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Q3555125 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Assinale a alternativa em que as regras do uso da vírgula estão aplicadas corretamente.
Alternativas
Q3555124 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Assinale a alternativa em que a divisão silábica de todas as palavras está correta.
Alternativas
Q3555123 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
No texto, as palavras “Lua” e “Terra” são grafadas com iniciais maiúsculas porque 
Alternativas
Q3555122 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Analise as afirmativas sobre o trecho “Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados” e assinale a alternativa correta.
I – “Companheiras” é um substantivo feminino no singular.
II – “Origem” é um substantivo feminino no singular.
III – “Destinos” é um substantivo masculino no plural.
Alternativas
Q3555121 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Assinale a questão em que há um erro de ortografia.
Alternativas
Q3555120 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas corretamente de acordo com o Novo Acordo Ortográfico. 
Alternativas
Q3555119 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Assinale a alternativa em que as palavras preenchem os espaços corretamente.
Não aceitamos __________ como forma de pagamento. Entre todos os presos, o que está na primeira __________ é o mais perigoso. O visitante colocou a ___________ no cavalo antes de montar.
Alternativas
Q3555118 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Um dos possíveis antônimos da palavra pacífico é
Alternativas
Q3555117 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
No trecho “Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época”, a palavra em destaque significa
Alternativas
Q3555116 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Assinale a alternativa correta sobre a flexão do substantivo.
Alternativas
Q3555115 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Considerando o texto, analise as afirmações sobre a relação entre a ausência de atividade tectônica na Lua e a preservação dos registros geológicos e assinale a alternativa correta.
I – A falta de atividade tectônica lunar não afeta a preservação dos registros geológicos, pois esses são destruídos ao longo do tempo.
II – A ausência de atividade tectônica na Lua contribui para a preservação dos registros geológicos na superfície lunar ao longo de eras.
III – A falta de atividade tectônica na Lua dificulta a preservação dos registros geológicos devido à sua instabilidade.
Alternativas
Q3555114 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Com base no texto fornecido, qual é um dos principais propósitos das futuras missões planejadas para a Lua?
Alternativas
Q3555113 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
De acordo com o texto, por que o conhecimento sobre a formação da Lua é crucial para compreender a história da Terra?
Alternativas
Q1834624 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com Estatuto da Criança e do Adolescente, é incorreto afirmar que
Alternativas
Q1834623 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Analise as assertivas e assinale a alternativa correta quanto às garantias de prioridade referidas no Parágrafo único do Art. 4º, do Estatuto da Criança e do Adolescente.


I. Primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias.

II. Precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública.

III. Preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas.

IV. Garantia de trabalho na condição de aprendiz a partir dos oito anos de idade.

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Q1834622 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Com relação ao Estatuto da Criança e do Adolescente, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais. ( ) A criança e o adolescente com deficiência serão atendidos, sem discriminação ou segregação, em suas necessidades gerais de saúde e específicas de habilitação e reabilitação. ( ) Os casos de suspeita ou confirmação de castigo físico, de tratamento cruel ou degradante e de maus-tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais. ( ) É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.
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Q1834621 Noções de Primeiros Socorros
Assinale a alternativa incorreta quanto os procedimentos de primeiros socorros nos casos de asfixia.
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Q1834620 Engenharia Ambiental e Sanitária
Relacione as colunas referentes à coleta seletiva e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
1. Recipiente vermelho. 2. Recipiente azul. 3. Recipiente verde. 4. Recipiente amarelo. ( ) Vidro. ( ) Plástico. ( ) Metal. ( ) Papel. 
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Q1834619 Meio Ambiente
Analise as assertivas e assinale a alternativa correta quanto à coleta seletiva e reciclagem.
I. Dentre os resíduos de papel, são recicláveis caixas em geral, formulários, jornais e não recicláveis, os papéis metalizados, os papéis sanitários e etiquetas adesivas. II. Estão entre os resíduos metálicos recicláveis as latas em geral e sobras de esquadrias de alumínio. III. São considerados resíduos de vidro e não são recicláveis os espelhos e os tubos de televisão. IV. As baterias de celular e as de automóveis devem ser encaminhadas aos estabelecimentos autorizados para o descarte correto.
Alternativas
Q1834618 Conhecimentos de Serviços Gerais
Assinale a alternativa correta quanto à limpeza de móveis e utensílios de aço cromado e fórmicas.
Alternativas
Respostas
241: B
242: D
243: A
244: D
245: C
246: D
247: B
248: A
249: B
250: C
251: B
252: A
253: B
254: D
255: C
256: A
257: D
258: B
259: A
260: C