradiente transvalvar aórtico médio de 45 mmHg, insuficiência aórtica de grau acentuado. Nessa valva, foi visibilizada vegetação (na face aórtica) com área de 2 cm2, e também havia uma imagem livre de ecos, com bordas calcificadas deformando a raiz da aorta — sugestiva de abscesso perivalvar. Foram colhidas três amostras de hemoculturas e realizados exames laboratoriais gerais de sangue e urina. Ante a suspeita de endoc
Considerando que a endocardite infecciosa foi a principal hipótese diagnóstica que motivou a internação de Manoel, assinale a alternativa correta.
Eduarda, 22 anos de idade, procurou atendimento cardiológico ambulatorial relatando dor precordial de leve intensidade, em pontadas, localizada em um ponto abaixo do mamilo esquerdo, sem relação com esforços físicos. Disse ainda que apresentava palpitações taquicárdicas, sem associação com sintomas de baixo débito, e dispneia de repouso e que estava muito ansiosa. Após realizar o exame físico, o médico assistente informou à paciente que sua principal hipótese diagnóstica era prolapso da valva mitral (PVM).
Em consonância com as mais recentes evidências científicas, o exame mais adequado para confirmar a principal hipótese diagnóstica levantada nessa situação é a
Eduarda, 22 anos de idade, procurou atendimento cardiológico ambulatorial relatando dor precordial de leve intensidade, em pontadas, localizada em um ponto abaixo do mamilo esquerdo, sem relação com esforços físicos. Disse ainda que apresentava palpitações taquicárdicas, sem associação com sintomas de baixo débito, e dispneia de repouso e que estava muito ansiosa. Após realizar o exame físico, o médico assistente informou à paciente que sua principal hipótese diagnóstica era prolapso da valva mitral (PVM).
Acerca da situação apresentada, assinale a alternativa correta.
Texto III, para responder às questões 26 e 27.
Joana, 35 anos de idade, foi atendida no serviço ambulatorial de um hospital de nível terciário. No atendimento, queixava-se de edema de membros inferiores, dor no hipocôndrio direito, empachamento pós-prandial, dispneia aos médios esforços e fadiga. Nega tabagismo e etilismo. O exame clínico mostrou: pressão arterial de 110 mmHg × 65 mmHg, frequência cardíaca de 95 bpm, ictus cordis não-visível e não-palpável, ritmo cardíaco regular, bulhas hipofonéticas, com presença de knock pericárdico, sem sopros, presença de pulso paradoxal, sinal de Kussmaul presente e de hepatomegalia pulsátil (pulso hepático), pulmões limpos, edema de membros inferiores (com sinal de Godet presente). Seu eletrocardiograma apresentava: ritmo sinusal, onda P mitrale, eixo elétrico do complexo QRS desviado para a direita no plano frontal, baixa voltagem do complexo QRS difusa (no plano frontal e no horizontal), alterações difusas e inespecíficas da repolarização ventricular. A paciente foi internada para investigação e tratamento.
Considerando as informações clínico-laboratoriais apresentadas no texto, assinale a alternativa correta.
Texto III, para responder às questões 26 e 27.
Joana, 35 anos de idade, foi atendida no serviço ambulatorial de um hospital de nível terciário. No atendimento, queixava-se de edema de membros inferiores, dor no hipocôndrio direito, empachamento pós-prandial, dispneia aos médios esforços e fadiga. Nega tabagismo e etilismo. O exame clínico mostrou: pressão arterial de 110 mmHg × 65 mmHg, frequência cardíaca de 95 bpm, ictus cordis não-visível e não-palpável, ritmo cardíaco regular, bulhas hipofonéticas, com presença de knock pericárdico, sem sopros, presença de pulso paradoxal, sinal de Kussmaul presente e de hepatomegalia pulsátil (pulso hepático), pulmões limpos, edema de membros inferiores (com sinal de Godet presente). Seu eletrocardiograma apresentava: ritmo sinusal, onda P mitrale, eixo elétrico do complexo QRS desviado para a direita no plano frontal, baixa voltagem do complexo QRS difusa (no plano frontal e no horizontal), alterações difusas e inespecíficas da repolarização ventricular. A paciente foi internada para investigação e tratamento.
