Questões de Concurso
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O manejo da hipertensão arterial envolve diversas classes de fármacos com mecanismos vasodilatadores distintos. Um efeito adverso comum, que frequentemente leva à descontinuação do tratamento ou troca da medicação, é a tosse seca persistente. Acerca deste tema, analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
(__) A tosse seca é um efeito adverso característico dos Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina (IECA), como o Captopril e o Enalapril.
(__) O mecanismo provável da tosse induzida por IECAs envolve o acúmulo de bradicinina e substância P nos pulmões, devido à inibição de sua degradação pela enzima conversora de angiotensina.
(__) Os Bloqueadores dos Receptores de Angiotensina II (BRA), como a Losartana, apresentam a mesma incidência de tosse que os IECAs, não sendo uma alternativa válida para substituição nesses casos.
(__) A Nifedipina, um bloqueador de canais de cálcio, causa tosse seca por atuar diretamente na musculatura lisa brônquica, promovendo broncoconstrição.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encontro de memórias
Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criou um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.
O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empresário não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; A rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.
Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.
Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciou o segundo, mas é ao primeiro que retornaria sempre que ouvisse alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória relatada — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.
Texto Adaptado
LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
No trecho "O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa.", é possível aplicar diferentes operações sintáticas (deslocamento, substituição, modificação e correção), sem comprometer a correção gramatical e o sentido original. Assinale a alternativa em que a operação aplicada está correta, de acordo com os princípios normativos da gramática do português.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encontro de memórias
Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criou um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.
O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empresário não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; A rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.
Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.
Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciou o segundo, mas é ao primeiro que retornaria sempre que ouvisse alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória relatada — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.
Texto Adaptado
LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
Com base no texto "Encontro de memórias", analise as construções discursivas presentes e assinale a alternativa que expressa corretamente uma inferência semanticamente legítima, coerente com a macroestrutura textual e com a perspectiva enunciativa adotada pelo narrador.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encontro de memórias
Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criou um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.
O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empresário não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; A rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.
Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.
Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciou o segundo, mas é ao primeiro que retornaria sempre que ouvisse alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória relatada — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.
Texto Adaptado
LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
A partir da leitura e análise do texto "Encontro de memórias", identifique a tipologia predominante da construção textual e assinale a alternativa que apresenta, com base nos estudos linguísticos e na teoria dos gêneros e tipos textuais, a descrição adequada a essa tipologia.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encontro de memórias
Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criou um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.
O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empresário não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; A rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.
Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.
Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciou o segundo, mas é ao primeiro que retornaria sempre que ouvisse alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória relatada — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.
Texto Adaptado
LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
A partir da análise do texto "Encontro de memórias" e considerando os princípios da coerência textual e da progressão temática, avalie as alternativas a seguir quanto à adequação interpretativa ao processo de construção do sentido. Assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encontro de memórias
Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criou um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.
O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empresário não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; A rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.
Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.
Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciou o segundo, mas é ao primeiro que retornaria sempre que ouvisse alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória relatada — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.
Texto Adaptado
LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
Na frase "Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.", o uso da vírgula atende a exigências específicas da sintaxe da oração e da organização das estruturas coordenadas e subordinadas. Com base na análise normativa da pontuação, assinale a alternativa correta sobre o uso da vírgula nesse período.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encontro de memórias
Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criou um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.
O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empresário não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; A rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.
Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.
Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciou o segundo, mas é ao primeiro que retornaria sempre que ouvisse alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória relatada — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.
Texto Adaptado
LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
I.Manter o veículo limpo, arejado e com lixeiras disponíveis contribui para a prevenção de doenças respiratórias e infecciosas.
II.É adequado permitir que as crianças compartilhem garrafas de água e alimentos, desde que estejam sentadas, pois isso favorece a socialização.
III.Observar sinais como febre, vômitos, manchas na pele ou extremo abatimento pode ajudar na identificação precoce de problemas de saúde.
IV.O monitor deve comunicar à escola e, sempre que possível, aos pais ou responsáveis, qualquer alteração significativa no estado de saúde da criança observada durante o transporte.
Está CORRETO o que se afirma em:
Acerca do assunto, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando as noções de primeiros socorros que o monitor de transporte escolar deve possuir, assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma conduta adequada nessa situação.
Sobre as atribuições desse profissional, assinale a alternativa que NÃO está de acordo com essa forma de atuação.
Considerando os objetivos dos Núcleos de Educação Infantil e Escolas Infantis e o papel do monitor no transporte, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), os objetivos da Educação Infantil e as atribuições do monitor, assinale a alternativa INCORRETA.
I.O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público, assegurar, com absoluta prioridade, direitos como vida, saúde e educação.
II.O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê regras específicas para veículos destinados à condução de escolares, exigindo autorização do órgão de trânsito, inspeção semestral e equipamentos de segurança.
III.As normas de proteção do ECA e do CTB não se aplicam ao transporte escolar, pois regulam apenas o ambiente interno da escola.
Está CORRETO o que se afirma em:
Coluna I − Aspecto do desenvolvimento
1.Motor
2.Social
3.Emocional
4.Intelectual
Coluna II − Situações observadas no transporte
(__)Criança consegue subir e descer do veículo com menor apoio, usando o corrimão com segurança.
(__)Criança combina com colegas quem sentará ao seu lado, negocia e respeita um acordo feito entre o grupo.
(__)Criança entende a regra de usar o cinto de segurança e consegue explicar ao colega por que isso é importante.
(__)Criança chora e demonstra medo intenso em dias de chuva forte, buscando aproximação do monitor.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de associação, de cima para baixo:
I.O monitor deve ouvir as preocupações dos pais com respeito, evitando discutir ou expor divergências na frente das crianças.
II.É correto comentar, com outros pais, detalhes pessoais sobre o comportamento de uma criança observada no transporte, para "alertar" a comunidade.
III.O monitor deve registrar e repassar à direção ou coordenação da escola situações graves observadas no trajeto, como suspeita de violência ou negligência.
IV.É aceitável que o monitor trate com maior gentileza somente as crianças cujos responsáveis valorizam seu trabalho, reservando a atenção especial a esse grupo.
Assinale a alternativa CORRETA:
"Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais."
Nessa frase, a palavra "mais" foi usada corretamente porque: