Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de araçariguama - sp

Foram encontradas 1.208 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3764511 Português
Com relação à ortografia, analise as afirmativas a seguir:

I. Depois dos ditongos au, ei, oi e ou é correto utilizar as letras c e ç, como em “calabouço”.
II. Grafam-se com s substantivos abstratos em - esa, como em “pobresa”.
III. As palavras "náuzea" e "louza" são exemplos de palavras corretamente escritas com a letra z.
IV. As palavras "ameixa" e "desleixo" são corretamente grafadas com x em vez de ch.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3764510 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  
Assinale a alternativa que nomeia corretamente a figura de linguagem que ocorre no trecho: “O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito.”:
Alternativas
Q3764509 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  
No primeiro parágrafo, o termo “papou”, no trecho “Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia”, pode ser corretamente substituído, sem prejuízo do sentido, por qual dos termos a seguir?
Alternativas
Q3764508 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  
Assinale a alternativa em que o termo destacado NÃO é um elemento de coesão referente ao elemento indicado no fim de cada alternativa:
Alternativas
Q3764507 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  
O autor da crônica, relata ter ocorrido um nevoeiro na Zona Sul do Rio de Janeiro. A respeito desse nevoeiro, ele afirma que:
Alternativas
Q3498805 Engenharia Ambiental e Sanitária
Como Agente de Defesa Civil, é essencial compreender os processos que afetam os ecossistemas aquáticos e a gestão de recursos hídricos. Complete a lacuna com a alternativa CORRETA.

“O _________ é um fenômeno que ocorre quando sedimentos e detritos se acumulam nos leitos dos rios, alterando sua topografia e reduzindo a capacidade hídrica, o que pode levar a inundações durante períodos de chuva intensa. Este processo pode ser exacerbado por atividades humanas e fenômenos naturais, como erosão e ação do vento.” 
Alternativas
Q3498804 Segurança e Transporte
Durante uma operação de resposta a enchentes, um agente de defesa civil se depara com uma situação em que precisa evacuar rapidamente uma área residencial com seu veículo. Considerando as práticas recomendadas e os riscos associados, assinale a alternativa que contenha uma ação CORRETA a ser tomada na situação descrita. 
Alternativas
Q3498803 Noções de Primeiros Socorros
É fundamental ter conhecimento sobre os procedimentos adequados de primeiros socorros em casos de insolação, uma condição grave que pode ocorrer devido à exposição prolongada ao calor. Com base nisso, assinale a alternativa INCORRETA sobre início do tratamento de insolação. 
Alternativas
Q3498802 Segurança Pública
Considerando o papel crucial dos Agentes de Defesa Civil na identificação e classificação de desastres naturais para a implementação de estratégias de resposta eficazes, é fundamental que estes profissionais estejam bem-informados sobre as características distintas de cada tipo de desastre. Com base nisso, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3498801 Direito Ambiental
A legislação brasileira estabelece uma série de crimes contra a flora, com penas variadas dependendo da natureza e gravidade do ato. Considerando as disposições legais, avalie as seguintes afirmativas e assinale a alternativa CORRETA.

I. Impedir ou dificultar a regeneração natural de florestas e demais formas de vegetação é um crime que pode resultar em detenção de seis meses a um ano e multa.
II. A destruição ou danos a florestas nativas ou plantadas, ou vegetação fixadora de dunas, não está sujeita a penalidades se realizada em terras de domínio público ou devolutas.
III. A utilização de motosserra em florestas e demais formas de vegetação sem licença ou registro da autoridade competente pode acarretar detenção de três meses a um ano e multa.
IV. Nos crimes contra a flora, a pena é aumentada de um sexto a um terço se o crime for cometido durante a noite, em domingo ou feriado. 
Alternativas
Q3498800 Segurança Pública
Na execução de tarefas de manutenção urbana, como a poda de árvores, os Agentes de Defesa Civil devem seguir rigorosos procedimentos de segurança para garantir a ordem e a limpeza, bem como a integridade física dos trabalhadores e da população. Com base nas diretrizes estabelecidas para a poda de árvores, assinale a alternativa que CORRETAMENTE descreve uma etapa essencial do processo de Análise de Riscos (AR). 
Alternativas
Q3498799 Direito do Trabalho
Considerando as responsabilidades da organização em relação aos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3498797 Direito Urbanístico
De acordo com a legislação vigente sobre loteamentos urbanos, um agente de defesa civil deve estar ciente das normas que regem a infraestrutura urbana. Desse modo, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3498796 Segurança e Saúde no Trabalho
As normas regulamentadoras estabelecem medidas de prevenção contra incêndios nos ambientes de trabalho. Com base nas diretrizes apresentadas pela NR-23, identifique e assinale a alternativa INCORRETA relacionada às medidas de prevenção contra incêndios. 
Alternativas
Q3498795 Mecânica
Considere as seguintes afirmações sobre prevenção e controle de riscos em máquinas, com base nas normas técnicas oficiais vigentes, marque V para as afirmações verdadeiras ou F para as falsas.

( ) As ligações e derivações dos condutores elétricos devem ser realizadas com dispositivos que garantam resistência mecânica e contato elétrico adequado.
( ) É permitido o uso de chave geral como dispositivo de partida e parada das máquinas.
( ) Dispositivos protetores contra sobretensão são dispensáveis em máquinas e equipamentos.
( ) A falta ou inversão de fases da alimentação elétrica não deve ser motivo de preocupação em relação à segurança das máquinas.

Agora assinale a alternativa que possua a sequência CORRETA. 
Alternativas
Q3498794 Sistemas de Informação
No contexto do georreferenciamento e registro de imagens em um Sistema de Informações Geográficas (SIG), um Agente de Defesa Civil deve compreender os processos envolvidos na integração de dados geoespaciais. Considerando as informações sobre transformações polinomiais e modelos de transformação geométrica, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3498793 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em um cenário de atuação como Agente de Defesa Civil, é crucial compreender os conceitos relacionados às Áreas de Preservação Permanente (APPs) em meio urbano. Com base nisso, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3498791 Legislação Federal
A legislação brasileira define diferentes níveis de resposta a desastres, cada um com implicações específicas para a atuação do poder público. Complete a lacuna na seguinte frase com a alternativa CORRETA:

“O __________ é uma situação anormal provocada por desastre causadora de danos e prejuízos que implicam o comprometimento substancial da capacidade de resposta do poder público do ente atingido, de tal forma que a situação somente pode ser superada com o auxílio dos demais entes da Federação.” 
Alternativas
Q3498790 Direito Ambiental
A Política Nacional do Meio Ambiente é um conjunto de diretrizes que visa a sustentabilidade e a preservação ambiental em consonância com o desenvolvimento socioeconômico. Considerando o Artigo 4º da Política Nacional do Meio Ambiente, assinale a alternativa CORRETA que está alinhada com os objetivos desta política. 
Alternativas
Q3498789 Engenharia Ambiental e Sanitária
No ciclo hidrológico, um componente crítico é o processo pelo qual a água de chuva precipita na superfície da Terra, fluindo por ação da gravidade das partes mais altas para as mais baixas, nos leitos dos rios e riachos. Como Agente de Defesa Civil, é importante reconhecer este fenômeno, pois ele tem um impacto significativo na gestão de recursos hídricos e na prevenção de inundações. Com base nisso, assinale a alternativa que contenha o termo CORRETO que define este processo. 
Alternativas
Respostas
181: E
182: D
183: A
184: E
185: D
186: B
187: C
188: E
189: D
190: E
191: A
192: D
193: D
194: C
195: A
196: C
197: C
198: C
199: D
200: D