Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de maracajá - sc

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Q1716007 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação (PNE). Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais, que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento. A quarta competência refere-se às diferentes linguagens, que compreendem:
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Q1716005 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) representa um importante passo numa sociedade capitalista, onde a mão de obra barata representa produção e lucro. O Art. 1º dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente. O Art. 3º do ECA assegura à criança e ao adolescente:
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Q1715487 Português

TEXTO V 


LÍNGUA

Gosto de sentir a minha língua roçar

A língua de Luís de Camões.

Gosto de ser e de estar

E quero me dedicar

A criar confusões de prosódia

E um profusão de paródias

Que encurtem dores

E furtem cores como camaleões.

Gosto do Pessoa na pessoa

Da rosa no Rosa,

E sei que a poesia está para a prosa

Assim como o amor está para a amizade.

E quem há de negar que esta lhe é superior?

E deixa os portugais morrerem à míngua,

“Minha pátria é minha língua”

- Fala Mangueira

Flor do Lácio Sambódromo

Lusamérica latim em pó

O que quer

o que pode

Esta língua?

Caetano Veloso. Velô, 1984.


A música de Caetano, um verdadeiro poema, versa sobre língua portuguesa, chamada de a última flor do Lácio, região, ainda do Império Romano, em que se falam as línguas provindas do latim. A questão toma o poema como unidade de análise.

O poeta faz menção a dois grandes autores da literatura mundial, um poeta português e um romancista e contista brasileiro, junto aos versos:
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Q1715486 Português

TEXTO V 


LÍNGUA

Gosto de sentir a minha língua roçar

A língua de Luís de Camões.

Gosto de ser e de estar

E quero me dedicar

A criar confusões de prosódia

E um profusão de paródias

Que encurtem dores

E furtem cores como camaleões.

Gosto do Pessoa na pessoa

Da rosa no Rosa,

E sei que a poesia está para a prosa

Assim como o amor está para a amizade.

E quem há de negar que esta lhe é superior?

E deixa os portugais morrerem à míngua,

“Minha pátria é minha língua”

- Fala Mangueira

Flor do Lácio Sambódromo

Lusamérica latim em pó

O que quer

o que pode

Esta língua?

Caetano Veloso. Velô, 1984.


A música de Caetano, um verdadeiro poema, versa sobre língua portuguesa, chamada de a última flor do Lácio, região, ainda do Império Romano, em que se falam as línguas provindas do latim. A questão toma o poema como unidade de análise.

O poeta ainda expressa seu gosto pela transitoriedade e perenidade, que está expresso junto ao:
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Q1715485 Português

TEXTO V 


LÍNGUA

Gosto de sentir a minha língua roçar

A língua de Luís de Camões.

Gosto de ser e de estar

E quero me dedicar

A criar confusões de prosódia

E um profusão de paródias

Que encurtem dores

E furtem cores como camaleões.

Gosto do Pessoa na pessoa

Da rosa no Rosa,

E sei que a poesia está para a prosa

Assim como o amor está para a amizade.

E quem há de negar que esta lhe é superior?

E deixa os portugais morrerem à míngua,

“Minha pátria é minha língua”

- Fala Mangueira

Flor do Lácio Sambódromo

Lusamérica latim em pó

O que quer

o que pode

Esta língua?

Caetano Veloso. Velô, 1984.


A música de Caetano, um verdadeiro poema, versa sobre língua portuguesa, chamada de a última flor do Lácio, região, ainda do Império Romano, em que se falam as línguas provindas do latim. A questão toma o poema como unidade de análise.

