Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de ribeirão preto - sp
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A imagem a seguir, elaborada por meio do MS-Excel 2010, em sua configuração padrão, mostra uma planilha elaborada por um agente de saúde, indicando o nome do Bairro (coluna A), o número de cidadãos adicionados ao cadastro (coluna B) e o número de casos ocorridos (coluna C) no respectivo bairro referente a um surto de uma doença.

A fórmula utilizada para calcular o número médio de casos ocorridos nos bairros B1, B2, B3 e B4 é
As imagens a seguir foram retiradas do MS-Word 2010, em sua configuração padrão, e representam um documento e um ícone utilizado na edição de tal documento.

O nome do ícone utilizado é
Assinale a alternativa que contém nomes de arquivos cuja extensão pode ser salva, respectivamente, pelos aplicativos acessórios Paint e WordPad, pertencentes ao MS-Windows 7, em sua configuração padrão.
Quatro mil ações contestavam entendimento do Tribunal Superior do Trabalho sobre um item específico da reforma trabalhista que ainda gerava dúvidas. O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (30.ago), por 7 votos a 4, sobre a constitucionalidade deste item.
(Globo. Disponível em https://glo.bo/2LJ9MCJ. 30.08.2018. Adaptado)
O STF julgou constitucional
A explosão de violência no último fim de semana (18.ago) em Pacaraima, cidade de Roraima na fronteira com a Venezuela, tornou visível para o restante do Brasil a grave situação em que se encontra o Estado devido à incapacidade de receber adequadamente o fluxo de imigrantes que fogem da crise no país vizinho.
(Globo. Disponível em https://glo.bo/2llVaJa. 22.08.2018. Adaptado)
Para conter a crise provocada pelos imigrantes, o governo
A falta de percepção de risco contribui para a baixa procura das vacinas. Se nós baixarmos a guarda, mantivermos nossa população com baixas coberturas vacinais, o campo é propício para a reintrodução de doenças. Os dados do Ministério da Saúde mostram que 312 cidades do país não conseguiram vacinar 50% das crianças de até um ano.
(G1-Globo. Disponível em https://glo.bo/2OdWQXA. 03.07.2018. Adaptado)
A doença que está na iminência de reaparecer no Brasil é
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, na noite desta quarta-feira (29.ago), que vai aliviar as cotas de importação de aço e alumínio que excedam as cotas livres do pagamento das sobretaxas impostas pelo governo em março.
(G1.Globo. Disponível em https://glo.bo/2MBa5oa. 30.08.2018. Adaptado)
A decisão de facilitar as importações de aço e alumínio ocorreu devido
Em julho, os mortos por causa dos incêndios no país já totalizaram 82 pessoas. O evento foi considerado o mais mortal registrado na Europa neste século. As pessoas tentaram fugir em direção ao mar. A maioria dos sobreviventes ficou impotente e aterrorizada dentro da água, observando as chamas durante horas.
(UOL. Disponível em https://bit.ly/2C6MbME. 26.07.2018. Adaptado)
Os incêndios ocorreram
A vida não mais nos pertence
Os encontros deveriam ser marcados na última hora. Pena que não funcionam. Agendamos compromissos quando estamos dispostos de manhã e não nos damos conta da exaustão do final do dia. Planejamos um cinema, um show, uma balada com amigos no momento de tranquilidade, e não percebemos que ainda teremos que atravessar um percurso inteiro de preocupações. Não há como ter conhecimento prévio do estresse que nos espera.
Sempre ocorre um desgaste mental, um jogo de nervos, um dilema moral: será que vou ou não vou?
O contentamento vai desaparecendo lentamente, devido às atribulações da rotina. Somos um ao combinar saídas e outro completamente diferente na véspera de sair. Não é desamor pelas amizades, não é velhice ou depressão, é simplesmente cansaço inesperado. Não possuímos controle do que virá pela frente, dos improvisos e desmandos profissionais. Somos sugados pela carga cada vez maior do emprego, pois não descansamos nem um minuto dos apelos das obrigações, dos e-mails e das ligações. Morreu o lanche da tarde que animava o serviço e renovava o gás – o recreio e a sirene ficaram enterrados na vida escolar. A jornada de 8 horas é folclore – não conheço quem não se dedique mais de 12 horas para a sobrevivência.
