Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de são josé das missões - rs

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Q4042912 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam


    Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.


    Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).


    Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.


    Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.


    Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.


    Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”


    Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.


    “Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”


    Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.


    “É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado). 

No segmento um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola, o emprego das classes gramaticais contribui para a organização precisa da informação. A respeito desse trecho, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4042911 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam


    Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.


    Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).


    Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.


    Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.


    Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.


    Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”


    Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.


    “Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”


    Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.


    “É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado). 

No trecho Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal, a expressão destacada retoma uma informação anteriormente apresentada no texto. Nesse emprego, o pronome Esse contribui para a coesão textual ao:
Alternativas
Q4042910 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam


    Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.


    Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).


    Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.


    Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.


    Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.


    Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”


    Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.


    “Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”


    Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.


    “É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado). 

No período O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade, a oração introduzida por "que" exerce função sintática de:
Alternativas
Q4042909 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam


    Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.


    Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).


    Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.


    Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.


    Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.


    Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”


    Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.


    “Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”


    Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.


    “É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado). 

No trecho Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, o vocábulo sublinhado introduz uma relação de sentido entre as orações. Nesse contexto, Embora exprime ideia de:
Alternativas
Q4042908 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam


    Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.


    Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).


    Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.


    Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.


    Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.


    Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”


    Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.


    “Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”


    Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.


    “É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado). 

No desenvolvimento da reportagem, a queda das matrículas na pré-escola não é atribuída a uma causa única, mas a um conjunto de fatores levantados por especialista da área. Segundo o texto, entre as hipóteses apresentadas para esse recuo, inclui-se:
Alternativas
Q4042907 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam


    Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.


    Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).


    Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.


    Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.


    Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.


    Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”


    Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.


    “Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”


    Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.


    “É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado). 

A respeito dos dados e das interpretações possíveis a partir do texto, analise as assertivas a seguir:



I. O índice de atendimento em creches para crianças de 0 a 3 anos atingiu 41,8%, o maior já registrado no país.


II. A taxa de atendimento proporcional da pré-escola recuou de 93,4% em 2025 para 92,9% em 2024.


III. O apoio governamental viabilizou, em 2025, a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.



Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q4042906 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam


    Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.


    Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).


    Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.


    Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.


    Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.


    Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”


    Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.


    “Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”


    Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.


    “É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado). 

Ao confrontar os dois segmentos da educação infantil abordados no texto, a reportagem constrói um quadro em que avanço e preocupação coexistem. De acordo com as informações apresentadas, essa tensão se explica porque:
Alternativas
Q4041331 Direito Constitucional
Analise as partes que seguem, com base na Lei Orgânica: A lei assegurará aos servidores da administração direta ou indireta isonomia de vencimentos para cargos e empregos com atribuições iguais ou assemelhadas do mesmo poder (1ª parte), ou entre servidores dos Poderes Executivo e Legislativo (2ª parte), inclusive as vantagens de caráter individual e as relativas à natureza ou local de trabalho (3ª parte).

Acerca das partes, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4041330 Direito Administrativo
Sabe-se, por meio da Lei Orgânica, que a administração pública direta ou indireta obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, __________ e participação popular, bem como aos demais princípios constantes nas Constituições Federal e Estadual.

Quantos dos seguintes itens podem preencher CORRETAMENTE a lacuna acima? I. transparência; II. moralidade; III. razoabilidade; IV. publicidade.
Alternativas
Q4041329 Legislação Municipal
A Lei Orgânica cita que só se procederão mediante audiência pública os projetos de licenciamentos que envolvam impacto ambiental, os atos que envolvam conservação ou modificação do patrimônio arquitetônico, historico ou cultural do Município, e a realização de obras que comprometam mais de quanto do orçamento?
Alternativas
Q4041328 Direito Administrativo
Analise o texto que segue, acerca de competências privativas do Prefeito, com base na Lei Orgânica:

São competências privativas do Prefeito, por exemplo, nomear e exonerar os secretários do Munícípio, e os responsáveis pelos órgãos da administração direta ou indireta, assim como prover cargos, funções e empregos municipais, praticar atos administratÍvos referentes aos seruiços municipais, inclusive os de competência da Câmara.

Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
Alternativas
Q4041327 Direito Constitucional
A Lei Orgânica cita que compete à Mesa da Câmara convocar o Prefeito Municipal, Secretários Municipais ou servidores detentores de cargos de direção e assessoramento, para prestarem informações sobre questóes especificamente vinculadas às suas áreas de atuação. Para além da hipótese da Mesa da Câmara, a quem mais compete a convocação citada?
Alternativas
Q4041326 Legislação Municipal
Analise as partes que seguem, de acordo com a Lei Orgânica: A Câmara funcionará em sua sede ou em outro local eventualmente designado, no caso de qualquer impedimento (1ª parte); por deliberação do plenário, as sessões da Câmara Municipal poderão ser realizadas em outro local (2ª parte); enquanto o Prefeito estiver no seu período anual de férias, o Vice-Prefeito passa a receber as sessões da Câmara Municipal (3ª parte).

Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4041325 Direito Administrativo
Através da Lei Orgânica, sabe-se que o Prefeito poderá licenciar-se quando a serviço ou missão de representação do Município, e quando impossibilitado do exercício do cargo, por motivo de doença, devidamente comprovado. A partir disso, analise as assertivas: 

I. Em ambas as situações de licença, o Prefeito não recebe remuneração integral.
II. No caso de serviço ou missão, o pedido de licença deverá ser acompanhado dos motivos da viagem e da previsão da despesa.
III. No caso de motivo de doença, a enfermidade precisa ser considerada gravíssima por uma Comissão de méd icos especialistas.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4041323 Direito Constitucional
Analise as alternativas que seguem, as quais devem apresentar competências consideradas como sendo privativas ao Município, e assinale a que se apresenta de forma INCORRETA, com base na Lei Orgânica.
Alternativas
Q4041322 Legislação Municipal
Analise as assertivas a seguir, com base no que traz a Lei Orgânica:

I. É permitido a qualquer dos poderes delegar atribuições ao outro.
II. São símbolos do Município o Brasão, a Bandeira e o Hino, representativos de sua cultura e história.
III. O Município ainda não possui uma data magna.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4041309 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Você sabe o que é um mineral crítico?

    Minerais críticos são recursos essenciais para a economia de um país, cujo fornecimento está em risco, de modo que sua ausência pode gerar grandes impactos. Os minerais críticos podem variar de país para país, embora as listas sejam semelhantes, já que a comunidade global apresenta um consenso quanto ao seu fornecimento.

    Eles se distinguem dos minerais estratégicos, uma vez que estes têm mais foco no interesse nacional e na soberania do país; já os minerais críticos estão atrelados ao risco de fornecimento e à escassez. Minerais críticos têm grande importância para demandas de uma energia mais descarbonizada - a chamada transição energética. O Brasil possui uma posição privilegiada quanto à oferta e produção dos principais minerais críticos, a exemplo do nióbio, do lítio e de terras-raras.

    O conceito entre mineral crítico ou estratégico (até mesmo essencial), pode lrazer confusão. De fato, alguns países tratam como sinônimos, o que dificulta ainda mais a diferenciação. Dessa forma, podemos fazer uma breve distinção: 

• Minerais críticos estão mais associados ao risco de fornecimento ou escassez;

• Minerais estratégicos estão mais ligados à soberania nacional.

    Por exemplo, o Brasil é detentor de quase todo o niobio presente no planeta, concentrando mais de 90% das reservas naturais. Dessa forma, no Brasil, tal recurso metálico é considerado estratégico, sendo vital para sua economia. Porém, para outros países, importadores de nióbio, como EUA, da União Europeia e China, ele pode ser considerado como crítico, já que é um metalessencial para setores-chave e que depende de uma única fonte.

    Com isso, podemos concluir que minerais críticos estão atrelados à suscetibilidade no suprimento e à sua importância na cadeia de valor. Já os minerais estratégicos são caracterizados pela vantagem comercial que conferem ao país detentor desses recursos no mercado internacional.