No poema de Caetano, o termo língua é usado em dois sentidos diferentes, identifique nas alternativas que seguem, esses sentidos
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Q1715484 Pedagogia
Cenário de sala de aula: o professor faz uso de um livro didático (LD) e seleciona um poema, dando sequência a discussão que já havia se iniciado no encontro anterior, em fase de retomada de exercícios. De posse do LD, o professor indaga: “Estamos estudando, aplicando a gramática ao texto. O que nós estamos vendo?!” Para o que o próprio professor responde: “Tempos verbais, modos, reconhecer bem os verbos.” Em seguida, emenda outra pergunta: “O que mais nós estamos vendo aqui?” E responde: “Regência, radical”.
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Q1715483 Pedagogia
Os PCN (1998) apresentam profundas correlações com as teorias de ensinoaprendizagem de Vygotsky e as teorias de enunciação e gêneros do discurso de Bahktin, especificamente em se tratando de conceitos como Zona de Desenvolvimento Proximal (ZPD) daquele e Gêneros Discursivos (GD) deste. Qual dos enunciados a seguir reitera o que aqui está afirmado em termos de ZDP de GD, respectivamente?
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Q1715482 Português
O léxico de uma língua apresenta diversidades de campos semânticos que vão se constituindo a partir de pressões comunicativas durante as situações de interação. O campo semântico dos verbos dicendi (latim), que tem o significado de “dizer”, encerram a ideia geral de elocução. E, mesmo dentro desse campo semântico, ainda é possível perceber outros matizes de sentido, como aqueles associados a murmurar, perguntar, pronunciar em voz alta, nomear, explicar ou dizer simplesmente. Selecione a alternativa abaixo que expresse esses sentidos mencionados: 
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Q1715481 Português
Do ponto de vista pedagógico, muitos são os gêneros textuais mobilizados pelos professores a fim de inserirem seus alunos em práticas de letramento, a exemplo de contos, bulas de remédio, receitas culinárias, manuais, listas de compras, tirinhas entre outras. Esses gêneros que circulam em variadas esferas sociais possuem igualmente distintos temas, formas composicionais e conteúdos, de modo que também colocam diferentes propósitos comunicativos:
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Q1715477 Português
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: https://descomplica.com.br/artigo/4-imagens-que-vao-te-ajudar-a-nunca-mais-confundir-as-variacoes-linguisticas/4kq/

A tirinha acima mostra um tipo de variação linguística que se dá do ponto de vista geográfico, como bem ilustra o título “O GAÚCHO E O MINEIRO”. Como toda tirinha, há humor. Para interpretar esse humor, a que o gaúcho e o mineiro entendem por macho em face da interação estabelecida? 
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Q1715476 Português

TEXTO III 


Solidariedade no Frio

Costurei um agasalho, com tecido de amor,

a linha da caridade foi o fio condutor.

Agulhas de compaixão, estampas de gratidão.

Fiz um bolso aqui no peito e enchi ele de bondade,

pra vestir a humanidade que no fundo ainda tem jeito.

Tem jeito pra se ajeitar, basta ser mais solidário.

Pra fazer um mundo novo, transformando esse cenário

olhe além da sua porta, pra vê se você suporta

assistir indiferente quem dorme no meio da rua,

coberto só pela lua sem ter um teto decente.

[...]

Tem jeito pra se ajeitar, basta tu compreender

que quando se ajuda alguém, o ajudado é você,

é você quem ganha paz, é você quem ganha mais,

mais amor, mais gratidão.

Doando um cobertor, derretendo o frio da dor

E aquecendo um coração. 


(In: Poesia com Rapadura de Bráulio Bessa, 1a ed., 2017)


O cordel acima, TEXTO III, faz uso de deslocamentos semânticos bem como de licença poética, propriedades inerentes à arte literária, com o propósito, entre outros, de assegurar o ritmo, característico do gênero. Para isso, encontramos junto ao texto usos linguísticos que, em outros gêneros, de natureza mais formais, como cartas comerciais, resenhas acadêmicas, não seriam apropriados. A questão versará sobre a adequação desses usos. 

