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Q3391929 Serviço Social
Um profissional de serviço social escolar chegou ao seu local de trabalho e identificou que seus arquivos, com toda a documentação do trabalho realizado na escola, estavam violados, ou seja, documentos confidenciais tinham sido acessados por outras pessoas que não são assistentes sociais. Imediatamente, recorreu à direção da escola e solicitou uma reunião com toda a equipe escolar para exigir esclarecimentos e a efetivação daquilo que prevê o código de ética profissional, que afirma que é direito do(a) assistente social 
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Q3391928 Serviço Social
A professora da turma do quarto ano do ensino fundamental da fictícia escola municipal de tempo integral Albert Einstein identificou, em sua sala, um aluno com manchas roxas pelo braço e pelo pescoço e, durante todo o dia, observou que a criança tentava esconder o braço e tinha dificuldades para mexê-lo e para realizar tarefas simples, como pegar o caderno. Ao final do dia, a professora abordou o menino para tentar saber o que estava acontecendo, e ele relatou que havia sido espancado pela mãe, confirmando a suspeita da professora de violência contra a criança. Diante do fato, ela recorreu à orientação do serviço social escolar, que
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Q3391927 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A profissional de serviço social da fictícia escola municipal Paulo Freire, em reunião com a equipe escolar, professores, inspetores e diretores, propôs fazer um trabalho com os pais e responsáveis dos alunos e alunas matriculados na escola, para que possam participar das propostas educacionais da instituição. Todavia, alguns professores foram contra a profissional, que, para defender sua proposta, recorreu à seguinte determinação do ECA:
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Q3391926 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Enzo, uma criança de 8 anos, em um dia comum na escola, começou a ter febre alta e falta de ar, devido a seu quadro de bronquite. A professora então chamou a equipe escolar, para que avisasse os familiares e/ou responsáveis. Todavia, neste intervalo de tempo, o quadro da criança se agravou, e a equipe escolar a levou ao hospital. Lá os médicos informam que será necessária a internação do menino, mas que, devido à superlotação do hospital, não serão permitidos acompanhantes. Nesse caso, a assistente social escolar orienta a família a respeito do que está disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que determina que o acompanhamento pelos pais ou responsáveis em atendimentos
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Q3391925 Serviço Social
Marluse, assistente social da fictícia escola municipal Carolina Maria de Jesus, vivencia cotidianamente embates com a diretora da escola, que afirma ser contrária aos Direitos Humanos e que, na escola, “ela é a lei”. O embate e a oposição à diretora por parte de Marluce coadunam com um dos princípios fundamentais do código de ética do(a) assistente social, que prescreve
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Q3391924 Serviço Social
Dona Ivone, avó e responsável por 3 alunos matriculados na fictícia escola Dona Carmosina, em atividade coletiva na escola, relatou que, embora tenha trabalhado desde cedo no campo, não conseguiu se aposentar, e hoje sua renda se resume ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), com o qual mantém as despesas dela e de seus netos. Isso é reflexo da ausência da Política de Previdência Social no campo, que teve como um dos principais motivos
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Q3391923 Serviço Social
Flávia, 26 anos, tem duas crianças (6 e 8 anos), ambas matriculadas na fictícia escola Estamira Gomes de Sousa, sendo que a criança mais velha tem deficiência motora e necessita de cadeira de rodas para sua locomoção. A única renda da família é a do seu companheiro, de um salário mínimo, insuficiente para manter as despesas da casa. Sem orientação e instrução, Flávia, em atendimento com a professora de uma das crianças, relatou o vivenciado por sua família. A professora encaminhou-a para a assistente social escolar, que pode
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Q3391922 Serviço Social
A Seguridade Social Brasileira, tida como direito constitucional a partir de 1988, é formada pelo seguinte conjunto de políticas sociais:
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Q3391921 Serviço Social
A vulnerabilidade social está associada às informações do meio e às relações sociais individuais e coletivas, bem como ao acesso aos serviços de proteção social, tais como educação, trabalho, saúde, moradia, entre outros. Na escola, podem ser considerados vulneráveis alunos e alunas
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Q3391920 Serviço Social
A exclusão social, uma expressão da ‘questão social’, pode ser motivada e reforçada por diversos fatores, sejam econômicos, étnicos, raciais, religiosos ou sociais. Na prática educacional, ela pode resultar
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Q3391919 Serviço Social
A pobreza e a extrema pobreza são desafios para vários setores do Estado e da sociedade civil, não ficando a escola isenta de pensar e de articular com a rede formas de enfrentamento da pobreza dos alunos e seus familiares. Considerando o exposto, o combate à pobreza e à extrema pobreza pode colaborar para
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Q3391918 Serviço Social
O trabalho interprofissional se constitui de uma prática colaborativa e coletiva entre profissionais de diferentes áreas, visando atingir um objetivo comum, o qual pode ser, no âmbito escolar, de acordo com o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS, 2001), ter “a escola como um espaço de inclusão social”. Nesse sentido, o serviço social poderá trabalhar
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Q3391917 Serviço Social
Em uma escola de ensino médio em tempo integral, o número de meninas adolescentes grávidas tem aumentado significativamente do ano anterior para o ano corrente. Considerando as atribuições/ações da equipe Estratégia Saúde da Família (ESF), o que pode ser feito? 
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Q3391915 Legislação Municipal
Tânia é professora de Educação Infantil e se desentendeu com um colega, Thiago, sobre os procedimentos utilizados na escola para a resolução de conflitos entre os alunos. A conversa ocorreu durante o intervalo das aulas, na sala dos professores, e em determinado momento os colegas tiveram que intervir para que não ocorressem agressões físicas entre eles. Com base na situação hipotética e o disposto no Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Campinas (Lei no 1.399/55), é correto afirmar que
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Q3391913 Noções de Informática
Um analista deseja padronizar o formato e o estilo de uma apresentação que fará à sua chefia e, para isso, deverá utilizar o seguinte recurso presente no MS PowerPoint 365, em sua configuração padrão: 
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Q3391910 Noções de Informática

