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Q3870398 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

Indique o número de sílabas de “telefone”.
Alternativas
Q3870397 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

Aponte a palavra com um encontro consonantal.
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Q3870396 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

A palavra “pai” apresenta qual encontro vocálico?
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Q3870395 Saúde Pública
Em epidemiologia, quando uma doença ocorre habitualmente em uma determinada área geográfica, mantendo uma frequência de casos relativamente constante e esperada ao longo do tempo (como a Malária na região Amazônica), esse padrão de ocorrência é classificado tecnicamente como:
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Q3870394 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em áreas desprovidas de rede coletora de esgoto sanitário, uma solução individual adequada para o tratamento primário de dejetos domésticos é a construção de fossas sépticas. O princípio de funcionamento desse dispositivo baseia-se na sedimentação dos sólidos e na decomposição da matéria orgânica por bactérias:
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Q3870393 Saúde Pública
 A Leptospirose é uma zoonose endêmica de grande relevância em áreas com saneamento precário e inundações. A via de transmissão principal para o ser humano ocorre através do contato direto da pele (íntegra ou lesionada) ou mucosas com:
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Q3870392 Saúde Pública
Diante de um caso de agressão (mordedura) por cão ou gato domiciliado e sadio, a conduta correta de vigilância, visando descartar a transmissão do vírus da raiva, consiste em não sacrificar o animal imediatamente, mas mantê-lo em observação clínica rigorosa, em isolamento, pelo período de:
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Q3870391 Biologia
O ciclo biológico da Esquistossomose Mansônica (Schistosoma mansoni) depende obrigatoriamente de uma fase aquática onde o miracídio penetra em um hospedeiro intermediário para se transformar em cercária. No Brasil, os moluscos (caramujos) de água doce responsáveis por essa etapa do ciclo pertencem ao gênero:
Alternativas
Q3870390 Saúde Pública
A malária é uma doença infecciosa febril aguda, cuja transmissão natural ocorre pela picada da fêmea infectada de um mosquito específico. Diferente da Dengue, que é transmitida pelo Aedes, o vetor responsável pela transmissão dos plasmódios da malária no Brasil pertence ao gênero:
Alternativas
Q3870389 Saúde Pública
No monitoramento da qualidade da água para consumo humano (potabilidade), a presença de microrganismos específicos funciona como bioindicador de contaminação fecal recente, sugerindo a presença potencial de outros patógenos. O principal indicador bacteriológico utilizado para essa finalidade nas análises de vigilância ambiental é a:
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Q3870388 Saúde Pública
A Doença de Chagas é uma infecção parasitária causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi. No ciclo de transmissão vetorial clássico, o agente etiológico é transmitido pelas fezes contaminadas de um inseto hemíptero da subfamília Triatominae, popularmente conhecido como:
Alternativas
Q3870387 Legislação Federal
 Para o exercício da atividade de Agente Comunitário de Saúde (ACS), a legislação federal impõe requisitos específicos que diferenciam este cargo dos demais na saúde pública. Além da conclusão do ensino médio e do curso de formação inicial, é requisito obrigatório e eliminatório para a contratação:
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Q3870386 Direito Sanitário
A Lei nº 8.080/90 define os princípios doutrinários e organizativos do Sistema Único de Saúde. O princípio organizativo que consiste na redistribuição de poder e responsabilidades entre os três níveis de governo (União, Estados e Municípios), aproximando a tomada de decisão de quem executa a ação, é a: 
Alternativas
Q3870355 Saúde Pública
 Nos levantamentos entomológicos para dengue (LIRAa), o Índice de Breteau (IB) é calculado tecnicamente pela relação entre: 
Alternativas
Q3870354 Saúde Pública
O roedor sinantrópico de hábito fossorial (escavador), conhecido como ratazana de esgoto, que constrói tocas no solo, é classificado como: 
Alternativas
Q3870353 Engenharia Ambiental e Sanitária
Na bacteriologia sanitária, a presença de Escherichia coli em amostras de água de consumo é utilizada tecnicamente como bioindicador específico de:
Alternativas
Q3870352 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em saneamento, o parâmetro indicador de qualidade da água que mensura a quantidade de oxigênio necessária para a oxidação biológica da matéria orgânica é a:
Alternativas
Q3870351 Saúde Pública
O controle químico de triatomíneos (barbeiros), vetores da Doença de Chagas, visa interromper a transmissão do Trypanosoma cruzi, que ocorre via: 
Alternativas
Q3870349 Saúde Pública
Epidemiologicamente, a leptospirose é uma zoonose causada por uma espiroqueta, cuja transmissão ao homem ocorre preponderantemente por: 
Alternativas
Q3870348 Zoologia
Na identificação taxonômica, o vetor Aedes aegypti diferencia-se morfologicamente do Aedes albopictus pela presença, no mesonoto, de: 
Alternativas
Respostas
401: E
402: C
403: B
404: A
405: C
406: E
407: C
408: E
409: D
410: A
411: C
412: B
413: D
414: A
415: D
416: B
417: B
418: E
419: E
420: A