Fonte: https://mundoed ucacao.uol.com.brlquimica/mineraiscriticos.htm (adaptado)
Considerando a reescrita de algumas afirmações presentes no texto, assinale a alternativa que apresenta plena adequação à norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q4041307 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Você sabe o que é um mineral crítico?

    Minerais críticos são recursos essenciais para a economia de um país, cujo fornecimento está em risco, de modo que sua ausência pode gerar grandes impactos. Os minerais críticos podem variar de país para país, embora as listas sejam semelhantes, já que a comunidade global apresenta um consenso quanto ao seu fornecimento.

    Eles se distinguem dos minerais estratégicos, uma vez que estes têm mais foco no interesse nacional e na soberania do país; já os minerais críticos estão atrelados ao risco de fornecimento e à escassez. Minerais críticos têm grande importância para demandas de uma energia mais descarbonizada - a chamada transição energética. O Brasil possui uma posição privilegiada quanto à oferta e produção dos principais minerais críticos, a exemplo do nióbio, do lítio e de terras-raras.

    O conceito entre mineral crítico ou estratégico (até mesmo essencial), pode lrazer confusão. De fato, alguns países tratam como sinônimos, o que dificulta ainda mais a diferenciação. Dessa forma, podemos fazer uma breve distinção: 

• Minerais críticos estão mais associados ao risco de fornecimento ou escassez;

• Minerais estratégicos estão mais ligados à soberania nacional.

    Por exemplo, o Brasil é detentor de quase todo o niobio presente no planeta, concentrando mais de 90% das reservas naturais. Dessa forma, no Brasil, tal recurso metálico é considerado estratégico, sendo vital para sua economia. Porém, para outros países, importadores de nióbio, como EUA, da União Europeia e China, ele pode ser considerado como crítico, já que é um metalessencial para setores-chave e que depende de uma única fonte.

    Com isso, podemos concluir que minerais críticos estão atrelados à suscetibilidade no suprimento e à sua importância na cadeia de valor. Já os minerais estratégicos são caracterizados pela vantagem comercial que conferem ao país detentor desses recursos no mercado internacional.

Fonte: https://mundoed ucacao.uol.com.brlquimica/mineraiscriticos.htm (adaptado)
Analise as partes que seguem:

(1ª parte): No penúltimo parágrafo, o autor lança mão da exemplificação prática do níóbio brasíleiro com o claro propósito de materializar e de comprovdr com fatos a distinção teóríca estabelecida no início do texto.

(2ª parte): A afirmação direta de que o nióbio é ínteiramente estratégico para o Brasil aciona o pressuposto de que a abundância de uma reserua natural exclusiva confere um enorme poder de soberania ao país detentor.
(3ª parte): O texto deixa claramente subentendido que países como os Estados Unidos e a Chína não possuem nenhum interesse comercial na transição energética, focando seus esforços apenas na mineração tradÍcíonal.

Acerca disso, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4041306 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Você sabe o que é um mineral crítico?

    Minerais críticos são recursos essenciais para a economia de um país, cujo fornecimento está em risco, de modo que sua ausência pode gerar grandes impactos. Os minerais críticos podem variar de país para país, embora as listas sejam semelhantes, já que a comunidade global apresenta um consenso quanto ao seu fornecimento.

    Eles se distinguem dos minerais estratégicos, uma vez que estes têm mais foco no interesse nacional e na soberania do país; já os minerais críticos estão atrelados ao risco de fornecimento e à escassez. Minerais críticos têm grande importância para demandas de uma energia mais descarbonizada - a chamada transição energética. O Brasil possui uma posição privilegiada quanto à oferta e produção dos principais minerais críticos, a exemplo do nióbio, do lítio e de terras-raras.

    O conceito entre mineral crítico ou estratégico (até mesmo essencial), pode lrazer confusão. De fato, alguns países tratam como sinônimos, o que dificulta ainda mais a diferenciação. Dessa forma, podemos fazer uma breve distinção: 

• Minerais críticos estão mais associados ao risco de fornecimento ou escassez;

• Minerais estratégicos estão mais ligados à soberania nacional.

