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Q3717743 Pedagogia
Durante o processo de revisão curricular em uma instituição de educação básica, a equipe pedagógica discute como as dez competências gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) podem ser efetivadas nas práticas escolares, sem reduzir o currículo a conteúdos disciplinares ou desconectá-lo das realidades locais. Com base nesse cenário e no que estabelece a BNCC sobre as competências gerais, analise as afirmativas a seguir.

I. A incorporação das competências gerais ao currículo exige articulação com diferentes componentes curriculares, garantindo sua transversalidade e a integração entre conhecimentos, habilidades, atitudes e valores.

II. A BNCC prevê que as competências gerais sejam consideradas nas três etapas da educação básica, sendo seu desenvolvimento condicionado à mediação pedagógica e às práticas escolares contextualizadas.

III. A implementação das competências gerais pressupõe uma abordagem centrada na mobilização de saberes para lidar com situações da vida real, não se limitando à aquisição de conteúdos específicos.

IV. Por terem caráter orientador, as competências gerais não precisam necessariamente ser evidenciadas no planejamento pedagógico, desde que contempladas no Projeto Político-Pedagógico (PPP) da instituição.


Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3717742 Psicologia
Durante uma oficina pedagógica, os professores do 6º ano do ensino fundamental em uma escola municipal de Indaiatuba discutem como incorporar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em seus planos de aula. Foi apresentado um projeto cujo tema central seria “Igualdade de Gênero e Uso de Tecnologias nas Comunidades”: os alunos investigariam como o acesso desigual à tecnologia afeta meninas e meninos em bairros periféricos, produzindo propostas de mobilização local (campanhas de sensibilização, oficinas, parcerias comunitárias) para promover equidade. Com base nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, analise o alinhamento formativo do projeto.

I. O tema proposto relaciona-se diretamente ao ODS 4 – Educação de Qualidade, ao promover aprendizagem equitativa, de maneira que todas as meninas e meninos tenham acesso igualitário às tecnologias e competências digitais.

II. O tema proposto se alinha ao ODS 5 – Igualdade de Gênero, que foca em eliminar todas as formas de discriminação contra mulheres e meninas, inclusive aquelas relacionadas a barreiras tecnológicas.

III. O projeto se vincula ao ODS 9 – Indústria, Inovação e Infraestrutura, pois envolve desenvolvimento tecnológico e infraestrutura digital acessível localmente como parte das soluções propostas.

IV. O projeto tem seu foco principal no ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis, pois incentiva a reutilização de dispositivos eletrônicos antigos para diminuir a geração de lixo tecnológico nas comunidades.


Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3717741 Psicologia
Em um encontro formativo para educadores, a pauta central é a complexidade da implementação da educação antirracista nas instituições de ensino. O mediador propõe uma análise crítica de quatro modelos de intervenção pedagógica, inspirados em situações reais, para diferenciar ações superficiais de abordagens que promovem a transformação sistêmica; analise-as.

1.Uma equipe docente decide, de forma autônoma, analisar o acervo didático da escola, substituindo materiais com representações eurocêntricas e que silenciam narrativas por outros que valorizam a diversidade étnico-racial e as contribuições de matriz africana e indígena para o conhecimento.

2.Um colégio organiza anualmente a “Semana da Consciência Negra”, com a participação de palestrantes e artistas, mas mantém inalteradas a estrutura curricular e as metodologias de ensino nas demais semanas do ano letivo.

3. A Secretaria de Educação, em parceria com as escolas, promove uma formação continuada que aborda o racismo estrutural e institucional, capacitando professores e gestores a criar protocolos de acolhimento e a repensar a gestão pedagógica para combater as desigualdades raciais.

4. Em um curso de história, a temática da escravidão africana é tratada de maneira aprofundada em um único capítulo, pois há dificuldades em estabelecer conexões com a produção científica e cultural de outras áreas do conhecimento, como biologia, química e matemática.

Considerando os fundamentos da educação antirracista, analise as afirmativas a seguir.

I. A intervenção 1 demonstra a criticidade necessária no trato com os materiais e o currículo formal, reconhecendo que a descolonização do saber é um pilar da educação antirracista.

II. A intervenção 2, por focar em eventos comemorativos, exemplifica uma estratégia suficiente para o combate ao racismo na escola, pois valoriza a diversidade cultural de forma concentrada.

III. A intervenção 3 reflete a compreensão de que a luta antirracista é um processo que demanda a articulação entre formação docente, gestão e práticas pedagógicas, envolvendo toda a comunidade escolar.

IV. A abordagem demonstrada na intervenção 4, ao concentrar a temática em conteúdos isolados, é a mais eficaz para garantir que sua relevância e complexidade não sejam diluídas pela transversalidade.


Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3717735 Português
O alerta das redes chega ao Congresso: o urgente debate sobre ameaças digitais à infância


    O paranaense Felipe Bressanim Pereira, 27 anos, já era bastante popular no ambiente digital. Felca, como ele é mais conhecido, havia publicado mais de 100 vídeos desde 2017 e amealhado quase 6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube, basicamente falando de celebridades e acontecimentos do mundo da internet. Mas nada se compara em termos de alcance e repercussão ao que ocorreu no último dia 6, quando ele colocou o dedo em uma ferida que há tempos pedia para ser tratada com atenção. Em um vídeo de cinquenta minutos, longo para os padrões digitais, Felca explanou, de forma didática e incisiva, como crianças são usadas para gerar conteúdos que alimentam um universo movido pela pedofilia – e como isso não poderia acontecer sem a leniência dos pais, a ganância criminosa dos produtores e, principalmente, a dinâmica que sustenta o ecossistema lucrativo das redes sociais.

    O alerta foi visto por mais de 38 milhões de pessoas em uma semana, incendiou as redes sociais, mobilizou gente da esquerda à direita e foi bater forte no Congresso, onde atropelou pautas como anistia e foro privilegiado, indo parar no topo das prioridades. O alerta sobre o assunto veio na onda da escalada do problema. A Polícia Federal tem 2.359 inquéritos em andamento sobre pornografia infantil e aliciamento de menores. O Ministério dos Direitos Humanos registrou 5.800 denúncias apenas neste ano – número que teve um salto depois do alerta do youtuber. A ONG SaferNet, que há tempos monitora a questão, recebeu 1.651 novos relatos em apenas uma semana, mostrando como o vídeo serviu para reforçar junto à sociedade a urgência do combate a esse crime, cuja incidência não para de crescer, de forma preocupante. Desde que a PF criou, em 2023, uma área especializada nesses casos, foram realizadas 409 operações com foco na repressão à produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Na terça-feira, 12, a Operação Carcará, da PF, cumpriu mandados judiciais nas cidades de Teresina e Altos, no Piauí, onde encontraram vários arquivos com imagens e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo.

    A onda de indignação que tomou conta do Congresso a partir do vídeo de Felca denunciando o problema resultou em uma fúria legislativa sem precedentes. Em menos de três dias, já haviam sido protocolados 52 projetos de lei para proteger as crianças na internet.

    “As plataformas fazem vista grossa para conteúdos problemáticos que elas têm condição de detectar, desmonetizar e tirar do ar, mas não o fazem porque não são obrigadas”, afirma Débora Salles, coordenadora do NetLab UFRJ. Em junho, o STF avançou na regulação ao tornar as big techs responsáveis por pornografia infantil e sexualização de menores, mas a norma se restringe aos casos flagrantemente ilegais e não abrange práticas mais subjetivas, como a “adultização”, termo usado para definir a superexposição de uma criança na internet. “É necessária uma legislação mais explícita”, defende Alexandre Pacheco, doutor em política científica e tecnológica e professor da FGV.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Como recurso estilístico, pode-se reconhecer o emprego de figura de linguagem em, EXCETO: 
Alternativas
Q3717734 Português
O alerta das redes chega ao Congresso: o urgente debate sobre ameaças digitais à infância


    O paranaense Felipe Bressanim Pereira, 27 anos, já era bastante popular no ambiente digital. Felca, como ele é mais conhecido, havia publicado mais de 100 vídeos desde 2017 e amealhado quase 6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube, basicamente falando de celebridades e acontecimentos do mundo da internet. Mas nada se compara em termos de alcance e repercussão ao que ocorreu no último dia 6, quando ele colocou o dedo em uma ferida que há tempos pedia para ser tratada com atenção. Em um vídeo de cinquenta minutos, longo para os padrões digitais, Felca explanou, de forma didática e incisiva, como crianças são usadas para gerar conteúdos que alimentam um universo movido pela pedofilia – e como isso não poderia acontecer sem a leniência dos pais, a ganância criminosa dos produtores e, principalmente, a dinâmica que sustenta o ecossistema lucrativo das redes sociais.

    O alerta foi visto por mais de 38 milhões de pessoas em uma semana, incendiou as redes sociais, mobilizou gente da esquerda à direita e foi bater forte no Congresso, onde atropelou pautas como anistia e foro privilegiado, indo parar no topo das prioridades. O alerta sobre o assunto veio na onda da escalada do problema. A Polícia Federal tem 2.359 inquéritos em andamento sobre pornografia infantil e aliciamento de menores. O Ministério dos Direitos Humanos registrou 5.800 denúncias apenas neste ano – número que teve um salto depois do alerta do youtuber. A ONG SaferNet, que há tempos monitora a questão, recebeu 1.651 novos relatos em apenas uma semana, mostrando como o vídeo serviu para reforçar junto à sociedade a urgência do combate a esse crime, cuja incidência não para de crescer, de forma preocupante. Desde que a PF criou, em 2023, uma área especializada nesses casos, foram realizadas 409 operações com foco na repressão à produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Na terça-feira, 12, a Operação Carcará, da PF, cumpriu mandados judiciais nas cidades de Teresina e Altos, no Piauí, onde encontraram vários arquivos com imagens e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo.

    A onda de indignação que tomou conta do Congresso a partir do vídeo de Felca denunciando o problema resultou em uma fúria legislativa sem precedentes. Em menos de três dias, já haviam sido protocolados 52 projetos de lei para proteger as crianças na internet.

