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Q3538930 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Considere a seguinte situação hipotética: determinado município do Estado do Paraná promoverá importante evento cultural, a ser realizado em espaço público, a céu aberto, propiciando diversas apresentações de música e dança. No evento, serão instalados 20 banheiros químicos, dentre os quais deverão ser destinadas unidades acessíveis a pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Nos termos da Lei nº 10.098/2000, o número mínimo de banheiros químicos corresponderá a
Alternativas
Q3538929 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Conforme preceitua a Lei n 13.146/2015, a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência é
Alternativas
Q3538928 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Zero bala


A vida tem um vigor

que o corpo não comporta

por mais que se prepare

No mesmo passo, a natureza

caminha para o zero

como o seu fruto principal

que se gasta quanto mais

se apura na terra estreita

e por instinto busca no espaço

campo para se alçar, crescer

no sentimento e gesto

em uma nova combinação

de interferências e insumos

despoluídos até o impossível

com órgãos sem discrepância

que não contrariam as fontes

nem se desgastam em nenhum

desvio de doença ou perda

de força, suportando o sopro

o porte da pureza possível -

original - sem marca de pecado.


(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024) 

No trecho em uma nova combinação de interferências e insumos / despoluídos até o impossível, a expressão adverbial até o impossível circunstancia a
Alternativas
Q3538927 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Zero bala


A vida tem um vigor

que o corpo não comporta

por mais que se prepare

No mesmo passo, a natureza

caminha para o zero

como o seu fruto principal

que se gasta quanto mais

se apura na terra estreita

e por instinto busca no espaço

campo para se alçar, crescer

no sentimento e gesto

em uma nova combinação

de interferências e insumos

despoluídos até o impossível

com órgãos sem discrepância

que não contrariam as fontes

nem se desgastam em nenhum

desvio de doença ou perda

de força, suportando o sopro

o porte da pureza possível -

original - sem marca de pecado.


(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024) 

A figura de linguagem que melhor caracteriza a construção da imagem da natureza no poema é a
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Q3538926 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Zero bala


A vida tem um vigor

que o corpo não comporta

por mais que se prepare

No mesmo passo, a natureza

caminha para o zero

como o seu fruto principal

que se gasta quanto mais

se apura na terra estreita

e por instinto busca no espaço

campo para se alçar, crescer

no sentimento e gesto

em uma nova combinação

de interferências e insumos

despoluídos até o impossível

com órgãos sem discrepância

que não contrariam as fontes

nem se desgastam em nenhum

desvio de doença ou perda

de força, suportando o sopro

o porte da pureza possível -

original - sem marca de pecado.


(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024) 

Em relação ao emprego dos tempos verbais no poema, observa-se que o
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Q3538925 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Zero bala


A vida tem um vigor

que o corpo não comporta

por mais que se prepare

No mesmo passo, a natureza

caminha para o zero

como o seu fruto principal

que se gasta quanto mais

se apura na terra estreita

e por instinto busca no espaço

campo para se alçar, crescer

no sentimento e gesto

em uma nova combinação

de interferências e insumos

despoluídos até o impossível

com órgãos sem discrepância

que não contrariam as fontes

nem se desgastam em nenhum

desvio de doença ou perda

de força, suportando o sopro

o porte da pureza possível -

original - sem marca de pecado.


(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024) 

A construção dos sentidos no poema evidencia relações entre o corpo e a dimensão simbólica da existência, sugerindo que
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Q3538924 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Zero bala


A vida tem um vigor

que o corpo não comporta

por mais que se prepare

No mesmo passo, a natureza

caminha para o zero

como o seu fruto principal

que se gasta quanto mais

se apura na terra estreita

e por instinto busca no espaço

campo para se alçar, crescer

no sentimento e gesto

em uma nova combinação

de interferências e insumos

despoluídos até o impossível

com órgãos sem discrepância

que não contrariam as fontes

nem se desgastam em nenhum

desvio de doença ou perda

de força, suportando o sopro

o porte da pureza possível -

original - sem marca de pecado.