No Windows 11, em sua configuração padrão, é possível capturar a tela do usuário a partir da funcionalidade da tecla PRINT SCREEN.


Maria, servidora pública, pressionou a tecla PRINT SCREEN e, em seguida, a combinação tecla Windows + PRINT SCREEN.


Cada uma das capturas de tela destas duas ações foram salvas, respectivamente, na

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Q3391902 Português

Leia o Texto II para responder à questão.

    Nunca houve tanto diagnóstico de transtorno neurológico infantil. Em apenas um ano, entre 2022 e 2023, cerca de 200 mil crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram matriculados em salas de aula comuns no Brasil, um aumento de 50% segundo o Censo de Educação Básica. Mais do que uma questão para as famílias, esse cenário reflete um novo desafio nos colégios, que só deve crescer neste ano: o de como lidar com salas de alunos cada vez mais diversas e complexas.

    Toda criança atípica tem direito a adaptação escolar para que consiga acompanhar pedagogicamente sua turma. “O papel da escola é ensinar da maneira que a criança aprende. A professora colocar todo mundo na cadeira, passar uma fórmula e, se o aluno não atingir a nota, ele é que é errado não é a essência da escola”, afirma a neuropsicopedagoga Ingrid Garrido. “O cérebro da criança atípica não funciona desse jeito. Então é essa criança que vai sempre para a coordenação, é essa que vão achar que é mal educada.”

    “Quando saímos da licenciatura não estamos preparados nem para os alunos considerados típicos, quanto mais para os atípicos. Aprende-se na marra!”, brinca a professora Rosangela Senger, que está há 33 anos na profissão e já teve sala em que um aluno tinha TEA, três TDAH e um TOD (transtorno opositor desafiador). Para Rosangela, trabalhar em parceria com a família e os terapeutas é o melhor caminho, independentemente da necessidade em questão. “Não acredito que seja papel somente da escola oferecer a formação ao professor, mas este precisa buscar um aprofundamento para que seus alunos se desenvolvam da melhor forma. Mas te digo: ultimamente, a falta de limite, interesse e respeito de alunos considerados típicos é a nossa maior luta diária.”


(Luciana Garbin. Há cada vez mais diagnóstico de TDAH, autismo e outros transtornos: pais e escolas estão preparados? Disponível em: www.estadao.com.br/cultura, 12.02.2025. Adaptado)

A frase que está em conformidade com a norma-padrão de pontuação, concordância e colocação pronominal é: 
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Q3391898 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


    Toda criança aprende. A condição humana é aprendida. Há alguns equívocos muito presentes nas tradições educacionais e pedagógicas atuais, a maioria deles sustentada por uma concepção inatista de aprendizagem. Fundamenta-se no pressuposto de que já nascemos com certas disposições para aprender ou não. Isso gera controvérsias e complexidades: alguns teriam as “capacidades” de aprendizagem, outros e outras não “teriam” essas qualidades.