    “As plataformas fazem vista grossa para conteúdos problemáticos que elas têm condição de detectar, desmonetizar e tirar do ar, mas não o fazem porque não são obrigadas”, afirma Débora Salles, coordenadora do NetLab UFRJ. Em junho, o STF avançou na regulação ao tornar as big techs responsáveis por pornografia infantil e sexualização de menores, mas a norma se restringe aos casos flagrantemente ilegais e não abrange práticas mais subjetivas, como a “adultização”, termo usado para definir a superexposição de uma criança na internet. “É necessária uma legislação mais explícita”, defende Alexandre Pacheco, doutor em política científica e tecnológica e professor da FGV.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
O título atribuído ao texto se relaciona à(ao):
I. Tema desenvolvido no texto. II. Posicionamento de entidade pública. III. Possível compreensão de posicionamento do enunciador. IV. Ocorrência de fato de importante repercussão.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3717733 Português
O alerta das redes chega ao Congresso: o urgente debate sobre ameaças digitais à infância


    O paranaense Felipe Bressanim Pereira, 27 anos, já era bastante popular no ambiente digital. Felca, como ele é mais conhecido, havia publicado mais de 100 vídeos desde 2017 e amealhado quase 6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube, basicamente falando de celebridades e acontecimentos do mundo da internet. Mas nada se compara em termos de alcance e repercussão ao que ocorreu no último dia 6, quando ele colocou o dedo em uma ferida que há tempos pedia para ser tratada com atenção. Em um vídeo de cinquenta minutos, longo para os padrões digitais, Felca explanou, de forma didática e incisiva, como crianças são usadas para gerar conteúdos que alimentam um universo movido pela pedofilia – e como isso não poderia acontecer sem a leniência dos pais, a ganância criminosa dos produtores e, principalmente, a dinâmica que sustenta o ecossistema lucrativo das redes sociais.

    O alerta foi visto por mais de 38 milhões de pessoas em uma semana, incendiou as redes sociais, mobilizou gente da esquerda à direita e foi bater forte no Congresso, onde atropelou pautas como anistia e foro privilegiado, indo parar no topo das prioridades. O alerta sobre o assunto veio na onda da escalada do problema. A Polícia Federal tem 2.359 inquéritos em andamento sobre pornografia infantil e aliciamento de menores. O Ministério dos Direitos Humanos registrou 5.800 denúncias apenas neste ano – número que teve um salto depois do alerta do youtuber. A ONG SaferNet, que há tempos monitora a questão, recebeu 1.651 novos relatos em apenas uma semana, mostrando como o vídeo serviu para reforçar junto à sociedade a urgência do combate a esse crime, cuja incidência não para de crescer, de forma preocupante. Desde que a PF criou, em 2023, uma área especializada nesses casos, foram realizadas 409 operações com foco na repressão à produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Na terça-feira, 12, a Operação Carcará, da PF, cumpriu mandados judiciais nas cidades de Teresina e Altos, no Piauí, onde encontraram vários arquivos com imagens e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo.

    A onda de indignação que tomou conta do Congresso a partir do vídeo de Felca denunciando o problema resultou em uma fúria legislativa sem precedentes. Em menos de três dias, já haviam sido protocolados 52 projetos de lei para proteger as crianças na internet.

    “As plataformas fazem vista grossa para conteúdos problemáticos que elas têm condição de detectar, desmonetizar e tirar do ar, mas não o fazem porque não são obrigadas”, afirma Débora Salles, coordenadora do NetLab UFRJ. Em junho, o STF avançou na regulação ao tornar as big techs responsáveis por pornografia infantil e sexualização de menores, mas a norma se restringe aos casos flagrantemente ilegais e não abrange práticas mais subjetivas, como a “adultização”, termo usado para definir a superexposição de uma criança na internet. “É necessária uma legislação mais explícita”, defende Alexandre Pacheco, doutor em política científica e tecnológica e professor da FGV.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Considerando as estruturas linguísticas destacadas a seguir, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3717732 Português
O alerta das redes chega ao Congresso: o urgente debate sobre ameaças digitais à infância


    O paranaense Felipe Bressanim Pereira, 27 anos, já era bastante popular no ambiente digital. Felca, como ele é mais conhecido, havia publicado mais de 100 vídeos desde 2017 e amealhado quase 6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube, basicamente falando de celebridades e acontecimentos do mundo da internet. Mas nada se compara em termos de alcance e repercussão ao que ocorreu no último dia 6, quando ele colocou o dedo em uma ferida que há tempos pedia para ser tratada com atenção. Em um vídeo de cinquenta minutos, longo para os padrões digitais, Felca explanou, de forma didática e incisiva, como crianças são usadas para gerar conteúdos que alimentam um universo movido pela pedofilia – e como isso não poderia acontecer sem a leniência dos pais, a ganância criminosa dos produtores e, principalmente, a dinâmica que sustenta o ecossistema lucrativo das redes sociais.