(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024) 

O termo Zero, no poema,
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Q3538923 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto.


Interativo demais


        Antigamente, os escritores eram admirados apenas pelo que publicavam em livros e revistas. Quando algum leitor gostava muito do que havia lido e queria compartilhar com alguém, dava o livro de presente ou emprestava o seu. O conteúdo mantinha-se preservado, assim como seu autor. Ninguém divulgava um texto de Somerset Maugham como sendo de Virginia Woolf, ninguém infiltrava parágrafos do Rubem Braga num texto do Sartre, ninguém criava novos finais para os poemas de Cecília Meireles. O escritor e sua obra eram respeitados, e os leitores podiam confiar no que estavam consumindo.


        Além disso, artistas de cinema, músicos e esportistas eram mitos a cuja intimidade não se tinha acesso. Marilyn Monroe, Frank Sinatra e Ayrton Senna entregavam ao público o que prometiam – sua arte – e o resto era especulação. Mais tarde pipocavam biografias, saciando a curiosidade do público, mas o legado desses ícones se manteve para sempre incorruptível: eram os donos legítimos de sua imagem, de sua voz e de suas palavras.


        Era uma época em que aceitávamos pacificamente nossa condição de plateia, até que se inventou o conceito de interatividade e as ferramentas para exercê-la. Por um lado, a sociedade se democratizou, todos passaram a ser ouvidos, diminuiu a distância entre patrões e empregados, produtores e consumidores: as relações ficaram mais funcionais; por outro, o uso dessas ferramentas acabou involuindo para a maledicência e a promiscuidade virtual. Hoje ninguém consegue mais ter controle sobre sua imagem ou seu trabalho. Um ator de televisão diz "oi" para uma amiga na rua e na manhã seguinte correm notícias de que estão de casamento marcado. Uma cantora cancela um show porque está afônica e logo surge o boato de que tentou suicídio. Um escritor publica um texto no jornal e três segundos depois o mesmo texto está na internet, atribuído a Toulouse-Lautrec, que nem escritor foi.


(Adaptado de Martha Medeiros. A graça da coisa. L&PM Editores. 2013)

Na frase Mais tarde pipocavam biografias, saciando a curiosidade do público, a forma verbal pipocavam expressa
Alternativas
Q3538922 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto.


Interativo demais


        Antigamente, os escritores eram admirados apenas pelo que publicavam em livros e revistas. Quando algum leitor gostava muito do que havia lido e queria compartilhar com alguém, dava o livro de presente ou emprestava o seu. O conteúdo mantinha-se preservado, assim como seu autor. Ninguém divulgava um texto de Somerset Maugham como sendo de Virginia Woolf, ninguém infiltrava parágrafos do Rubem Braga num texto do Sartre, ninguém criava novos finais para os poemas de Cecília Meireles. O escritor e sua obra eram respeitados, e os leitores podiam confiar no que estavam consumindo.


        Além disso, artistas de cinema, músicos e esportistas eram mitos a cuja intimidade não se tinha acesso. Marilyn Monroe, Frank Sinatra e Ayrton Senna entregavam ao público o que prometiam – sua arte – e o resto era especulação. Mais tarde pipocavam biografias, saciando a curiosidade do público, mas o legado desses ícones se manteve para sempre incorruptível: eram os donos legítimos de sua imagem, de sua voz e de suas palavras.


        Era uma época em que aceitávamos pacificamente nossa condição de plateia, até que se inventou o conceito de interatividade e as ferramentas para exercê-la. Por um lado, a sociedade se democratizou, todos passaram a ser ouvidos, diminuiu a distância entre patrões e empregados, produtores e consumidores: as relações ficaram mais funcionais; por outro, o uso dessas ferramentas acabou involuindo para a maledicência e a promiscuidade virtual. Hoje ninguém consegue mais ter controle sobre sua imagem ou seu trabalho. Um ator de televisão diz "oi" para uma amiga na rua e na manhã seguinte correm notícias de que estão de casamento marcado. Uma cantora cancela um show porque está afônica e logo surge o boato de que tentou suicídio. Um escritor publica um texto no jornal e três segundos depois o mesmo texto está na internet, atribuído a Toulouse-Lautrec, que nem escritor foi.


