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I. Sua transmissão pode ser tanto analógica quanto digital. É um meio de transmissão de menor custo por comprimento. A ligação de nós ao cabo é também simples e, portanto, de baixo custo. É normalmente utilizado com transmissão em banda básica. Em geral, pode chegar até várias dezenas de metros com taxas de transmissão de alguns megabits por segundo. Sua desvantagem é a sensibilidade às interferências e ruídos.
II. Este meio de transmissão mantém uma capacitância constante e baixa, teoricamente independente do comprimento do cabo permitindo suportar velocidades da ordem de megabits por segundo sem necessidade de regeneração do sinal e sem distorções ou ecos. Comparado ao meio I, este tem uma imunidade a ruído bem melhor e uma fuga eletromagnética mais baixa. É mais caro do que o I, e o custo das interfaces para ligação ao cabo é maior.
Os meios de transmissão caracterizados em I e II são, correta e respectivamente, cabo
As lacunas I e II são, correta e respectivamente, preenchidas com:
I. Também conhecido como software embarcado, firmware é um conjunto de instruções operacionais que são programadas diretamente no hardware de equipamentos eletrônicos. Os códigos transcritos por este tipo de programa residente são fundamentais para iniciar e executar um hardware e os seus recursos.
II. Apesar de ser possível modificar a interação entre o hardware e o sistema operacional de PCs, smartphones ou tablets por meio de aplicativos, o firmware manterá a configuração das funções básicas dos dispositivos constante e inalterada. Por isso, não é possível fazer atualização do firmware, pois poderia provocar instabilidade ou causar danos ao dispositivo.
É correto dizer que a afirmativa I
Ao iniciar uma operação de E/S:
1. O controlador de dispositivo inicia a transferência dos dados do dispositivo para seu buffer local.
2. O driver de dispositivo carrega os registradores apropriados dentro do controlador de dispositivo.
3. O controlador de dispositivo informa ao driver, através de uma interrupção, que terminou sua operação.
4. O controlador de dispositivo examina o conteúdo dos registradores para saber que ação deve tomar.
Por fim, o driver devolve o controle para o SO, retornando os dados, um ponteiro para os dados ou informações de status.
A ordem correta das etapas é apresentada em
As lacunas de I a IV são, corretas e respectivamente, preenchidas com:
(SILBERCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer; GAGNE, Greg. Fundamentos de Sistemas Operacionais. 8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010)
Pode-se concluir que Paulo tem um certificado do tipo
(http://g1.globo.com)
O texto trata de uma técnica utilizada para detectar intrusões em uma rede, em que um computador é usado como isca para intrusos. Muitas vezes é colocado na rede de forma que se torna atraente, como estar configurado com um software com vulnerabilidades conhecidas e com seu disco rígido repleto de documentos que aparentam conter segredos da empresa ou outra informação aparentemente valiosa.
A técnica descrita é conhecida como
SELECT ROUND(75.923,2), ROUND(75.923,-1) FROM DUAL;
Os valores exibidos por cada ocorrência da função ROUND são, respectivamente,
Por dia, três exabytes de informações circulam pelo mundo, o equivalente a metade de toda a informação produzida pela humanidade desde a Idade da Pedra. A essa abundância de informações dá-se o nome de Big Data. Interpretar corretamente o Big Data é um procedimento precioso para empresas na disputa com a concorrência. Quem sabe minerar naquele oceano de dados pode encontrar, por exemplo, a resposta a um problema que sempre atormentou administradores: o recrutamento e a retenção de talentos. Com informações que circulam livremente pela internet, é possível traçar o perfil psicológico e identificar as qualidades e os defeitos de um profissional. Nos últimos dez anos, softwares têm substituído funções de psicólogos na árdua tarefa de manter funcionários produtivos e felizes com seu emprego.
O Big Data chega como o melhor recurso para contornar a falta de mão de obra. Quase 40% das empresas não conseguem preencher vagas em aberto pela falta de profissionais qualificados. Há áreas em que a disputa por talentos é especialmente ferrenha. A melhor forma de preencher as vagas é garimpar entre os quase 3 bilhões de pessoas que produzem exabytes de informações na internet. Nos Estados Unidos, há softwares focados no recrutamento de profissionais de categorias específicas. Há também sites especializados em avaliar perfis em redes sociais. Diz o criador de um desses sites, Joe Fernandez: “O universo virtual abriu portas para que se saiba tudo sobre todos. Essa é uma das maiores revoluções iniciadas pela internet."
Há, evidentemente, uma área cinzenta no uso do Big Data. Pode uma empresa acessar dados pessoais que empregados compartilham on-line? Não há ainda respostas fáceis para esse tipo de questionamento. O certo é que a transformação tecnológica do Big Data veio para ficar.
(Adaptado de: VILICIC, Filipe e BEER, Raquel. Veja, 25 de setembro de 2013, p. 101-103)
As três orações acima estão organizadas em um único período, com clareza, correção e respeito ao sentido original, em:
Por dia, três exabytes de informações circulam pelo mundo, o equivalente a metade de toda a informação produzida pela humanidade desde a Idade da Pedra. A essa abundância de informações dá-se o nome de Big Data. Interpretar corretamente o Big Data é um procedimento precioso para empresas na disputa com a concorrência. Quem sabe minerar naquele oceano de dados pode encontrar, por exemplo, a resposta a um problema que sempre atormentou administradores: o recrutamento e a retenção de talentos. Com informações que circulam livremente pela internet, é possível traçar o perfil psicológico e identificar as qualidades e os defeitos de um profissional. Nos últimos dez anos, softwares têm substituído funções de psicólogos na árdua tarefa de manter funcionários produtivos e felizes com seu emprego.
O Big Data chega como o melhor recurso para contornar a falta de mão de obra. Quase 40% das empresas não conseguem preencher vagas em aberto pela falta de profissionais qualificados. Há áreas em que a disputa por talentos é especialmente ferrenha. A melhor forma de preencher as vagas é garimpar entre os quase 3 bilhões de pessoas que produzem exabytes de informações na internet. Nos Estados Unidos, há softwares focados no recrutamento de profissionais de categorias específicas. Há também sites especializados em avaliar perfis em redes sociais. Diz o criador de um desses sites, Joe Fernandez: “O universo virtual abriu portas para que se saiba tudo sobre todos. Essa é uma das maiores revoluções iniciadas pela internet."
Há, evidentemente, uma área cinzenta no uso do Big Data. Pode uma empresa acessar dados pessoais que empregados compartilham on-line? Não há ainda respostas fáceis para esse tipo de questionamento. O certo é que a transformação tecnológica do Big Data veio para ficar.
(Adaptado de: VILICIC, Filipe e BEER, Raquel. Veja, 25 de setembro de 2013, p. 101-103)