Um fenômeno bastante recorrente na fala do cotidiano, já atestados em estudos de variação linguística, diz respeito ao apagamento de segmentos sonoros, que equivale à supressão de uma consoante, vogal ou mesmo de uma sílaba inteira. Ocorrem ora no início da palavra (enamorar/namorar; arrancar/rancar; está/tá; José/Zé), ora no meio da palavra (manteiga/mantega; xícara/xicra/ óculos/oclos), e ora no final da palavra (fotografia/foto; televisão/tevê; bicicleta/bici), chamados respectivamente aférese, síncope e apócope. Na oitava linha, há dois apagamentos - olhe além da sua porta, pra vê se você suporta.
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Q1715475 Português

TEXTO III 


Solidariedade no Frio

Costurei um agasalho, com tecido de amor,

a linha da caridade foi o fio condutor.

Agulhas de compaixão, estampas de gratidão.

Fiz um bolso aqui no peito e enchi ele de bondade,

pra vestir a humanidade que no fundo ainda tem jeito.

Tem jeito pra se ajeitar, basta ser mais solidário.

Pra fazer um mundo novo, transformando esse cenário

olhe além da sua porta, pra vê se você suporta

assistir indiferente quem dorme no meio da rua,

coberto só pela lua sem ter um teto decente.

[...]

Tem jeito pra se ajeitar, basta tu compreender

que quando se ajuda alguém, o ajudado é você,

é você quem ganha paz, é você quem ganha mais,

mais amor, mais gratidão.

Doando um cobertor, derretendo o frio da dor

E aquecendo um coração. 


(In: Poesia com Rapadura de Bráulio Bessa, 1a ed., 2017)


O cordel acima, TEXTO III, faz uso de deslocamentos semânticos bem como de licença poética, propriedades inerentes à arte literária, com o propósito, entre outros, de assegurar o ritmo, característico do gênero. Para isso, encontramos junto ao texto usos linguísticos que, em outros gêneros, de natureza mais formais, como cartas comerciais, resenhas acadêmicas, não seriam apropriados. A questão versará sobre a adequação desses usos. 

Outro uso do cotidiano está relacionado ao verbo ter com o sentido de existir. Há um exemplar dessa possibilidade nas quinta e sexta linhas respectivamente – [...] no fundo ainda tem jeito [...] e Tem jeito pra se ajeitar [...]. Ressalta que na literatura de Cordel, os usos do cotidiano fazem parte da identidade do gênero, representa a arte, sobretudo do nordeste brasileiro. O professor, portanto, deve estar atento a situações mais formais, sobretudo na escrita, em que o esperado sejam registros:
Alternativas
Q1715474 Português

TEXTO III 


Solidariedade no Frio

Costurei um agasalho, com tecido de amor,

a linha da caridade foi o fio condutor.

Agulhas de compaixão, estampas de gratidão.

Fiz um bolso aqui no peito e enchi ele de bondade,

pra vestir a humanidade que no fundo ainda tem jeito.

Tem jeito pra se ajeitar, basta ser mais solidário.

Pra fazer um mundo novo, transformando esse cenário

olhe além da sua porta, pra vê se você suporta

assistir indiferente quem dorme no meio da rua,

coberto só pela lua sem ter um teto decente.

[...]

Tem jeito pra se ajeitar, basta tu compreender

que quando se ajuda alguém, o ajudado é você,

é você quem ganha paz, é você quem ganha mais,

mais amor, mais gratidão.

Doando um cobertor, derretendo o frio da dor

E aquecendo um coração. 


(In: Poesia com Rapadura de Bráulio Bessa, 1a ed., 2017)


O cordel acima, TEXTO III, faz uso de deslocamentos semânticos bem como de licença poética, propriedades inerentes à arte literária, com o propósito, entre outros, de assegurar o ritmo, característico do gênero. Para isso, encontramos junto ao texto usos linguísticos que, em outros gêneros, de natureza mais formais, como cartas comerciais, resenhas acadêmicas, não seriam apropriados. A questão versará sobre a adequação desses usos. 

Um desses usos encontra-se na quarta linha – enchi ele – e diz respeito à colocação pronominal e anáforas que, fora do contexto literário, ou seja, em situações que exigem maior formalidade, requer adequações. Vejamos:
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Q1715473 Português

TEXTO III 


Solidariedade no Frio

Costurei um agasalho, com tecido de amor,

a linha da caridade foi o fio condutor.

