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“Uma cidade se assemelha às outras porém se a amamos é única.”
LISBOA, Henriqueta. In: Estado de Minas, 8 out. 2017, p. 1.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente os comentários acerca das formas em destaque.
“Uma cidade se assemelha às outras porém se a amamos é única.”
LISBOA, Henriqueta. In: Estado de Minas, 8 out. 2017, p. 1.
Considere as afirmativas seguintes acerca da pontuação do texto.
I. Há necessidade de vírgula na separação da oração coordenada adversativa.
II. Há necessidade de vírgula na separação da oração subordinada adverbial condicional deslocada.
III. Há necessidade de vírgulas separando o termo “as outras”, por indicar comparação.
Está correto o que se afirmou em:
Leia o texto a seguir.
Uma professora de língua portuguesa, literatura e produção textual diz que o problema (relativo à língua) está na carência do domínio da língua materna. “As pessoas não leem, não procuram ampliar seu vocabulário, erram na regência e na concordância das frases e das palavras; têm dificuldade de conectar ideias e de interpretar textos”. Para ela, portanto, a preocupação é “adotar” o internetês como único recurso escrito alternativo, exatamente por ser simplificado e pobre de regras gramaticais linguísticas. [...] “Não há condições de tolerar o desrespeito ao idioma, principalmente dentro da sala de aula. Uma coisa é usar gírias e internetês na informalidade e com amigos. Outra é levar esses vícios para toda comunicação”, argumenta a professora.
ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009. p. 103 (Adaptação).
A esse respeito, considere as afirmativas seguintes.
I. A concepção de língua coerente com o posicionamento apresentado é aquela que se fundamenta no formalismo, no tradicional.
II. O desprezo pelos letramentos locais e marginalizados é comum, uma vez que há uma reclamação acerca da migração dessa linguagem para outras esferas da comunicação, relacionando o fato a um ataque à língua portuguesa.
III. O internetês é classificado como desrespeito ao idioma, como vício, um estilo de língua escrita simplificado e pobre de regras gramaticais e linguísticas.
IV. O internetês é uma linguagem social adaptada à rapidez de escrita dos gêneros digitais em que circula: bate-papo em chats, comunicação síncrona em ferramentas como MSN e blogs.
Estão de acordo com o apresentado no texto as afirmativas:

Sobre as formas verbais presentes nesse texto publicitário, assinale a alternativa CORRETA.
Em um contexto de relações interativas entre os interlocutores de uma carta pessoal, o remetente está engajado no papel de produzir o texto, de cuja elaboração possui o controle, e o destinatário completa, pela prática de leitura, o circuito comunicativo, projetado pela situação comunicativa.
ROJO, Roxane; MOURA, Eduardo (Org.) Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola, 2012, p. 107 (Adaptação).
Pode-se afirmar, corretamente, de acordo com o texto, que há:
Considere as afirmativas seguintes sobre o trabalho de produção e revisão de textos, relacionado aos caminhos orientados para a reescrita com objetivo de aprimoramento da expressão verbal.
I. Ao monopolizar o trabalho da revisão – e, portanto, da escrita –, o professor passa a ideia de que essa tarefa é sua, não do aluno. Em face disso, este, por sua vez, não se vê no papel de quem tem de ler o texto para encontrar possíveis problemas, uma vez que isso já foi realizado por quem é mais competente,
PORQUE
II. o trabalho que, na verdade, deveria ser o de refletir sobre o texto passa a ser o de mecanicamente reproduzi-lo – o que é bem diferente. Enquanto copia, o aluno não se concentrará necessariamente nos seus “erros” ou na natureza linguística desses erros, e isso provavelmente não o levará a refletir sobre como evitá-los.
A respeito dessas afirmativas, assinale a opção CORRETA.
Livro: a troca
Para mim, livro é vida; desde que eu era muito pequena os livros me deram casa e comida.
Foi assim: eu brincava de construtora, livro era tijolo; em pé, fazia parede; deitado fazia degrau de escada; inclinado, encostava um no outro e fazia telhado.
E quando a casinha ficava pronta eu me espremia lá dentro para brincar de morar em livro.
De casa em casa eu fui descobrindo o mundo (de tanto olhar pras paredes). Primeiro, olhando desenhos; depois, decifrando palavras.
Fui crescendo; e derrubei telhados com a cabeça.
Mas fui pegando intimidade com as palavras. E quanto mais íntima a gente ficava, menos eu ia me lembrando de consertar o telhado ou de construir novas casas. [...]
