Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de castro - pr

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Q3885855 Português

Leia o texto para responder a questão.


É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

    são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini 


            O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?  


            Estimula a criatividade


            Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.


            É um exercício de paciência


            Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.


            Estimula a responsabilidade


            Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.


            Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia


           A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).


           Ensina a lidar com frustrações


        Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento. 


            Até que idade é saudável acreditar?


           Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.


Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette 


Analise: “Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia são ensinamentos mais valiosos...”. O sujeito sintático desta oração é classificado como:  
Alternativas
Q3885854 Português

Leia o texto para responder a questão.


É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

    são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini 


            O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?  


            Estimula a criatividade


            Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.


            É um exercício de paciência


            Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.


            Estimula a responsabilidade


            Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.


            Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia


           A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).


           Ensina a lidar com frustrações


        Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento. 


            Até que idade é saudável acreditar?


           Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.


Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette 


A crase ocorre pela fusão da preposição a com o artigo definido a (ou pronomes demonstrativos). Sendo assim, assinale a alternativa cujo acento grave indicativo de crase é obrigatório. 
Alternativas
Q3885853 Português

Leia o texto para responder a questão.


É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

    são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini 


            O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?  


            Estimula a criatividade


            Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.


            É um exercício de paciência


            Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.


            Estimula a responsabilidade


            Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.


            Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia


           A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).


           Ensina a lidar com frustrações


        Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento. 


            Até que idade é saudável acreditar?


           Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.


Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette 


Analise o trecho no parágrafo final: “Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender...”. A oração destacada é classificada, sintaticamente, como oração subordinada adverbial 
Alternativas
Q3885852 Português

Leia o texto para responder a questão.


É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

    são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini 


            O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?  


            Estimula a criatividade


            Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.


            É um exercício de paciência


            Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.


            Estimula a responsabilidade


            Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.


            Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia


           A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).


           Ensina a lidar com frustrações


        Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento. 


            Até que idade é saudável acreditar?


           Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.


Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette 


A frase “A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa” apresenta concordância verbal regular. Se reescrever a informação sobre a expectativa de forma impessoal, qual alternativa apresentaria a concordância correta com o verbo haver (no sentido de existir)? 
Alternativas
Q3885851 Português

Leia o texto para responder a questão.


É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

    são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini 


            O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?  


            Estimula a criatividade


            Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.


            É um exercício de paciência


            Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.


            Estimula a responsabilidade


            Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.


            Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia


           A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).


           Ensina a lidar com frustrações


        Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento. 


            Até que idade é saudável acreditar?


           Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.


Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette 


O texto está organizado em uma estrutura que detalha os benefícios da crença no Papai Noel, mencionando estímulos à criatividade, paciência, responsabilidade, fraternidade/empatia e aprendizado com frustrações. A relação lógica entre o título do artigo e os parágrafos 3, 4 e 5 é de 
Alternativas
Q3885850 Português

Leia o texto para responder a questão.


É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

    são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini 


            O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?  


            Estimula a criatividade


            Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.


            É um exercício de paciência


            Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.


            Estimula a responsabilidade


            Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.


            Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia


           A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).


           Ensina a lidar com frustrações


        Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento. 


            Até que idade é saudável acreditar?


           Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.


Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette 


No trecho “o Papai Noel 'exige' um compromisso cotidiano dos pequenos”, o verbo “exigir” requer um complemento verbal que não é introduzido por preposição obrigatória. A classificação sintática correta desse verbo é:  
Alternativas
Q3885849 Português

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É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

    são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini 


            O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?  


            Estimula a criatividade


            Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.


            É um exercício de paciência


            Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.


            Estimula a responsabilidade


            Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.


            Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia


           A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).


           Ensina a lidar com frustrações


        Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento. 


            Até que idade é saudável acreditar?


           Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.


Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette 


A crença no Papai Noel ajuda a tornar as crianças “mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas”. Na frase “nem todos os desejos são realizados”, o vocábulo “todos” pertence à classe gramatical dos pronomes e, por acompanhar o substantivo “desejos”, é classificado como:  
Alternativas
Q3885848 Português

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É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

    são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini 


            O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?  


            Estimula a criatividade


            Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.


            É um exercício de paciência


            Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.


            Estimula a responsabilidade


            Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.


            Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia


           A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).


           Ensina a lidar com frustrações


        Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento. 