    Por exemplo, o Brasil é detentor de quase todo o niobio presente no planeta, concentrando mais de 90% das reservas naturais. Dessa forma, no Brasil, tal recurso metálico é considerado estratégico, sendo vital para sua economia. Porém, para outros países, importadores de nióbio, como EUA, da União Europeia e China, ele pode ser considerado como crítico, já que é um metalessencial para setores-chave e que depende de uma única fonte.

    Com isso, podemos concluir que minerais críticos estão atrelados à suscetibilidade no suprimento e à sua importância na cadeia de valor. Já os minerais estratégicos são caracterizados pela vantagem comercial que conferem ao país detentor desses recursos no mercado internacional.

Fonte: https://mundoed ucacao.uol.com.brlquimica/mineraiscriticos.htm (adaptado)
No primeiro parágrafo do artigo, encontrase a seguinte afirmação elaborada na voz ativa: a comunidade global apresenta um consenso. Acerca disso, assinale a alternativa CORRETA que contém a conversão gramatical exata desse trecho para a voz passiva analítica.
Alternativas
Q4041305 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Você sabe o que é um mineral crítico?

    Minerais críticos são recursos essenciais para a economia de um país, cujo fornecimento está em risco, de modo que sua ausência pode gerar grandes impactos. Os minerais críticos podem variar de país para país, embora as listas sejam semelhantes, já que a comunidade global apresenta um consenso quanto ao seu fornecimento.

    Eles se distinguem dos minerais estratégicos, uma vez que estes têm mais foco no interesse nacional e na soberania do país; já os minerais críticos estão atrelados ao risco de fornecimento e à escassez. Minerais críticos têm grande importância para demandas de uma energia mais descarbonizada - a chamada transição energética. O Brasil possui uma posição privilegiada quanto à oferta e produção dos principais minerais críticos, a exemplo do nióbio, do lítio e de terras-raras.

    O conceito entre mineral crítico ou estratégico (até mesmo essencial), pode lrazer confusão. De fato, alguns países tratam como sinônimos, o que dificulta ainda mais a diferenciação. Dessa forma, podemos fazer uma breve distinção: 

• Minerais críticos estão mais associados ao risco de fornecimento ou escassez;

• Minerais estratégicos estão mais ligados à soberania nacional.

    Por exemplo, o Brasil é detentor de quase todo o niobio presente no planeta, concentrando mais de 90% das reservas naturais. Dessa forma, no Brasil, tal recurso metálico é considerado estratégico, sendo vital para sua economia. Porém, para outros países, importadores de nióbio, como EUA, da União Europeia e China, ele pode ser considerado como crítico, já que é um metalessencial para setores-chave e que depende de uma única fonte.

    Com isso, podemos concluir que minerais críticos estão atrelados à suscetibilidade no suprimento e à sua importância na cadeia de valor. Já os minerais estratégicos são caracterizados pela vantagem comercial que conferem ao país detentor desses recursos no mercado internacional.

Fonte: https://mundoed ucacao.uol.com.brlquimica/mineraiscriticos.htm (adaptado)
Considerando as normatizações oficiais de pontuação da Língua Portuguesa, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) O emprego do travessão no trecho uma energia mais descarbonizada - a chamada transição energética tem a finalidade normativa de introduzir um aposto de caráter explicativo que esclarece o conceito anterior.
( ) O uso dos dois-pontos logo após a palavra distinção, no terceiro parâgrafo, atua ativamente para anunciar uma enumeração didática que detalhará para o leitor as diferenças estruturais entre as duas categorias de minerais.
( ) Na estrutura inicial Dessa forma, podemos fazer uma breve distinção, a presença da vírgula é considerada errada pela norma-padrão, pois separa de maneira incorreta o sujeito do seu respectivo predicado na ordem direta da frase.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Respostas
1: E
2: B
3: A
4: C
5: B
6: D
7: D
8: C
9: E
10: A
11: C
12: D
13: C
14: E
15: B
16: A
17: D
18: C
19: C
20: C