Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de espera feliz - mg
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( ) Remonta a 1756, no exercício de um papel legitimador da estrutura burocrática de poder do Estado, em manter a escola sob seu controle.
( ) Em 1799, com encerramento abrupto das atividades dos jesuítas no Brasil, provocou certa desorganização da atividade escolar. Inicia-se a fiscalização das aulas régias, serviço de inspeção realizado por um professor de confiança do vice-rei.
( ) No início do século XX, a inspeção técnica já era exercida pelos inspetores ambulantes, que tinham atribuição, como agentes do governo, encarregados da fiscalização das escolas e mais estabelecimentos de instrução do Estado, de conformidade com as exigências do serviço público.
( ) De 1930 a 1961, todos os estabelecimentos de ensino médio e superior ficaram sujeitos à inspeção federal, ocorrendo após essa época a descentralização para os Estados. A atribuição da inspeção abrange o funcionamento das escolas, excluindo os métodos de ensino, o comportamento dos professores e o aproveitamento dos alunos.
( ) As alterações das atribuições e da estrutura da função acompanham as reformas educacionais no país, estando a inspeção prevista como função nas Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, desde 1971, passando a formação a ser o principal requisito para investidura em cargos dos profissionais de apoio à docência, dentre eles, a inspeção escolar.
A sequência está correta em
(Disponível em: http://www.redemebox.com.br/. Acesso em: janeiro de 2024.)
A Inspeção Escolar é correção, auditoria, orientação e assistência técnica. Esses profissionais “são os olhos e os ouvidos do poder público na escola”. Considerando que o perfil desse profissional deve ter algumas funções básicas, relacione-as adequadamente às suas respectivas características.
1. Corretiva.
2. Avaliadora.
3. Orientadora.
4. Verificadora.
5. Realimentadora.
( ) Está relacionada à segurança e à postura pedagógica.
( ) Consiste em comparar a situação concreta, real com a ideal, e teórica.
( ) Compromete-se com a sintonia entre os conteúdos normativos, as ações educativas e com a adequação de uns e outros ao contexto sociopolítico da realidade onde acontece a educação.
( ) Consiste em conduzir ao conhecimento e à aplicação correta da norma, tendo em vista a unidade do sistema, bem como sua coerência interna e externa. Utiliza a competência da comunicação oral e escrita.
( ) Trata-se do exame para o cumprimento das normas que se aplicam à organização e funcionamento da escola e do ensino, nos campos administrativos e pedagógicos. Deve possuir domínio da legislação, ser pesquisador e observador.
A sequência está correta em
Sobre a história da educação no Brasil e, ainda, considerando a Reforma Pombalina de 1759, infere-se que:
Texto para responder à questão.
A aproximação do Dia Nacional da Língua Portuguesa, que é celebrado em 5 de novembro, data essa instituída no Brasil em 2006 em homenagem ao aniversário do escritor e defensor da Língua Portuguesa Rui Barbosa, leva-nos a refletir: como devem ser as práticas do ensino da nossa língua materna em sala de aula?
É inquestionável a importância de que a aprendizagem e o uso da Língua Portuguesa se deem de forma significativa e atendam as reais necessidades dos estudantes quanto à prática comunicativa, em que se mescle a oralidade, a leitura e a produção de diferentes gêneros textuais e digitais.
É também imprescindível que ferramentas digitais, as quais fazem parte da rotina dos estudantes e que estão cada vez mais presentes no cotidiano educacional, proporcionem facilidade na comunicação na interação social e também no processo de ensino e aprendizagem, pois os recursos tecnológicos, gamificados e audiovisuais mudam gradativamente o sistema educacional, colocando a escola em sintonia com as novas metodologias de ensino e aprendizagem, tornam a aprendizagem mais significativa, diminuem a distância entre o professor e estudantes, permitem adequação e modificação nas práticas pedagógicas, por meio de atividades diversificadas e contextualizadas.
Com ferramentas tecnológicas é possível ressignificar o ensino da Língua Portuguesa, fazer uso dos conhecimentos curriculares de forma adequada às diferentes situações comunicacionais, às novas mídias e às inovações nas rotinas impostas pelo uso da internet. Isso porque a tecnologia deixou de ser apenas mecanismos de descontração e entretenimento, apresenta recursos didáticos que situam os educandos no contexto atual da educação midiática. Da mesma forma, os novos gêneros textuais possibilitam o multiletramento e o uso de múltiplas linguagens, como a visual, verbal, sonora, espacial, entre outras.
