Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de piancó - pb

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Q3321203 Pedagogia
De acordo com os princípios de gestão democrática na escola, analise as assertivas a seguir:

I- A gestão democrática na escola envolve a participação de toda a comunidade escolar, incluindo pais, alunos, professores e funcionários, nas decisões administrativas e pedagógicas.
II- A gestão democrática pressupõe a descentralização das decisões nas mãos da direção da escola, sem levar em consideração a participação dos demais membros da comunidade escolar.
III- A gestão democrática na escola visa à eficiência administrativa, desconsiderando a importância da participação dos diferentes segmentos na definição dos rumos da instituição.
IV- Um dos pilares da gestão democrática na escola é a transparência nas decisões, garantindo que todas as informações relevantes estejam disponíveis para consulta pela comunidade escolar.
V- Na gestão democrática escolar, os princípios de participação ativa e envolvimento colaborativo são fundamentais para garantir uma estrutura inclusiva e horizontal, que promova a equidade de acesso aos recursos educacionais e contribua para a construção de uma comunidade escolar mais justa e participativa.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3321202 Pedagogia
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN) - Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Brasil, 1996), analise as assertivas a seguir:

I- Na LDBN nº. 9394/96, a escola indígena é um bem quando afirma que ela serve para a reafirmação de suas identidades étnicas, recuperação de suas memórias históricas, valorização de suas línguas e ciências, além de possibilitar o acesso às informações e conhecimentos valorizados pela sociedade nacional.
II- A LDBN nº. 9394/96 apresenta que os municípios incumbir-se-ão de algumas responsabilidades na educação, a exemplo de organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, integrando-os às políticas e planos educacionais da União e dos Estados, baixar normas gerais sobre cursos de graduação e exercer ação redistributiva em relação às suas escolas.
III- Na LDBN nº. 9394/96, a Educação Especial é oferecida, preferencialmente, na rede regular de ensino para educandos com necessidades especiais juntamente com os serviços de apoio especializado, quando necessário, para atender às peculiaridades desses estudantes.
IV- ALDBN nº. 9394/96 estabelece os princípios, as políticas e as normas que orientam a educação em todo o país. Em 2023, a LDBN sofreu algumas alterações que têm como objetivo promover uma educação mais inclusiva, flexível e adequada às demandas do mundo contemporâneo, no que se refere ao respeito à diversidade humana, linguística, cultural e identitária das pessoas surdas, surdo-cegas e com deficiência auditiva.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3321201 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei 8.069, de 13 de julho de 1990, reconhece as crianças e adolescentes como sujeitos de direitos, assegura direitos específicos para essa população, reforça os princípios constitucionais de igualdade e dignidade humana e coloca em prática a responsabilidade da sociedade e do Estado em promover seu pleno desenvolvimento. A visão de proteção integral do ECA possibilitou também o acesso à moradia, educação e saneamento, que também contribuiu para a redução da mortalidade. Contudo, a questão da mortalidade infantil ainda é um problema social que precisa ser enfrentado. Com base no gráfico abaixo, é CORRETO o que se afirma em: 

Q30.png (444×305)
Fonte: SIASI – CGMASI/SGESI/SESAI/MS. 
Alternativas
Q3321200 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) (Brasil, 2017) está CORRETO o que se afirma em:

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de “[...] referência nacional para a formulação dos currículos dos sistemas e das redes escolares dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e das propostas pedagógicas das instituições escolares” (Brasil, 2017, p. 8). A Base complementa as políticas nacionais voltadas para a Educação Básica e alimenta novas ações e novas políticas, no “[...] âmbito federal, estadual e municipal, referentes à formação de professores, à avaliação, à elaboração de conteúdos educacionais e aos critérios para a oferta de infraestrutura adequada para o pleno desenvolvimento da educação” (Brasil, 2017, p. 8). ABNCC visa à universalização dos conhecimentos na sociedade, além de garantir os direitos à educação para a mudança da qualidade de vida da população, como uma garantia de igualdade, visto que a igualdade no acesso aos conhecimentos perpassa pela formação e pela valorização dos professores, pela infraestrutura das escolas, sejam estas arquitetônicas, materiais didáticos, acesso a materiais de leitura. Assim sendo, “a base é escolas com boas condições materiais e de infraestrutura. Isso é base, o que tem sido chamado de Base é a pretensão de definir o horizonte logo ali onde os olhos do controle podem alcançar” (Macedo, 2019, p. 54).
Fontes: BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Curricular Comum. Brasília: MEC, 2017. Macedo, E. F. Fazendo a Base virar realidade: competências e o germe da comparação. Retratos da escola, n. 13, v. 25, pp. 39-58, 2019.
Alternativas
Q3321199 Pedagogia
Sobre a Função Social da Escola no Sistema Educacional Brasileiro, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3321198 Pedagogia
Sobre o objetivo principal da Orientação Educacional na escola democrática, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3321197 Pedagogia
Sobre as funções do Orientador Educacional, analise as afirmações abaixo:

I- O Orientador Educacional atua como mediador entre aluno e o meio social, debatendo problemas atuais e promovendo a consciência crítica.
II- O Orientador Educacional promove um espírito cooperativo, zelando pelas interações e promovendo relações horizontais e de respeito mútuo, bem como a manutenção de um vínculo significativo entre a escola e a família, promovendo um ambiente escolar saudável e propício à aprendizagem.
III- O Orientador Educacional mantém um vínculo importante entre a escola e a família, auxiliando na promoção de um espaço escolar saudável e além, promovendo um espírito cooperativo e relações horizontais baseadas no respeito mútuo.
IV- O Orientador Educacional é responsável por elaborar o currículo e o calendário escolar, sem integração com outros membros da escola, já que ele é um profissional qualificado para liderar a equipe pedagógica, operando dentro de um projeto coletivo que articula diferentes funções sem fragmentar os propósitos da educação.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3321196 Pedagogia
Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), competência é definida como? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3321195 Pedagogia
“Os estudantes já não são interessados como eram antigamente”. A afirmação expressa uma posição de não-entendimento quanto à relação intrínseca entre o ato de ensinar, aprender e avaliar.

Sobre o ato de avaliar, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3321194 Pedagogia
O trabalho docente somente é frutífero quando o ensino dos conhecimentos e dos métodos de adquirir e aplicar conhecimentos se convertem em conhecimentos, habilidade, capacidades e atitudes do aluno.

Quanto ao trabalho docente, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3321193 Pedagogia
O planejamento escolar tem as seguintes funções:

I- facilitar a preparação das aulas.
II- assegurar a unidade e a coerência do trabalho docente.
III- explicitar princípios, diretrizes e procedimentos do trabalho docente.
IV- assegurar um ensino com improvisação e rotina.
V- adequar-se às condições de aprendizagem dos alunos, aos métodos, técnicas e recursos de ensino.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3321192 Pedagogia
A avaliação feita pelo professor se fundamenta na fragmentação dos processos de ensino e aprendizagem e na classificação das respostas dos alunos, a partir de um padrão predeterminado relacionando a diferença ao erro e a semelhança ao acerto. Nesta perspectiva:

I- Entende-se que o erro é resultado do desconhecimento, revelador do não-saber do/a aluno/a. Portanto, uma resposta com valor negativo.
II- O acerto deve ser substituído pelo erro, que é associado ao saber e se revela quando a resposta do/a aluno/a coincide com o conhecimento veiculado pela escola, este sim, “verdadeiro”, valorizado e aceito.
III- Saber e não-saber, acerto e erro, positivo e negativo, semelhança e diferença são entendidos como opostos e como excludentes, instituindo fronteiras que rompem laços, delimitam espaços, isolam territórios, impedem o diálogo, enfim, demarcam nossa interpretação do contexto e tornam opacas as lentes de que dispomos para realizar leituras do real.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3321191 Pedagogia
Sobre o plano da escola leia o texto abaixo e marque a alternativa CORRETA.

É o plano pedagógico e administrativo da unidade escolar, no qual se explicitam a concepção pedagógica do corpo docente; as bases teórico-metodológicas da organização didática; a contextualização social, econômica, política e cultural da escola; a caracterização da clientela escolar; os objetivos educacionais gerais; o sistema de avaliação do plano; a estrutura organizacional e administrativa.
Alternativas
Q3321190 Pedagogia
Lino Moreira da Silva (2006, p. 15) afirma que “a melhor formação para o educador será aquela que permita interligar tudo (ciências da educação, dimensão humanística e da esfera de valores, dimensão científica, capacidade de observar, analisar, aplicação dos conhecimentos adquiridos e de evoluir) envolvendo, de modo generalizado, interligando a educação”. Assinale a alternativa CORRETA quanto ao que integra o currículo de formação de educadores.
Fonte: SILVA, L. M. Entre o mito do “bom selvagem” e o processo da “educação racional”, na interligação do currículo com as finalidades educativas in: MOREIRA, A. F.; ALVES, M. P. C.; GARCIA, R. L. Currículo, cotidiano e tecnologias. Araraquara, SP: Junqueira&Marin, 2006.
Alternativas
Q3321189 Pedagogia
“O currículo há muito tempo deixou de ser apenas uma área meramente técnica, voltada para questões relativas a procedimentos, técnicas, métodos. O currículo não é um elemento inocente e neutro de transmissão desinteressada do conhecimento social” (Moreira; Silva, 2006, p. 07-08). Fonte: MOREIRA, A. F.; SILVA, T. Tda. Currículo, cultura e sociedade. São Paulo: Cortez Editora, 2006.

A este respeito, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3321188 Pedagogia
“O professor, ao dirigir e estimular o processo de ensino em função da aprendizagem dos alunos, utiliza intencionalmente um conjunto de ações, passos, condições externas e procedimentos, a que chamamos métodos de ensino” (Libâneo, 2013, p. 211). Fonte: LIBANEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez Editora, 2013. p.210.

Quanto aos métodos de ensino, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3321187 Pedagogia
Como parte do processo de democratização do acesso à escola pública, Libâneo (2013) informa que este volta-se também para a inclusão dos sujeitos sociais independente de sua condição socioeconômica. Nesse sentido, assinale a alternativa CORRETA quanto ao processo de democratização. 
Alternativas
Q3321181 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I


Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano


Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina


Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.

O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.

Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.

Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.

Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.

Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.

Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.

Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.

Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.


Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, 8 abr. 2024. Metrópole, p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações. 
Substituindo “personagens” por “personagem” e “pai” por “pais”, o fragmento “No conto lido, as personagens estão passando por um momento difícil em sua vida financeira. O pai tem dívidas com credores, mas encara seus problemas com otimismo e criatividade” recebeu nova redação, em consonância comas regras de concordância verbal e nominal prescritas pela gramática normativa, em:
Alternativas
Q3321180 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I


Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano


Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina


Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.

O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.

Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.

Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.

Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.

Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.

Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.

Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.

Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.


Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, 8 abr. 2024. Metrópole, p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações. 
Leia o fragmento e avalie as assertivas que seguem:

“Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais” (4º§).

I- Substituindo o verbo “haver” pelo verbo “existir”, o verbo “existir” não será flexionado.
II- Substituindo o verbo “haver” pelo verbo “existir”, a forma verbal adequada é “existem”.
III- A forma verbal “representam” poderia ser substituída pela forma “representa”, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3321178 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I


Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano


Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina


Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.

O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.

Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.

Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.

Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.

Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.

Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.

Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.

Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.


Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, 8 abr. 2024. Metrópole, p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações. 
Analise os dois fragmentos abaixo e analise as assertivas que seguem.

I- “O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano” (2º§).
II- “Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais.” (3º§).

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
101: E
102: A
103: C
104: E
105: B
106: D
107: E
108: C
109: B
110: E
111: E
112: C
113: D
114: D
115: B
116: A
117: A
118: B
119: A
120: E