NUNES, Lygia Bojunga. Livro: um encontro com Lygia Bojunga Nunes. 2ª ed. Rio de Janeiro: Agir, 1990. p. 7.
A relação da personagem do texto com os livros é fundamentada nos seguintes aspectos, EXCETO:
Analise as afirmativas a seguir relativas à língua portuguesa em sala de aula.
I. Sempre haverá variação de linguagem nos domínios sociais, porque a variação é inerente à própria comunidade linguística.
II. Em todos os domínios sociais, há regras que determinam as ações que ali são realizadas.
III. Alguns falares têm mais prestígio do que outros, porque as relações de poder independem da variedade linguística mais valorada.
IV. Toda variedade regional ou falar é um instrumento identitário, um recurso que confere identidade ao grupo social.
Estão corretas as afirmativas:
Considerando os pontos relativos à realidade linguística, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I. Do ponto de vista estritamente linguístico, o erro não existe, o que existe são formas diferentes de usar os recursos potencialmente presentes na própria língua,
PORQUE
II. só se poderia falar em “erro” se cada cidadão errasse, individualmente e de modo particular, no momento de produzir o enunciado.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
Analise as seguintes afirmativas sobre o tema “Gêneros e tipos textuais” e, em seguida, assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Os gêneros são uma “forma de ação social”, um “artefato cultural”, importantes como parte da estrutura comunicativa da sociedade.
( ) O estudo dos gêneros está se tornando um empreendimento cada vez mais multidisciplinar, uma vez que engloba a análise do texto e do discurso, a descrição da língua e a visão da sociedade.
( ) O trato dos gêneros diz respeito ao trato da língua em seu cotidiano, por ser uma categoria cultural, uma forma de organização social.
( ) O estudo dos gêneros textuais é novo no Ocidente, uma vez que se iniciou nos últimos decênios do século XX, especialmente, vinculado à literatura.
( ) O aspecto tático da construção do gênero relaciona-se ao estabelecimento basicamente de sua forma e não de sua função.
Assinale a sequência CORRETA.
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando os problemas seguintes à natureza dos exercícios de Língua Portuguesa presentes nos livros didáticos com as perguntas a eles relacionadas.
COLUNA I
1. A compreensão é considerada como atividade rotineira de decodificação de um conteúdo objetivamente inscrito no texto.
2. As questões de compreensão vêm misturadas com outras que nada têm a ver com o assunto, especialmente questões formais.
3. Os exercícios de compreensão, comumente, nada têm a ver com o texto ao qual se referem.
4. Os exercícios de compreensão raramente levam a reflexões críticas sobre o texto e não permitem expansão ou construção de sentido.
COLUNA II
( ) Copie a fala do personagem João.
( ) De que passagem você mais gostou?
( ) A donzela do conto costumava ir à praia ou não?
( ) Copie a frase corrigindo-a de acordo com as regras gramaticais.
Assinale a sequência CORRETA.
Um dos modos de tornar produtivas as palavras, em sentido fantástico, é o de deformá-las. As crianças devem fazê-lo, como um jogo: um jogo de conteúdo muito sério, porque as ajuda a explorar as possibilidades da palavra, a dominá-la, forçando declinações até então inéditas; estimula a liberdade da criança enquanto ser “falante” com direito à sua “prosa pessoal” (obrigado, sr. Saussure); encoraja o inconformismo. (...) Basta um “des” para transformar um “canivete” – objeto cotidiano e negligenciável, porém perigoso e agressivo – em um “descanivete”, objeto fantástico e pacifista, que não serviria para fazer a ponta do lápis, mas que, quem sabe, ajudaria a fazê-la crescer de novo, contra a vontade dos donos das papelarias e contra a ideologia do consumo.
RODARI, Gianni. Gramática da fantasia. 9ª ed. São Paulo: Summus, 1982. p. 32.
Um dos modos de tornar produtivas as palavras, em sentido fantástico, é o de deformá-las. As crianças devem fazê-lo, como um jogo: um jogo de conteúdo muito sério, porque as ajuda a explorar as possibilidades da palavra, a dominá-la, forçando declinações até então inéditas; estimula a liberdade da criança enquanto ser “falante” com direito à sua “prosa pessoal” (obrigado, sr. Saussure); encoraja o inconformismo. (...) Basta um “des” para transformar um “canivete” – objeto cotidiano e negligenciável, porém perigoso e agressivo – em um “descanivete”, objeto fantástico e pacifista, que não serviria para fazer a ponta do lápis, mas que, quem sabe, ajudaria a fazê-la crescer de novo, contra a vontade dos donos das papelarias e contra a ideologia do consumo.