Essa multiplicidade tem provocado mudanças no que se refere às práticas de leitura e escrita e ao que se espera em termos de informação, ensino e aquisição de novos conhecimentos, visto que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fomenta que as práticas de ensino e aprendizagem permitam que os estudantes possam explorar e perceber os modos como as diversas linguagens se combinam de maneira híbrida em textos complexos e multissemióticos, para que eles possam aprender e atuar socialmente, assim como articular os conhecimentos adquiridos nas aulas de Língua Portuguesa.
Tendo em vista que muitos estudantes já têm contato diariamente com gêneros digitais, não podemos nos esquecer de que a tecnologia dá mais voz ao estudante, envolve-o a cada dia mais no processo de aprendizagem, o que é essencial para dar sentido às atividades escolares e aos conteúdos curriculares.
(PRENDIN, Luciane Danylczuk. Interações e tecnologia nas aulas de Língua portuguesa. Em: janeiro de 2024.)
Com base no texto e considerando as competências e habilidades propostas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) quanto aos aspectos avaliativos que deveriam ser enfatizados pela professora Juliana em suas aulas, analise as afirmativas a seguir.
I. Avaliação da capacidade dos alunos de utilizar corretamente as regras gramaticais e ortográficas em seus textos, independente do meio digital ou tradicional.
II. Avaliação baseada exclusivamente no conteúdo final dos textos produzidos pelos alunos, sem considerar o processo de criação e revisão mediado pela tecnologia.
III. Avaliação da habilidade dos alunos em integrar diferentes linguagens (visual, verbal, sonora) em suas apresentações de análise literária, usando plataformas de vídeo.
IV. Avaliação da competência dos alunos em expressar opiniões críticas e analíticas em blogs, demonstrando compreensão de diferentes gêneros textuais e digitais.
V. Avaliação da capacidade dos alunos de interagir de forma construtiva e colaborativa em projetos de grupo, utilizando ferramentas digitais para comunicação e compartilhamento de ideias.
Está correto o que se afirma apenas em
Texto para responder à questão.
A aproximação do Dia Nacional da Língua Portuguesa, que é celebrado em 5 de novembro, data essa instituída no Brasil em 2006 em homenagem ao aniversário do escritor e defensor da Língua Portuguesa Rui Barbosa, leva-nos a refletir: como devem ser as práticas do ensino da nossa língua materna em sala de aula?
É inquestionável a importância de que a aprendizagem e o uso da Língua Portuguesa se deem de forma significativa e atendam as reais necessidades dos estudantes quanto à prática comunicativa, em que se mescle a oralidade, a leitura e a produção de diferentes gêneros textuais e digitais.
É também imprescindível que ferramentas digitais, as quais fazem parte da rotina dos estudantes e que estão cada vez mais presentes no cotidiano educacional, proporcionem facilidade na comunicação na interação social e também no processo de ensino e aprendizagem, pois os recursos tecnológicos, gamificados e audiovisuais mudam gradativamente o sistema educacional, colocando a escola em sintonia com as novas metodologias de ensino e aprendizagem, tornam a aprendizagem mais significativa, diminuem a distância entre o professor e estudantes, permitem adequação e modificação nas práticas pedagógicas, por meio de atividades diversificadas e contextualizadas.
Com ferramentas tecnológicas é possível ressignificar o ensino da Língua Portuguesa, fazer uso dos conhecimentos curriculares de forma adequada às diferentes situações comunicacionais, às novas mídias e às inovações nas rotinas impostas pelo uso da internet. Isso porque a tecnologia deixou de ser apenas mecanismos de descontração e entretenimento, apresenta recursos didáticos que situam os educandos no contexto atual da educação midiática. Da mesma forma, os novos gêneros textuais possibilitam o multiletramento e o uso de múltiplas linguagens, como a visual, verbal, sonora, espacial, entre outras.