Quando um amigo desmarca um encontro, não condeno. Perdoo os furões. Sei que ele também é vítima da insalubridade digital.
(Fabrício Carpinejar. Disponível em: http://carpinejar.blogspot.com/2018/01/a-vida-nao-mais-nos-pertence.html. Acesso em: 23.08.2018. Fragmento).
A vida não mais nos pertence
Os encontros deveriam ser marcados na última hora. Pena que não funcionam. Agendamos compromissos quando estamos dispostos de manhã e não nos damos conta da exaustão do final do dia. Planejamos um cinema, um show, uma balada com amigos no momento de tranquilidade, e não percebemos que ainda teremos que atravessar um percurso inteiro de preocupações. Não há como ter conhecimento prévio do estresse que nos espera.
Sempre ocorre um desgaste mental, um jogo de nervos, um dilema moral: será que vou ou não vou?
O contentamento vai desaparecendo lentamente, devido às atribulações da rotina. Somos um ao combinar saídas e outro completamente diferente na véspera de sair. Não é desamor pelas amizades, não é velhice ou depressão, é simplesmente cansaço inesperado. Não possuímos controle do que virá pela frente, dos improvisos e desmandos profissionais. Somos sugados pela carga cada vez maior do emprego, pois não descansamos nem um minuto dos apelos das obrigações, dos e-mails e das ligações. Morreu o lanche da tarde que animava o serviço e renovava o gás – o recreio e a sirene ficaram enterrados na vida escolar. A jornada de 8 horas é folclore – não conheço quem não se dedique mais de 12 horas para a sobrevivência.
Quando um amigo desmarca um encontro, não condeno. Perdoo os furões. Sei que ele também é vítima da insalubridade digital.
(Fabrício Carpinejar. Disponível em: http://carpinejar.blogspot.com/2018/01/a-vida-nao-mais-nos-pertence.html. Acesso em: 23.08.2018. Fragmento).
A vida não mais nos pertence
Os encontros deveriam ser marcados na última hora. Pena que não funcionam. Agendamos compromissos quando estamos dispostos de manhã e não nos damos conta da exaustão do final do dia. Planejamos um cinema, um show, uma balada com amigos no momento de tranquilidade, e não percebemos que ainda teremos que atravessar um percurso inteiro de preocupações. Não há como ter conhecimento prévio do estresse que nos espera.
Sempre ocorre um desgaste mental, um jogo de nervos, um dilema moral: será que vou ou não vou?
O contentamento vai desaparecendo lentamente, devido às atribulações da rotina. Somos um ao combinar saídas e outro completamente diferente na véspera de sair. Não é desamor pelas amizades, não é velhice ou depressão, é simplesmente cansaço inesperado. Não possuímos controle do que virá pela frente, dos improvisos e desmandos profissionais. Somos sugados pela carga cada vez maior do emprego, pois não descansamos nem um minuto dos apelos das obrigações, dos e-mails e das ligações. Morreu o lanche da tarde que animava o serviço e renovava o gás – o recreio e a sirene ficaram enterrados na vida escolar. A jornada de 8 horas é folclore – não conheço quem não se dedique mais de 12 horas para a sobrevivência.
Quando um amigo desmarca um encontro, não condeno. Perdoo os furões. Sei que ele também é vítima da insalubridade digital.
(Fabrício Carpinejar. Disponível em: http://carpinejar.blogspot.com/2018/01/a-vida-nao-mais-nos-pertence.html. Acesso em: 23.08.2018. Fragmento).
Cidades inteligentes e urbanização eficaz
A população mundial tem um aumento diário de 100 mil pessoas e mais da metade delas vive em áreas urbanas. Projeções da ONU mostram que a população global deve chegar a 9,3 bilhões de pessoas até 2050, 66% dos quais morarão em áreas urbanas.
Estudo encomendado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro revela que a falta de investimentos em transportes públicos, com o consequente aumento nos congestionamentos, diminui a qualidade de vida dos cidadãos e causa prejuízos anuais de R$111 bilhões à economia brasileira.
Além disso, a questão ambiental é premente. Logo, encontrar soluções concretas para a expansão da oferta de transporte público com qualidade e sem emissão de gases de efeito estufa, que garantam o bem-estar da população, está no horizonte de todos os agentes responsáveis por direcionar as discussões em torno do desenvolvimento das cidades.