    O alerta foi visto por mais de 38 milhões de pessoas em uma semana, incendiou as redes sociais, mobilizou gente da esquerda à direita e foi bater forte no Congresso, onde atropelou pautas como anistia e foro privilegiado, indo parar no topo das prioridades. O alerta sobre o assunto veio na onda da escalada do problema. A Polícia Federal tem 2.359 inquéritos em andamento sobre pornografia infantil e aliciamento de menores. O Ministério dos Direitos Humanos registrou 5.800 denúncias apenas neste ano – número que teve um salto depois do alerta do youtuber. A ONG SaferNet, que há tempos monitora a questão, recebeu 1.651 novos relatos em apenas uma semana, mostrando como o vídeo serviu para reforçar junto à sociedade a urgência do combate a esse crime, cuja incidência não para de crescer, de forma preocupante. Desde que a PF criou, em 2023, uma área especializada nesses casos, foram realizadas 409 operações com foco na repressão à produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Na terça-feira, 12, a Operação Carcará, da PF, cumpriu mandados judiciais nas cidades de Teresina e Altos, no Piauí, onde encontraram vários arquivos com imagens e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo.

    A onda de indignação que tomou conta do Congresso a partir do vídeo de Felca denunciando o problema resultou em uma fúria legislativa sem precedentes. Em menos de três dias, já haviam sido protocolados 52 projetos de lei para proteger as crianças na internet.

    “As plataformas fazem vista grossa para conteúdos problemáticos que elas têm condição de detectar, desmonetizar e tirar do ar, mas não o fazem porque não são obrigadas”, afirma Débora Salles, coordenadora do NetLab UFRJ. Em junho, o STF avançou na regulação ao tornar as big techs responsáveis por pornografia infantil e sexualização de menores, mas a norma se restringe aos casos flagrantemente ilegais e não abrange práticas mais subjetivas, como a “adultização”, termo usado para definir a superexposição de uma criança na internet. “É necessária uma legislação mais explícita”, defende Alexandre Pacheco, doutor em política científica e tecnológica e professor da FGV.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Identificada como uma característica pertencente ao gênero textual apresentado, indica-se corretamente: 
Alternativas
Q3717731 Português
O alerta das redes chega ao Congresso: o urgente debate sobre ameaças digitais à infância


    O paranaense Felipe Bressanim Pereira, 27 anos, já era bastante popular no ambiente digital. Felca, como ele é mais conhecido, havia publicado mais de 100 vídeos desde 2017 e amealhado quase 6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube, basicamente falando de celebridades e acontecimentos do mundo da internet. Mas nada se compara em termos de alcance e repercussão ao que ocorreu no último dia 6, quando ele colocou o dedo em uma ferida que há tempos pedia para ser tratada com atenção. Em um vídeo de cinquenta minutos, longo para os padrões digitais, Felca explanou, de forma didática e incisiva, como crianças são usadas para gerar conteúdos que alimentam um universo movido pela pedofilia – e como isso não poderia acontecer sem a leniência dos pais, a ganância criminosa dos produtores e, principalmente, a dinâmica que sustenta o ecossistema lucrativo das redes sociais.

    O alerta foi visto por mais de 38 milhões de pessoas em uma semana, incendiou as redes sociais, mobilizou gente da esquerda à direita e foi bater forte no Congresso, onde atropelou pautas como anistia e foro privilegiado, indo parar no topo das prioridades. O alerta sobre o assunto veio na onda da escalada do problema. A Polícia Federal tem 2.359 inquéritos em andamento sobre pornografia infantil e aliciamento de menores. O Ministério dos Direitos Humanos registrou 5.800 denúncias apenas neste ano – número que teve um salto depois do alerta do youtuber. A ONG SaferNet, que há tempos monitora a questão, recebeu 1.651 novos relatos em apenas uma semana, mostrando como o vídeo serviu para reforçar junto à sociedade a urgência do combate a esse crime, cuja incidência não para de crescer, de forma preocupante. Desde que a PF criou, em 2023, uma área especializada nesses casos, foram realizadas 409 operações com foco na repressão à produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Na terça-feira, 12, a Operação Carcará, da PF, cumpriu mandados judiciais nas cidades de Teresina e Altos, no Piauí, onde encontraram vários arquivos com imagens e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo.

    A onda de indignação que tomou conta do Congresso a partir do vídeo de Felca denunciando o problema resultou em uma fúria legislativa sem precedentes. Em menos de três dias, já haviam sido protocolados 52 projetos de lei para proteger as crianças na internet.

    “As plataformas fazem vista grossa para conteúdos problemáticos que elas têm condição de detectar, desmonetizar e tirar do ar, mas não o fazem porque não são obrigadas”, afirma Débora Salles, coordenadora do NetLab UFRJ. Em junho, o STF avançou na regulação ao tornar as big techs responsáveis por pornografia infantil e sexualização de menores, mas a norma se restringe aos casos flagrantemente ilegais e não abrange práticas mais subjetivas, como a “adultização”, termo usado para definir a superexposição de uma criança na internet. “É necessária uma legislação mais explícita”, defende Alexandre Pacheco, doutor em política científica e tecnológica e professor da FGV.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Pode-se afirmar que o período “Mas nada se compara em termos de alcance e repercussão ao que ocorreu no último dia 6, quando ele colocou o dedo em uma ferida que há tempos pedia para ser tratada com atenção.” (1º§): 
Alternativas
Q3717730 Português
O alerta das redes chega ao Congresso: o urgente debate sobre ameaças digitais à infância