(Adaptado de Martha Medeiros. A graça da coisa. L&PM Editores. 2013)

No trecho as relações ficaram mais funcionais (3º parágrafo), o adjetivo "funcionais" indica que as relações
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Q3538921 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto.


Interativo demais


        Antigamente, os escritores eram admirados apenas pelo que publicavam em livros e revistas. Quando algum leitor gostava muito do que havia lido e queria compartilhar com alguém, dava o livro de presente ou emprestava o seu. O conteúdo mantinha-se preservado, assim como seu autor. Ninguém divulgava um texto de Somerset Maugham como sendo de Virginia Woolf, ninguém infiltrava parágrafos do Rubem Braga num texto do Sartre, ninguém criava novos finais para os poemas de Cecília Meireles. O escritor e sua obra eram respeitados, e os leitores podiam confiar no que estavam consumindo.


        Além disso, artistas de cinema, músicos e esportistas eram mitos a cuja intimidade não se tinha acesso. Marilyn Monroe, Frank Sinatra e Ayrton Senna entregavam ao público o que prometiam – sua arte – e o resto era especulação. Mais tarde pipocavam biografias, saciando a curiosidade do público, mas o legado desses ícones se manteve para sempre incorruptível: eram os donos legítimos de sua imagem, de sua voz e de suas palavras.


        Era uma época em que aceitávamos pacificamente nossa condição de plateia, até que se inventou o conceito de interatividade e as ferramentas para exercê-la. Por um lado, a sociedade se democratizou, todos passaram a ser ouvidos, diminuiu a distância entre patrões e empregados, produtores e consumidores: as relações ficaram mais funcionais; por outro, o uso dessas ferramentas acabou involuindo para a maledicência e a promiscuidade virtual. Hoje ninguém consegue mais ter controle sobre sua imagem ou seu trabalho. Um ator de televisão diz "oi" para uma amiga na rua e na manhã seguinte correm notícias de que estão de casamento marcado. Uma cantora cancela um show porque está afônica e logo surge o boato de que tentou suicídio. Um escritor publica um texto no jornal e três segundos depois o mesmo texto está na internet, atribuído a Toulouse-Lautrec, que nem escritor foi.


(Adaptado de Martha Medeiros. A graça da coisa. L&PM Editores. 2013)

A articulação entre os trechos O conteúdo mantinha-se preservado e Ninguém divulgava um texto de [...] (1° parágrafo), em relação ao último período do parágrafo, pode ser descrita como de
Alternativas
Q3538920 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto.


Interativo demais


        Antigamente, os escritores eram admirados apenas pelo que publicavam em livros e revistas. Quando algum leitor gostava muito do que havia lido e queria compartilhar com alguém, dava o livro de presente ou emprestava o seu. O conteúdo mantinha-se preservado, assim como seu autor. Ninguém divulgava um texto de Somerset Maugham como sendo de Virginia Woolf, ninguém infiltrava parágrafos do Rubem Braga num texto do Sartre, ninguém criava novos finais para os poemas de Cecília Meireles. O escritor e sua obra eram respeitados, e os leitores podiam confiar no que estavam consumindo.


        Além disso, artistas de cinema, músicos e esportistas eram mitos a cuja intimidade não se tinha acesso. Marilyn Monroe, Frank Sinatra e Ayrton Senna entregavam ao público o que prometiam – sua arte – e o resto era especulação. Mais tarde pipocavam biografias, saciando a curiosidade do público, mas o legado desses ícones se manteve para sempre incorruptível: eram os donos legítimos de sua imagem, de sua voz e de suas palavras.


