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Q3675300 História e Geografia de Estados e Municípios
"Agricultores pobres vindos do_____, das regiões próximas a Guaporé, Serafina Corrêa e Casca. Vinham a se estabelecer em_____, munidos apenas de suas precárias ferramentas de agricultura, sementes e sonhos de um futuro bom."

Disponível em: https://seara.atende.net/cidadao/pagina/historiado-municipio

O trecho acima conta um pouco da história da colonização do município de Seara/SC. Qual das alternativas abaixo cita as duas localidades que preenchem corretamente o texto? 
Alternativas
Q3675297 História
Antes da república, o Brasil viveu um regime monárquico, que existiu entre 1822 e 1889. Neste período, o país teve dois imperadores, que foram:
Alternativas
Q3675290 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
Muitos processos relacionados à saúde não se manifestam de forma instantânea, mas resultam de desgastes acumulados ao longo do tempo. No caso do estresse ambiental, a descrição apresentada pela especialista evidencia que seus efeitos podem comprometer gradualmente a capacidade do organismo de reagir a novas demandas. Considerando esse contexto, qual conclusão se mostra coerente com o texto?
Alternativas
Q3675289 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
Muitas vezes, situações corriqueiras que antes eram administradas sem maiores dificuldades passam a ganhar proporções exageradas quando o organismo já se encontra sobrecarregado. Esse processo, ao se intensificar, desencadeia um efeito cascata que pode comprometer diversas dimensões da saúde. Considerando as informações do texto, qual interpretação é a adequada?
Alternativas
Q3675288 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
Muitas vezes, situações do cotidiano que parecem inofensivas podem exercer um impacto profundo sobre o equilíbrio físico e mental das pessoas. No caso do estresse ambiental, descrito no texto, esse efeito não ocorre de forma imediata, mas de maneira contínua e cumulativa. Considerando a explicação apresentada, qual interpretação é a adequada?
Alternativas
Q3675287 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
O enfrentamento do estresse cotidiano não depende apenas de eliminá-lo, mas de adotar estratégias capazes de reduzir seus efeitos nocivos. O texto apresenta diferentes formas de cuidado que buscam restaurar o equilíbrio físico e emocional do indivíduo, mesmo em meio às pressões diárias. Nesse sentido, qual interpretação está alinhada à proposta apresentada?
Alternativas
Q3675286 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
As manifestações do estresse crônico podem se apresentar de maneiras sutis e diversas, afetando tanto o corpo quanto as emoções. O texto mostra que esses sinais, embora variem entre indivíduos, revelam um padrão de desgaste progressivo que altera a percepção de si e do ambiente. Considerando essa descrição, qual conclusão é condizente com a interpretação do trecho?
Alternativas
Q3674800 Odontologia
Os levantamentos epidemiológicos em saúde bucal, como o projeto SB Brasil, são fundamentais para conhecer a realidade da população e planejar políticas públicas. O índice CPO-D é um dos principais indicadores utilizados nesses levantamentos. Assinale a alternativa que define corretamente os componentes do índice CPO-D.
Alternativas
Q3674790 Odontologia
A Política Nacional de Saúde Bucal (PNSB), conhecida como "Brasil Sorridente", foi lançada em 2004 com o objetivo de reorganizar a atenção à saúde bucal no Sistema Único de Saúde (SUS). Assinale a alternativa que apresenta uma das principais diretrizes desta política.
Alternativas
Q3674786 Odontologia
O Código de Ética Odontológica estabelece os direitos e deveres dos profissionais da odontologia, incluindo o Auxiliar em Saúde Bucal, e regula a relação com o paciente e a equipe. Sobre os princípios éticos na prática do ASB, analise as afirmativas a seguir.

I.É dever do ASB manter o sigilo profissional sobre todas as informações que tiver conhecimento em razão de sua atividade profissional, protegendo a privacidade e a intimidade do paciente.
II.O ASB deve se abster de criticar ou fazer comentários depreciativos sobre erros técnicos ou a conduta de outros profissionais da equipe na presença do paciente ou de terceiros.
III.É permitido ao ASB realizar procedimentos técnicos que excedam sua competência legal, como aplicar anestesia ou fazer restaurações, desde que tenha autorização expressa do cirurgião-dentista responsável. 