    O paranaense Felipe Bressanim Pereira, 27 anos, já era bastante popular no ambiente digital. Felca, como ele é mais conhecido, havia publicado mais de 100 vídeos desde 2017 e amealhado quase 6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube, basicamente falando de celebridades e acontecimentos do mundo da internet. Mas nada se compara em termos de alcance e repercussão ao que ocorreu no último dia 6, quando ele colocou o dedo em uma ferida que há tempos pedia para ser tratada com atenção. Em um vídeo de cinquenta minutos, longo para os padrões digitais, Felca explanou, de forma didática e incisiva, como crianças são usadas para gerar conteúdos que alimentam um universo movido pela pedofilia – e como isso não poderia acontecer sem a leniência dos pais, a ganância criminosa dos produtores e, principalmente, a dinâmica que sustenta o ecossistema lucrativo das redes sociais.

    O alerta foi visto por mais de 38 milhões de pessoas em uma semana, incendiou as redes sociais, mobilizou gente da esquerda à direita e foi bater forte no Congresso, onde atropelou pautas como anistia e foro privilegiado, indo parar no topo das prioridades. O alerta sobre o assunto veio na onda da escalada do problema. A Polícia Federal tem 2.359 inquéritos em andamento sobre pornografia infantil e aliciamento de menores. O Ministério dos Direitos Humanos registrou 5.800 denúncias apenas neste ano – número que teve um salto depois do alerta do youtuber. A ONG SaferNet, que há tempos monitora a questão, recebeu 1.651 novos relatos em apenas uma semana, mostrando como o vídeo serviu para reforçar junto à sociedade a urgência do combate a esse crime, cuja incidência não para de crescer, de forma preocupante. Desde que a PF criou, em 2023, uma área especializada nesses casos, foram realizadas 409 operações com foco na repressão à produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Na terça-feira, 12, a Operação Carcará, da PF, cumpriu mandados judiciais nas cidades de Teresina e Altos, no Piauí, onde encontraram vários arquivos com imagens e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo.

    A onda de indignação que tomou conta do Congresso a partir do vídeo de Felca denunciando o problema resultou em uma fúria legislativa sem precedentes. Em menos de três dias, já haviam sido protocolados 52 projetos de lei para proteger as crianças na internet.

    “As plataformas fazem vista grossa para conteúdos problemáticos que elas têm condição de detectar, desmonetizar e tirar do ar, mas não o fazem porque não são obrigadas”, afirma Débora Salles, coordenadora do NetLab UFRJ. Em junho, o STF avançou na regulação ao tornar as big techs responsáveis por pornografia infantil e sexualização de menores, mas a norma se restringe aos casos flagrantemente ilegais e não abrange práticas mais subjetivas, como a “adultização”, termo usado para definir a superexposição de uma criança na internet. “É necessária uma legislação mais explícita”, defende Alexandre Pacheco, doutor em política científica e tecnológica e professor da FGV.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
É possível identificar, entre os fragmentos destacados a seguir, trecho de caráter subjetivo, diferentemente dos demais, indicado em: 
Alternativas
Q3717729 Português
O alerta das redes chega ao Congresso: o urgente debate sobre ameaças digitais à infância


    O paranaense Felipe Bressanim Pereira, 27 anos, já era bastante popular no ambiente digital. Felca, como ele é mais conhecido, havia publicado mais de 100 vídeos desde 2017 e amealhado quase 6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube, basicamente falando de celebridades e acontecimentos do mundo da internet. Mas nada se compara em termos de alcance e repercussão ao que ocorreu no último dia 6, quando ele colocou o dedo em uma ferida que há tempos pedia para ser tratada com atenção. Em um vídeo de cinquenta minutos, longo para os padrões digitais, Felca explanou, de forma didática e incisiva, como crianças são usadas para gerar conteúdos que alimentam um universo movido pela pedofilia – e como isso não poderia acontecer sem a leniência dos pais, a ganância criminosa dos produtores e, principalmente, a dinâmica que sustenta o ecossistema lucrativo das redes sociais.

    O alerta foi visto por mais de 38 milhões de pessoas em uma semana, incendiou as redes sociais, mobilizou gente da esquerda à direita e foi bater forte no Congresso, onde atropelou pautas como anistia e foro privilegiado, indo parar no topo das prioridades. O alerta sobre o assunto veio na onda da escalada do problema. A Polícia Federal tem 2.359 inquéritos em andamento sobre pornografia infantil e aliciamento de menores. O Ministério dos Direitos Humanos registrou 5.800 denúncias apenas neste ano – número que teve um salto depois do alerta do youtuber. A ONG SaferNet, que há tempos monitora a questão, recebeu 1.651 novos relatos em apenas uma semana, mostrando como o vídeo serviu para reforçar junto à sociedade a urgência do combate a esse crime, cuja incidência não para de crescer, de forma preocupante. Desde que a PF criou, em 2023, uma área especializada nesses casos, foram realizadas 409 operações com foco na repressão à produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Na terça-feira, 12, a Operação Carcará, da PF, cumpriu mandados judiciais nas cidades de Teresina e Altos, no Piauí, onde encontraram vários arquivos com imagens e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo.

