Questões de Concurso
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A Estratégia Saúde da Família (ESF) busca promover a qualidade de vida da população brasileira e intervir nos fatores que colocam a saúde em risco.
Em relação à ESF, assinale a alternativa que apresenta informação correta.
A Política Nacional de Humanização (PNH) visa efetivar os princípios do SUS no cotidiano das práticas de atenção e gestão, qualificando a saúde pública no Brasil e incentivando trocas solidárias entre gestores, trabalhadores e usuários.
Em relação à PNH, assinale a alternativa correta.
A participação social, no contexto da saúde no SUS, foi estabelecida e é regulada pela Lei n° 8.142/90, a partir da criação de Conselhos de Saúde e Conferências de Saúde, nas três esferas de governo, bem como de colegiados de gestão nos serviços de saúde.
De acordo com essa lei, em relação à gestão participativa no SUS, assinale a alternativa correta.
Maria sofreu várias fraturas nas pernas, sendo necessárias cirurgias, que foram realizadas por meio do SUS, e que lhe impediriam de andar, por muito tempo, necessitando da ajuda de terceiros para suas necessidades básicas e cuidados especiais. Por indicação médica, Maria concordou em continuar seu tratamento em casa.
De acordo com o que disciplina a Lei n° 8.080/90, Maria tem direito a internação domiciliar, que inclui o atendimento por equipes
Três moças, Ana, Bete e Carol, trabalham no mesmo ambulatório. Na segunda-feira, Ana chegou depois de Bete, e Carol chegou antes de Ana. Nesse dia, Carol não foi a primeira a chegar no serviço.
A primeira, a segunda e a terceira moça a chegar no serviço nesse dia foram:
Em certo dia foram atendidos em um ambulatório 80 pessoas. A tabela mostra algumas informações sobre o número de pessoas atendidas nos períodos da manhã e da tarde.

O número total de pessoas atendidas no período da manhã superou o número total de pessoas atendidas no período da tarde em
Muitas mães pedem aos filhos que não fumem, ____ saberem que é prejudicial ____ saúde. Porém, muitos deles nem ____ escutam.
As lacunas das frases devem ser preenchidas, respectivamente e de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, por
Leia o texto para responder à questão.
O mundo não é maternal
É bom ter mãe quando se é criança, mas também é bom quando se é adulto. Na adolescência se pensa que seria possível viver melhor sem ela, mas é erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.
O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se virarmos a noite na rua. O mundo quer defender o seu, não o nosso. O mundo quer que fiquemos horas ao telefone, torrando dinheiro. Quer que nos casemos logo para comprar um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que andemos na moda, troquemos de carro, tenhamos boa aparência, nem que para isso tenhamos que estourar o cartão de crédito.
Mãe também quer que os filhos tenham boa aparência, mas está mais preocupada com nosso banho, com os nossos dentes e os nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que os filhos se droguem nem bebam.
O mundo nos olha superficialmente. Não detecta nossa tristeza, nosso abatimento. O mundo nos quer lindos e vitoriosos. O mundo não se preocupa se estamos com febre, não penteia nosso cabelo, não nos oferece um pedaço de bolo. Quando não concorda conosco, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não quer nos ouvir. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa, mas não quer saber dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego.
Mãe é de outro mundo. Sofre no lugar dos filhos, preocupa-se com detalhes e tenta adivinhar as vontades deles. Enquanto o mundo exige eficiência máxima e cobra caro pelo seu tempo, mãe é de graça.
(Martha Medeiros. Non-stop. Porto Alegre: L&PM, 2012. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
O mundo não é maternal
É bom ter mãe quando se é criança, mas também é bom quando se é adulto. Na adolescência se pensa que seria possível viver melhor sem ela, mas é erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.
O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se virarmos a noite na rua. O mundo quer defender o seu, não o nosso. O mundo quer que fiquemos horas ao telefone, torrando dinheiro. Quer que nos casemos logo para comprar um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que andemos na moda, troquemos de carro, tenhamos boa aparência, nem que para isso tenhamos que estourar o cartão de crédito.
Mãe também quer que os filhos tenham boa aparência, mas está mais preocupada com nosso banho, com os nossos dentes e os nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que os filhos se droguem nem bebam.
O mundo nos olha superficialmente. Não detecta nossa tristeza, nosso abatimento. O mundo nos quer lindos e vitoriosos. O mundo não se preocupa se estamos com febre, não penteia nosso cabelo, não nos oferece um pedaço de bolo. Quando não concorda conosco, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não quer nos ouvir. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa, mas não quer saber dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego.
Mãe é de outro mundo. Sofre no lugar dos filhos, preocupa-se com detalhes e tenta adivinhar as vontades deles. Enquanto o mundo exige eficiência máxima e cobra caro pelo seu tempo, mãe é de graça.
(Martha Medeiros. Non-stop. Porto Alegre: L&PM, 2012. Adaptado)
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O mundo não é maternal
É bom ter mãe quando se é criança, mas também é bom quando se é adulto. Na adolescência se pensa que seria possível viver melhor sem ela, mas é erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.
O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se virarmos a noite na rua. O mundo quer defender o seu, não o nosso. O mundo quer que fiquemos horas ao telefone, torrando dinheiro. Quer que nos casemos logo para comprar um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que andemos na moda, troquemos de carro, tenhamos boa aparência, nem que para isso tenhamos que estourar o cartão de crédito.