O conceito de “cidades inteligentes” está diretamente ligado à infraestrutura e à capacidade do uso de tecnologias para a construção de serviços e ações sustentáveis. Uma cidade inteligente utiliza as tecnologias da informação e comunicação como suporte para o aumento de eficiência operacional de seu centro urbano.
Como resultado disso pode-se citar grandes projetos e investimentos focados no princípio do espaço público útil, conectando bairros que antes não entravam no eixo turístico e sempre buscando boas opções de transporte sustentável. Desenvolver um planejamento de mobilidade é bastante complexo para a engenharia urbana e deve se basear em dados reais da cidade para ter sucesso. O importante é se pensar em fatores que possam contribuir para o desenvolvimento ou melhoria da cidade, que já é ou pode se tornar inteligente.
(Cristiano Lopes Saito. Revista Planeta. Edição 531, ano 45, jun 2017. Adaptado)
Cidades inteligentes e urbanização eficaz
A população mundial tem um aumento diário de 100 mil pessoas e mais da metade delas vive em áreas urbanas. Projeções da ONU mostram que a população global deve chegar a 9,3 bilhões de pessoas até 2050, 66% dos quais morarão em áreas urbanas.
Estudo encomendado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro revela que a falta de investimentos em transportes públicos, com o consequente aumento nos congestionamentos, diminui a qualidade de vida dos cidadãos e causa prejuízos anuais de R$111 bilhões à economia brasileira.
Além disso, a questão ambiental é premente. Logo, encontrar soluções concretas para a expansão da oferta de transporte público com qualidade e sem emissão de gases de efeito estufa, que garantam o bem-estar da população, está no horizonte de todos os agentes responsáveis por direcionar as discussões em torno do desenvolvimento das cidades.
O conceito de “cidades inteligentes” está diretamente ligado à infraestrutura e à capacidade do uso de tecnologias para a construção de serviços e ações sustentáveis. Uma cidade inteligente utiliza as tecnologias da informação e comunicação como suporte para o aumento de eficiência operacional de seu centro urbano.
Como resultado disso pode-se citar grandes projetos e investimentos focados no princípio do espaço público útil, conectando bairros que antes não entravam no eixo turístico e sempre buscando boas opções de transporte sustentável. Desenvolver um planejamento de mobilidade é bastante complexo para a engenharia urbana e deve se basear em dados reais da cidade para ter sucesso. O importante é se pensar em fatores que possam contribuir para o desenvolvimento ou melhoria da cidade, que já é ou pode se tornar inteligente.
(Cristiano Lopes Saito. Revista Planeta. Edição 531, ano 45, jun 2017. Adaptado)
Cidades inteligentes e urbanização eficaz
A população mundial tem um aumento diário de 100 mil pessoas e mais da metade delas vive em áreas urbanas. Projeções da ONU mostram que a população global deve chegar a 9,3 bilhões de pessoas até 2050, 66% dos quais morarão em áreas urbanas.
Estudo encomendado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro revela que a falta de investimentos em transportes públicos, com o consequente aumento nos congestionamentos, diminui a qualidade de vida dos cidadãos e causa prejuízos anuais de R$111 bilhões à economia brasileira.
Além disso, a questão ambiental é premente. Logo, encontrar soluções concretas para a expansão da oferta de transporte público com qualidade e sem emissão de gases de efeito estufa, que garantam o bem-estar da população, está no horizonte de todos os agentes responsáveis por direcionar as discussões em torno do desenvolvimento das cidades.
O conceito de “cidades inteligentes” está diretamente ligado à infraestrutura e à capacidade do uso de tecnologias para a construção de serviços e ações sustentáveis. Uma cidade inteligente utiliza as tecnologias da informação e comunicação como suporte para o aumento de eficiência operacional de seu centro urbano.
Como resultado disso pode-se citar grandes projetos e investimentos focados no princípio do espaço público útil, conectando bairros que antes não entravam no eixo turístico e sempre buscando boas opções de transporte sustentável. Desenvolver um planejamento de mobilidade é bastante complexo para a engenharia urbana e deve se basear em dados reais da cidade para ter sucesso. O importante é se pensar em fatores que possam contribuir para o desenvolvimento ou melhoria da cidade, que já é ou pode se tornar inteligente.
(Cristiano Lopes Saito. Revista Planeta. Edição 531, ano 45, jun 2017. Adaptado)