    A onda de indignação que tomou conta do Congresso a partir do vídeo de Felca denunciando o problema resultou em uma fúria legislativa sem precedentes. Em menos de três dias, já haviam sido protocolados 52 projetos de lei para proteger as crianças na internet.

    “As plataformas fazem vista grossa para conteúdos problemáticos que elas têm condição de detectar, desmonetizar e tirar do ar, mas não o fazem porque não são obrigadas”, afirma Débora Salles, coordenadora do NetLab UFRJ. Em junho, o STF avançou na regulação ao tornar as big techs responsáveis por pornografia infantil e sexualização de menores, mas a norma se restringe aos casos flagrantemente ilegais e não abrange práticas mais subjetivas, como a “adultização”, termo usado para definir a superexposição de uma criança na internet. “É necessária uma legislação mais explícita”, defende Alexandre Pacheco, doutor em política científica e tecnológica e professor da FGV.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Quanto à produção de sentido do termo destacado no trecho “Felca, como ele é mais conhecido, havia publicado mais de 100 vídeos desde 2017 e amealhado quase 6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube, basicamente falando de celebridades e acontecimentos do mundo da internet.” (1º§), assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3717728 Português
O alerta das redes chega ao Congresso: o urgente debate sobre ameaças digitais à infância


    O paranaense Felipe Bressanim Pereira, 27 anos, já era bastante popular no ambiente digital. Felca, como ele é mais conhecido, havia publicado mais de 100 vídeos desde 2017 e amealhado quase 6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube, basicamente falando de celebridades e acontecimentos do mundo da internet. Mas nada se compara em termos de alcance e repercussão ao que ocorreu no último dia 6, quando ele colocou o dedo em uma ferida que há tempos pedia para ser tratada com atenção. Em um vídeo de cinquenta minutos, longo para os padrões digitais, Felca explanou, de forma didática e incisiva, como crianças são usadas para gerar conteúdos que alimentam um universo movido pela pedofilia – e como isso não poderia acontecer sem a leniência dos pais, a ganância criminosa dos produtores e, principalmente, a dinâmica que sustenta o ecossistema lucrativo das redes sociais.

    O alerta foi visto por mais de 38 milhões de pessoas em uma semana, incendiou as redes sociais, mobilizou gente da esquerda à direita e foi bater forte no Congresso, onde atropelou pautas como anistia e foro privilegiado, indo parar no topo das prioridades. O alerta sobre o assunto veio na onda da escalada do problema. A Polícia Federal tem 2.359 inquéritos em andamento sobre pornografia infantil e aliciamento de menores. O Ministério dos Direitos Humanos registrou 5.800 denúncias apenas neste ano – número que teve um salto depois do alerta do youtuber. A ONG SaferNet, que há tempos monitora a questão, recebeu 1.651 novos relatos em apenas uma semana, mostrando como o vídeo serviu para reforçar junto à sociedade a urgência do combate a esse crime, cuja incidência não para de crescer, de forma preocupante. Desde que a PF criou, em 2023, uma área especializada nesses casos, foram realizadas 409 operações com foco na repressão à produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Na terça-feira, 12, a Operação Carcará, da PF, cumpriu mandados judiciais nas cidades de Teresina e Altos, no Piauí, onde encontraram vários arquivos com imagens e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo.

    A onda de indignação que tomou conta do Congresso a partir do vídeo de Felca denunciando o problema resultou em uma fúria legislativa sem precedentes. Em menos de três dias, já haviam sido protocolados 52 projetos de lei para proteger as crianças na internet.

    “As plataformas fazem vista grossa para conteúdos problemáticos que elas têm condição de detectar, desmonetizar e tirar do ar, mas não o fazem porque não são obrigadas”, afirma Débora Salles, coordenadora do NetLab UFRJ. Em junho, o STF avançou na regulação ao tornar as big techs responsáveis por pornografia infantil e sexualização de menores, mas a norma se restringe aos casos flagrantemente ilegais e não abrange práticas mais subjetivas, como a “adultização”, termo usado para definir a superexposição de uma criança na internet. “É necessária uma legislação mais explícita”, defende Alexandre Pacheco, doutor em política científica e tecnológica e professor da FGV.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Considerando o conteúdo e a estrutura textual apresentados, pode-se afirmar que a intenção comunicativa predominante do texto está indicada em:
Alternativas
Q3717727 Português
O alerta das redes chega ao Congresso: o urgente debate sobre ameaças digitais à infância


    O paranaense Felipe Bressanim Pereira, 27 anos, já era bastante popular no ambiente digital. Felca, como ele é mais conhecido, havia publicado mais de 100 vídeos desde 2017 e amealhado quase 6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube, basicamente falando de celebridades e acontecimentos do mundo da internet. Mas nada se compara em termos de alcance e repercussão ao que ocorreu no último dia 6, quando ele colocou o dedo em uma ferida que há tempos pedia para ser tratada com atenção. Em um vídeo de cinquenta minutos, longo para os padrões digitais, Felca explanou, de forma didática e incisiva, como crianças são usadas para gerar conteúdos que alimentam um universo movido pela pedofilia – e como isso não poderia acontecer sem a leniência dos pais, a ganância criminosa dos produtores e, principalmente, a dinâmica que sustenta o ecossistema lucrativo das redes sociais.

