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Q3928995 Pedagogia
No contexto da implementação do "Novo Ensino Médio" e da BNCC, a Portaria nº 1.432/2018 estabelece os referenciais curriculares para a elaboração dos itinerários formativos. Considere a complexidade da integração curricular e a interdisciplinaridade proposta. No que diz respeito ao eixo estruturante "Mediação e Intervenção Sociocultural", a ação pedagógica deve visar prioritariamente:
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Q3928994 Pedagogia
Ao discutir a relação entre currículo e conhecimento, Michael Young propõe o conceito de "conhecimento poderoso". Para o autor, esse conceito se diferencia do "conhecimento dos poderosos" porque:
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Q3928993 Pedagogia
A garantia de uma escola inclusiva exige mudanças estruturais e atitudinais. De acordo com a Política Nacional (2008), a Educação Especial é uma modalidade de ensino que:
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Q3928992 Pedagogia
A organização da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) sofreu modificações estruturais significativas pela Lei nº 14.645/2023. No contexto da articulação entre o ensino médio e a EPT, a legislação atual prevê que:
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Q3928986 Português
No primeiro parágrafo do texto, o autor utiliza o vocábulo "críticos" (em: "...formação de cidadãos críticos e autônomos..."). Assinale a alternativa em que a palavra retirada do próprio texto apresenta acento gráfico exatamente pelo mesmo motivo que a palavra destacada: 
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Q3928985 Português
Analise as frases abaixo quanto à colocação dos pronomes átonos e assinale a alternativa que segue rigorosamente a norma culta:
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Q3928984 Português
Quanto ao uso do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que apresenta a redação correta, de acordo com a norma-padrão:
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Q3928983 Português
A redação de documentos oficiais exige o domínio das formas causais e interrogativas. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas abaixo:
"__________ não houve quórum na reunião do conselho? Ninguém soube explicar o __________, talvez __________ os docentes estivessem em semana de provas, fato __________ se justifica a ausência de muitos."
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Q3928982 Português
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital

Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.

Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.

É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
Qual a principal conclusão do texto sobre a relação entre a escola e o mundo digital?
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Q3928981 Português
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital

Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.

Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.

É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
Ao afirmar que "Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela", o autor sugere que a literacia digital deve ir além do aspecto instrumental, abrangendo:
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Q3928980 Português
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital

Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.

Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.

É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
O texto enfatiza que a interação digital "por vezes privilegia a superficialidade e a polarização". Para combater isso, a escola é instada a desenvolver estratégias didáticas que estimulem:
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Q3928979 Português
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital

Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.

Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.

É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
No segundo parágrafo, ao mencionar "desafios substanciais" para a missão da escola, o autor destaca: 
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Q3928978 Português
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital

Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.

Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.

É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
O texto aponta a "proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização" como elementos que demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise. Qual a consequência direta dessa demanda para o papel da escola? 
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Q3928977 Português
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital

Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.

Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.

É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
No primeiro parágrafo, a afirmação de que a escola "transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo" implica que: 
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Q3928976 Linguística
Phonotactic constraints determine the distribution of phonemes within the English syllable structure. Consider the phonemes /h/ and /ŋ/ (eng). What is the specific phonological phenomenon that characterizes their distribution in Standard English?
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Q3928975 Inglês
The distinction between "lexical prepositions" and "grammaticalized (functional) prepositions" is central to modern syntactic theory. Compare the following uses:
1. She is waiting for the bus.
2. The book is on the desk.
According to the criteria of Huddleston and Pullum regarding the status of prepositions as heads of phrases, it is correct to conclude that:
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Q3928974 Inglês
Most adjectives in English can be used both attributively and predicatively. However, some are restricted to a single position. Which of the following adjectives is restricted exclusively to the attributive position? 
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Q3928973 Inglês
Pronouns can serve various roles beyond simple substitution. In the sentence "It is raining quite heavily outside", the pronoun "It" is categorized as:
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Q3928972 Inglês
The complex noun phrase may contain various forms of post-modification. Examine the structure of the phrase underlined below: "The news that the treaty had been signed spread quickly across the continent." The bolded clause is syntactically identified as:
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Q3928971 Inglês
Verbs that take prepositional phrases as complements often present a challenge for syntactic classification. Analyze the sentence: "They reminded the passengers of the safety regulations."
The verb "remind" in this specific construction is best described as:
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Respostas
121: B
122: B
123: D
124: D
125: C
126: B
127: A
128: A
129: B
130: B
131: D
132: A
133: B
134: B
135: C
136: A
137: A
138: C
139: D
140: B