    Para nossa concepção de educação, os chamados bloqueios de aprendizagem devem ser analisados em sua totalidade, muito mais como um problema da tradição pedagógica autoritária e da forma conservadora de organizar a escola e o currículo do que uma suposta “falha” da criança. Hoje, a ditadura da sociedade tecnológica, a apelação consumista, a raridade de espaços humanizadores, a lacuna na formação artística, teatral, musical, fazem com que a indústria cultural seja um grande poluente sonoro e visual, chegando aos corações e mentes das crianças sem dispositivos de crítica da proposta pedagógica da escola, na direção de mostrar outra música, outro repertório, outras brincadeiras, outras danças.

    Criar espaços de humanização, de exposição serena das crianças a outras coordenadas antropológicas, a outra atmosfera de sentido, a outra música, de outra arte, de alegria, de teatro, de conversas, ajuda muito a “desbloquear” qualquer pessoa! A escola, para mim, deve ter clareza de ser contraponto, competente e lúcido, à indústria cultural alienante e consumista. Mostrar os grandes mestres e mestras da humanidade, neste tempo especial de aprender, é um trunfo inaudito! O conhecimento sensível e a sensibilidade esclarecida são os condutores do afeto e da lucidez crítica. Ensinar a pensar e a sentir!

    Precisamos superar os ritos classificatórios e meritocráticos tradicionais. Os pais e professores podem começar avaliando o contexto pleno da criança, seu mundo, seus estímulos, internos e externos, ouvindo suas queixas, aceitando suas versões, buscando superar as contradições que levam àquele resultado. Relativizar as notas escolares, hoje, pode ser um bom começo; depreende-se que a nota é resultante de uma estrutura baseada na memória e na retenção de informação. Ora, tomada estritamente, esta suposta qualidade mnemônica assemelha-se ao depositário de um “chip”, que está disponível na internet, o Google ou o ChatGPT “sabem” mais de quantidade ou de volume de informação do que a escola.

    A Escola que eu sonho é mais do que informação e memória, é aquela capaz de transformar a informação em algo subjetivo, agradável, pertinente, com sentido para a vida das crianças e dos adolescentes! Isto é o que se designa como aprendizagem significativa, que guarda sentido para a criança, para seu universo, para seu mundo. E dele, como sujeito, a criança poderá alçar aos mais longínquos horizontes.



(César Nunes. Toda criança aprende – aprender é existir. In: Da educação que ama ao amor que educa. Principis, 2023. Adaptado)

Considerando o contexto em que se encontram, a palavra destacada no trecho “Há alguns equívocos muito presentes nas tradições educacionais...” pertence à mesma classe de palavras que a destacada no trecho:
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Q3391895 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


    Toda criança aprende. A condição humana é aprendida. Há alguns equívocos muito presentes nas tradições educacionais e pedagógicas atuais, a maioria deles sustentada por uma concepção inatista de aprendizagem. Fundamenta-se no pressuposto de que já nascemos com certas disposições para aprender ou não. Isso gera controvérsias e complexidades: alguns teriam as “capacidades” de aprendizagem, outros e outras não “teriam” essas qualidades.

    Para nossa concepção de educação, os chamados bloqueios de aprendizagem devem ser analisados em sua totalidade, muito mais como um problema da tradição pedagógica autoritária e da forma conservadora de organizar a escola e o currículo do que uma suposta “falha” da criança. Hoje, a ditadura da sociedade tecnológica, a apelação consumista, a raridade de espaços humanizadores, a lacuna na formação artística, teatral, musical, fazem com que a indústria cultural seja um grande poluente sonoro e visual, chegando aos corações e mentes das crianças sem dispositivos de crítica da proposta pedagógica da escola, na direção de mostrar outra música, outro repertório, outras brincadeiras, outras danças.

    Criar espaços de humanização, de exposição serena das crianças a outras coordenadas antropológicas, a outra atmosfera de sentido, a outra música, de outra arte, de alegria, de teatro, de conversas, ajuda muito a “desbloquear” qualquer pessoa! A escola, para mim, deve ter clareza de ser contraponto, competente e lúcido, à indústria cultural alienante e consumista. Mostrar os grandes mestres e mestras da humanidade, neste tempo especial de aprender, é um trunfo inaudito! O conhecimento sensível e a sensibilidade esclarecida são os condutores do afeto e da lucidez crítica. Ensinar a pensar e a sentir!