    O alerta foi visto por mais de 38 milhões de pessoas em uma semana, incendiou as redes sociais, mobilizou gente da esquerda à direita e foi bater forte no Congresso, onde atropelou pautas como anistia e foro privilegiado, indo parar no topo das prioridades. O alerta sobre o assunto veio na onda da escalada do problema. A Polícia Federal tem 2.359 inquéritos em andamento sobre pornografia infantil e aliciamento de menores. O Ministério dos Direitos Humanos registrou 5.800 denúncias apenas neste ano – número que teve um salto depois do alerta do youtuber. A ONG SaferNet, que há tempos monitora a questão, recebeu 1.651 novos relatos em apenas uma semana, mostrando como o vídeo serviu para reforçar junto à sociedade a urgência do combate a esse crime, cuja incidência não para de crescer, de forma preocupante. Desde que a PF criou, em 2023, uma área especializada nesses casos, foram realizadas 409 operações com foco na repressão à produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Na terça-feira, 12, a Operação Carcará, da PF, cumpriu mandados judiciais nas cidades de Teresina e Altos, no Piauí, onde encontraram vários arquivos com imagens e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo.

    A onda de indignação que tomou conta do Congresso a partir do vídeo de Felca denunciando o problema resultou em uma fúria legislativa sem precedentes. Em menos de três dias, já haviam sido protocolados 52 projetos de lei para proteger as crianças na internet.

    “As plataformas fazem vista grossa para conteúdos problemáticos que elas têm condição de detectar, desmonetizar e tirar do ar, mas não o fazem porque não são obrigadas”, afirma Débora Salles, coordenadora do NetLab UFRJ. Em junho, o STF avançou na regulação ao tornar as big techs responsáveis por pornografia infantil e sexualização de menores, mas a norma se restringe aos casos flagrantemente ilegais e não abrange práticas mais subjetivas, como a “adultização”, termo usado para definir a superexposição de uma criança na internet. “É necessária uma legislação mais explícita”, defende Alexandre Pacheco, doutor em política científica e tecnológica e professor da FGV.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Considerando a estrutura linguística, as expressões destacadas no título atribuído ao texto “O alerta das redes chega ao Congresso: o urgente debate sobre ameaças digitais à infância indicam:
Alternativas
Q3717726 Português
O alerta das redes chega ao Congresso: o urgente debate sobre ameaças digitais à infância


    O paranaense Felipe Bressanim Pereira, 27 anos, já era bastante popular no ambiente digital. Felca, como ele é mais conhecido, havia publicado mais de 100 vídeos desde 2017 e amealhado quase 6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube, basicamente falando de celebridades e acontecimentos do mundo da internet. Mas nada se compara em termos de alcance e repercussão ao que ocorreu no último dia 6, quando ele colocou o dedo em uma ferida que há tempos pedia para ser tratada com atenção. Em um vídeo de cinquenta minutos, longo para os padrões digitais, Felca explanou, de forma didática e incisiva, como crianças são usadas para gerar conteúdos que alimentam um universo movido pela pedofilia – e como isso não poderia acontecer sem a leniência dos pais, a ganância criminosa dos produtores e, principalmente, a dinâmica que sustenta o ecossistema lucrativo das redes sociais.

    O alerta foi visto por mais de 38 milhões de pessoas em uma semana, incendiou as redes sociais, mobilizou gente da esquerda à direita e foi bater forte no Congresso, onde atropelou pautas como anistia e foro privilegiado, indo parar no topo das prioridades. O alerta sobre o assunto veio na onda da escalada do problema. A Polícia Federal tem 2.359 inquéritos em andamento sobre pornografia infantil e aliciamento de menores. O Ministério dos Direitos Humanos registrou 5.800 denúncias apenas neste ano – número que teve um salto depois do alerta do youtuber. A ONG SaferNet, que há tempos monitora a questão, recebeu 1.651 novos relatos em apenas uma semana, mostrando como o vídeo serviu para reforçar junto à sociedade a urgência do combate a esse crime, cuja incidência não para de crescer, de forma preocupante. Desde que a PF criou, em 2023, uma área especializada nesses casos, foram realizadas 409 operações com foco na repressão à produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Na terça-feira, 12, a Operação Carcará, da PF, cumpriu mandados judiciais nas cidades de Teresina e Altos, no Piauí, onde encontraram vários arquivos com imagens e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo.

    A onda de indignação que tomou conta do Congresso a partir do vídeo de Felca denunciando o problema resultou em uma fúria legislativa sem precedentes. Em menos de três dias, já haviam sido protocolados 52 projetos de lei para proteger as crianças na internet.