        Era uma época em que aceitávamos pacificamente nossa condição de plateia, até que se inventou o conceito de interatividade e as ferramentas para exercê-la. Por um lado, a sociedade se democratizou, todos passaram a ser ouvidos, diminuiu a distância entre patrões e empregados, produtores e consumidores: as relações ficaram mais funcionais; por outro, o uso dessas ferramentas acabou involuindo para a maledicência e a promiscuidade virtual. Hoje ninguém consegue mais ter controle sobre sua imagem ou seu trabalho. Um ator de televisão diz "oi" para uma amiga na rua e na manhã seguinte correm notícias de que estão de casamento marcado. Uma cantora cancela um show porque está afônica e logo surge o boato de que tentou suicídio. Um escritor publica um texto no jornal e três segundos depois o mesmo texto está na internet, atribuído a Toulouse-Lautrec, que nem escritor foi.


(Adaptado de Martha Medeiros. A graça da coisa. L&PM Editores. 2013)

Do ponto de vista da coesão textual, a construção Por um lado [...] por outro (3º parágrafo) tem como função:
Alternativas
Q3538919 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto.


Interativo demais


        Antigamente, os escritores eram admirados apenas pelo que publicavam em livros e revistas. Quando algum leitor gostava muito do que havia lido e queria compartilhar com alguém, dava o livro de presente ou emprestava o seu. O conteúdo mantinha-se preservado, assim como seu autor. Ninguém divulgava um texto de Somerset Maugham como sendo de Virginia Woolf, ninguém infiltrava parágrafos do Rubem Braga num texto do Sartre, ninguém criava novos finais para os poemas de Cecília Meireles. O escritor e sua obra eram respeitados, e os leitores podiam confiar no que estavam consumindo.


        Além disso, artistas de cinema, músicos e esportistas eram mitos a cuja intimidade não se tinha acesso. Marilyn Monroe, Frank Sinatra e Ayrton Senna entregavam ao público o que prometiam – sua arte – e o resto era especulação. Mais tarde pipocavam biografias, saciando a curiosidade do público, mas o legado desses ícones se manteve para sempre incorruptível: eram os donos legítimos de sua imagem, de sua voz e de suas palavras.


        Era uma época em que aceitávamos pacificamente nossa condição de plateia, até que se inventou o conceito de interatividade e as ferramentas para exercê-la. Por um lado, a sociedade se democratizou, todos passaram a ser ouvidos, diminuiu a distância entre patrões e empregados, produtores e consumidores: as relações ficaram mais funcionais; por outro, o uso dessas ferramentas acabou involuindo para a maledicência e a promiscuidade virtual. Hoje ninguém consegue mais ter controle sobre sua imagem ou seu trabalho. Um ator de televisão diz "oi" para uma amiga na rua e na manhã seguinte correm notícias de que estão de casamento marcado. Uma cantora cancela um show porque está afônica e logo surge o boato de que tentou suicídio. Um escritor publica um texto no jornal e três segundos depois o mesmo texto está na internet, atribuído a Toulouse-Lautrec, que nem escritor foi.


(Adaptado de Martha Medeiros. A graça da coisa. L&PM Editores. 2013)