Nesse caso, a principal hipótese diagnóstica é
Em relação à infusão de solução cardioplégica por via retrógrada, assinale a alternativa que apresenta o local do coração que recebe menor proteção.
Qual é a conduta mais adequada para um paciente com diagnóstico de comunicação interventricular pós-infarto do miocárdio, hemodinamicamente estável, recém-admitido no pronto-socorro?
Em relação à nomenclatura dos modos de estimulação cardíaca artificial, o que significa a sigla DOO?
Texto IV, para responder às questões de 45 a 47.
Um paciente de 25 anos de idade, sexo feminino, foi atendido no ambulatório com diagnóstico de estenose mitral reumática, associada a insuficiência tricúspide moderada, com disfunção ventricular direita e hipertensão pulmonar importante. O eletrocardiograma revelou ritmo de fibrilação atrial com sobrecarga atrial esquerda. O escore de Block foi de 6.
Na situação apresentada no texto, após o procedimento, a paciente evoluiu com disfunção ventricular direita importante, e a pressão arterial pulmonar estava em níveis sistêmicos. Quais são as duas drogas mais eficazes para esses problemas, respectivamente?
Texto IV, para responder às questões de 45 a 47.
Um paciente de 25 anos de idade, sexo feminino, foi atendido no ambulatório com diagnóstico de estenose mitral reumática, associada a insuficiência tricúspide moderada, com disfunção ventricular direita e hipertensão pulmonar importante. O eletrocardiograma revelou ritmo de fibrilação atrial com sobrecarga atrial esquerda. O escore de Block foi de 6.
Nessa paciente, qual é a sequência mais adequada de tratamento, considerando-se que ela se encontra em classe funcional III da New York Heart Association?
Texto IV, para responder às questões de 45 a 47.
Um paciente de 25 anos de idade, sexo feminino, foi atendido no ambulatório com diagnóstico de estenose mitral reumática, associada a insuficiência tricúspide moderada, com disfunção ventricular direita e hipertensão pulmonar importante. O eletrocardiograma revelou ritmo de fibrilação atrial com sobrecarga atrial esquerda. O escore de Block foi de 6.
Nesse caso, qual é o método de mensuração do escore de Block?
Um paciente, no pós-operatório de revascularização do miocárdio completa eletiva com função ventricular normal, foi admitido na unidade de terapia intensiva em boas condições. Aproximadamente seis horas após a admissão, evoluiu com pressão arterial de 80 mmHg × 40 mmHg, pressão venosa central de 20 mmHg, frequência cardíaca de 120 batimentos por minuto em ritmo sinusal e diurese de 20 mL na última hora. O débito pelo dreno mediastinal foi de 100 mL/h nas três horas antecedentes. Nesse caso, o diagnóstico mais provável é
Considere um paciente de vinte anos de idade com diagnóstico de choque cardiogênico secundário a miocardite viral aguda. Além do tratamento clínico apropriado, o uso de assistência circulatória mecânica está indicado diante do choque refratário com envolvimento de órgãos-alvo. Nessa situação, a função inicial da assistência circulatória mecânica é
Considere um paciente com diagnóstico de endocardite infecciosa de prótese aórtica com abscesso de anel e fístula entre o anel coronariano direito e o átrio direito. Nessa situação, o melhor substituto valvar no que tange à menor chance de recorrência da infecção é
Considere que um paciente de 52 anos de idade, 70 kg, sexo masculino, portador de miocardiopatia isquêmica terminal, com indicação de transplante cardíaco encontra-se em classe funcional III da New York Heart Association em vigência de tratamento clínico otimizado. Considere, ainda, que o cateterismo cardíaco direito revelou pressão arterial sistêmica de 90 mmHg × 50 mmHg, pressão da artéria pulmonar de 60 mmHg × 40 mmHg, pressão capilar pulmonar de 28 mmHg, gradiente transpulmonar de 7 mmHg e resistência vascular pulmonar de 4 unidades Wood. Nessa situação, após o aparecimento de doador de órgãos com compatibilidade ABO, qual seria o melhor doador para este receptor?