    “As plataformas fazem vista grossa para conteúdos problemáticos que elas têm condição de detectar, desmonetizar e tirar do ar, mas não o fazem porque não são obrigadas”, afirma Débora Salles, coordenadora do NetLab UFRJ. Em junho, o STF avançou na regulação ao tornar as big techs responsáveis por pornografia infantil e sexualização de menores, mas a norma se restringe aos casos flagrantemente ilegais e não abrange práticas mais subjetivas, como a “adultização”, termo usado para definir a superexposição de uma criança na internet. “É necessária uma legislação mais explícita”, defende Alexandre Pacheco, doutor em política científica e tecnológica e professor da FGV.


(Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
O termo “adultização” (4º§) equivale, de acordo com o texto, a:
Alternativas
Q3717115 Legislação de Trânsito
A respeito da relação entre o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e as Resoluções do CONTRAN, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3717114 Legislação de Trânsito
O transporte público é elemento central para a mobilidade urbana e envolve decisões sobre modais, planejamento e operação. Considerando que o motorista municipal que atua em apoio ao sistema de transporte coletivo deverá compreender alguns conceitos básicos para execução de sua função, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3717113 Legislação de Trânsito
Um motorista da prefeitura de Indaiatuba, durante treinamento de atualização sobre o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), recebeu o texto a seguir para análise:
“Art. 29. O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:
I. o condutor deverá guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu e os demais veículos, bem como em relação ao bordo da pista, considerando, no momento, a velocidade e as condições do local, da circulação, do veículo e as condições climáticas;
II. quando veículos, transitando por fluxos que se cruzem, se aproximarem de local não sinalizado, terá preferência de passagem:

a) no caso de apenas um fluxo ser proveniente de rodovia, aquele que estiver nela circulando;
b) no caso de rotatória, aquele que estiver circulando por ela;
c) nos demais casos, o que vier pela direita do condutor”.


O instrutor explica que, ao aplicar essas regras, o condutor deverá compreender que:
Alternativas
Q3717112 Legislação de Trânsito
Devido à realização de uma obra emergencial em via arterial de Indaiatuba, a linha municipal de ônibus urbano teve seu itinerário desviado provisoriamente por determinação da Secretaria Municipal de Transportes. O motorista, ao receber a ordem, deve considerar aspectos técnicos e legais ligados ao planejamento e operação do transporte público. Com base na Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei nº 12.587/2012), no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e em princípios de operação do transporte coletivo, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3717111 Legislação de Trânsito
Um motorista da prefeitura de Indaiatuba, em serviço de fiscalização e apoio a operações de trânsito, deve respeitar normas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), Resoluções do CONTRAN e legislações correlatas. Considerando as normativas, analise as afirmativas a seguir.

I. A Lei nº 5.553/1968 proíbe a retenção de documentos de identificação pessoal, salvo nos casos previstos em lei. Em operações de trânsito, o agente pode manusear momentaneamente a CNH do condutor para fins de conferência ou registro, mas não pode retê-la sem previsão legal específica, como ocorre nas hipóteses de recolhimento previstas no CTB.

II. A Lei nº 13.869/2019 (Abuso de Autoridade) prevê como crime executar medida de privação de liberdade sem as formalidades legais. Assim, se um motorista de viatura municipal transportar um cidadão até a delegacia sem ordem de autoridade competente, poderá configurar abuso.

III. Segundo o CTB e Resoluções do CONTRAN, a exigência de equipamentos obrigatórios (como extintor, cinto de segurança e estepe) se aplica também a veículos oficiais, salvo os de emergência, que possuem regulamentação própria quanto a certos equipamentos.

IV. A Lei nº 5.553/1968 assegura ao cidadão solicitar a identificação de qualquer servidor público em serviço, sendo obrigatória a exibição do documento funcional. A recusa é ilícito funcional, mas não configura, por si só, crime.

V. O CONTRAN, nos termos do art. 12 do CTB, tem competência normativa para regulamentar o cumprimento da lei e criar disposições administrativas complementares. Contudo, suas resoluções não podem inovar em matéria penal, sendo vedado criar tipos criminais não previstos em lei.

VI. A Lei nº 13.869/2019 estabelece que constitui abuso de autoridade submeter pessoa sob custódia a vexame não autorizado em lei. No entanto, exigir que o condutor desça do veículo durante a fiscalização, quando houver suspeita de embriaguez, não caracteriza abuso, pois está amparado pelo CTB e pela jurisprudência consolidada.


Está correto o que se afirma apenas em 
Alternativas
Q3717110 Legislação de Trânsito
Um motorista de veículo oficial precisa conhecer a classificação do sistema viário para adequar sua condução às características de cada tipo de via. Sobre a caracterização e a hierarquização previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3717109 Legislação de Trânsito
À luz do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e das Resoluções do CONTRAN, que disciplinam a fiscalização de velocidade e os procedimentos de autuação, sobre as exigências normativas para a caracterização da infração por excesso de velocidade, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Respostas
261: D
262: D
263: B
264: A
265: C
266: B
267: A
268: D
269: A
270: A
271: A
272: A
273: D
274: B
275: B
276: D
277: D
278: C
279: B
280: D