Essa multiplicidade tem provocado mudanças no que se refere às práticas de leitura e escrita e ao que se espera em termos de informação, ensino e aquisição de novos conhecimentos, visto que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fomenta que as práticas de ensino e aprendizagem permitam que os estudantes possam explorar e perceber os modos como as diversas linguagens se combinam de maneira híbrida em textos complexos e multissemióticos, para que eles possam aprender e atuar socialmente, assim como articular os conhecimentos adquiridos nas aulas de Língua Portuguesa.
Tendo em vista que muitos estudantes já têm contato diariamente com gêneros digitais, não podemos nos esquecer de que a tecnologia dá mais voz ao estudante, envolve-o a cada dia mais no processo de aprendizagem, o que é essencial para dar sentido às atividades escolares e aos conteúdos curriculares.
(PRENDIN, Luciane Danylczuk. Interações e tecnologia nas aulas de Língua portuguesa. Em: janeiro de 2024.)
Refletindo sobre o papel da literatura na formação do leitor jovem, analise as afirmativas a seguir.
I. A literatura infanto-juvenil, ao apresentar narrativas complexas em um formato acessível, auxilia os jovens leitores a desenvolverem uma melhor compreensão das emoções e pensamentos alheios, fomentando a empatia.
II. Embora a literatura infanto-juvenil introduza os jovens a diferentes perspectivas, seu impacto no desenvolvimento da teoria da mente é limitado, sendo mais eficaz em estágios mais avançados de leitura.
III. A literatura infanto-juvenil contribui para o desenvolvimento da teoria da mente ao encorajar os jovens leitores a explorarem diversos cenários e personagens, embora a profundidade dessa contribuição possa variar.
Está correto o que se afirma apenas em
As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvematividades de aprendizagem e de avaliação.
Leia atentamente os seguintes fragmentos do texto e assinale a alternativa que identifica corretamente as classes de palavras e as suas respectivas funções sintáticas nos fragmentos apresentados:
Fragmento 1: “As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si.”
Fragmento 2: “É preciso ter alguns conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar.”
As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvematividades de aprendizagem e de avaliação.
Considere o seguinte cenário hipotético: a professora Laura decide aplicar uma sequência didática para aprimorar as habilidades dos alunos em identificar relações discursivo-argumentativas, lógico-semânticas e modalizações enunciativas em textos.
Qual das seguintes atividades propostas por ela seria mais eficaz para alcançar esses objetivos educacionais?
As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvematividades de aprendizagem e de avaliação.
As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvematividades de aprendizagem e de avaliação.
Texto para responder à questão.
Art. 32. O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:
I – o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
II – a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III – o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV – o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
§ 1º É facultado aos sistemas de ensino desdobrar o ensino fundamental em ciclos.
§ 2º Os estabelecimentos que utilizam progressão regular por série podem adotar no ensino fundamental o regime de progressão continuada, sem prejuízo da avaliação do processo de ensino-aprendizagem, observadas as normas do respectivo sistema de ensino.
§ 3º O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.
§ 4º O ensino fundamental será presencial, sendo o ensino a distância utilizado como complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais.
§ 5º O currículo do ensino fundamental incluirá, obrigatoriamente, conteúdo que trate dos direitos das crianças e dos adolescentes, tendo como diretriz a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que institui o Estatuto da Criança e do Adolescente, observada a produção e distribuição de material didático adequado.
§ 6º O estudo sobre os símbolos nacionais será incluído como tema transversal nos currículos do ensino fundamental.
(BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas, 2017. Fragmento.)
Texto para responder à questão.
Art. 32. O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:
I – o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
II – a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III – o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV – o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
§ 1º É facultado aos sistemas de ensino desdobrar o ensino fundamental em ciclos.
§ 2º Os estabelecimentos que utilizam progressão regular por série podem adotar no ensino fundamental o regime de progressão continuada, sem prejuízo da avaliação do processo de ensino-aprendizagem, observadas as normas do respectivo sistema de ensino.
§ 3º O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.
§ 4º O ensino fundamental será presencial, sendo o ensino a distância utilizado como complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais.
§ 5º O currículo do ensino fundamental incluirá, obrigatoriamente, conteúdo que trate dos direitos das crianças e dos adolescentes, tendo como diretriz a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que institui o Estatuto da Criança e do Adolescente, observada a produção e distribuição de material didático adequado.
§ 6º O estudo sobre os símbolos nacionais será incluído como tema transversal nos currículos do ensino fundamental.
(BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas, 2017. Fragmento.)
Nikola Tesla was a scientist whose inventions include the Tesla coil, alternating-current (AC) electricity, and the discovery of the rotating magnetic field. Born in modern-day Croatia, Tesla came to the United States in 1884 and briefly worked with Thomas Edison before the two parted ways. He sold several patent rights, including those to his AC machinery, to George Westinghouse. Tesla, born in Smiljan, Croatia, on July 10, 1856, was one of five children, including siblings Dane, Angelina, Milka and Marica. His interest in electrical invention was spurred by his mother, Djuka Mandic, who invented small household appliances in her spare time while her son was growing up. After studying at the Realschule, Karlstadt in Germany; the Polytechnic Institute in Graz, Austria; and the University of Prague during the 1870s, Tesla moved to Budapest, where for a time he worked at the Central Telephone Exchange. It was while in Budapest that the idea for the induction motor first came to Tesla, but after several years of trying to gain interest in his invention, at age 28 Tesla decided to leave Europe for America. In 1884 Tesla arrived in the United States with little more than the clothes on his back and a letter of introduction to famed inventor and business mogul Thomas Edison, whose DC-based electrical works were fast becoming the standard in the country.
(Available in: https://www.biography.com/inventors/nikola-tesla)
With respect to the highlighted words in the text, it is correct that:
Still I Rise
You may write me down in history
With your bitter, twisted lies,
You may trod me in the very dirt
But still, like dust, I'll rise.
Does my sassiness upset you?
Why are you beset with gloom?
Cause I walk like I've got oil wells
Pumping in my living room.
Just like moons and like suns,
With the certainty of tides,
Just like hopes springing high,
Still I'll rise.
Did you want to see me broken?
Bowed head and lowered eyes?
Shoulders falling down like teardrops,
Weakened by my soulful cries?
Does my haughtiness offend you?
Don't you take it awful hard
Cause I laugh like I've got gold mines
Diggin’ in my own backyard.
You may shoot me with your words,
You may cut me with your eyes,
You may kill me with your hatefulness,
But still, like air, I’ll rise.
Does my sexiness upset you?
Does it come as a surprise
That I dance like I've got diamonds
At the meeting of my thighs?
Out of the huts of history’s shame
I rise
Up from a past that’s rooted in pain
I rise
I'm a black ocean, leaping and wide,
Welling and swelling I bear in the tide.
Leaving behind nights of terror and fear
I rise
Into a daybreak that’s wondrously clear
I rise
Bringing the gifts that my ancestors gave,
I am the dream and the hope of the slave.
I rise
I rise.
(Maya Angelou, “Still I Rise” from And Still I Rise: A Book of Poems. Copyright © 1978 by Maya Angelou.)
Remember rescuing the old saying lesson to preserve your heart.

(Available in: https://www.istockphoto.com.)
The ING form use in the sentence above the image follows the same pattern as in:
Examine the text thoroughly to answer.
Oh happy day (oh happy day)
Oh happy day (oh happy day)
When Jesus washed (when Jesus washed)
When Jesus washed (when Jesus washed)
Washed my sins away (oh happy day)
Oh happy day (oh happy day)
He taught me how (oh, He taught me how)
To wash (to wash, to wash)
Fight and pray (to fight and pray)
And he taught me how to live rejoicing yes,
Oh yeah, every, every day (every, every day)
Every day!
Oh happy day (oh happy day)
Oh happy day, yeah (oh happy day)
When Jesus washed (when Jesus washed)
When my Jesus washed (when Jesus washed)
When Jesus washed (when Jesus washed)
My sins away (oh happy day)
I'm talking about that happy day (oh happy day)
I'm talking about the happy days (oh happy day)
C'mon and talk about the happy days (oh happy day)
Oh, oh, oh happy days (oh happy day)
Ooh talking about happy day (oh happy day)
Oh yeah, I know I'm talking about happy days (oh happy day)
Oh yeah, sing it, sing it, sing it, yeah, yeah (oh happy day).
(Available in: https://www.letras.mus.br/sister-act/357583. Adapted.)
A hymn is a religious song or poem, being the one featured, “Oh happy day”, a gospel music arrangement from 1967 of the
1755 hymn by clergyman Philip Doddridge which aims at: