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Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036469 Gestão de Pessoas
São habilidades importantes para o desempenho administrativo bem-sucedido: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036458 Direito Sanitário
Nas prestações de serviços de saneamento básico, deverá o Estado seguir um planejamento adequado para que o mesmo se realize de forma mais eficiente. Segundo a Lei n° 11.445/2007, assinale a assertiva correta.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036457 Direito Administrativo
Poderá haver, de acordo com a lei, a contratação direta nas licitações públicas quando houver inviabilidade de competição. Sobre o tema, assinale a assertiva correta que demonstra a necessidade de se utilizar esta forma de contratação.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036454 Direito Administrativo
Acerca da Lei n° 8.429/1992, assinale a assertiva correta sobre a improbidade administrativa.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036448 Português
O ZELADOR DO LABIRINTO

   Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrertodo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta, etc.
   Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
    - Como, sair?
    - Asaída! Onde fica a saída?
    - É por ali - apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
   Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
   - Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda outra vez, direita, direita, esquerda .... - Espere! - gritou alguém. - Ponha isso num papel.
   Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e toco de lápis e começou a escrever.
     - Deixa eu ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda...
Hesitou.
    - Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
   O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivesse pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? Asaída! Onde fica a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podia adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

O Zelador do Labirinto. Revista ícaro, 230, RMC Editora, Setembro de 2003, p, 34.
“Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material que necessitaria para seu trabalho.”
No trecho o autor faz uso de um recurso coesivo chamado:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036447 Português
O ZELADOR DO LABIRINTO

   Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrertodo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta, etc.
   Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
    - Como, sair?
    - Asaída! Onde fica a saída?
    - É por ali - apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
   Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
   - Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda outra vez, direita, direita, esquerda .... - Espere! - gritou alguém. - Ponha isso num papel.
   Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e toco de lápis e começou a escrever.
     - Deixa eu ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda...
Hesitou.
    - Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
   O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivesse pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? Asaída! Onde fica a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podia adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

O Zelador do Labirinto. Revista ícaro, 230, RMC Editora, Setembro de 2003, p, 34.
“A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o DESAPARECIMENTO do outro completou um mês."
A palavra em destaque passa por qual processo de formação de palavras? 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036446 Português
O ZELADOR DO LABIRINTO

   Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrertodo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta, etc.
   Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
    - Como, sair?
    - Asaída! Onde fica a saída?
    - É por ali - apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
   Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
   - Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda outra vez, direita, direita, esquerda .... - Espere! - gritou alguém. - Ponha isso num papel.
   Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e toco de lápis e começou a escrever.
     - Deixa eu ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda...
Hesitou.
    - Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
   O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivesse pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? Asaída! Onde fica a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podia adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

O Zelador do Labirinto. Revista ícaro, 230, RMC Editora, Setembro de 2003, p, 34.
“Sacudindo a cabeça com DIVERTIDA resignação (...)”
O termo em destaque no trecho acima está sendo utilizado com sentido conotativo.
I. Os domadores conseguiram enjaular a fera depois de muito sacrifício. II. Maurício ficou uma fera com a esposa depois que viu o extrato bancário. III. Ashkin, Mouroue Strickland são as feras da física da atualidade.
A palavra FERA das sentenças acima está sendo utilizada no seu sentido conotativo em:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036444 Português
O ZELADOR DO LABIRINTO

   Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrertodo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta, etc.
   Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
    - Como, sair?
    - Asaída! Onde fica a saída?
    - É por ali - apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
   Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
   - Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda outra vez, direita, direita, esquerda .... - Espere! - gritou alguém. - Ponha isso num papel.
   Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e toco de lápis e começou a escrever.
     - Deixa eu ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda...
Hesitou.
    - Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
   O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivesse pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? Asaída! Onde fica a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podia adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

O Zelador do Labirinto. Revista ícaro, 230, RMC Editora, Setembro de 2003, p, 34.
“Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede.”
No trecho acima, o autor faz uso de um recurso linguístico denominado RECURSIVIDADE que é caracterizado por encaixar frases em frases. Para tal recurso o autorfaz uso de: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036443 Português
O ZELADOR DO LABIRINTO

   Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrertodo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta, etc.
   Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
    - Como, sair?
    - Asaída! Onde fica a saída?
    - É por ali - apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
   Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
   - Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda outra vez, direita, direita, esquerda .... - Espere! - gritou alguém. - Ponha isso num papel.
   Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e toco de lápis e começou a escrever.
     - Deixa eu ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda...
Hesitou.
    - Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
   O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivesse pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? Asaída! Onde fica a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podia adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

O Zelador do Labirinto. Revista ícaro, 230, RMC Editora, Setembro de 2003, p, 34.
“Sacudindo a cabeça com divertida RESIGNAÇÃO (•••)”
No contexto em que está inserida, a palavra em destaque estabelece a relação semântica de: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036442 Português
O ZELADOR DO LABIRINTO

   Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrertodo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta, etc.
   Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
    - Como, sair?
    - Asaída! Onde fica a saída?
    - É por ali - apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
   Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
   - Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda outra vez, direita, direita, esquerda .... - Espere! - gritou alguém. - Ponha isso num papel.
   Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e toco de lápis e começou a escrever.
     - Deixa eu ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda...
Hesitou.
    - Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
   O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivesse pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? Asaída! Onde fica a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podia adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

O Zelador do Labirinto. Revista ícaro, 230, RMC Editora, Setembro de 2003, p, 34.
“Alguém precisava LHES mostrara saída!”
O pronome oblíquo em destaque no trecho acima exerce a função sintática de: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036441 Português
O ZELADOR DO LABIRINTO

   Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrertodo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta, etc.
   Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
    - Como, sair?
    - Asaída! Onde fica a saída?
    - É por ali - apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
   Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
   - Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda outra vez, direita, direita, esquerda .... - Espere! - gritou alguém. - Ponha isso num papel.
   Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e toco de lápis e começou a escrever.
     - Deixa eu ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda...
Hesitou.
    - Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
   O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivesse pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? Asaída! Onde fica a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podia adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

O Zelador do Labirinto. Revista ícaro, 230, RMC Editora, Setembro de 2003, p, 34.
“Um dia, ENQUANTO FAZIA A SUA RONDA, o z e la d o r encontrou um grupo de pessoas apavoradas.”
No trecho acima, a oração em destaque deve ser classificada como: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036440 Português
O ZELADOR DO LABIRINTO

   Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrertodo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta, etc.
   Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
    - Como, sair?
    - Asaída! Onde fica a saída?
    - É por ali - apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
   Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
   - Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda outra vez, direita, direita, esquerda .... - Espere! - gritou alguém. - Ponha isso num papel.
   Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e toco de lápis e começou a escrever.
     - Deixa eu ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda...
Hesitou.
    - Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
   O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivesse pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? Asaída! Onde fica a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podia adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

O Zelador do Labirinto. Revista ícaro, 230, RMC Editora, Setembro de 2003, p, 34.
O zelador do la b irin to apresenta algum as características fundamentais que são: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CAERN Prova: IBADE - 2018 - CAERN - Administrador |
Q2036439 Português
O ZELADOR DO LABIRINTO

   Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrertodo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta, etc.
   Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
    - Como, sair?
    - Asaída! Onde fica a saída?
    - É por ali - apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
   Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
   - Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda outra vez, direita, direita, esquerda .... - Espere! - gritou alguém. - Ponha isso num papel.
   Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e toco de lápis e começou a escrever.
     - Deixa eu ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda...
Hesitou.
    - Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
   O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivesse pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? Asaída! Onde fica a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podia adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

O Zelador do Labirinto. Revista ícaro, 230, RMC Editora, Setembro de 2003, p, 34.
Acrônica de Veríssimo trás a tona a ideia de que:
Alternativas
Q969045 Segurança e Saúde no Trabalho

O técnico de segurança do trabalho de uma Companhia de Águas e Esgotos realizou as medições ambientais de calor no posto de trabalho do operador de caldeira conforme dados fornecidos na tabela abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Sabendo-se que o local de trabalho não apresenta carga solar, o valor do IBUTG em °C encontrado é de:

Alternativas
Q969044 Segurança e Saúde no Trabalho

Associe as radiações ionizantes e não ionizantes à suas respectivas categorias.


I. Radiação não-ionizante.

II. Radiação ionizante.


P - Ultravioletas.

Q - Laser.

R - Micro Ondas.

S - Raio Gama.

T - Raio X.


As associações corretas são:

Alternativas
Q969043 Segurança e Saúde no Trabalho

Ao fiscalizar cinco empresas, o Auditor Fiscal do Trabalho verificou que apenas uma delas deveria constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas conforme estabelece a NR 10 (Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade).


Essa empresa é a que possui carga elétrica instalada de:

Alternativas
Q969042 Segurança e Saúde no Trabalho
Segundo a NR 35 (Segurança e Saúde no Trabalho em Altura), um trabalhador considerado capacitado para trabalho em altura, é aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de:
Alternativas
Q969041 Segurança e Saúde no Trabalho
A NR 33 (Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados) considera como uma medida técnica de prevenção:
Alternativas
Q969040 Segurança e Saúde no Trabalho
Com relação aos dispositivos legais estabelecidos na NR 17 (Ergonomia), é correto afirmar que:
Alternativas
Q969039 Segurança e Saúde no Trabalho

Existe uma técnica de análise de risco que utiliza uma planilha de registro. Nesta planilha são expressos os dados qualitativos das avaliações de riscos que são gerados através da expressão matemática frequência x consequência.


Esta técnica de análise de risco é denominada de:

Alternativas
Respostas
141: B
142: D
143: C
144: A
145: C
146: E
147: E
148: E
149: D
150: E
151: B
152: A
153: B
154: C
155: A
156: C
157: C
158: D
159: B
160: A