Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de são josé dos campos - sp
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[Joseph Love, A república brasileira: federalismo e regionalismo (1889-1937). Em: Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação, 2000]
Trata-se de exemplo de descentralização, presente na Carta de 1891,
[Suely Robles Reis de Queiróz, Escravidão negra em debate. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado]
Segundo o artigo, a repercussão dessas ideias no Brasil teve como efeito
[Vavy Pacheco Borges, Anos trinta e política: história e historiografia. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998]
“Estado de compromisso” pode ser conceituado como
[Laura de Mello e Souza, Aspectos da historiografia da cultura sobre o Brasil Colonial. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998]
Para Laura de Mello e Souza, tal ocorrência pode ter relação com
(Perry Anderson, Linhagens do Estado Absolutista, 1998)
Perry Anderson faz referência a esses processos para
Leia um excerto da entrevista com o historiador Carlo Ginzburg.
Devo dizer inicialmente que o considero muito mais interessante do que seus seguidores. O que é especialmente desinteressante neles é que tomam as suas metáforas como explicações, o que é um absurdo. É inegável que ele descobriu novos tópicos, novas áreas do conhecimento e teve também algumas ideias interessantes, como, por exemplo, a ideia da microfísica do poder.
(Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke, As muitas faces da história – Nove entrevistas, 2000. Adaptado)
O historiador italiano avalia a obra de
Leia a pergunta feita à historiadora Natalie Zemon Davis.
Seu livro O retorno de Martin Guerre, de 1983, gerou muitos debates, e ao lado de Montaillou, de Le Roy Ladurie, e O queijo e os vermes, de C. Ginzburg, tem sido elogiado como pertencente à tradição pós-modernista em historiografia.
(Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke, As muitas faces da história – Nove entrevistas, 2000)
As obras citadas fazem parte da chamada
[Maria Eliza Linhares Borges. Cartografia, poder e imaginário: cartográfica portuguesa e terras de além-mar. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]
De acordo com o excerto, a cartografia histórica é
[João Pinto Furtado. Imaginando a nação: o ensino da história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]
O excerto deve ser compreendido
[Eduardo França Paiva. De português a mestiço: o imaginário brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]
A partir do artigo, é correto afirmar que
(BRASIL. Ministério da Educação. BNCC – Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História)
De acordo com a BNCC, é correto afirmar que, por meio da pintura corporal,
[Katia Abud. Currículos de História e Políticas públicas: os programas de História do Brasil na escola secundária. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula, 1998]
O excerto faz menção ao currículo entendido como um
[Maria Auxiliadora Schmidt. A formação do professor de História e o cotidiano da sala de aula. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula, 1998].
De acordo com o excerto, é correto afirmar que
[Circe Bittencourt. Livro didático entre textos e imagens. Em Circe Bittencourt (org).O saber histórico na sala de aula, 1998]
O excerto sugere que o livro didático para o ensino de História é
[Antonia Terra. História e dialogismo. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula, 1998]
A partir do excerto, é correto afirmar que toda obra pressupõe e
(BRASIL, Ministério da Educação. BNCC – Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História)
De acordo com a BNCC, é correto afirmar que o ensino de História
[Elias Thomé Saliba. Experiências e representações sociais: reflexões sobre o uso e o consumo das imagens. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula, 1998]
A partir do excerto, é correto afirmar que
(BRASIL, Ministério da Educação. BNCC – Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História)
De acordo com a BNCC, é correto afirmar que, para o ensino de história,
[Ricardo Oriá. Memória e ensino de história. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula, 1998].
Segundo o fragmento citado, é correto afirmar que a escola e o ensino de História,
Leia o texto e responda à questão.
The birth of a nation
The most memorable writing in eighteenth-century
America was done by the founding fathers, the men who
led the American Revolution of 1775-1783 and wrote the
constitution of 1989. But none of them were writers of fiction.
Rather, they were practical philosophers, and their most
typical product was the political pamphlet. They shared the
European Enlightenment belief that human reason could
understand both nature and man. Unlike the Puritans – who
saw man as a sinful failure – the Enlightenment men were
sure man could improve himself. They wanted to create a
happy society based on justice and freedom.
The writings of Benjamin Franklin (1706 -1790) show the Enlightenment spirit in America at its best and most optimistic. His style is quite modern and, even today, his works are a joy to read. At the same time, there’s something “anti-literary” about Franklin. He had no liking for poetry and felt that writing should always have a practical purpose.
Almanacs, containing much useful information for farmers and sailors (about the next year’s weather, sea tides, etc.), were a popular form of practical literature. Together with the Bible and the newspaper, they were the most-widely read and often the only reading matter in most Colonial households. Franklin made his Almanac interesting by creating the character “Little Richard”. Each new edition continued a simple but realist story about Richard, his wife and family. He also included many “sayings” about saving money and working hard. Some of those are known to most Americans today:
Lost time is never found again.
God helps those who help themselves.
In 1757 Franklin collected together the best of his sayings
and published The Way to Wealth. This little book became one
of the best-sellers of the Western World and was translated
into many languages.
(Peter High. Outline of American Literature . Essex, Longman. 1996. Adaptado)