            Até que idade é saudável acreditar?


           Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.


Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette 


No trecho “velhinho barbudo”, a palavra “velhinho” tem a função de denominar. Morfologicamente, essa palavra é classificada como: 
Alternativas
Q3885847 Português

Leia o texto para responder a questão.


É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

    são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini 


            O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?  


            Estimula a criatividade


            Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.


            É um exercício de paciência


            Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.


            Estimula a responsabilidade


            Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.


            Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia


           A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).


           Ensina a lidar com frustrações


        Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento. 


            Até que idade é saudável acreditar?


           Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.


Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette 


A palavra “saudável “, presente no texto, segue a regra geral de acentuação gráfica. De acordo com a posição da sílaba tônica, ela é classificada como:  
Alternativas
Q2445224 Pedagogia
Para preparar as aulas de matemática de uma turma de 2º ano do Ensino Fundamental (EF), uma professora consulta a Base Nacional Comum Curricular e, a partir das habilidades e competências propostas, elabora suas atividades, articulando com as unidades temáticas que pretende trabalhar. Considerando-se os campos conceituais da matemática e as habilidades que podem ser desenvolvidas no 2º ano do EF, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Número. (2) Álgebra. (3) Probabilidade e estatística.

( ) Comparar e ordenar números naturais (até a ordem de centenas) pela compreensão de características do sistema de numeração decimal (valor posicional e função do zero).
( ) Construir sequências de números naturais em ordem crescente ou decrescente a partir de um número qualquer, utilizando uma regularidade estabelecida.
( ) Classificar resultados de eventos cotidianos aleatórios como “pouco prováveis”, “muito prováveis”, “improváveis” e “impossíveis”.
( ) Descrever os elementos ausentes em sequências repetitivas e em sequências recursivas de números naturais, objetos ou figuras.
Alternativas
Q2445223 Pedagogia
Em relação à avaliação formativa, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Exige uma instrumentação sofisticada. É importante que o professor aplique testes padronizados, com foco em uma metodologia seletiva, visto que a observação direta não é suficiente.
( ) Tem como função ajudar o aluno a aprender e a progredir rumo aos objetivos propostos.
( ) Precisa de uma padronização de procedimentos. Ela se insere em um processo de resolução de problemas e precisa submeter todos os alunos às mesmas observações na lógica de um exame equitativo.
Alternativas
Q2445222 Pedagogia
Sobre a oralidade, analisar os itens abaixo:

I. É uma prática social interativa com fins comunicativos.
II. É importante para fundamentar a escrita.
III. Apresenta-se sob várias formas ou gêneros textuais fundados na realidade sonora: ela vai desde uma realização mais informal a mais formal nos vários contextos de uso.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2445221 Pedagogia
Magda Soares e outros teóricos do seu campo conceitual consideram o letramento como o domínio da língua escrita de forma eficiente e em diferentes situações. A respeito das dimensões de letramento, a individual e a social, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Dimensão individual. (2) Dimensão social.

( ) Inclui não só a habilidade de decodificação de palavras, mas também um amplo conjunto de habilidades de compreensão e interpretação da informação como um todo.
( ) Capacidade de estabelecer relações entre ideias, fazer inferência, reconhecer a linguagem figurada, combinar a informação textual com a informação extratextual.
( ) Compreende as interações que se estabelecem entre os participantes da situação discursiva, as representações e os valores associados à leitura e à escrita que um determinado grupo cultural assume e dissemina.
Alternativas
Q2445220 Pedagogia
Considerando-se as grandes temáticas para o ensino de história nos anos iniciais do Ensino Fundamental, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Pode-se dizer que, do 1º ao 5º ano, as habilidades do componente curricular história trabalham com diferentes graus de complexidade, mas o objetivo primordial é o reconhecimento __________, __________ e __________. Há uma ampliação de escala e de percepção (desse conceito). 
Alternativas
Q2445219 Pedagogia
A natureza não é apenas um tema de ensino; é, ainda, uma referência fundamental do pensamento pedagógico, quer na Pedagogia “tradicional”, quer na Pedagogia “ativa”. Acerca dessa temática, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) O homem é produto da evolução natural. No entanto, a espécie humana originou outros tipos de evolução: histórica e cultural.
( ) Já não se pode pensar a natureza isoladamente do homem, uma vez que esta foi humanizada no decorrer da história da espécie humana.
( ) A aventura humana não é diretamente ligada à evolução natural, pelo menos à escala do tempo histórico, mas sim a uma história cultural.
( ) Deve-se separar completamente a evolução natural e a história cultural.
( ) A organização coletiva e os instrumentos materiais e conceptuais que o homem elaborou contribuíram e ainda contribuem, de forma decisiva, para a sobrevivência biológica da espécie. 
Alternativas
Q2445218 Pedagogia
Libâneo, Santos e Saviani, em seus estudos, afirmam que as teorias contemporâneas da educação são aquelas gestadas em plena modernidade. Sobre as correntes pedagógicas contemporâneas, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Corrente racional-tecnológica. (2) Corrente neocognitivista. (3) Correntes pós-modernas.

( ) Corresponde à concepção que tem sido designada de neotecnicismo, associada a uma pedagogia a serviço da formação para o sistema produtivo, em que se subentende a formulação de objetivos e conteúdos, padrões de desempenho, competências e habilidades com base em critérios científicos e técnicos.
( ) Incluem-se novos aportes ao estudo da aprendizagem, do desenvolvimento, da cognição e da inteligência. Tais abordagens cognitivas referem-se a estudos relacionados à utilização de técnicas, como o uso de computadores. Objetiva buscar inovações a fim de avançar na investigação sobre os processos psicológicos e a cognição.
( ) Constituem-se a partir das críticas às concepções globalizantes do destino humano e da sociedade, as metanarrativas, assentadas na razão, na ciência, no progresso, na autonomia individual. 

Alternativas
Q2445217 Pedagogia
Apostar em multimídia e hipermídia na Educação é muito importante para o ensino e traz diversos benefícios, pois vivemos em um mundo digital, conectado e bastante interativo. Quanto às vantagens de investir em multimídia e hipermídia na Educação, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Alunos mais engajados: utilizando multimídia e hipermídia em sala de aula é possível ter aulas mais dinâmicas, diferentes e personalizadas, que saem do padrão em que o professor passa o conteúdo e os alunos absorvem.
( ) Ensino padronizado: uma forte característica dos produtos multimídia e hipermídia é a sua linearidade, fazendo com que todos os alunos percorram os mesmos caminhos pelos conteúdos.
( ) Maior acessibilidade: com conteúdos multi e hipermidiáticos é possível melhorar a acessibilidade à aula. Como o material ficará disponível em diversos formatos, os estudantes podem acessá-lo de diferentes formas e lugares. 
Alternativas
Q2445216 Pedagogia
Em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, as bases que dão sustentação ao projeto nacional de educação responsabilizam o poder público, a família, a sociedade e a escola pela garantia a todos os educandos de um ensino ministrado de acordo com os princípios de:

I. Valorização da experiência extraescolar.
II. Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais.
III. Primazia das instituições privadas de ensino.

Está(ão) CORRETO(S): 
Alternativas
Q2445215 Pedagogia
Em conformidade com a Resolução CNE/CP Nº 2/2017, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) As propostas pedagógicas e os currículos devem considerar as múltiplas dimensões dos estudantes, visando ao seu pleno desenvolvimento, na perspectiva de efetivação de uma educação integral.
( ) As propostas pedagógicas das instituições ou redes de ensino, para desenvolvimento dos currículos de seus cursos, devem ser elaboradas e executadas com a efetiva participação de seus docentes, os quais devem definir seus planos de trabalho coerentemente com as respectivas propostas pedagógicas.
( ) Os currículos escolares da educação básica não precisam ter a Base Nacional Comum Curricular como referência, desde que cumpram as normas complementares estabelecidas pelos órgãos normativos dos respectivos sistemas de ensino. 
Alternativas
Q2445214 Direito Constitucional
Com relação aos direitos sociais previstos na Constituição Federal, são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

I. Salário-mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim.
II. Participação nos lucros, ou resultados, desvinculada da remuneração, e, excepcionalmente, participação na gestão da empresa, conforme definido em lei.
III. Assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até cinco anos de idade em creches e pré-escolas.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Respostas
61: B
62: C
63: D
64: C
65: A
66: D
67: D
68: B
69: B
70: A
71: D
72: E
73: A
74: C
75: B
76: A
77: E
78: A
79: A
80: E