RODARI, Gianni. Gramática da fantasia. 9ª ed. São Paulo: Summus, 1982. p. 32.
O rondó dos cavalinhos
Manuel Bandeira
Os cavalinhos correndo,
E nós, cavalões, comendo...
Tua beleza, Esmeralda,
Acabou me enlouquecendo.
Os cavalinhos correndo,
E nós, cavalões, comendo...
O sol tão claro lá fora,
E em minh’alma – anoitecendo!
Os cavalinhos correndo,
E nós, cavalões, comendo...
Alfonso Reyes partindo,
E tanta gente ficando...
Os cavalinhos correndo,
E nós, cavalões, comendo...
A Itália falando grosso,
A Europa se avacalhando...
Os cavalinhos correndo,
E nós, cavalões, comendo...
O Brasil politicando,
Nossa! A poesia morrendo...
O sol tão claro lá fora,
O sol tão claro, Esmeralda,
E em minh’alma – anoitecendo!
In: CANDIDO, Antonio. Na sala de aula. 8ª ed. 4ª reimpressão. São Paulo: Ática, 2002. p. 68-69.
O rondó dos cavalinhos
Manuel Bandeira
Os cavalinhos correndo,
E nós, cavalões, comendo...
Tua beleza, Esmeralda,
Acabou me enlouquecendo.
Os cavalinhos correndo,
E nós, cavalões, comendo...
O sol tão claro lá fora,
E em minh’alma – anoitecendo!
Os cavalinhos correndo,
E nós, cavalões, comendo...
Alfonso Reyes partindo,
E tanta gente ficando...
Os cavalinhos correndo,
E nós, cavalões, comendo...
A Itália falando grosso,
A Europa se avacalhando...
Os cavalinhos correndo,
E nós, cavalões, comendo...
O Brasil politicando,
Nossa! A poesia morrendo...
O sol tão claro lá fora,
O sol tão claro, Esmeralda,
E em minh’alma – anoitecendo!
In: CANDIDO, Antonio. Na sala de aula. 8ª ed. 4ª reimpressão. São Paulo: Ática, 2002. p. 68-69.
Pode-se afirmar que há entre as estrofes um elemento unificador fundamentado na contradição presente na segunda parte de cada estrofe.
Essa afirmação pode ser confirmada em todos os exemplos apresentados nas alternativas, EXCETO EM:
Numa gestão democrática, marcada pela complexidade, espera-se que os sujeitos pertencentes a ela – pais, alunos e educadores – tomem a iniciativa e assumam a responsabilidade de construir, de forma participativa, uma proposta pedagógica com a finalidade de organizar todo o trabalho a ser realizado na escola para que esta esteja apta a oferecer uma educação de qualidade a todas as crianças e jovens da sociedade.
RODRIGUES, Paulo da Silva. Projeto Político Pedagógico: reflexões par a construção de uma escola participativa. In: SCHWARTZ, Cleonara Maria; ARAUJO, Gilda Cardoso de; RODRIGUES, Paulo da Silva (Org.). Escola de gestores da educação básica: democracia, formação e gestão escolar: reflexões e experiências do Programa Nacional Escola de Gestores da Educação Básica no Estado do Espírito Santo. 2ª ed. Vitória: GM, 2010. p. 57-68.
Nesse texto, o projeto político-pedagógico se constitui como:
Sobre o uso do computador na escola, analise as afirmativas a seguir.
I. Dispensa formação de professores, pois atualmente todos utilizam o computador no cotidiano social.
II. Divide os professores: de um lado estão os que se recusam a aceitar o computador e de outro estão aqueles que veem nele o instrumento de transformação da prática.
III. Fornece diferentes recursos tecnológicos, permitindo potencializá-los ainda mais, por meio de vários recursos.
IV. Demanda a criação de espaços para os professores desenvolverem diferentes possibilidades de ensino.
V. Salva a Educação dos graves problemas pedagógicos por si só, e tem promovido melhorias no ensino e na aprendizagem.
Estão corretas as afirmativas:
TEXTO 1
O Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024 busca, predominantemente em sua Meta 4, universalizar o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação de preferência na rede regular de ensino. Os resultados revelaram, em diferentes faixas etárias, discrepâncias no acesso e na taxa de escolarização, de alfabetização e de analfabetismo entre a população com e sem deficiência. As diferenças observadas se acentuam na população com deficiência intelectual e motora. Tais dados corroboram a necessidade de reconstrução do modelo educativo escolar para a efetiva inclusão de pessoas com deficiência.