Mãe também quer que os filhos tenham boa aparência, mas está mais preocupada com nosso banho, com os nossos dentes e os nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que os filhos se droguem nem bebam.
O mundo nos olha superficialmente. Não detecta nossa tristeza, nosso abatimento. O mundo nos quer lindos e vitoriosos. O mundo não se preocupa se estamos com febre, não penteia nosso cabelo, não nos oferece um pedaço de bolo. Quando não concorda conosco, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não quer nos ouvir. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa, mas não quer saber dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego.
Mãe é de outro mundo. Sofre no lugar dos filhos, preocupa-se com detalhes e tenta adivinhar as vontades deles. Enquanto o mundo exige eficiência máxima e cobra caro pelo seu tempo, mãe é de graça.
(Martha Medeiros. Non-stop. Porto Alegre: L&PM, 2012. Adaptado)
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O mundo não é maternal
É bom ter mãe quando se é criança, mas também é bom quando se é adulto. Na adolescência se pensa que seria possível viver melhor sem ela, mas é erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.
O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se virarmos a noite na rua. O mundo quer defender o seu, não o nosso. O mundo quer que fiquemos horas ao telefone, torrando dinheiro. Quer que nos casemos logo para comprar um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que andemos na moda, troquemos de carro, tenhamos boa aparência, nem que para isso tenhamos que estourar o cartão de crédito.
Mãe também quer que os filhos tenham boa aparência, mas está mais preocupada com nosso banho, com os nossos dentes e os nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que os filhos se droguem nem bebam.
O mundo nos olha superficialmente. Não detecta nossa tristeza, nosso abatimento. O mundo nos quer lindos e vitoriosos. O mundo não se preocupa se estamos com febre, não penteia nosso cabelo, não nos oferece um pedaço de bolo. Quando não concorda conosco, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não quer nos ouvir. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa, mas não quer saber dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego.
Mãe é de outro mundo. Sofre no lugar dos filhos, preocupa-se com detalhes e tenta adivinhar as vontades deles. Enquanto o mundo exige eficiência máxima e cobra caro pelo seu tempo, mãe é de graça.
(Martha Medeiros. Non-stop. Porto Alegre: L&PM, 2012. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
O mundo não é maternal
É bom ter mãe quando se é criança, mas também é bom quando se é adulto. Na adolescência se pensa que seria possível viver melhor sem ela, mas é erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.
O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se virarmos a noite na rua. O mundo quer defender o seu, não o nosso. O mundo quer que fiquemos horas ao telefone, torrando dinheiro. Quer que nos casemos logo para comprar um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que andemos na moda, troquemos de carro, tenhamos boa aparência, nem que para isso tenhamos que estourar o cartão de crédito.
Mãe também quer que os filhos tenham boa aparência, mas está mais preocupada com nosso banho, com os nossos dentes e os nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que os filhos se droguem nem bebam.
O mundo nos olha superficialmente. Não detecta nossa tristeza, nosso abatimento. O mundo nos quer lindos e vitoriosos. O mundo não se preocupa se estamos com febre, não penteia nosso cabelo, não nos oferece um pedaço de bolo. Quando não concorda conosco, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não quer nos ouvir. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa, mas não quer saber dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego.
Mãe é de outro mundo. Sofre no lugar dos filhos, preocupa-se com detalhes e tenta adivinhar as vontades deles. Enquanto o mundo exige eficiência máxima e cobra caro pelo seu tempo, mãe é de graça.
(Martha Medeiros. Non-stop. Porto Alegre: L&PM, 2012. Adaptado)
Considere os trechos do texto:
“Não detecta nossa tristeza, nosso abatimento.”
“Sofre no lugar dos filhos, preocupa-se com detalhes e tenta adivinhar...”
As palavras destacadas podem ser substituídas, respectivamente e sem alteração de sentido, por:
Leia o texto para responder à questão.
O mundo não é maternal
É bom ter mãe quando se é criança, mas também é bom quando se é adulto. Na adolescência se pensa que seria possível viver melhor sem ela, mas é erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.
O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se virarmos a noite na rua. O mundo quer defender o seu, não o nosso. O mundo quer que fiquemos horas ao telefone, torrando dinheiro. Quer que nos casemos logo para comprar um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que andemos na moda, troquemos de carro, tenhamos boa aparência, nem que para isso tenhamos que estourar o cartão de crédito.
Mãe também quer que os filhos tenham boa aparência, mas está mais preocupada com nosso banho, com os nossos dentes e os nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que os filhos se droguem nem bebam.
O mundo nos olha superficialmente. Não detecta nossa tristeza, nosso abatimento. O mundo nos quer lindos e vitoriosos. O mundo não se preocupa se estamos com febre, não penteia nosso cabelo, não nos oferece um pedaço de bolo. Quando não concorda conosco, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não quer nos ouvir. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa, mas não quer saber dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego.
Mãe é de outro mundo. Sofre no lugar dos filhos, preocupa-se com detalhes e tenta adivinhar as vontades deles. Enquanto o mundo exige eficiência máxima e cobra caro pelo seu tempo, mãe é de graça.
(Martha Medeiros. Non-stop. Porto Alegre: L&PM, 2012. Adaptado)