    Precisamos superar os ritos classificatórios e meritocráticos tradicionais. Os pais e professores podem começar avaliando o contexto pleno da criança, seu mundo, seus estímulos, internos e externos, ouvindo suas queixas, aceitando suas versões, buscando superar as contradições que levam àquele resultado. Relativizar as notas escolares, hoje, pode ser um bom começo; depreende-se que a nota é resultante de uma estrutura baseada na memória e na retenção de informação. Ora, tomada estritamente, esta suposta qualidade mnemônica assemelha-se ao depositário de um “chip”, que está disponível na internet, o Google ou o ChatGPT “sabem” mais de quantidade ou de volume de informação do que a escola.

    A Escola que eu sonho é mais do que informação e memória, é aquela capaz de transformar a informação em algo subjetivo, agradável, pertinente, com sentido para a vida das crianças e dos adolescentes! Isto é o que se designa como aprendizagem significativa, que guarda sentido para a criança, para seu universo, para seu mundo. E dele, como sujeito, a criança poderá alçar aos mais longínquos horizontes.



(César Nunes. Toda criança aprende – aprender é existir. In: Da educação que ama ao amor que educa. Principis, 2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada está empregada em sentido próprio.
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Q3391892 Pedagogia

Leia o Texto I para responder à questão.


    Toda criança aprende. A condição humana é aprendida. Há alguns equívocos muito presentes nas tradições educacionais e pedagógicas atuais, a maioria deles sustentada por uma concepção inatista de aprendizagem. Fundamenta-se no pressuposto de que já nascemos com certas disposições para aprender ou não. Isso gera controvérsias e complexidades: alguns teriam as “capacidades” de aprendizagem, outros e outras não “teriam” essas qualidades.

    Para nossa concepção de educação, os chamados bloqueios de aprendizagem devem ser analisados em sua totalidade, muito mais como um problema da tradição pedagógica autoritária e da forma conservadora de organizar a escola e o currículo do que uma suposta “falha” da criança. Hoje, a ditadura da sociedade tecnológica, a apelação consumista, a raridade de espaços humanizadores, a lacuna na formação artística, teatral, musical, fazem com que a indústria cultural seja um grande poluente sonoro e visual, chegando aos corações e mentes das crianças sem dispositivos de crítica da proposta pedagógica da escola, na direção de mostrar outra música, outro repertório, outras brincadeiras, outras danças.

    Criar espaços de humanização, de exposição serena das crianças a outras coordenadas antropológicas, a outra atmosfera de sentido, a outra música, de outra arte, de alegria, de teatro, de conversas, ajuda muito a “desbloquear” qualquer pessoa! A escola, para mim, deve ter clareza de ser contraponto, competente e lúcido, à indústria cultural alienante e consumista. Mostrar os grandes mestres e mestras da humanidade, neste tempo especial de aprender, é um trunfo inaudito! O conhecimento sensível e a sensibilidade esclarecida são os condutores do afeto e da lucidez crítica. Ensinar a pensar e a sentir!

    Precisamos superar os ritos classificatórios e meritocráticos tradicionais. Os pais e professores podem começar avaliando o contexto pleno da criança, seu mundo, seus estímulos, internos e externos, ouvindo suas queixas, aceitando suas versões, buscando superar as contradições que levam àquele resultado. Relativizar as notas escolares, hoje, pode ser um bom começo; depreende-se que a nota é resultante de uma estrutura baseada na memória e na retenção de informação. Ora, tomada estritamente, esta suposta qualidade mnemônica assemelha-se ao depositário de um “chip”, que está disponível na internet, o Google ou o ChatGPT “sabem” mais de quantidade ou de volume de informação do que a escola.

    A Escola que eu sonho é mais do que informação e memória, é aquela capaz de transformar a informação em algo subjetivo, agradável, pertinente, com sentido para a vida das crianças e dos adolescentes! Isto é o que se designa como aprendizagem significativa, que guarda sentido para a criança, para seu universo, para seu mundo. E dele, como sujeito, a criança poderá alçar aos mais longínquos horizontes.



(César Nunes. Toda criança aprende – aprender é existir. In: Da educação que ama ao amor que educa. Principis, 2023. Adaptado)

O autor considera que toda criança aprende, a partir da concepção de que
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Respostas
501: A
502: B
503: D
504: B
505: A
506: C
507: E
508: D
509: E
510: B
511: D
512: A
513: C
514: B
515: A
516: C
517: E
518: A
519: E
520: B