MORAES, Louise. A educação especial no contexto do Plano Nacional de Educação. Brasília, DF: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2017. p. 6 (Adaptação).
De acordo com os pressupostos da inclusão escolar, expressos na legislação, avalie as seguintes afirmações.
I. A educação inclusiva prevê o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem dos alunos com deficiência nas escolas regulares.
II. A inclusão educacional expressa um paradigma fundamentado na concepção de direitos humanos que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis.
III. Cada deficiência tem características e demandas que lhe são próprias e os alunos com o mesmo tipo de deficiência recebem o mesmo tratamento.
IV. O acesso à escola é suficiente para verificar a escolarização dos alunos deficientes, e suas demandas são encaminhadas para a escola especial.
V. O monitoramento da educação especial no contexto escolar, em termos de acesso, é válido, no entanto são necessárias análises adicionais.
Estão corretas as afirmativas:
A principal função da escola é ensinar o aluno a pensar, refletir e criar com autonomia. Usando o computador como ferramenta auxiliar no processo de desenvolvimento cognitivo, o professor passa a dispor de uma gama de estímulos que levarão os alunos ao pensamento crítico, com maior poder de decisão para solucionar problemas. O uso da rede favorece o desenvolvimento de habilidades para se comunicar, para cooperar, coordenar e trabalhar, permitindo a definição e redefinição permanente dos conteúdos em questão.
PIMENTEL, Carmen. Comunicação e educação em rede. In: BRASIL. Ministério da Educação. Cultura Digital e Escola. Salto para o Futuro. TV Escola. Ano XX, boletim 10, agosto, 2010. p. 22-26 (Adaptação). Disponível em:<http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000015230.pdf> . Acesso em: 7 jun. 2018.
Diante do exposto, a incorporação das tecnologias na educação destaca:
I. Viver na cibercultura é viver a instabilidade como um risco, não é possível ter certezas sobre a aprendizagem no meio digital.
II. Viver em tempos de cibercultura é preparar-se para aprender sempre, para lidar com o conhecimento como algo sempre inacabado e provisório.
III. O uso da rede favorece o desenvolvimento de habilidades para se comunicar, para cooperar, permitindo a redefinição permanente dos conteúdos em questão.
V. A cibercultura é um espaço territorializado na medida em que os limites geográficos que nos separam ou unem revelam as diferenças e proximidades culturais.
V. A cibercultura nos leva a viver as diferenças como fator de coesão e de aproximação. As belezas e as durezas de cada canto aparecem e todos podem aprender.
Estão corretos os itens:
A prática docente gera produção do conhecimento e como condição deve ser uma prática reflexiva. Entretanto, não se deve eximir de reivindicar o campo da teoria neste processo, em busca de contribuições dos grandes pensadores que embasam o fazer pedagógico. Nesse sentido Freire (2002, p. 32) postulou que a prática docente requer indagação, busca e pesquisa. “[...] não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino [...]. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo, educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar [...] a novidade”.
SCHWARTZ, Cleonara Maria; ARAUJO, Gilda Cardoso de; RODRIGUES, Paulo da Silva. (Org.) Escola de gestores da educação básica: democracia, formação e gestão escolar: reflexões e experiências do Programa Nacional Escola de Gestores da Educação Básica no Estado do Espírito Santo. 2ª ed. Vitória: GM, 2010 (Adaptação). Disponível em:<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias= 2915-democraciaformacao-gestao-escolar&category_slug=fevereiro-2010-pdf& Itemid=30192> .
Com base no texto sobre Pesquisa Educacional, podese afirmar que:
I. Quem sabe dialogar com a realidade de modo crítico e criativo faz da pesquisa condição de vida, progresso, transformação e cidadania.
II. São características do pesquisador reflexivo: autonomia, responsabilidade e criatividade para suas ações científicas.
III. Pesquisa é um processo libertador e criador. Como processo humano e social, a pesquisa traz consigo uma carga de valores, interesse e princípios.
IV. A origem da palavra “pesquisa” vem do verbo latino perquirere, que significa partir, dividir, soltar de, jogar para fora.
V. A pesquisa quantitativa trabalha com a dimensão subjetiva implicada no processo de investigação e faz uso de dados descritivos.
Estão corretas as afirmativas: