Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de são francisco - pb

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Q3694817 Noções de Informática
A alternativa que descreve CORRETAMENTE a função do recurso Área de Transferência no Windows 10/11 é: 
Alternativas
Q3694814 Português
O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III

A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem. [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

     À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.


Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.
Analise as assertivas sobre o trecho “O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar!”.

I- Verde e azul, apesar de se classificarem normalmente como adjetivos, aqui funcionam como substantivos.
II- “O verde e o azul” constituem o sujeito composto da oração.
III- “O verde e o azul” são adjuntos adnominais, já que são adjetivos.
IV- “lá longe ainda” funciona como locução adverbial de lugar.
V- Há um verbo elíptico no trecho.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3694813 Português
O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III

A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem. [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

     À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.


Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.
No trecho em destaque “São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros.”, qual figura de linguagem se observa?
Alternativas
Q3694812 Português
O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III

A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem. [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

     À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.


Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.
Sobre o texto, afirma-se que ele:
Alternativas
Q3694811 Português
O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III

A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem. [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

     À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.


Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.
Assinale a alternativa que traz CORRETAMENTE o gênero do texto lido e a explicação sobre este gênero.
Alternativas
Q3694810 Português
O texto III deve ser lido para se responder à questão.


Texto III

A ilusão do fim de semana


    Há algo errado nisto.

    Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

    Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

    Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem. [..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

    Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

     À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

    Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

    Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

    Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

    Há algo de errado nisto. E persistimos.


Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.
Sobre os elementos da narrativa presentes no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694806 Português
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento

23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47


    Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

    Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. A leitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

    Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.

Fonte: “A FALTADE LEITURA PODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado. 
Pode-se substituir a palavra “escapismo”, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q3694805 Português
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento

23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47


    Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

    Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. A leitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

    Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.

Fonte: “A FALTADE LEITURA PODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado. 
Observe o trecho “A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia”. A expressão em destaque funciona como:
Alternativas
Q3694804 Português
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento

23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47


    Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

    Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. A leitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

    Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.

Fonte: “A FALTADE LEITURA PODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado. 
No último parágrafo, o termo em destaque “Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador.” funciona como elemento de coesão:
Alternativas
Q3694803 Português
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento

23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47


    Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

    Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. A leitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

    Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.

Fonte: “A FALTADE LEITURA PODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado. 
No que se refere à intencionalidade do texto, a argumentação é construída com a finalidade de:
Alternativas
Q3694802 Português
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento

23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47


    Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

    Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. A leitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

    Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.

Fonte: “A FALTADE LEITURA PODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado. 
Observe o trecho em destaque “Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes”. Sobre ele e seu contexto, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3694781 Nutrição
Óleos e gorduras são de grande importância na alimentação humana, pois, além do fornecimento de energia, 9 kcal/g, possuem características funcionais. Sobre óleos e gorduras, analise as afirmativas abaixo:

I- Quando utilizados em receitas, os óleos e gorduras podem favorecer a palatabilidade, melhorar a maciez e leveza e aumentar a estabilidade da preparação por formar uma barreira contra a umidade no alimento.
II- Ao ser exposto à luz, calor e umidade, o óleo sofre oxidação, produzindo sabor e odor de ranço.
III- Óleos e gorduras apresentam diversas formas de uso culinário, como, por exemplo, meio de cocção. O método “dourar” é caracterizado pela utilização de uma pequena quantidade de gordura aquecida de 130 °C a 150 °C, e passando o alimento já cozido rapidamente.
IV- O óleo misto é composto por uma mistura de óleo de soja com, no mínimo, 30% de azeite de oliva.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3694780 Nutrição
Com base nos princípios da epidemiologia nutricional e nos métodos utilizados para a avaliação do consumo alimentar e do estado nutricional de populações, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694779 Nutrição
Acorreta conduta dietoterápica no controle da Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) em adultos é fundamental para a prevenção de agravos da doença e manutenção da qualidade de vida do paciente. Considerando os princípios da fisiopatologia e diretrizes dietoterápicas para adultos com DM2, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3694776 Nutrição
Aepidemiologia nutricional é a ciência que se ocupa em estudar o efeito da dieta no desenvolvimento de doenças específicas, buscando compreender como a alimentação e fatores relacionados ao estado nutricional estão envolvidos no surgimento dessas doenças. Diante deste conceito, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694774 Nutrição
Os manipuladores de alimentos são de fundamental importância no controle da qualidade das refeições preparadas em uma Unidade de Alimentação e Nutrição. De acordo com a RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694773 Nutrição
Na prática clínica, durante a anamnese, o nutricionista pode utilizar ferramentas para avaliação do estado nutricional dos pacientes, visando a reunir informações e identificar o tratamento nutricional adequado, ou seja, a avaliação é o primeiro passo no processo de cuidados nutricionais. Desta forma, avalie as afirmativas abaixo:

I- Diário alimentar é uma ferramenta em que o próprio paciente registra os alimentos e quantidades consumidas, normalmente de 3 a 7 dias. É mais preciso quando as anotações são realizadas no momento do consumo, evitando problemas com a memória ou atenção.
II- A Avaliação Subjetiva Global (ASG) é um método clínico simples, de baixo custo, não invasivo e validado de avaliação do estado nutricional, que considera alterações da composição corporal e outros dados, como alterações funcionais do paciente não hospitalizado.
III- O Questionário de Frequência Alimentar (QFA) tem por objetivo avaliar a frequência de consumo de grupos alimentares com nutrientes comuns, não especificando os nutrientes separadamente.
IV- A ferramenta Recordatório de 24h é caracterizada pelo registro dos alimentos e quantidades ingeridas nas últimas 24 horas pelo paciente. É aconselhável o cruzamento de dados de outros métodos, como o QFA, a fim de melhorar a estimativa de consumo dos alimentos.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3694772 Nutrição
Arespeito das alterações sofridas durante a transformação do músculo em carne, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694767 Nutrição
Os alimentos são matéria-prima principal para o preparo de receitas. Estas requerem etapas e técnicas de pré-preparo e preparo. No tocante à técnica dietética, analise as seguintes afirmações:

I- O preparo dos alimentos deve assegurar um adequado valor nutritivo dos alimentos.
II- Descascar, peneirar e moer são operações de separação de partes sólidas.
III- Decantar e centrifugar são operações com a finalidade de união dos alimentos.
IV- O processo de cocção tem por objetivo apenas aumentar a palatabilidade e digestibilidade dos alimentos.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3694766 Psicologia
Em 2008, foi lançada a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, que representou um marco importante para os processos de inclusão escolar.

A partir das características desta política, analise as assertivas abaixo.
I- Permitiu que os estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e com altas habilidades/superdotação tivessem o direito de matricular-se em classes comuns do ensino regular.
II- Ofertou o Atendimento Educacional Especializado – AEE como um serviço complementar e/ou suplementar ao ensino comum, oferecido em salas de recursos multifuncionais.
III- Enfatizou a necessidade de formação inicial e continuada exclusivamente para os docentes que estivessem em sala de aula para que a sua atuação pudesse garantir o reconhecimento da diversidade e, consequentemente, a inclusão.
IV- Disponibilizou recursos de acessibilidade (física, comunicacional, pedagógica e atitudinal), materiais didáticos adaptados e tecnologia assistiva para favorecer a inclusão escolar.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
101: B
102: E
103: E
104: A
105: B
106: B
107: D
108: C
109: D
110: C
111: A
112: D
113: E
114: A
115: A
116: E
117: A
118: E
119: A
120: A