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3674783 Odontologia
Os instrumentos utilizados em procedimentos de dentística restauradora são específicos para cada etapa do preparo cavitário e da inserção do material restaurador. Considerando os instrumentos manuais cortantes, analise as afirmativas a seguir:

I.O machado para esmalte é utilizado para a planificação de paredes de esmalte e remoção de prismas de esmalte fragilizados, especialmente nas paredes vestibular e lingual do preparo.
II.O recortador de margem gengival é um instrumento de dupla angulação utilizado para arredondar ou biselar o ângulo áxio-pulpar e a margem gengival do preparo cavitário, facilitando a adaptação do material restaurador.
III.A colher de dentina é um instrumento utilizado para a remoção de tecido cariado amolecido, especialmente em profundidade, devendo ser utilizada com movimentos delicados para evitar a exposição pulpar.

Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3674778 Noções de Informática
Os periféricos de entrada e saída desempenham papéis distintos no sistema computacional. Ao utilizar uma tela sensível ao toque (touchscreen), como ela deve ser classificada corretamente?
Alternativas
Q3674777 Noções de Informática
No Microsoft Word, um usuário deseja criar um sumário automático em seu trabalho acadêmico. Qual recurso deve ser previamente aplicado aos títulos para que o sumário seja gerado de forma correta?
Alternativas
Q3674774 Geografia
O município de Seara/SC faz parte da Microrregião do Alto Uruguai Catarinense e tem suporte financeiro baseado nas atividades da sua maior indústria, pertencente a um setor econômico essencial e estratégico para a economia de um país. Trata-se do setor de:
Alternativas
Q3674670 Pedagogia
 Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD) compreende um grupo de condições que afetam diversas áreas do desenvolvimento infantil. Considerando as características do TGD, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3674669 Pedagogia
O movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação política, cultural, social e pedagógica, desencadeada em defesa do direito de todos os alunos de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação.
Acesse:https://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/politica.pdf

Sobre as Políticas de Educação Especial analise as afirmações abaixo marcando V (Verdadeiro) ou F (Falso):
(__)A Educação Especial, em sua origem, organizou-se em instituições e classes especiais.
(__)O modelo inicial se baseava em um paradigma clínico-terapêutico.
(__)A utilização de testes psicométricos definia o tipo de atendimento escolar.
(__)A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) nº 4.024/61 não reconheceu o direito à educação de pessoas com deficiência.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q3674668 Pedagogia
A avaliação inclusiva é um processo contínuo e contextualizado que utiliza estratégias e ferramentas diversificadas, ela rompe com modelos tradicionais baseados em comparações e classificações padronizadas, adotando a trajetória individual como referência central. Nesse sentido, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3674667 Pedagogia
Trabalhar a diversidade na educação promove o desenvolvimento de cidadãos mais empáticos e críticos, combatendo preconceitos. Analise as afirmativas sobre diversidade e inclusão escolar:

I.Diversidade escolar se restringe a diferenças de habilidades cognitivas entre os alunos.
II.Inclusão escolar envolve reconhecer singularidades e proporcionar oportunidades equitativas de aprendizagem.
III.Investir em desenvolvimento profissional contínuo para professores é essencial para implementar práticas inclusivas.
IV.Inclusão significa tratar todos os alunos da mesma forma, sem adaptações pedagógicas.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3674666 Pedagogia
Perceber as funções do corpo, como movimento, coordenação, suas expressões, sentimentos, experiências, é um aprendizado natural da criança. Porém em uma turma de crianças de 4 anos, o professor observa que algumas delas têm dificuldades de coordenação motora e pouca consciência de seu próprio corpo. Para favorecer o desenvolvimento global, qual ação seria mais adequada?
Alternativas
Q3674665 Libras
A deficiência auditiva é caracterizada pela perda parcial ou total da audição e pode afetar a comunicação de diferentes maneiras. Considerando os tipos de perda auditiva e formas de comunicação, afirmamos que:
Alternativas
Respostas
461: C
462: D
463: E
464: C
465: E
466: A
467: C
468: B
469: A
470: E
471: A
472: D
473: D
474: E
475: C
476: D
477: B
478: D
479: C
480: E