O termo demais, do título, antecipa uma reflexão crítica que se desenvolve ao longo do texto, sobretudo em relação à
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Q3538833 Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ
Considere o seguinte teor da Portaria CNJ nº 162/2021: 
5. Competência de atuação
5.1 Deverá ser formalmente instituída Equipe de Tratamento e Resposta a Incidentes de Segurança Cibemética (ETIR), em todos os órgãos do Poder Judiciário, à exceção do STF.
5.2 A ETIR poderá solicitar apoio multidisciplinar para responder aos incidentes de segurança de maneira adequada e tempestiva,
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Q3538832 Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ
Considere o seguinte teor da Resolução CNJ nº 574/2024:
Art. 1º O Conselho Nacional de Justiça poderá oferecer, por meio de instrumento próprio, acesso aos dados judiciais públicos previstos no art. 2º da Resolução CNJ nº 121/2010, observadas as restrições dispostas nos $$ 1º e 2º do art. 4º da mesma Resolução.
§ 1º A Presidência deverá regulamentar a imposição de condições para o fomecimento de dados consolidados em repositório centralizado (data lake), por meio de Application Programming Interfaces (APIs), ou outra interface indicada pelo DTI, objetivando resguardar a proteção dos dados pessoais, a confidencialidade, integridade, autenticidade e capacidade de auditagem e controle dos dados fomecidos.
O § 3º do Art. 4º estabelece que o Conselho Nacional de Justica podera condicionar o acesso a APl ao compromisso de o interessado oferecer  
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Q3538831 Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
Um Tribunal está implantando a métrica de Pontos de Função e solicita a um Analista a contagem bruta de pontos, cujos requisitos são os seguintes:
• Quantidade de interfaces 2, 1 e 4 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
• Quantidade de consultas 4, 6 e 3 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
• Quantidade de saídas 2, 1 e 2 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
• Quantidade de arquivos lógicos 8, 7 e 3 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
• Quantidade de entradas 3, 4 e 2 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
Considere as seguintes métricas de complexidade por tipo de função:
As métricas da complexidade das consultas são iguais às das entradas.
EE 3, 4 e 6 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
SE 4, 5 e 7 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
ALI 7, 10 e 15 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
AIE 5, 7 e 10 (complexidades baixa, média e alta, respectivamente).
O resultado do cálculo correto dos pontos de função brutos é  
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Q3538829 Engenharia de Software
Um tribunal esta desenvolvendo um novo sistema de gestão processual. Considerando o ciclo de vida do software e a engenharia de requisitos a prática de engenharia de software mais adequada é aquela em que a equipe de desenvolvimento  
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Q3538828 Engenharia de Software
Em um projeto de modernização da infraestrutura tecnológica de um tribunal, a equipe de analistas foi encarregada de implantar práticas de DevSecOps, integrando mecanismos de monitoramento continuo e coleta estruturada de logs de aplicações em produção. Para isso, definiu-se a utilização do conjunto de ferramentas conhecido como ELK Stack (Elasticsearch, Logstash e Kibana). Com base nessa arquitetura e nos principios de seguranga no pipeline de desenvolvimento, a equipe deverá adotar práticas que  
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Q3538827 Engenharia de Software
Na implantação de um novo sistema de gestão processual, a equipe de analistas de um tribunal foi orientada a adotar práticas alinhadas aos princípios de DevOps e DevSecOps, além de estabelecer um fluxo organizado de versionamento de código-fonte utilizando Git e GitLab. No planejamento do pipeline de integração continua e entrega continua (CI/CD), optou-se por implementar uma estratégia de ramificação baseada no Gitflow para gerenciar versões de produção e desenvolvimento simultaneamente. Considerando essas praticas, a estruturação adequada desse fluxo envolve  
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Q3538826 Engenharia de Software
Em um projeto de implantação de sistemas de apoio à decisão judicial, a equipe de analistas de um tribunal se depara com a necessidade de avaliar o desempenho de diferentes modelos de aprendizado de máquina. Durante os testes, observa-se que um dos modelos apresenta excelente desempenho nos dados de treinamento, mas performance insatisfatória nos dados de validação. Para diagnosticar e corrigir problemas como esse e selecionar o modelo mais adequado, a equipe deve considerar conceitos como  
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Q3538825 Engenharia de Software
Em um projeto voltado à modemização do acompanhamento processual, a equipe de analistas de um tribunal identificou duas demandas distintas: estimar o prazo de conclusão dos processos judiciais a partir de dados histéricos e detectar agrupamentos de demandas com caracteristicas semelhantes, sem informações prévias de classificação. Com base nos conceitos de aprendizado de maquina, a solução adequada para atender a esses objetivos envolve a utilização de modelos 
Alternativas
Respostas
121: C
122: D
123: A
124: E
125: E
126: B
127: D
128: C
129: B
130: A
131: B
132: D
133: A
134: E
135: C
136: B
137: C
138: E
139: B
140: E