Agulhas de compaixão, estampas de gratidão.

Fiz um bolso aqui no peito e enchi ele de bondade,

pra vestir a humanidade que no fundo ainda tem jeito.

Tem jeito pra se ajeitar, basta ser mais solidário.

Pra fazer um mundo novo, transformando esse cenário

olhe além da sua porta, pra vê se você suporta

assistir indiferente quem dorme no meio da rua,

coberto só pela lua sem ter um teto decente.

[...]

Tem jeito pra se ajeitar, basta tu compreender

que quando se ajuda alguém, o ajudado é você,

é você quem ganha paz, é você quem ganha mais,

mais amor, mais gratidão.

Doando um cobertor, derretendo o frio da dor

E aquecendo um coração. 


(In: Poesia com Rapadura de Bráulio Bessa, 1a ed., 2017)


O cordel acima, TEXTO III, faz uso de deslocamentos semânticos bem como de licença poética, propriedades inerentes à arte literária, com o propósito, entre outros, de assegurar o ritmo, característico do gênero. Para isso, encontramos junto ao texto usos linguísticos que, em outros gêneros, de natureza mais formais, como cartas comerciais, resenhas acadêmicas, não seriam apropriados. A questão versará sobre a adequação desses usos. 

A coerência textual pode ser assegurada por diversos mecanismos, entre os quais estão os semânticos e pragmáticos. As primeiras cinco linhas do TEXTO III apresentam um agrupamento de vocábulos que constituem, do ponto de vista denotado, uma rede semântica associada a trabalhos com costura, indústria da confecção, gerando concretamente produtos. Contudo, há deslocamentos de sentidos desses mesmos vocábulos, mantendo ainda a ideia de tecer, do feitio, enfim, de construir algo, só que não mais um produto da confecção, mas sim um estado da alma dos sujeitos. Esses sentidos construídos passam a ser conotados, dando sustentabilidade à coerência textual entre título e texto. Os vocábulos associados que passam a ser conotados são:
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Q1715469 Português
TEXTO I 

Imagine um cenário em que você esteja às voltas com uma emergência e precise saber as horas.
Tão logo que encontre uma pessoa, você a indaga: Tem horas? Imediatamente a pessoa responde sim e segue andando. 
Ainda com relação ao cenário descrito junto ao TEXTO I, considere as regras para uso de conjunções da língua portuguesa, escolhendo a seguir qual dos enunciados faz uso da conjunção adequada e usual na língua portuguesa para expressar o inesperado:
Alternativas
Q1715468 Português
TEXTO I 

Imagine um cenário em que você esteja às voltas com uma emergência e precise saber as horas.
Tão logo que encontre uma pessoa, você a indaga: Tem horas? Imediatamente a pessoa responde sim e segue andando. 
Considerando o cenário descrito junto ao TEXTO I, e em consonância com a cultura do nosso cotidiano e as boas práticas de convivência e solicitude, o que você esperaria que ocorresse:
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Q1715463 Direito Constitucional
Os direitos dos cidadãos brasileiros são assegurados pela Constituição Federal de 1988. Dos Princípios Fundamentais estão os três primeiros direitos que abrem o Título I:
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Q1710652 Saúde Pública
A ocorrência de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) vem aumentando de modo significativo em nível mundial. Vários são os fatores que contribuem para a emergência dessas doenças, entre os quais destacam-se:
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Q1710651 Saúde Pública
As águas das enchentes são consideradas potencialmente poluídas, pois entram em contato direto com esgoto, lixo, produtos químicos e uma série de outras impurezas. Desta forma, podendo transmitir doenças. Assinale a alternativa que corresponde a essas doenças:
Alternativas
Q1710650 Saúde Pública
“Comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes”. Em se tratando de vigilância epidemiológica, esse conceito corresponde a:
Alternativas
Respostas
881: B
882: A
883: A
884: C
885: D
886: B
887: C
888: D
889: C
890: D
891: A
892: B
893: B
894: A
895: C
896: B
897: B
898: D
899: B
900: A